Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

A PAIXÃO DA IGREJA NO SEGREDO DE FÁTIMA E A DÚVIDA DA IRMàLÚCIA

GetsemaniSão José

 

 

 

  São José

rogai por nós

Arai Daniele

Na história cristã da última época, o evento de Fátima é o fato extraordinário, ao mesmo tempo, mais admirável e mais incompreendido, também pela Irmã Lúcia?

Quando a escalada moderna para abater o Cristianismo descambou nas duas catastróficas grandes guerras mundiais e na funesta revolução comunista, geradores de milhões de vítimas, a Misericórdia divina propiciou um grande milagre e prometeu ajudas extraordinárias a fim de obter a conversão de um poderoso império que pudesse evitar que a humanidade continuasse num processo de atroz autodestruição.

Essa oferta veio como resposta às especiais orações da Igreja à Rainha da paz, promovidas junto aos bispos de todo o mundo pelo Vigário de Cristo, Bento XV, responsável pela preservação da Fé católica, que é essencialmente a fé da in­tervenção divina na Terra dos homens.

Todavia a oferta foi ignorada e hoje temos a perseguição de cristãos no mundo, porque após aquele período de devastadora violência, a humanidade passou a viver num clima moral e religioso cada vez mais esquálido devido à tentativa de, com uma opulência material, sufocar a Fé no mundo; ameaça que provem não só do velho iluminismo, mas de um modernismo e de um americanismo comparsas de idéias ecumenistas letais para a autoridade católica e para a vida espiritual.

Tudo isto refletiu a atitude clerical pacifista de equiparar as religiosidades para obter a paz, idéia negativa diante do evento de Fátima, de modo que quanto deveria reforçar a Fé da Igreja e causar a admiração e a elevação dos fiéis, tornou-se motivo de conflito e confusão… e hoje de perseguições.

Seriam estas contraditórias reações à Mensagem divina estranhas ao seu conteúdo, ou justamente sua razão de ser? Em outras palavras, visto que a Mensagem aponta para a eliminação da Fé na Igreja, censurá-la, ou distorcê-la não é uma atitude que só pode confirmar a gravidade de seu aviso e de suas visões?

Essa contradição não terá atingido um ponto extremo desde João 23, que havia censurado a terceira parte do Segredo, e declarou ao inaugurar o Vaticano 2 que se apartava dos “profetas de desgraças”, aludindo equivocamente a Fátima? Mas desde quando se descarta quem avisa das desgraças e não quem as promove com tramas adversas à Fé da Igreja, como foi o Vaticano 2?

Eis um dos sofismas contrários ao Segredo de Fátima que, uma vez aberto, tem suscitado questões tormentosas de difícil decifração. Pode-se afirmar que elas derivam do Segredo de Fátima ou seria mais honesto reconhecer que resultam da enigmática atitude clerical do atual Vaticano, que opera a mutação da Igreja programada pelos erros e heresias conciliares?

Se assim é, como a história deste longo período de decadência religiosa indica, temos uma indicação para entender o enigma do Terceiro Segredo, que veio à luz para o bem da Fé e que, apesar de toda malícia que o envolveu, não pode encobrir mais a visão do abatimento virtual da verdadeira autoridade católica com o seu séquito.

A este ponto, vamos voltar ao momento crucial desse atentado, mais claro em 1960.

Vamos lembrar a entrevista da Irmã Lúcia ao Padre Agostinho Fuentes, pouco antes da morte de Pio XII.

Encontrei-a no seu convento muito triste, pálida e abatida; e me disse:

“Padre, a Santíssima Virgem está muito triste porque não se deu atenção à sua mensagem de 1917. Nem os bons nem os maus tomaram conhecimento. Os bons seguem o seu caminho sem preocupar-se com atender às indicações celestes; os maus, marcham na estrada larga da perdição sem tomar nenhum conhecimento das ameaças de castigo.

“Creia, padre, o Senhor Deus muito em breve castigará o mundo. O castigo é iminente e o padre pode imaginar quantas almas cairão no inferno se não se rezar e fizer penitência. Esta é a causa da tristeza de Nossa Senhora. Senhor Padre, o que falta para 1960? E o que sucederá então? Será algo muito triste para todos, nada leve se, antes, o mundo não fizer oração e penitência. Não posso detalhar mais, uma vez que é ainda um segredo que, por vontade da Santíssima Virgem, só pode ser conhecido pelo Santo Padre e pelo Senhor Bispo de Fátima – mas nem um nem outro o quiseram ler, para não se deixarem influenciar. É a terceira parte da Mensagem de Nossa Senhora, que ainda permanece em segredo até essa data de 1960. Padre, diga a todos o que a Senhora tantas vezes me disse que muitas nações desaparecerão da face da Terra, que a Rússia seria o flagelo escolhido por Deus para castigar a humanidade se antes, por meio da oração e dos santos Sacramentos, não obtiverdes a graça da conversão dessa pobre Nação”.

“A Irmã Lúcia ainda me disse:“Senhor Padre, o demônio está operando a batalha decisiva contra a Virgem Maria, e o que mais aflige o Coração Imaculado de Maria e de Jesus é a queda das almas religiosas e sacerdotais. O demônio sabe que sacerdotes e religiosas, descuidando de sua excelsa vocação, arrastam muitas almas para o inferno. Estamos ainda em tempo de evitar o castigo do Céu. Temos à nossa disposição meios muito eficazes: a oração e o sacrifício. Mas o demônio faz de tudo para distrair-nos e tirar-nos o gosto pela oração. Ou nos salvaremos ou então nos danaremos juntos. Porém, padre, é preciso dizer às pessoas que não devem permanecer à espera de uma convocação à oração e à penitência, nem de parte do papa, nem dos bispos, nem dos párocos, nem dos superiores gerais. Chegou o tempo de cada um, por sua própria iniciativa, realizar santas obras e reformar a sua vida segundo a convocação da Santíssima Mãe. O demônio quer apoderar-se das almas consagradas, tenta corrompê-las para levar à impenitência final, usa todas as astúcias para introduzir o Mundo na vida religiosa; daí a esterilidade da vida interior, a frieza dos seculares em relação à renúncia aos prazeres e à total entrega a Deus. Lembro, padre, que foram dois fatos que concorreram para santificar Jacinta e Francisco: a grande tristeza da Senhora, e a visão do inferno. Porque víamos a Santíssima Virgem sempre muito triste em todas as Suas aparições. Nunca sorriu para nós; e essa tristeza e essa angústia que notávamos na Santíssima Virgem, por causa das ofensas a Deus e dos castigos que ameaçavam os pecadores, sentíamo-las até à alma. E nem sabíamos o que mais inventar para encontrarmos, na nossa imaginação infantil, meios de fazer oração e sacrifícios (…). A Senhora encontra-se como que entre duas espadas: de um lado vê a humanidade obstinada e indiferente às ameaças de castigos; de outro, vê a profanação dos santos Sacramentos e o desprezo dos avisos de castigos que se aproximam, permanecendo incrédulos, sensuais, materialistas. Por isso, Senhor Padre, minha missão não é indicar ao mundo os castigos materiais que decerto virão sobre a terra se, antes, o mundo não fizer oração e penitência. A minha missão é indicar a todos o perigo iminente em que estamos de perder para sempre a nossa alma, se persistirmos em continuar no pecado. Senhor Padre – reiterou-me a Irmã Lúcia –, não esperemos que venha de Roma para todo o mundo um chamamento à penitência, da parte do Santo Padre; nem esperemos que tal apelo venha da parte dos Senhores Bispos para cada Diocese; nem ainda, das Congregações Religiosas. Não. Nosso Senhor usou já muitos destes meios e ninguém fez caso deles.

“Nossa Senhora me disse claramente que se aproximam os últimos tempos. Disse-o por três vezes; na primeira, que o demônio está para iniciar a luta decisiva, isto é, final, da qual sairemos vitoriosos ou vencidos: ou estamos com Deus, ou com o demônio; não há meio termo.

“Na segunda, me repetiu que os últimos remédios dados ao mundo são o Santo Rosário e a devoção ao Imaculado Coração de Maria. E últimos significa que não há outros meios.

“Na terceira vez, disse-me que esgotados os outros recursos desprezados pelos homens, oferece-nos a última âncora de salvação, que é a Santíssima Virgem em pessoa, com seus numerosos sinais, suas lágrimas, as mensagens de videntes espalhadas no mundo. Isto porque – sempre – nos planos da Divina Providência, quando Deus vai castigar o mundo, esgota primeiro todos os outros meios; depois, ao ver que o mundo não fez caso de nenhum deles, só então (como diríamos no nosso modo imperfeito de falar) é que Sua Mãe Santíssima nos apresenta, envolto num certo temor, o último meio de salvação. Mas se desprezarmos e repelirmos este último meio, já não obteremos o perdão do Céu, porque cometemos o pecado que no Evangelho se chama ‘pecado contra o Espírito Santo’ e que consiste em repelir conscientemente, com todo conhecimento e vontade, a salvação que nos é entregue em mãos; e também porque Nosso Senhor é muito bom Filho, e não permite que desprezemos Sua Mãe Santíssima.

“Padre, é urgente que tomemos consciência da terrível realidade. Não se quer encher as almas de medo, mas é uma convocação urgente à realidade, porque desde que a Virgem Santíssima deu grande eficácia ao Santo Rosário, não há problema material ou espiritual, nacional ou internacional, que não possa ser resolvido por ele e pelos nossos sacrifícios. Recitá-lo com amor e devoção consola o Imaculado Coração e enxuga tantas lágrimas de Maria Santíssima. Nessa devoção ao Imaculado Coração de Maria encontraremos o seguro caminho para o Céu, aproximando-nos ao Trono da clemência, do perdão e da serenidade; salvar-nos-emos e obteremos a salvação de muitas almas.

A missão de quem transmitiu essa Mensagem da Mãe de Deus, não era de torná-la conhecida para o bem da Igreja nos nossos tempos? Ora, já sabemos que em relação ao seu testemunho as «autoridades» eclesiais, mormente em relação à sua terceira parte, foram omissas e esta foi mantida secreta durante 40 anos, acabando por desvelar o «massacre do Bispo vestido de branco (o Papa) com o seu inteiro séquito fiel».

Sobre a realidade deste testemunho valem somente os fatos conhecidos e registrados diante da Fé. Este mistério faz parte da paixão da Igreja nos nossos dias pelas razões seguintes:

– O testemunho de Lúcia sobre o que estava para ocorrer na Igreja nas vésperas da morte de Pio XII ficou registrado nessa famosa entrevista. Nela a Vidente fala do aviso que Nossa Senhora transmite com angústia em vista dos calamitosos resultados da luta engajada pelo demônio contra a Igreja nesse momento histórico.

A data de 1960 foi ali recordada como aquela do «Terceiro Segredo» que seria mais claro, como a mesma Irmã explicou ao cardeal Ottaviani (então Pro-Prefeito do Santo Ofício). Portanto tudo indicava a oportunidade e urgência do aviso celeste para prevenir sobre a hora mais crucial na vida da Igreja, do Papado, e portanto do mundo, que pedia especial penitência, orações e sacrifícios dos fiéis.

O fato é que o testemunho de Lúcia também foi censurado.

Mas tudo indica que antes disso ela já tenha tido algumas dúvidas sobre a gravidade das palavras de Nossa Senhora e por isto depois aceitou de se retratar. Porque? Aqui segue uma consideração possível.

O Bispo de Leiria no fim de 1943, exigiu que a Irmã Lúcia escrevesse a terceira parte do “segredo”. Isso fez com que seu espírito ficasse inquieto e pediu a seu bispo uma ordem por escrito. Recebida esta, ela ainda estava em dúvida se descrever o que foi conhecido por ser o massacre do Papa com todos os seus seguidores. O tempo passou e apenas dia 4 de janeiro de 1944, depois de receber a ordem da própria Nossa Senhora, Lúcia redigiu o texto.
Pode-se entender que mais tarde, com a entrevista ao Padre Fuentes, postulador da causa de beatificação dos pastorinhos, ela temia o que poderia acontecer depois de Pio XII. E de fato, outro espírito iria penetrar na Igreja depois que o papa Pacelli fez silêncio sobre o “Terceiro Segredo”, que era para ser revelado em 1960, porque mais claro e podia testemunhar como este espírito provocaria um obscurecimento na Igreja da Tradição, porque, a terceira parte da Mensagem de Fátima diz respeito ao Papado, questão secreta porque condicional, implicando continuação da frase, “se não deixarem de ofender a Deus, durante o Pontificado … Deus vai punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra … perseguições da Igreja e do Santo Padre. Trata-se, portanto, do Papado: não a pessoa privada, mas da testemunha principal da Fé, chefe da Cristandade e máxima vítima dos ataques à Igreja. A Irmã Lucia disse a Mons Bertone: “Nós não sabíamos o nome do Papa, a Senhora não nos disse o nome do Papa, não sabíamos se era Bento XV e Pio XII ou o Paulo VI ou João Paulo II, no entanto, foi o Papa que sofria e nos doeu muito”.

Estranho que a Vidente não mencione João 23, porque foi no seu tempo que foi censurada, também na entrevista transmitida pela Mãe de Deus, em dezembro de 1957, pouco antes da morte de Pio XII.

O Bispo de Coimbra, quase certamente para obedecer ao Vaticano, forçou o Irmã a negá-la, acusando o padre Agustín Fuentes tê-la inventado. Mas esta sempre tem atraído atenção dos católicos, desejosos de conhecer a vontade de Deus em nosso tempo. O Padre em função de seu cargo questionou a freira no convento de clausura de Coimbra, onde ela vive. O encontro teve lugar em 26 de Dezembro de 1957. Voltando para o México, o Padre em conferência de 22/05/1958 contou sua entrevista com a vidente de Fátima, que mais tarde foi publicado na revista espanhola “La Inmaculada”, de janeiro-fevereiro de 1959, com a permissão de bispos.

A data inspirada à Irmã Lúcia é fundamental para entender o que aconteceu no Vaticano porque “ninguém respeitou os avisos celestiais”: Como a visão do Terceiro Segredo nos dá a conhecer hoje, “o último papa católico” tinha sido “tirado do meio” (2 Tessalonicenses 2: 8).
Isso levanta a questão crucial: a Irmã Lúcia como recebeu a notícia da eleição do Papa Roncalli?

O fato é relevante porque alguns meses antes da morte de Pio XII, ela havia revelado ao Padre Fuentes a tristeza de Maria em face de perigos pendentes para os filhos da Igreja: “A punição é iminente e se deve dizer … às pessoas que não esperem uma chamada ao arrependimento e à oração, nem do Sumo Pontífice, nem dos bispos … É hora de cada um de sua iniciativa realize obras santas e reforme sua vida … porque o diabo está atacando a luta decisiva … Ele sabe que os religiosos e sacerdotes, abandonando a sua vocação sublime, arrastam multidões de almas para o inferno.
Pode-se pensar que a Irmã, sabendo que o “Terceiro Segredo” seria «mais claro em 1960», tendo em vista as palavras gravíssimas de Maria SS, esperasse o ataque mortal ao Papa com toda a sua comitiva, como tinha visto. Mas como tudo no Convento permaneceu mais do que o normal, de fato, até com demonstrações de alegria para o novo “Papa”, concluiu simplesmente que estava errada.

Por isso, aceitou de «cancelar» o que foi ouvido de Nossa Senhora sem muitas dúvidas. E também ela passou a viver aquela viragem muito negativa para a nossa pobre geração.

Uma resposta para “A PAIXÃO DA IGREJA NO SEGREDO DE FÁTIMA E A DÚVIDA DA IRMàLÚCIA

  1. Pro Roma Mariana março 18, 2015 às 10:34 am

    Fatos sobre o Segredo que desafia o Papado e assombra a Cristandade!

    Aqui temos esse fenômeno sobre os comentários aos artigos: são poucos e especialmente por outra via, por vezes telefônica. É claro que há receio de se comprometer comigo. Vá lá. Mas aqui vale a pena responder embora já esteja no artigo «Segredos e Mistérios…
    A pergunta é de como seria possível provar que a entrevista de Lúcia com o P. Fuentes é deveras autêntica. Eis que meu livro «Entre Fátima e o Abismo» de 1988, apresentado por S. Excia. Mons. Antônio de Castro Mayer e que foi enviado à Irmã Lúcia então vai servir.
    Como isto aconteceu por meio de sua sobrinha, Dª Maria do Fetal, este livro entregue em mãos da Vidente adquire, além de qualquer possível mérito, o valor especial de ter sido lido e não desaprovado pela Irmã. Digo não desaprovado, pois ela o considerou correto, porém, polêmico! Pudera, nas circunstâncias atuais isto é até um elogio e me mereceu a visita da sua sobrinha com o recado dela para que aceitasse a Igreja (conciliar) e a sua hierarquia. Já relatei num outro livro o episódio. Estava então acompanhado pelo Rv. Roberto Bellwood, rosminiano inglês da Missa tradicional, e da Irmã Marie Lucie Fouchet, que testemunharam o encontro amistoso e sua final discussão «polêmica».
    Em todo o caso assim ficava registrado o que eu havia escrito sobre a entrevista da Irmã Lúcia com o Padre Agostino Fuentes e suas tristes démarches e desmentidos forçados! Não só, ficava registrado o que a Irmã havia dito sobre as incompletas consagrações da Rússia feitas pelo Papa Pio XII, e o fato do pedido de consagração não ter sido atendido devidamente. Como se vê a Providência tem seus meios discretos para ilustrar a verdade.
    Por enquanto me limito a este testemunho, como pessoa que para conhecer os fatos veio morar em Fátima no período final de sua vida.
    Só devo repetir o que já testemunhei outras vezes em diversos lugares, mesmo neste sito e alhures: para os parentes da Irmã Lúcia, desde os velhos aos jovens que a conheceram, é até ofensivo que se teça a hipótese de duas irmãs, para engano geral.
    E concluo lembrando que, se há inumeráveis visões da Vidente de Fátima alinhada com a Igreja conciliar, na sua liturgia e com as suas «autoridades», não consta nem mesmo um seu testemunho contra as alterações introduzidas por estas para alterar a Igreja conforme era, doutrinária e liturgicamente presente até o tempo de Pio XII. Este «fato» induz certamente tristeza, mas não pode ser contestado senão com provas, e estas faltam. Se alguém tiver alguma prova disso, agradeço que o comunique em comentário aqui para que eu possa apurá-las. Obrigado e bom testemunho quaresimal. Salve Maria!

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