Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

O NATAL DE SANTO ESTEVÃO NO SEU MARTÍRIO

Santo Stefano

 O SANTO TESTEMUNHO DE ESTEVÃO

«Naqueles dias, o número dos discípulos tinha aumentado, e os fiéis de origem grega começaram a queixar-se dos fiéis de origem hebraica. Os de origem grega diziam que as suas viúvas eram deixadas de lado no atendimento diário.

«Então os Doze convocaram uma assembléia geral dos discípulos e disseram: “Não é conveniente que nós deixemos a pregação da Palavra de Deus para servirmos à mesa. Irmãos, é melhor que escolhais entre vós sete homens de boa fama, plenos do Espírito e de sabedoria, e encarregá-los-emos dessa tarefa. Deste modo, nós poderemos dedicar-nos inteiramente à oração e ao serviço da Palavra”.

«A proposta agradou a toda a assembléia. Então escolheram Estevão, homem cheio de fé e do Espírito Santo; e também Filipe, Prócoro, Nicanor, Timon, Parmenas e Nicolau prosélito de Antioquia. Todos estes foram apresentados aos Apóstolos, que depois de orarem impuseram-lhes as mãos.

«Entretanto, a Palavra do Senhor frutificava e multiplica-se o número dos discípulos em Jerusalém, e um grande número de sacerdotes judeus seguia a fé cristã.

ESTEVÃO ACUSADO NO SINÉDRIO

«Cheio de graça e poder, Estevão fazia grandes prodígios e milagres entre o povo. Mas alguns membros da sinagoga dos Libertos, dos cireneus e dos alexandrinos, e alguns da Cilícia e da Ásia começaram a discutir com Estevão. Não conseguiam , porém, resistir à sabedoria e ao Espírito com que Estevão falava. Então subornaram alguns para afirmar: “Ouvimos este homem proferir palavras blasfemas contra Moisés e contra Deus”. Deste modo, incitaram o povo e os anciãos e os escribas da Lei a prenderem Estevão e conduzirem-no ao Sinédrio. Ali apresentaram falsas testemunhas que afirmaram: “Este homem não cessa de proferir palavras contra este lugar santo e contra a Lei. De fato, nós ouvimo-lo afirmar que Jesus, o Nazareno, destruirá este lugar e subverterá os costumes que Moisés nos transmitiu”. Todos os que estavam sentados no Sinédrio tinham os olhos fixos em Estevão e viram o seu rosto como o rosto de um anjo. (At 6, 1-15)

O TESTEMUNHO DE ESTEVÃO

«Então o sumo sacerdote perguntou a Estevão: “É verdade o que eles afirmam?” Estevão respondeu: “Irmãos e pais, escutai. O Deus da glória apareceu ao nosso pai Abraão quando ele estava na Mesopotâmia, antes de habitar em Caran, e disse-lhe: “Sai da tua terra e da tua família e vem para a terra que Eu te vou mostrar”. Abraão saiu, então, da terra dos caldeus e estabeleceu-se em Caran. E depois da morte do pai, Deus fê-lo emigrar daí para esta terra onde agora vós habitais. Deus não lhe deu nenhuma propriedade nesta terra, nem mesmo o espaço para ele pousar o pé. Mas prometeu a posse dela a ele e depois à sua descendência, embora Abraão não tivesse filhos. Deus disse-lhe: “A descendência de Abraão habitará em terra estrangeira, será escravizada e maltratada durante quatrocentos anos. Mas Eu pedirei contas à nação da qual eles forem escravos. Depois disso, sairão livres e prestar-Me-ão culto neste lugar”. Depois Deus concedeu a Abraão a aliança da circuncisão. Deste modo, Abraão gerou Isaac e no oitavo dia circuncidou-o; Isaac gerou Jacob; e Jacob gerou os doze patriarcas. Os patriarcas, porém, por inveja venderam José como escravo para o Egito. Mas Deus estava com ele, e libertou-o de todas as aflições, e concedeu-lhe graça e sabedoria diante do Faraó, rei do Egito. Este nomeou-o administrador do Egito e de toda a sua casa. Sobreveio então uma carestia em todo o Egito e em Canaã; a miséria era grande e os nossos pais não encontravam nada para comer. Sabendo que no Egito havia recursos, Jacob enviou para lá os nossos pais uma primeira vez. Na segunda vez, José deu-se a conhecer aos seus irmãos. E o Faraó veio a conhecer de que raça era José. Então José mandou chamar o pai Jacob e toda a família, ao todo setenta e cinco pessoas. Jacob desceu ao Egito e aí morreu, como também os nossos pais. E eles foram transportados para Siquém e colocados no sepulcro que Abraão tinha comprado em Siquém aos filhos de Hemor, a preço de prata,. Quando se aproximava o tempo de se realizar a promessa que Deus tinha feito a Abraão, o povo cresceu e multiplicou-se no Egito, até que no Egito surgiu outro rei que não tinha conhecido José. Esse rei, agindo com astúcia contra a nossa raça, perseguiu os nossos pais e obrigando-os a abandonar os filhos recém-nascidos, para que não se propagassem. Nesse tempo, nasceu Moisés, que era belo aos olhos de Deus. Durante três meses Moisés foi criado na casa de seu pai. Depois, quando foi abandonado, a filha do Faraó recolheu-o e criou-o como seu próprio filho. Assim Moisés foi iniciado em toda a sabedoria dos egípcios e era poderoso no falar e no agir. Quando completou quarenta anos, Moisés desejou visitar os seus irmãos filhos de Israel. Vendo que um deles era maltratado, tomou a sua defesa e, para o vingar, matou o egípcio. Ele acreditava que os seus irmãos iriam compreender que Deus, por meio dele, os libertaria; mas não o compreenderam. No dia seguinte, Moisés apresentou-se a dois dos seus irmãos que brigavam e procurava reconciliá-los, dizendo: “Porque, sendo irmãos, vos agredis um ao outro?” Nesse momento, aquele que agredia o companheiro respondeu: “Quem te nomeou chefe ou juiz sobre nós? Acaso queres matar-me como fizeste ontem com o egípcio?” Ao ouvir isto, Moisés fugiu e foi morar na região de Madian, onde teve dois filhos. Quarenta anos depois, apareceu-lhe no deserto do monte Sinai um anjo na chama de uma sarça que ardia. Moisés ficou admirado ao ver a aparição. Queria aproximar-se para ver melhor, quando então se ouviu a voz do Senhor: “Eu sou o Deus de teus pais, o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacob”. Moisés aterrado não ousava levantar os olhos. Então o Senhor disse-lhe: “Tira as sandálias dos pés, porque o lugar onde estás é uma terra santa. Eu vi a miséria do meu povo no Egito. Ouvi os seus gemidos e desci para o libertar. Agora pois Eu quero mandar-te ao Egito”. Assim, aquele Moisés que os israelitas haviam renegado, dizendo: “Quem te nomeou chefe e juiz?”, Deus enviou-o como chefe e libertador, por meio do anjo que lhe tinha aparecido na sarça. Foi ele que nos fez sair do Egito, realizando milagres e prodígios no Egito, no Mar Vermelho e durante quarenta anos no deserto. Foi Moisés que disse aos israelitas: “Deus suscitará entre os vossos irmãos um profeta como eu”. Este é o que esteve no meio da assembléia do povo no deserto com o anjo que lhe falava no monte Sinai, e com os nossos pais; que recebeu palavras de vida, para no-las transmitir. Os nossos pais, porém, não quiseram dar-lhe ouvidos. Ao contrário, rejeitaram-no e, desejaram em seus corações voltar ao Egito dizendo a Aarão: “Faz-nos deuses que nos guiem, porque não sabemos o que foi feito desse Moisés que nos tirou do Egito”. Naqueles dias, fizeram um bezerro, e ofereceram sacrifício ao ídolo e celebraram a obra das suas próprias mãos. Então Deus afastou-Se deles e abandonou-os ao culto da milícia dos astros do céu, como está escrito no livro dos profetas: “Oferecestes-Me, porventura, vítimas e sacrifícios durante quarenta anos no deserto, ó casa de Israel? Pelo contrário, levastes a tenda de Moloc e o astro do deus Renfam, imagens que vós mesmos fabricastes para adorar. Por isso exilar-vos-ei para além da Babilônia”. Os nossos pais no deserto tinham a Tenda da presença de Deus. E Deus, que falava com Moisés, mandou que a construísse de acordo com o modelo que tinha visto. Nossos pais receberam a Tenda e, sob a direção de Josué, levaram-na para a terra das nações que Deus expulsou diante dos nossos pais. E a Tenda ficou ali até ao tempo de David. E David encontrou graça diante de Deus e pediu-Lhe que lhe fosse permitido construir um tabernáculo ao Deus de Jacob. No entanto, foi Salomão quem edificou uma casa. O Altíssimo, porém, não habita em templos feitos por mãos humanas, conforme diz o profeta: “O Céu é o meu trono, e a Terra é o escabelo de meus pés. Que casa Me edificareis vós? diz o Senhor, e qual será o lugar do meu repouso? Não foi a minha mão que fez todas as coisas?” Homens de cerviz dura, incircuncisos de coração e ouvidos! Vós resistis sempre ao Espírito Santo. Sois como os vossos pais! Qual foi o profeta que os vossos pais não tenham perseguido? Mataram aqueles que anunciavam a vinda do Justo, do qual agora vos tornastes traidores e assassinos. Recebestes a Lei, promulgada através dos anjos, e não a observastes!»

LAPIDAÇÃO E VISÃO DE ESTEVÃO

«Ao ouvirem estas palavras, ficaram enfurecidos e rangeram os dentes contra Estevão. Repleto do Espírito Santo, Estevão olhou para o Céu e viu a glória de Deus, e Jesus, de pé, à direita de Deus. Então disse: “Vejo o Céu aberto e o Filho do Homem, de pé, à direita de Deus”. Então soltaram fortes gritos, taparam os ouvidos e avançaram todos juntos contra Estevão. Arrastaram-no para fora da cidade e começaram a apedrejá-lo. As testemunhas deixaram os seus mantos aos pés de um jovem chamado Saulo.

«Atiravam pedras contra Estevão, que repetia esta invocação: “Senhor Jesus, recebe o meu espírito”. Depois dobrou os joelhos e gritou forte: “Senhor, não os condenes por este pecado”. E, ao dizer isto, adormeceu. Saulo era um daqueles que aprovaram a morte de Estevão.» (At 7 1-59)

A PERSEGUIÇÃO É DESENCADEADA

«Naquele dia, desencadeou-se uma grande perseguição contra a Igreja de Jerusalém. E todos, à exceção dos Apóstolos, se espalharam pelas regiões da Judéia e da Samaria. Algumas pessoas piedosas sepultaram Estevão e fizeram por ele um grande luto. Saulo, porém, devastava a Igreja: entrava nas casas e arrastava para fora homens e mulheres, para os meter na prisão. E aqueles que se dispersaram iam de um lugar para outro, anunciando a Palavra.» (At 8, 1-3)

Nosso Senhor, porém, interveio para o bem de Saulo e de muitos com uma conversão prodigiosa do fariseu e cidadão romano, tornado Paulo, o grande Apóstolo fora de série.

PERSEGUIÇÃO CONTRA A IGREJA ATÉ A CONVERSÃO FINAL

A perseguição cruenta dos Judeus ao Cristianismo è registrada na História. Para conhecer detalhes, por exemplo do genocídio de Mamilla, veja-se Maurizio Blondet, que se tem ocupado de desmascarar enganos sobre massacres religiosos antigos e atuais. FdF\ Il genocidio di Mamilla.

Sobre a perseguição religiosa veja-se por exemplo E. Michael Jonesno sitode Antônio Da Rocha Marmo,(12.11.2014),‘A Participação dos Judeus na Reforma Protestante’.
«Os Judeus promoveram a causa reformista imprimindo bíblias protestantes baseadas em traduções não-aprovadas e errôneas e providenciando seu transporte clandestino por toda a Europa. Os Judeus se tornaram espiões e propagandistas para os reformadores, traficando em traduções corrompidas da Bíblia tomadas das escrituras Judaicas.«Previsivelmente, a maioria dos heresiarcas e heréticos desse presente século, de acordo com Cabrera, eram vistos como Judeus. Isso é além de questão, continua Walsh, citando um historiador Judeu, “que os primeiros líderes das seitas protestantes eram chamados semi-Judaei, ou meio-Judeus em todas as partes da Europa, e que os homens de descendência Judaica eram tão ressaltados entre eles quanto eram entre os gnósticos, e posteriormente, estariam entre os Comunistas”.«Graetz similarmente retrata a Reforma como “o triunfo do Judaísmo”, uma alegação que muitos Católicos fizeram no dia de Lutero. Walsh declara que os “pregadores mais tempestuosos” da Reforma eram de “origem Judaica”. Miguel Servetus, o primeiro Unitário, foi influenciado pelos Judeus em seu ataque sobre a Trindade. O Calvinismo se tornou uma “máscara conveniente” para Judeus na Antuérpia depois de sua expulsão da Espanha, confirmando que os Protestantes eram meio-Judeus e acrescentando às suspeições de líderes Católicos. Dr. Lucien Wolf alega que os “Marranos na Antuérpia haviam tomado uma parte ativa no movimento de Reforma e desistiram de sua máscara de Catolicismo por uma não menos vazia máscara de Calvinismo. A mudança seria prontamente entendida”. http://judaismoemaconaria.blogspot.com.br/2012/03/participacao-dos-judeus-na-reforma.html judaismoemaconaria.blogspot.com.br

Fonte: The Jewish Revolutionary Spirit”, Fidelity Press, South Bend, Indiana, 2008, pp. 268-269

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