Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

PROFECIA DE FÁTIMA: RUÍNA EUROPÉIA, MUNDIAL E ROMANA, Na trama dos anticristos!

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Arai Daniele

A Mensagem de Fátima recebida pelos Pastorinhos em 13 de julho de 1917 contem os termos das ruínas conseqüentes às grandes guerras e revoluções com suas destruições visíveis e ocultas, a breve e a longo termo.

Isto tudo hoje é parte da história dos últimos cem anos, que condiciona os tempos presentes e determina as recentes novas e crescentes devastações da hora presente e em vista do futuro próximo em diversos países.

E como aqui vamos tratar da trama dos anticristos, devemos dar nome aos seus centros e às armas ideológicas usadas para exercer esse poder destrutivo.

Diga-se logo que são nomes já conhecidos e acusados pelos Papas antes da intervenção profética de Fátima. Trata-se da Maçonaria com ideologias talmúdicas, iluministas e evolucionistas, modernistas e americanistas, engendradas com tantas variáveis políticas e religiosas para formar uma nova mentalidade e dominar os povos em escala global.

Ora, quanto a anticristos, há os de antes, que maquinaram as duas guerras mundiais e a revolução na Rússia, para destruir materialmente a Cristandade, e os de depois, que infiltraram a demolição espiritual na Igreja católica para falsificar o Cristianismo.

Mas os elementos revolucionários mencionados acima são os mesmos na ordem das idéias de origem maçônica, não desta ou daquela loja, mas do centro que as controla todas com o fim de destruir ou falsificar o Cristianismo.

O «mistério da iniqüidade» terminal é que vamos encontrar todas estas deletérias idéias abertamente na mentalidade dos «papas conciliares».

Eis os verdadeiros «exterminadores» ocultos da espiritualidade católica que aqui devemos reconhecer porque são muito piores que os odiados ditadores liquidados no Oriente Médio, que não destruíam, mas respeitavam as comunidades cristãs de seus países.

A obra revolucionária destruidora dos «anticristos de antes»

Pela mensagem de Nossa Senhora de La Salette de 1846 vimos que o liberalismo religioso transformou muitos padres em “cloacas de impurezas” preparando o caminho para a infecção mortal do ateísmo socialista e libertário, que infectaria até o clero. Era a hora de Marx para o assalto contra a Roma católica consistente – em termos bíblicos – na abertura do poço do abismo que infectará toda a Terra sob o disfarce doutrinal das vastas liberdades e finalmente a “liberdade religiosa”.

Em La Salette, Maria disse: “Roma perderá a fé e se tornará sede do anticristo”. Eis então o perigo supremo que, como mostraremos adiante com os «anticristos de depois», é o mal supremo sobre o qual São Pio X, apenas elevado ao trono de São Pedro, disse ser lícito pensar, diante do desastroso estado do mundo, que tal extremo perigo já estava entre nós – no Vaticano. E estava mesmo, como vimos em seguida!

Não se pode, porém, pensar que este iníquo seja elevado a tanto poder sem o concurso de forças unidas: políticas, culturais, sociais, numa maçonaria eclesial reforçada pela impiedade dos povos e a perversão das cúpulas. Foi justamente para avisar disto que a Igreja recebeu as mensagens sobrenaturais marianas, com seus pedidos.

Que fizeram os católicos desses pedidos e dessas ajudas?

Fátima ocorreu quando uma revolução maçônica havia contaminado e estava destruindo Portugal católico, preservado até então graças à sua fidelidade adversa aos males da revolução protestante. No entanto, os governos de 1832 a 1917 tiveram praticamente só primeiros ministros maçons, razão por que Pio IX, já se havia dirigido em 1877 a peregrinos portugueses, denunciando: “Tendes um terrível e poderoso inimigo — é a impetuosa maçonaria que quer destruir em vós todos os vestígios do catolicismo.”  Mas este inimigo ocuparia em breve a sua mesma Sede.

No começo do século XX este domínio maçônico  e anticlerical, suscitando a subversão que abateu o rei d. Carlos e o príncipe herdeiro em plena Lisboa. Em dois anos tornou-se republicano, quando se multiplicaram profanações, saques e incêndios de igrejas e edifícios religiosos, além da caça a padres e freiras, acossados como feras.

Esse governo instituía então a lei de separação da Igreja do Estado, o divórcio, banindo o ensino religioso. Na “festa da árvore” de 1911, em Lisboa, cândidos escolares levavam o dístico: “Sem Deus nem religião”! São Pio X publicou nessa ocasião a encíclica Iamdudum in Lusitânia, para prevenir os fiéis contra os perigos que corriam devido ao erro que constituía a iníqua lei de separação.

Quatro anos depois da proclamação da República, em 1915, o delírio jacobino e anticatólico na capital era extremo, causando banhos de sangue e caos tão graves que cruzadores ingleses e espanhóis, prontos a intervir, aproximaram-se de Lisboa. Além de provocar uma assombrosa crise interna, a revolução portuguesa, sujeita às outras, levou o país à grande guerra.

Foi então que os católicos portugueses voltaram às preces públicas e às procissões que imploravam à Virgem Maria que salvasse Portugal. Organizou-se em 1916 no País a cruzada do Rosário com a adesão de milhares de famílias nas cidades e nas aldeias.

Eis a situação às vésperas da aparição de Fátima.

A Maçonaria autora oculta da primeira guerra mundial

O poder maçônico tinha seus desígnios. Gambetta dizia em 1877: “Nós aparentemente combatemos pela forma de governo e pela integridade da constituição. Mas a luta é mais profunda: a luta trava-se contra tudo que resta do velho mundo (cristão), entre os agentes da teocracia romana e os filhos de 1789.” E Jules Ferry dizia: “Queremos organizar uma humanidade sem Deus”. E Clemenceau: “A revolução é um bloco de onde nada se pode tirar…”

Assim, muitas foram as tramas que levaram à grande guerra, mas seu estopim foi o assassinato do príncipe herdeiro da Áustria em Sarajevo , o católico arquiduque Francisco Fernando e sua esposa, no dia 28 de junho de 1914, urdido na loja da sociedade secreta de Belgrado “Narodna Obradna” com a conivência de elementos oficiais. Por incrível coincidência, dia 17 de julho, toda a Armada da Inglaterra mobilizada, o presidente francês Poincaré partiu para Petersburgo, na Rússia, com quem a França se aliaria, contra a Áustria e a Alemanha.

1917 foi o ano crucial da guerra que fez milhões de vítimas na Europa, demolindo os últimos bastiões da civilização cristã. De modo especial, nesse ano foi “injetado o vírus tifóide” (comparação de Churchill) da revolução comunista na Rússia, nas pessoas dos revolucionários Lênin e Trotski. Essa maquinação servia, a curto prazo ao governo alemão para minar a Rússia inimiga, mas a longo prazo servia à revolução mundial, razão pela qual foi financiada por forças maçônicas.

A maçonaria atingia tal poder que, comemorando os 200 anos de sua fundação e no aniversário de Giordano Bruno, desafiou a Igreja e o Papa na própria Praça de São Pedro, desfilando com cartazes sacrílegos em que São Miguel Arcanjo era pisado por Lúcifer, que devia reinar em Roma e ter o papa por escravo.

Também o sionismo obtinha uma importante vitória para a formação do Estado de Israel com o aval recebido pela declaração do ministro inglês Balfour. A volta do domínio judeu em Jerusalém, que aconteceria 50 anos após com a guerra dos seis dias de 1967, evocava a profecia evangélica do fim do tempo das nações (Lc, 21,24).

Diante de todos estes eventos políticos decisivos para a vida do mundo — e hoje sabemos quanto continuam a pesar — os católicos não podem deixar de perguntar-se se a eles não correspondiam tantos outros, invisíveis e silenciosos, na vida da Igreja e do pontificado romano. Aqui veremos que a resposta indireta, mas clara a isto, viria a ser dada pela atitude eclesiástica diante do evento extraordinário de Fátima e sua mensagem que profetizou os fatos humanamente desconhecidos ou imprevisíveis naquela época: “os erros espalhados pela Rússia” e pelo mundo todo.

Poderia Roma cooperar e aderir às idéias maçônicas talmúdicas e iluministas de ideologias liberais, marxistas, evolucionistas, modernistas e do americanismo pan-cristão, com outras variações políticas e religiosas, segundo a mentalidade engendrada para uma «nova ordem mundial»? Não de certo para a Roma católica fiel ao Papado que em modo oportuno e sistemático condenou tudo isto.

A obra revolucionária demolidora da Fé dos «anticristos finais»

Não há nenhuma dificuldade em demonstrar que os «papas conciliares», a partir de João 23, de modo inicialmente velado e gradativo com o Vaticano 2 aderiram às idéias maçônicas e iluministas de ideologias liberais, evolucionistas, modernistas e do americanismo pan-cristão, que é a operação ecumenista aberta pela «Nostra aetate» a todas as religiões mundiais. Haja vista ao «espírito de Assis» da «nova ordem mundial»!

Não só, mas a Roma católica fiel ao Papado havia condenado tudo isto e toda e qualquer colaboração com os erros da Rússia, portanto com os regimes comunistas. Todavia, já para a abertura do Vaticano 2 houve um acordo negociado entre o Kremlin e o Vaticano no mais alto nível. Monsenhor Nikodim e o cardeal Tisserant como porta-vozes, um dos chefes comunistas do Kremlin e o outro do papa-anticristo, João 23, que tomou pessoalmente essa decisão, com o aberto apoio de Montini, futuro Paulo 6º.

Assim, “o cardeal Tisserant recebeu ordens formais, tanto para negociar o acordo, como para vigiar sua exata execução durante o Concílio. Toda vez que um bispo queria enfrentar a questão do comunismo, o cardeal de sua mesa no conselho de presidência intervinha para impor o acordo do silêncio sobre a questão (até do ateísmo).”

Eis o momento histórico para a Igreja em que seus traidores operaram maquinações secretas, utilizando recursos velados e ambíguos durante o Vaticano 2 para inserir, nas entrelinhas de seus documentos, os pactos obscuros para cancelar as proibições papais.

Hoje seus frutos amargos estão aos olhos de todos. Ratzinger, um dos seus teólogos mais ativos, mais tarde eleito Bento 16, responde em entrevista à revista Jesus (ano VI, 11) sobre o plano do Vaticano 2: “O problema dos anos sessenta era adquirir os melhores valores (iluministas) expressos em dois séculos de cultura liberal.”Eis que o tal espírito conciliar era o mesmo da revolução francesa e das maçonarias, do iluminismo condenado durante dois séculos pelos papas pela revolta anti-cristã, que insuflou na sociedade e na Igreja, para a maior ruína européia, mundial e romana de todos os tempos.

O desastre conciliar não tem nem mesmo a desculpa de ter encontrado um clima hostil na Igreja para aplicar suas novidades. Vindo junto com os “desejos do papa”, teve as portas abertas e seus arautos, como Ratzinger, foram premiados com brilhantes carreiras. Mas a corrupção ocorrera antes, como sempre no campo das idéias e estas não foram sanadas com a sã doutrina naqueles dias, mas libertadas para infeccionar todo o corpo social que vai se corrompendo, exposto ao plano maçônico talmúdico, com todo vício de um lado, e do outro ao islamismo degolador. Tudo para o fim da Cristandade.

Quais novos equilíbrios e nova ordem podem procurar os «conciliares» sem renegar os velhos projetos que se revelaram extraviados? Como corrigir os efeitos das chacinas carnais e morais hodiernas sem remontar às causas? E parece bastante claro que foi a declaração conciliar Dignitatis humanae que abriu uma brecha para conceitos liberais maçônicos e cavou o sulco para um neo-ecumenismo avassalador.

O presente impasse tem dimensões inauditas. Deus permitiu que pelos crimes dos homens fosse o mundo a converter tantos clérigos ao delírio do humanismo libertário. Forças antropocêntricas atraíram a hierarquia e o clero a compromissos históricos em torno de utópicos direitos humanos que, ignorando Deus, suprimem todo juiz. A nova pastoral parece feita para justificar tudo isto com palavras, enquanto a realidade desoladora desmente a justiça e a paz aventadas.

Hoje ouvimos um Bergoglio, inteiramente envolvido na trama maçônica e não só, que acusa a esmo a «vergonha» das mortes aos milhares de pobres clandestinos que fogem de uma África sanguinária e estéril. Mas sem dizer palavra sobre a causa disso nas terras em que o Cristianismo tem sido progressivamente banido para dar lugar seja a um socialismo sionista seja a um islamismo degolador de cristãos. Bergoglio ramadan

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Ora a trama maçônica é tecida principalmente pelo judaísmo talmúdico, como reconhecem os mesmos judeus convertidos. Já o escrevia, no tempo da Revolução francesa que abateu o Rei católico, Joseph Lémann (L’entrée des Israelites dans la Societé française), onde narra como foi justamente Luis XVI a ajudá-los. Também outros, como o rabino Benamozegh (Israele e l’umanità) que descreve a maçonaria em geral como «ordem terceira do Judaísmo», os «gentios» daquela reunião organizada em diversas seitas secretas para combater a Igreja de Cristo e subverter toda ordem natural e sobrenatural (Humanum genus, 20.4.1884).

Bergoglio com judeus

Todavia, tudo isto foi invertido na «Nostra aetate» do Vaticano 2 e hoje vemos que com Bergoglio a ideologia talmúdica é ainda mais de casa para controlar o Vaticano.

E a Mensagem de Maria Santíssima, para toda a Cristandade, ficou censurada nesse mesmo Vaticano pelas razões inconfessáveis acima desses planos talmúdicos da maçonaria humanista e ecumenista, diametralmente oposta ao espírito de Fátima.

No silêncio sobre a Palavra celeste já se revela a mentalidade dos que se opõem à Profecia divina. Mas não, o problema acusado hoje estaria na falta de total assistência à invasão incontrolada e desmedida de pobres clandestinos que procuram vida mais humana no que resta de cristandade. Por isto fogem da África, Síria, Líbano, Palestina, Iraque, etc., para chegar numa Europa, também carcomida pelos abutres do materialismo consumista que destrói o homem espiritual, como Deus o criou.

Dessa verdadeira ruína mundial, como se podem ocupar os anticristos no Vaticano que, em vestes papais foram os verdadeiros demolidores das defesas do Cristianismo ao serviço deste mesmo mundo anti-cristão, abrindo a Igreja Católica aos inimigos, de cujos erros Maria advertiu em Fátima, pedindo para isto a consagração da Rússia ao Amor de Seu Imaculado Coração, como penhor para retorno da Cristandade a um período da paz de Nosso Senhor Jesus Cristo.

O comportamento diante da mensagem de Fátima indica as intenções secretas para com tudo o que é de Deus e de sua Igreja, como a repetir a profecia do velho Simão: “E uma espada transpassará tua alma, a fim de que se descubram os pensamentos ocultos nos corações de muitos.” (Lc, 2,35) Em verdade, a palavra de Fátima tem sido o sinal de contradição, a pedra de tropeço que colocada num ano crucial do início deste século, vai desde então medindo homens, eventos e anticristos demolidores da Sede romana.

Mas, como é que os avisos da Igreja celeste à Igreja militante sobre os perigos que a ameaçavam e logo se desencadearam, não foram ouvidos? Por que a ajuda oferecida não foi devidamente reconhecida? Fátima foi e continua sendo o espelho que reflete uma oculta transformação eclesial diante dos inimigos da Igreja. De fato, as dificuldades ou a recusa de acolher uma ajuda sobrenatural dessa ordem são emblemáticas e indicam que os múltiplos tentáculos da revolução, cujo avanço descrevemos aqui, envolveram e penetraram no seu objetivo final: a Igreja de Roma.

Sabemos, porém, que nada escapa aos desígnios de Deus, que do maior mal tirará um bem inestimável, quando finalmente o pedido do Imaculado Coração de Maria for atendido por um verdadeiro Papa e então triunfar, para que Deus conceda um período de paz neste mundo desvairado.

3 Respostas para “PROFECIA DE FÁTIMA: RUÍNA EUROPÉIA, MUNDIAL E ROMANA, Na trama dos anticristos!

  1. Rogério Maciel abril 26, 2015 às 7:34 pm

    Concordo com tudo o que se diz aqui .Êste papa nunca me convenceu …ao contrário , sempre SENTI aversão ao tipo ….e olhe que não sou própriamente católico , mas Amo a Dêus e sigo na medida do possível , o catolicismo , uma vez que é a minha tradição religiosa dêsde pequenino .
    A única coisa com que discordo ( e peço desculpa por afirmá-lo) é o péssimo Português , que , pode não parecêr importante , mas é .
    A Língua é a Expressão do Verbo para cada Nação criada .
    E olhe que não vejo êrros nas traducções para as outras línguas !
    Só na Nossa Língua …porque é que será ?
    « DELENDA VATICANO II + Não só não devemos nenhuma obediência ao «magistério» conciliar, (“em quanto”?!) ENQUANTO tal, mas devemos mover-lhe uma (“interrupta”?!) ININTERRUPTA e intransigente oposição católica. » ( corrigi a construcção da frase …)
    É só um exemplo , mas o seu texto está cheio dêles .

    • Pro Roma Mariana abril 26, 2015 às 9:20 pm

      Não se entende esta crítica ao péssimo Português – questão que a nós parece bastante importante – redigida pessimamente e ainda por cima citando um texto que nunca foi escrito, nem aparece aqui nessa forma estropiada.
      Rogério, por favor explique-se melhor. Onde vê esse texto e porque escreve: .Êste; própriamente; dêsde; parecêr; êrros; porque é que será ? Agora somos nós a perguntar, porque isso parece reinação vadia sobre questões sérias.

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