Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

O “deus” DO JUDAÍSMO INIMIGO DE NOSSO SENHOR NÃO É O VERDADEIRO DEUS UNO E TRINO

Evolução da alma

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

EVANGELHO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO SEGUNDO SÃO MATEUS:
«Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas: Não vim revogá-la, mas completá-la. Porque em verdade vos digo: Até que passem o Céu e a Terra, não passará um iota ou um ápice da Lei, sem que tudo se cumpra. Portanto se alguém violar um destes mais pequenos preceitos e ensinar assim aos homens, será o menor no Reino dos Céus. Mas aquele que os praticar e ensinar, será grande no Reino dos Céus. Porque, Eu vos digo: Se a vossa virtude não superar a dos escribas e fariseus, não entrareis no Reino dos Céus.» Mat 5,17-20

EVANGELHO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO SEGUNDO SÃO JOÃO:
«Jesus disse à Samaritana: Acredita-Me mulher, vai chegar a hora em que, nem neste monte, nem em Jerusalém, adorareis o Pai. Vós adorais o que não conheceis, nós adoramos o que conhecemos, PORQUE A SALVAÇÃO VEM DOS JUDEUS. Mas vai chegar a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores hão-de adorar o Pai em Espírito e Verdade.»   Jo 4, 21-23

A maior tragédia da seita conciliar foi haver renegado totalmente o verdadeiro conceito de Deus – a começar mesmo na Ordem Natural. Se é certo que a nossa constituição ontológica permite que a partir da contingência das criaturas nos elevemos racionalmente para Deus, não é menos verdade, que   apoiados no grande motivo de credibilidade da própria existência da Santa Madre Igreja, e com o auxílio da Graça Divina, nós podemos ascender à Ordem Sobrenatural, conhecendo numa Luz simplicíssima, Deus Uno e Trino, na Verdade da Sua Revelação, quer pela virtude da Fé, quer pelos Dons da Sapiência e Entendimento.

A ausência da Santa Igreja, como realidade social e cultural, muito dificulta, MAS NÃO IMPEDE, este género de elevação, o qual de maneira nenhuma se pode merecer, por ser dom absolutamente gratuito de Deus Nosso Senhor.
Se é verdade que, na Ordem Natural, nós podemos conhecer o Criador pelas criaturas, não é menos certo que o conhecimento e amor de Deus, na Ordem Sobrenatural, determina a natureza e profundidade do saber que possuímos das criaturas.
Em Teologia, denominam-se conclusões teológicas, todo o suplemento de conhecimentos naturais e Sobrenaturais obtidos através da sabedoria Sobrenatural aplicada às coisas deste mundo. Por exemplo: A natureza profunda da nossa condição, da nossa corruptibilidade sucessivamente dispersa na duração temporal; a especificidade da Graça actual adaptada aos diversos Sacramentos; a separabilidade dos acidentes e da substância, na matéria; as consequências do pecado original a nível intrínseco e extrínseco, por exemplo – a razão profunda porque Nossa Senhora não podia ter dores de parto, dado não  ter contraído o pecado original (consequência intrínseca); todavia as condições extrínsecas de um mundo ferido, física e moralmente, pelo pecado original, acabariam por provocar a morte de Nossa Senhora, ainda que por simples enfraquecimento, causado também pela sua ardentíssima Caridade Sobrenatural.

Note-se que a Santa Madre Igreja nada definiu sobre se Nossa Senhora morreu ou não; mas a doutrina mais segura é a da morte suavíssima de Nossa Senhora, nas circunstâncias já referidas, seguida de imediata Ressureição e Assunção.
Precisamente porque as virtudes Teologais condicionam a concepção do mundo, é que as falsas autoridades conciliares apóstatas apresentam um tremendo retrocesso intelectual e cultural, mesmo puramente humano.
A Revelação Sobrenatural começou com Adão e Eva, OS QUAIS FORAM PERSONAGENS HISTÓRICOS, e ulteriormente encarnou na História do Povo Eleito; Deus Nosso Senhor é sempre O Mesmo, no Antigo e Novo Testamento, sendo a Revelação perfeitamente homogénea, desde Adão até à morte do Apóstolo São João. Todas as seitas dualistas, gnósticas, marcionitas, joaquimitas, é que opuseram nèsciamente o denominado “deus” mau do Antigo Testamento, ao “deus” bom do Novo Testamento, e no século XIII, Joaquim de Fiore, ainda acrescentou uma plenitude da bondade, numa espécie de terceiro testamento consagrado ao Espírito Santo. Todas estas concepções relevam, não apenas da total obliteração da Ordem Sobrenatural, mas também da grosseira violação da Ordem Natural.
Consequentemente, Adão e Eva, Abraão, Moisés, Isaías, Jeremias, Ezequiel, Daniel, Tobias, Rute, os autores Sapienciais, São João Baptista, os Apóstolos e santos do Novo Testamento, todos professam a FÉ NO ÚNICO E VERDADEIRO DEUS UNO E TRINO, FORA DO QUAL NÃO HÁ SALVAÇÃO.
É certo que no Antigo Testamento a Revelação caminhava pedagògicamente rumo à plenitude de Nosso Senhor Jesus Cristo, por isso os Dons da Graça Sobrenatural, bem como das Virtudes Teologais e Morais, eram menos abundantes e menos ricos, participando em grau menor nas Infinitas riquezas Divinas.

Nesta ordem de realidades, no Antigo Testamento, vigoraram a poligamia e o divórcio, que violam as propriedades essenciais do Matrimónio, mas não a ESSÊNCIA do mesmo, que consiste na propagação qualificada do Género Humano.

A Santa Igreja sempre considerou que numa fase ainda muito incompleta da Revelação, Deus Nosso Senhor podia suspender, como de facto suspendeu, a aplicação da integridade da Lei Natural, a qual foi posteriormente restabelecida, na sua mais excelsa plenitude, por Nosso Senhor Jesus Cristo, quando sublinhou: “NO PRINCÍPIO NÃO FOI ASSIM”. Quer dizer: Adão e Eva receberam o Matrimónio na sua plena integridade, natural e Sobrenatural; foi a descendência de Caim que ulteriormente perverteu o Matrimónio.
Neste quadro conceptual, o crime de deicídio cometido pelas autoridades do povo eleito contra Nosso Senhor Jesus Cristo, por sua mesma natureza, corrompeu essencialmente a concepção do verdadeiro Deus no seio mesmo desse povo, TORNANDO-O IDÓLATRA. Do Judeísmo deicida, não se pode pois afirmar que adora o verdadeiro Deus. Daí o carácter extremamente funesto de que se reveste o ataque histórico ao Corpo Místico pela judeo-maçonaria. A promulgação formal do Evangelho, selada no dia do Pentecostes, proscreveu definitivamente e amaldiçoou para todo o sempre, as instituições do povo tornado deicida. Cumpre assinalar, que quando as autoridades representativas de uma colectividade cometem um crime, toda a referida colectividade fica sujeita a castigo. Todavia os castigos colectivos, por definição, só podem ser terrenos.
Nosso Senhor Jesus Cristo ilumina salutarmente todo o Antigo Testamento, do qual constitui a mais sublime e augusta realização. Se repararmos bem, toda a Palavra Vetero-Testamentária, que é Palavra de Deus, sob instrumentalidade humana – FALA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, ANUNCIA-O, AMA-O SOBRENATURALMENTE SOBRE TODAS AS COISAS.
A maldita seita conciliar, no seu monstruoso conúbio com satanás, tornou-se judaica no sentido mais deicida e mais abominado pela alma fiel. Aliás, em 1962, Bea e Congar deslocaram-se a Nova Iorque para oficialmente receberem instruções do B’nai B’rit; e quais eram elas? Precisamente – “A LIBERDADE RELIGIOSA”.
Satanás sempre soube, que por si só, a referida “liberdade religiosa”, qual fruto proibido, seria suficiente para arruinar totalmente a face humana do Corpo Místico. A própria destruição do Santo Sacrifício da Missa constitui já uma consequência, e posteriormente também uma corroboração da mesma “liberdade religiosa”.
A este cancro destruidor da sociedade eclesiástica, bem como da sociedade civil, devem as almas fiéis responder com a unicidade absoluta de Deus Uno e Trino, indissociável da perfeita unicidade da Revelação Sobrenatural.
Os entes criados possuem unidade, na exacta medida em que existem, ou podem existir, outros da mesma espécie. Mas Deus Uno e Trino é absolutamente Único, pois nem no pensamento, nem na realidade, forma, ou pode formar, conceito unívoco com as criaturas.
“Liberdade religiosa” é o mesmo que politeísmo; e essa aberrante pluralidade só pode fazer sentido em mentes devastadas pelo sentimentalismo imanentista.
Louvemos incessantemente a Deus Nosso Senhor, para que a Luz Infinita da Sua Asseidade seja sobrenaturalmente cada vez mais participada pelos que, neste pobre mundo, ainda O testemunham.

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 9 de Dezembro de 2014

2 Respostas para “O “deus” DO JUDAÍSMO INIMIGO DE NOSSO SENHOR NÃO É O VERDADEIRO DEUS UNO E TRINO

  1. Pro Roma Mariana dezembro 18, 2014 às 9:11 am

    É oportuno publicar o que diz o rv. Paul Kramer sobre a Antiga Aliança.

    A clueless conciliar knucklehead had this to say on the suscipedomine website about one of my comments on “Pope” Francis: “There is so much absurdity in that statement that I hardly know where to begin. First, the Church has never taught that the Old Covenant revoked, rather it was fulfilled.”
    First of all, it is a defined dogma of the Council of Florence that the Mosaic Covenant has ceased. The ancient Fathers unanimously teach that the Old Covenant is the Sinai Covenant of Moses, and that it is revoked, abrogated and abolished.
    It is not for no reason that the Fathers teach that the Old Covenant was revoked: they simply received that doctrine straight out of the NT writings of St. Paul (“in Christ it is made void” – 2 Cor. 3:15). In Chapter 8 of Hebrews, the Apostle explains that the Mosaic Covenant is called the Old Covenant precisely because it it made old by the New Covenant, and is to be ended: ” Now in saying a new, he hath made the former old. And that which decayeth and groweth old, is near its end.”
    On this solid basis of scripture and Tradition, the Catholic Church has defined (Council of Florence) that the Old Covenant is revoked, abolished, and abrogated (cf. Benedict XIV, Ex quo primum, 1 March 1756).
    It never occurred to the clueless conciliar simpleton that the the fulfillment of the Old Covenant not only does not logically oppose the notion of its revocation, but also ignores the Catholic teaching that it is precisely in its fulfillment by the New Covenant of Jesus Christ that the Old Covenant is made void.
    The objection made by Wojtyła/Ratzinger/Bergoglio, that says the Old Covenant was never revoked because the promise made to Abraham is irrevocable, is a heretical non sequirur. The Covenant with Abraham is irrevocable, but it is not and has never been professed to be the Old Covenant. Even for Jews, “The Covenant” is the Sinai Covenant, mediated by Moses. It was that covenant of which the prophet Jeremiah spoke, saying it would be replaced by a new covenant: ” Behold the days shall come, saith the Lord, and I will make a new covenant with the house of Israel, and with the house of Juda: Not according to the covenant which I made with their fathers, in the day that I took them by the hand to bring them out of the land of Egypt: the covenant which they made void, and I had dominion over them, saith the Lord.” (Jer. 31: 31-2).
    Thus it is patent that the doctrine of the non revocation of the Old Covenant, professed by John Paul II, Benedict XVI, and Archbishop (Emeritus of Buenos Aires) Jorge Bergoglio; and explicitly set forth in the so called Catechism of the Catholic Church, is contrary to the perpetual dogma of the Catholic faith, and is therefore heretical.

  2. Zoltan Batiz dezembro 18, 2014 às 1:19 pm

    Qual “deus”? Quer dizer “deusa” do talmudo, shekina! É supostamente uma femêa. Vejam o video (curto) dum Cristão “Ortodoxo” (antigamente judeu e de origem supostamente judaica) Brother Nathanael Kapner, “satan at the wailing wall” no link http://www.realjewnews.com/?p=798 .
    O assunto da shekina está mencionado no video. Recomendo esse filme especialmente ao Sr. Alberto.

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