Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

INGRATIDÃO PELO SEGREDO DO «CORAÇÃO DIVINO» CAUSOU O «ABATE PAPAL» DA VISÃO DE FÁTIMA

 

Sagrado Coração
On the side of atheistic society is the idea that all religions are equal. On the side of Truth is the word of Our Lady, as stated in the memory of Sister Lucia of Fatima: “In time, only one Faith, only one Baptism, only One Church, Holy, Catholic, Apostolic… In eternity, Heaven!”

  • Pope Pius XI: It is absurd and ridiculous to say the Mystical Body that can be formed out of separated and disjunct members … It is to depart from divine truth to imagine the Church which one can neither see nor touch, which would be nothing more than in spirit which numerous Christian communities would be united by an invisible bond, even though they are divided in faith. (Mortalium Animos)

Na Festa do Corpo de Deus: Ó bom Pastor e alimento verdadeiro dos que apascentas, ó Jesus, tende piedade de nós. Alimentai-nos e defendei-nos e fazei que mereçamos fruir da vossa glória na Terra dos vivos.

Arai Daniele

Corpo de Deus, ou Corpus Christi é a grande festa católica de 60 dias após a Páscoa, na quinta-feira seguinte ao Domingo da Santíssima Trindade. Nela se comemora a instituição da Santa Eucaristia por Jesus no Cenáculo na véspera de Sua Paixão e morte. Pela sua importância a Igreja volta a comemorar nesta data especial o que ocorreu na Quinta Feira Santa, para acentuar a centralidade desse Sacramento em tudo mais na Igreja. A célebre procissão de Corpus Domini em Roma, guiada sempre pelo Sumo Pontífice, o foi heroicamente até o fim, por São Pio X, reconhecido na história da Igreja como o Papa da Eucaristia.

Quando na Mensagem de Nossa Senhora de Fátima é apontado o flagelo dos erros que a Rússia espalhará pelo mundo, com isto indica também a paixão da Igreja no abatimento das defesas do Cristianismo contra a carestia mortal da única Fé verdadeira nesta terra. Mas isto agravou-se de modo descomunal quando em nome da mesma Igreja declarou-se que há o direito à liberdade de crer, ensinar e legislar que cada religião é verdadeira parte desse grande corpo de uma igreja de religiosidade mundial.

Pior que as Grandes Guerras e a vitória da Revolução bolchevista na Rússia, para abolir a Cristandade, foi o plano de desarmamento interno do Papado e da Igreja para o qual era dirigida a Profecia do Segredo de Fátima. Era um flagelo indicado em modo secreto porque condicional; dependia dos Papas de Fátima, de Bento XV a Pio XII, acolher a profecia para conhecer na sua terceira e última parte, o desastre que adviria deixando de recorrer à extrema ajuda do Céu. Hoje se conhece o resultado dessa dificuldade papal em reconhecer o risco do ocorrido na visão da hecatombe do Papa com seu inteiro séquito e a ruína completa da cidade já meia derrocada.

Basta rever as palavras: “se fizerem o que eu vou pedir”, e os outros “se”, para entender que havia condições para evitá-lo. Hoje, quando aludir à profecia sobre graves questões religiosas parece mais que inútil, patético, é justamente quando há que lembrar ainda mais este aviso profético, porque contem os elementos vitais do curso da nossa história segundo divinos desígnios para o bem humano nestes tempos de apostasia.

A Profecia é aviso que concerne a liberdade humana e no caso de consagrados da Igreja, é sinal para conhecer qual seja a vontade de Deus a fim de evitar males imensos que pendem sobre a Cristandade. Em Portugal, o Corpo de Deus foi um feriado nacional móvel até 2012. Hoje, até esse recurso à Misericórdia divina está esquecido.

Nesse sentido, tenho dedicado meus escritos sobre os males presentes, desde o meu «Entre Fátima e o Abismo», sobre o liberalismo e o pérfido modernismo que infetaram os clérigos da Igreja do Reino de Cristo. Esta pestilência apareceu nas sociedades com a democracia-cristã, que completou a demolição promovendo a separação da Igreja do Estado e a abertura ao naturalismo e ao cientismo. Podem estes governar e progredir no silêncio sobre o conhecimento da origem e do fim último da vida humana?

Como tal conhecimento não pode ser decifrado por nós mesmos e nenhuma sabedoria humana pode provar o destino da alma, precisava ser revelado pelo Criador. De fato, qual cultura humana universal, à busca de nossa origem, do que somos e para onde vamos, poderia ignorar essa voz posta nas consciências para guiar todo ser humano? Qual ciência poderia descobrir fonte equivalente para explicar-nos o sentido da vida?

Assim, só criaram a anti-cultura da demolição religiosa sistemática segundo sofisticadas ideologias gnósticas, socialistas e democratizantes. Desculpas para movimentos de rebeldia intelectual para a reviravolta cultural com pretensão «científica» que avançou com a Escola de Frankfurt e o pensamento de Antônio Gramsci para confusão geral.

Gramsci sabia que o comunismo podia avançar na crista de um crescente «modernismo cristão» e que “o socialismo era a religião para abater o Cristianismo” (Audácia e fé, em Avanti! e Sotto la Mole, 1916-20, Einaudi, Turim, 1960). “A filosofia da praxis – é o nome com que Gramsci indica o materialismo dialético e histórico – pressupõe todo este passado cultural, o Renascimento e a Reforma, a filosofia alemã e a Revolução francesa, o Calvinismo e a economia clássica inglesa, o liberalismo laico e o historicismo que está na base de toda concepção modernista da vida. A filosofia da praxis é a coroação de todo este movimento de reforma intelectual e moral […]. Corresponde ao nexo: reforma protestante + revolução francesa […]”.

Nessa inversão da relação entre política e religião: o homem (a política) no lugar de Deus (a religião), contrapondo a religião do homem àquela de Deus: a «cultura» das aberturas políticas teve grande penetração com as ideologias comunistas do que abater para chegar ao poder, não mais dos corpos mas da almas: fomentar a colaboração de todas as religiosidades para convergirem numa «religião mais universal» que a cristã.

Obteriam isto ao nível de uma falsa Igreja justamente pelo apoio de uma «democracia cristã». Na data de seu lançamento esse profeta da rebelião ao Corpo Místico escreveu: (“Ordine Nuovo”, 2.11.1919): “O Catolicismo reapareceu à luz da história, mas bastante modificado e reformado […]; os Populares representam uma fase necessária do processo de desenvolvimento do proletariado italiano para o comunismo. O catolicismo democrático faz o que o socialismo não poderia fazer: amalgama, ordena, vivifica e suicida-se”. O plano deste estrategista da filosofia da práxis era: “envolver os Católicos na colaboração conosco e depois liquidá-los” (Qc. Quaderni del carcere).

Isto aconteceu com a eleição papal de clérigos seduzidos por essa política social, desde João 23. Seguiram, João Batista Montini, futuro Paulo 6º, sobre o qual sabemos o que perpetrou para reduzir o Santo Sacrifício ao agrado desse mundo degenerado. Como se vê a ideologia de Gramsci avançou com passos de gigante e galgou as mentes clericais na esteira da «democracia cristã» até os píncaros do Vaticano conciliar de Paulo 6º.

Essa escalada era o máximo que qualquer «revolução cultural» poderia imaginar, mesmo antes de considerar as diabruras pseudo dotrinais de um Bergoglio. Mas será que os católicos, enredados por noções de um falseado «papismo», poderiam perceber que a «monarquia absoluta» da Igreja era abusada para a promoção da nova ordem segundo os «princípios iluministas» dos últimos séculos?

Sem a justa visão de suas causas, as mega crises que, já há mais de meio século, vêem crescendo, continuam de mal a pior porque deixam de ser reconhecidas não só no plano político, mas religioso; não só na América, mas em Roma. Quando se esconde que as defesas são de ordem espiritual, é preciso que alguém o lembre, aprofundando a questão crucial do falso ideológico religioso, de suma importância para todo o mundo.

Pode ser autêntica uma «autoridade pontifícia» que, como Bento 16 prega por escrito um cristianismo globalista e que recomenda até aos islamitas a necessária adesão ao iluminismo (discurso de 22.12.2006 e outros). Isto já superou as fases precedentes da abertura à «cultura» iluminada pela Maçonaria de João 23 e Paulo 6º – que deu azo nada menos que às teologias de libertação! Mas também à ação ecumenista de João Paulo 2.

E não se diga que se trata de questões separadas, porque não só esta última, mas a da TL, criticada antes pelos seus desvios, hoje é apoiada por Bergoglio (http://wp.me/pWrdv-1f0). Estas «autoridades» seguiram a política dos pequenos passos, que ao avançar abatem fundamentais princípios católicos como o da contradição de uma liberdade no

O mesmo Ratzinger falou do Vaticano 2º como o anti-Syllabus que adotou o principio da Revolução. Disse que “a Igreja se abriu às doutrinas, não nossas, mas provindas da sociedade”… sim, dos princípios de 1789, os Direitos do homem promovidos pela Igreja conciliar do V2 com a Dignitatis humanae sobre a liberdade religiosa diante de Deus. Já se viu que esta invertia o que fora definido desde sempre pela Igreja com respeito ao direito à verdade; verdade não adaptável aos tempos e às ideologias, como quer o Modernismo e as novas culturas anti-cristãs.

A Palavra e os sinais de Deus passam a ser a variável na fórmula em que a «autoridade conciliar» seria a constante! Tudo como se o Papado não existisse para confirmar o que foi revelado, mas para seguir a evolução dos tempos, com «papas modernistas» para autenticá-la! Foi a mentalidade da ruptura preparada «culturalmente» e que hoje é a norma da Igreja conciliar para implementar a nova ordem mundial, ecumenista e anti-cristã, com a agravante da hipocrisia e da total ingratidão diante do Corpo de Deus.

Poderá a perfídia conciliar vingar por muito tempo na presença de Maria? Não, porque mesmo se a precária resistência devida à felonia apóstata e à «catalepsia católica» fenecer diante dos «anticristos no Vaticano», restará sempre alguém para implorar, também publicamente, a mediação da Mãe Imaculada, e honrar o Corpus Christi. Deste Santo Sacramento deriva tudo na Igreja de Deus, Mystici Corporis, sobre o qual não prevalecerá a sanha destruidora do Inimigo.

Mas para invocar a defesa e alcançar as promessas divinas, que Maria confirmou em Fátima, é dever testemunhar sem medo que Roma deve voltar à Fé e que é urgente a volta do Papa que, com a Autoridade de Jesus Cristo e a Caridade de Seu Sagrado Coração, aponte ao mundo, os princípios para o retorno ao Reino da Ordem cristã. Só então, por fim, poderemos regozijar-nos pelo triunfo do Imaculado Coração de Maria, para o triunfo do bem neste mundo e a salvação no outro. Laudetur Jesus Christus!

  • On the side of Truth is the word of Our Lady, as stated in the memory of Sister Lucia of Fatima: “In time, only one Faith, only one Baptism, only One Church, Holy, Catholic, Apostolic… In eternity, Heaven!
  • Pope Pius IX: None [of the heretical and schismatic ‘communities], not even taken as a whole, constitutes in any way and are not that one Catholic Church founded by Our Lord and made and Which He Wished to create. Further, one can not say in any way that these societies are either members or parts of the same Church, because they are visibly separated from Catholic Unity. (Jam Vos Omnes, 1868)
  • Pope Leo XIII: Jesus Christ never conceived of nor instituted a Church formed of many communities which were expresso together by certain general traits – but which would be distinct from one another and not bound together by ties among themselves which make the Church one and indivisible – Clearly since we profess in the Creed of our Faith: “I believe in one … Church.” (Satis Cognitum)

Uma resposta para “INGRATIDÃO PELO SEGREDO DO «CORAÇÃO DIVINO» CAUSOU O «ABATE PAPAL» DA VISÃO DE FÁTIMA

  1. Zoltan Batiz junho 3, 2015 às 6:23 pm

    Os cantos desse dia, segundo o Breviário Romano (em Latim e Inglês) são os seguintes:

    Ad Vesperam:

    Pange, lingua, gloriósi
    Córporis mystérium,
    Sanguinísque pretiósi,
    Quem in mundi prétium
    Fructus ventris generósi
    Rex effúdit Géntium.

    Nobis datus, nobis natus
    Ex intácta Vírgine,
    Et in mundo conversátus,
    Sparso verbi sémine,
    Sui moras incolátus
    Miro clausit órdine.

    In suprémæ nocte cœnæ
    Recúmbens cum frátribus,
    Observáta lege plene
    Cibis in legálibus,
    Cibum turbæ duodénæ
    Se dat suis mánibus.

    Verbum caro, panem verum
    Verbo carnem éfficit;
    Fitque sanguis Christi merum:
    Et si sensus déficit,
    Ad firmándum cor sincérum
    Sola fides súfficit.

    Of the glorious Body telling,
    O my tongue, its mysteries sing,
    And the Blood, all price excelling,
    Which the Gentiles’ Lord and King,
    In a noble womb once dwelling,
    Shed for this world’s ransoming.

    Given for us, for us descending
    Of a Virgin to proceed,
    Man with man in converse blending,
    Scattered he the Gospel seed,
    Till his sojourn drew to ending,
    Which he closed in wondrous deed.

    At the last great Supper lying,
    Circled by his brethren’s band,
    Meekly with the law complying,
    First he finished its command,
    Then, immortal Food supplying,
    Gave himself with his own hand.

    Word-made-Flesh, by word he maketh
    Very bread his Flesh to be;
    Man in wine Christ’s Blood partaketh,
    And if senses fail to see,
    Faith alone the true heart waketh
    To behold the mystery.

    Tantum ergo Sacraméntum
    Venerémur cérnui:
    Et antíquum documéntum
    Novo cedat rítui:
    Præstet fides suppleméntum
    Sénsuum deféctui.

    Genitóri, Genitóque
    Laus et jubilátio,
    Salus, honor, virtus quoque
    Sit et benedíctio:
    Procedénti ab utróque
    Compar sit laudátio. Amen.

    Therefore we, before him bending,
    This great Sacrament revere;
    Types and shadows have their ending,
    For the newer Rite is here;
    Faith, our outward sense befriending,
    Makes the inward vision clear.

    Glory, let us give, and blessing,
    To the Father, and the Son;
    Honour, might, and praise addressing,
    While eternal ages run;
    Ever too his Love confessing,
    Who from Both, with Both, is One. Amen.

    AD MATUTINUM:

    Sacris solémniis juncta sint gáudia,
    Et ex præcórdiis sonent præcónia;
    Recédant vétera, nova sint ómnia,
    Corda, voces, et ópera.

    At this our solemn Feast let holy joys abound;
    And from the inmost breast let songs of praise resound;
    Let ancient rites depart, and all be new around,
    In every deed, in voice, in heart.

    Noctis recólitur cœna novíssima,
    Qua Christus créditur agnum et ázyma
    Dedísse frátribus, juxta legítima
    Priscis indúlta pátribus.

    Remember we that night, when, the last Supper spread,
    Christ, as we all believe, the lamb, with leavenless bread,
    Amongst his brethren shared, and thus the Law obeyed,
    Of old unto their sires declared.

    Post agnum typicum, explétis épulis,
    Corpus Domínicum datum discípulis,
    Sic totum ómnibus, quod totum síngulis,
    Ejus fatémur mánibus.

    The typick lamb consumed, the Paschal feast complete,
    The Lord unto the Twelve his Body gave to eat:
    The whole to all, no less the whole to each, did mete
    With his own hands, as we confess.

    Dedit fragílibus córporis férculum,
    Dedit et trístibus sánguinis póculum,
    Dicens: Accípite quod trado vásculum;
    Omnes ex eo bíbite.

    He gave them, weak and frail, his Flesh, their food to be;
    On them, downcast and sad, his Blood bestowed he:
    And thus to them he spake: Receive this Cup from me,
    And all of you of this partake.

    Sic sacrifícium istud instítuit,
    Cujus offícium commítti vóluit
    Solis presbyteris, quibus sic cóngruit,
    Ut sumant, et dent céteris.

    When he this Sacrifice to institute did will,
    He to his priests alone that office to fulfil,
    On this wise did confide―to whom pertaineth still,
    To take, and to the rest divide.

    Panis Angélicus fit panis hóminum;
    Dat panis cælicus figúris términum;
    O res mirábilis: mandúcat Dóminum
    Pauper servus et húmilis.

    Lo! Angels’ Bread is made the Bread of men today:
    The living Bread from heaven with figures doth away:
    O wondrous boon indeed! though poor and lowly, may
    The servant on his Master feed.

    Te, trina Déitas únaque, póscimus;
    Sic nos tu vísita, sicut te cólimus:
    Per tuas sémitas duc nos quo téndimus,
    Ad lucem quam inhábitas. Amen.

    Thee, therefore, we implore, O Godhead, One in Three,
    So mayest thou visit us as now we worship thee;
    And lead us on thy way that we at last may see
    The Light wherein thou dwellest aye. Amen.

    AD LAUDES

    Verbum supérnum pródiens,
    Nec Patris linquens déxteram,
    Ad opus suum éxiens,
    Venit ad vitæ vésperam.

    In mortem a discípulo
    Suis tradéndus æmulis,
    Prius in vitæ férculo
    Se trádidit discípulis.

    Quibus sub bina spécie
    Carnem dedit et sánguinem;
    Ut dúplicis substántiæ
    Totum cibáret hóminem.

    Se nascens dedit sócium,
    Convéscens in edúlium,
    Se móriens in prétium,
    Se regnans dat in præmium.

    O salutáris hóstia,
    Quæ cæli pandis óstium,
    Bella premunt hostília;
    Da robur, fer auxílium.

    Uni trinóque Dómino,
    Sit sempitérna glória:
    Qui vitam sine término
    Nobis donet in pátria. Amen.
    The Hymn

    The Word proceedeth from above,
    Yet leaving not the Father’s side,
    Went forth upon his work of love,
    And reached at length life’s eventide.

    Ere a disciple him betrayed,
    To die the death of pain and strife,
    He first for all disciples made,
    Himself their living Bread of Life.

    In two-fold form of Sacrament
    He gave his Flesh, he gave his Blood,
    That man, of two-fold substance blent,
    Might wholly feed on him as food.

    Our Brother thus in birth was he,
    Our Food while seated at the board:
    He died our Ransomer to be,
    He reigns to be our great reward.

    O Saving Victim opening wide
    The gate of heaven to man below:
    Our foes press on from every side;
    Thine aid supply, thy strength bestow.

    All praise and thanks to thee ascend
    For evermore, blest One in Three;
    O grant us life that shall not end
    In our true native land with thee. Amen.

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