Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

A ABOMINAÇÃO PRESENTE: «PAPAS BONS» QUE DESOLARAM A IGREJA PARA AGRADAR O MUNDO: de Roncalli a Bergoglio

 Bergoglio ramadan

J23 Maç

 

Arai Daniele

A presença de «papas bons» que operaram para incutir uma nova «consciência da Igreja para uma nova cristandade» pode não ser a infâmia advertida por Nosso Senhor com a menção dos falsos Cristos dos tempos finais, que enganarão muitos?

E quem tem maior poder para enganar que um falso papa?

Dai a necessidade e dever de identificar o advento deste impostor desde a sua eleição num conclave de aspecto católico. Neste, os cardeais, eleitores humanos (mesmo se ainda católicos), podem ter-se enganado sobre a real profissão de fé do «papabile».

Repito que isto aconteceu na eleição de Angelo Roncalli, que assumiu o nome do anti-papa João XXIII, porque era um modernista oculto.

Ora, os modernistas foram claramente excomungados por São Pio X e não sendo mais membros da Igreja não poder ter nenhuma jurisdição nela. A infâmia vem então do fato que tais clérigos armam qualquer falsidade e juramento para nela permanecerem.

É o que já foi relatado por outros católicos em livros e por mim, mas deve ser repetido enquanto imperar uma igreja que canonizou tais clérigos e continua a obra deles de modernização e protestantização desse aparato tornado ecumenista, para o qual todas as religiões mais ou menos se equivalem. Destroem assim o apelo de conversão da Igreja Católica, nascida do Sacrifício de Amor de Nosso Senhor Jesus Cristo, usando para isso o Seu mesmo santo Nome.

Há necessidade de acentuar o que muitos tradicionalistas ainda receiam ter que reconhecer, isto é que tal destruição era parte de um velho plano revolucionário posto em ato, com maior ou menor consciência que seja, pelo modernista Roncalli, João 23.

Este foi o primeiro «eleito papa» de mentalidade modernista e maçônica com a intenção de mudar a Igreja pelo papado, seguindo planos bem definidos e conhecidos de há muito.

Uma vez que esta operação de engano ocorreu e é claramente reconhecível no nível histórico desde o tempo de João 23, torna-se crucial para os católicos entender a origem dessa mutação que mirava uma “nova ordem de justiça e paz”, mas que iniciou em vez uma crise crescente, sem limites agora com a eleição de alguém como Bergoglio.
É claro que este não é um dilema para os chamados fundamentalistas, ou tradicionalistas ou sedevacantistas, que aspiram à restauração da Ordem Cristã de sempre, tanto na Igreja como no mundo, rejeitando pois uma “igreja conciliar. Mas uma maioria, que se diz católica, permanece alheia e desinteressada sobre a natureza da mutação absorvida e que continua através dos “papas conciliares” e seu novo clero.

Por isso, é fundamental fazer reconhecer cada vez mais a natureza do ataque que mirava revolucionar a fé, que tem o princípio de um processo, total e dominante, levando a uma outra religião e cultura para uma “nova ordem” sem Deus.

É historicamente impossível não ligar este novo estado de coisas no mundo, em especial no Ocidente, à mutação eclesial ocorrida na década de sessenta. Na verdade, pode-se mostrar que o curso atual não é acidental, mas produto de um plano tanto contra o senso religioso como civil, que se seguiu a partir do progresso resultante de trabalhos secretos dirigidos por uma conspiração anterior agora consolidada pelas inovações do Vaticano 2º. São os resultados de uma mutação almejada desde longo tempo nos “centros de pensamento” iluministas, modernistas e, em seguida, globalistas.
Para iniciar este processo de revolução clerical foi elevado pela primeira vez ao trono papal o eleito papa de mentalidade modernista e maçônica, Angelo Roncalli.

Ele certamente não tinha as qualidades de um desses pensadores, mas por ocupar esse trono, do qual orientar o processo, representa um dos seus maiores conspiradores.

Isto parece paradoxal, assim como o contraste no caráter de Roncalli, jocoso no lado público, mas autoritário e até impiedoso no privado, como será documentado aqui (1), na sequência de sua carreira como professor, suspenso do ensino, por suspeita de modernismo. Mas apesar disso recebeu missões diplomáticas na Bulgária e Turquia, até ser apontado pelo seu amigo Mons Montini, então, em uma posição-chave em Roma, para o alto cargo de núncio em Paris, que o encaminhou para o local supremo.
Foi em Paris que numa sua carta emblemática de junho 1950 à viúva de Marc Sangnier, fundador do Sillon – movimento de orientação modernista e socializante da democracia cristã, condenado na Carta «Notre Charge Apostolique» de São Pio X, mostrou o que orientou secretamente desde o início sua carreira clerical. Assim o que Papa São Pio X indicou como perigo para a fé – essa corrente espúria no seio do Cristianismo, para Roncalli era o caminho a seguir.

O mesmo ficou provado com o ecumenismo litúrgico de Don Lamberto Beauduin, acusado por Pio XI na Encíclica «Mortalium animos» como uma deturpação do movimento litúrgico ideado por São Pio X, por idear uma nova igreja. Mas para Roncalli tal pastoral era a certa e a introduziu com o seu Vaticano 2º ecumenista.

Além disso, enquanto Pio XII em 1950 estigmatizada em sua nota encíclica «Humani Generis» os autores da desviada “nova teologia”, de Lubac, Congar, Chenu, etc., para Roncalli, eleito João 23, estes eram os principais assessores a convidar para formar o seu Vaticano 2º. E assim por diante.

Teríamos de listar a maioria dos documentos do Magistério papal, especialmente contra a liberdade de consciência e a Maçonaria, para citar o que se queria mudar usando a expressão manhosa de “aggiornamento”.

Deve-se concluir, portanto, que a questão de mudar a vida do catolicismo, referindo-se à Tradição da Igreja, como “coisas velhas” a serem superadas, foi realmente ampla, de caráter disciplinar, doutrinal, litúrgico. Posição inconcebível para um clérigo numa carreira que poderia alcançar a suprema Cátedra Católica…. mas para confirmar outra fé.
Eram muitos, porém, os que, como Roncalli, foram programados justamente para, com um plano político, socialista, secular, modernista e maçônico, abrir a Igreja para o mundo e para a nova ordem mundial do Iluminismo.

Estes conspiradores foram rapidamente promovidos por Roncalli recém-eleito, em primeiro lugar Montini, que traiu Pio XII, tendo relações com Moscou (talvez com o próprio Stalin). A este amigo João 23 assegurou com frase conspiratória:. “Vou manter-vos aquecido o lugar.”

Seguiu-se, então, a promoção de Agostinho Bea para a abertura ao judaísmo, etc. Sim, havia que introduzir o Iluminismo de 1789 em um concílio no Vaticano, e ninguém melhor do que Montini, que se tornou Paulo 6, poderia realizá-lo, como fez depois com a tática de pequenos passos.

Aqui é importante lembrar que o programa era “um”, baseado principalmente nos desvios ideológicos de Lamennais, Loisy, Sangnier, Mounier, Buonaiuti, de Lubac, Maritain, Guitton e outros “mestres”, que se tornaram de casa na igreja agora conciliar, aquela que professa a fé no homem, única “criatura criada para si mesma”, como diz a «Gaudium et Spes».

De modo que, se a revelação de Jesus Cristo tem por objetivo principal o mistério da natureza humana, e não da Santíssima Trindade, em seguida, há espaço para a “redenção universal”. E assim, o fato da Encarnação do Verbo teria por fim fazer com que mesmo sem a Fé Católica todos os homens, mesmo desconsiderando ou rejeitando Jesus Cristo, soubessem estar “de alguma forma” unidos a Deus.

Eis justificada toda crença e a doutrina da liberdade de consciência e de religião, já adiantados por João 23 na sua «Pacem in Terris» para a iluminista liberdade religiosa consagrada pelo Vaticano 2º.

Tudo está ligado: das intenções de «aggiornamento» da Igreja de Roncalli até a liberdade revolucionária de Montini, à «redenção universal» segundo a fé ecumenista de Karol Wojtyla, conhecido como João Paulo 2. E tudo continuou com Joseph Ratzinger, já grande especialista no Vaticano 2º, arcebispo e pro-prefeito para a Doutrina da Fé, que sucedeu a João Paulo 2.
Aqui foi brevemente descrito o processo revolucionário que é UM, DOMINANTE e TOTAL visando outra religião para uma “nova ordem mundial” de resultados imprevisíveis. Com efeito, depois de ter destruído a vida espiritual dos povos, especialmente da antiga Cristandade, esta «ordem» revela-se uma desordem que ameaça a paz mundial.

Se ainda falta algo para reconhecer a continuidade e a dominação mundial de um processo religioso tão revolucionário, basta seguir o trabalho empreendido e que vem realizando essa figura conciliar de Jorge Bergoglio. A ele agora a tarefa de abertura total modernista da estrada larga para a negação geral da Fé objetiva, a Fé dos dogmas católicos; para tentar banalizar ainda o Santo Sacrifício do Amor divino; e tudo, a fim de fazer a revolução da liberdade de religião e do culto do homem ser “obrigatória”.

O que quero frisar aqui é que o início do processo desta ocupação “ideológica” modernista para a mutação da Igreja, a partir de sua Sede suprema, se deu com a eleição de Roncalli.

Ora, parece evidente que não se pode deixar de ligar este ataque conspiratório para “subverter” virtualmente o papado católico à terceira parte do Segredo de Fátima. Esta seria mais clara em 1960: data fatídica indicada pela Virgem Maria para que esta parte do “segredo” fosse aberto. Nessa visão profética o Papa percorre uma cidade semi arruinada, que só pode ser a Cristandade, e vê nas suas ruínas tantos mortos, que só podem ser vítimas de uma espiritualidade dizimada pelos erros e heresias modernos (2) projetados para tornar o catolicismo mais aberto a um mundo de “espiritualidade” invertida onde o sobrenatural cedeu à ordem natural; onde o “surnaturel” é direito inerente à dignidade humana, como queriam os “novos teólogos”, de Lubac e companheiros, para quem o Papa Pio XII escreveu a encíclica «Humani Generis», descartada pelo Vaticano 2º.

Qual a sequência de eventos da Igreja mais decisivos, cujo caráter ruinoso seria mais claro em 1960, se não a morte de Pio XII em 1958, o conclave sucessivo que elegeu o modernista filo-maçom João 23 que, em seguida, censurou o Segredo de Maria, para convocar, no espanto dos cardeais, a revolução da 2ª Vaticano?
O fato é que desde então se deve constatar historicamente que a vida da Igreja e da humanidade mudou. E para a Igreja aconteceu virtualmente o que a visão descreve: o massacre virtual da autoridade papal com o seu séquito fiel.

Que isto poderia ser conhecido, mas foi censurado, não é um fato realmente emblemático? E mais ainda, que seu censor fosse justamente quem conspirava para transformar a Igreja do modo almejado por seus inimigos modernistas e maçons?

A causa do ponto de viragem fatal para cada consciência clerical que aderiu ao espírito intrinsecamente perverso do Vaticano 2º, só pode ser o espírito do modernismo intrinsecamente hipócrita e falso que infestou o mundo e entrou na Igreja depois da morte de Pio XII. Este Papa, ainda com imensas dificuldades, foi o obstáculo de que fala São Paulo (II Ts 2) ao espírito anticristo que penetrou no Vaticano com a eleição de João 23. As conseqüências negativas sobre as almas dos consagrados e fiéis devido à mutação geral no Vaticano, não pode ter uma mais direta e clara explicação que as atitudes de hipocrisia e alteração doutrinal modernista que impregnou a suspeita carreira clerical de Angelo Roncalli, paradoxalmente elevado à Cátedra de São Pedro e mais paradoxalmente ainda louvado como «papa bom» ao ponto de ser beatificado e canonizado pelos seus homólogos modernistas.

À luz de semelhante exemplo agora pode-se entender que seu sucessor Bergoglio,  ocupa-se freneticamente de agradar o mundo para superar, se possível, Roncalli como “papa bom”. E isto significa rematar o trabalho de seus antecessores conciliares nessa demolição eclesial, que é filha do processo da Revolução, uma, total e dominante contra o Cristianismo.

Por tudo isto, quem não entende que esta começou com João 23 e a partir dele deve ser enfrentada, só pode se debater numa luta sem saída porque ignora o maior adversário.

Reconhecido o perigo mortal do modernismo que, mais que peste é sida porque destrói a imunidade contra toda infecção religiosa, há que reconhecer que foi inoculado na Sede romana do tempo de João 23 em diante.

Por isto seu flagelo era já claro em 1960, antes do Vaticano 2º.

Concerne, pois, o abominável conclave nulo que elegeu um modernista, mas que continua acreditado como canônico no âmbito católico. Razão porque os seguintes conclaves restam infectados e deixam a Igreja até hoje sem um papa católico.

Na história das heresias ficou ainda por reconhecer a mais letal delas: crer que possa ser eleito um modernista como supremo juiz na Sede da verdade, para representar o poder salvador de Nosso Senhor Jesus Cristo.

 

  • 1 – Há um livro corajoso e livre de limites clericais que descreve de perto o espírito de hipocrisia e mentira que havia impregnado a carreira roncalliana. Seu autor é Franco Bellegrandi «NICHITARONCALLI» (Ed. EILES, Roma, 1ª ediz. 1994). Nele se narra o comportamento modernista da «controvita» di Roncalli eleito papa. A este estou para acrescentar o meu, «L’ENIGMA EPOCALE DEI «PAPI BUONI»… PER UNA NUOVA ERA», apresentado por este Autor que descreve o meu objetivo de tocar o argumento tabú da questão da ilegitimidade de uma autoridade modernista na Igreja como, “difícil quase ao limite do concebível”. Espero que este trabalho ajude a compreender melhor a origem da inaudita situação da Igreja e portanto possa apontar meios para defendê-la e superar a crise banindo da Vinha do Salvador esses modernistas possuídos pelo espírito maligno.
  •  2 – Da visão do «Terceiro Segredo de Fátima: “O Santo Padre, antes de chegar ai, atravessou uma grande cidade meia em ruínas e meio trémulo com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho”.

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