Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

JOÃO 23 INICIOU A MUTAÇÃO E BERGOGLIO QUER «SUBLIMÁ-LA», nos comentários subjetivos de mgr Williamson

  • Férrula objetivamente indecente que o Anjo partiu, mas o diabo remendou subjetivamente com esparadrapos; nada pode ocultar tanta vergonha ecumenista em ação.  férula

Arai Daniele

A Oração de Jorge Bergoglio a Deus eterno e Onipotente na sua visita a Sarajevo em vestes papais é outro passo adiante no sincretismo da religião global. Não é original em relação a seus predecessores conciliares, mas incide como estes, mais do que estes, na sublimação da mais hipócrita apostasia, pois pretende ter aspecto piedoso normal, numa forma estudada e aprovada pelos crentes judeus, muçulmanos e outros presentes.

Louva ao Rei e Senhor do passado, do presente e do futuro, como descendentes de Abraão e segundo a fé no único Deus de hebreus, cristãos e muçulmanos. Pede que se possa construir a justiça social na compreensão recíproca e de perdão no diálogo de paz.

“Que todos os nossos pensamentos, palavras e obras sejam em harmonia com a Tua santa vontade. Tudo seja para a Tua honra e glória e para a nossa salvação… Amem!” Ora em nenhum desses pensamentos, palavras e obras transparece a harmonia do Pai Nosso, que seja honrado e glorificado e feita a Sua Vontade, revelada em Jesus Cristo: “no tempo, uma só Fé, um só Batismo, uma só Igreja, Santa, Católica, Apostólica. Na eternidade, o Céu!

Quem professa esta única Fé sabe que quem promove orações e reuniões onde se diz o contrário é falsário, herege. Mais ainda, heresiarca, se o faz em veste de prelado ou papa. Todo o Magistério da Igreja ensina ser heresia dizer que hereges podem louvar a Deus (Pio IX, D. 1718). como poderiam com falsidades blasfemas e ofensivas à santidade e unidade da única Igreja de Jesus Cristo, cujo Nome evitam, como o fogo que merecem?

Ora o Vaticano 2 aparece, sempre de novo, como a matriz desse plano de radical mutação eclesiástica, doutrinal e litúrgica; como “o futuro concílio convocado por um papa futuro (segundo as nossas intenções maçônicas)” para guiar a Cristandade e o mundo à confirmação no modo de vida moderno, cujos princípios, idéias e obras serão batizadas por «pontífices» que – urbi et orbi – declaram que a civilização presente é a filha legítima do Evangelho e da «redenção social» (cf. o plano maçônico). Eis o «novo cristianismo conciliar»: «movimento de animação espiritual para a democracia universal», o diabólico MASDU!

Para a leviana mentalidade moderna, os termos «perfídia» e «subversão» religiosa parecem acusações exageradas para a ambígua noção de liberdade de consciência, à qual hoje se atribui «direito inalienável», como se fosse a mesma «liberdade das consciências», como criada por Deus. Justamente na diferença entre estas «liberdades» – frisamos ainda – a primeira para discernir o bem do mal, e a outra que, como se sabe impõe seu juízo próprio de «bem»; nessa diferença reside a mais pérfida tirania para subverter e trucidar toda verdade. É a liberdade do abismo, onde ecoa o delírio humano, como sempre ensinaram os Papas da Igreja. O contrário é a idéia iluminista e maçônica, à qual aderiram os «papas conciliares».

Só no nosso tempo desvairado se podem ver teólogos erigirem utopia a realidade e as próprias idéias a «revelação» atualizada! Era a idéia da “equivalência entre consciência e Revelação” acusada pelo Papa São Pio X, mas parte da pastoral do modernista João 23. Assim, a perfídia apareceu pela primeira vez num «documento romano» com a «Pacem in terris», velada gênese conciliar de Roncalli, fulcro dessa grande perversão.

Parece desproporcional a relação causa-efeito de uma frase ambígua num tal documento? O mesmo pode parecer da relação de todo o mal causado pelo homem decaído com uma desobediência original. Querer, pois, justificar os «papas conciliares» pelo que esses ainda fingem piedoso é ilusório. Esta é a manobra para infiltrar a nova fórmula modernista, descrita pela Pascendi, era preciso embrulhar o que ela contém de herético com palavras de aspecto misericordioso; é o ardil modernista: “Continuam no seu caminho, mesmo acusados e condenados, velando uma incrível audácia com o véu de uma aparente humildade […] sim porque a regra deles é que a autoridade tenha que ser pressionada e não derrubada; porque precisam evitar sair do ambiente da Igreja, de modo a poder mudar pouco a pouco a consciência coletiva: e dizendo isto, não se apercebem de confessar que a consciência coletiva diverge (da liberdade de consciência) deles, que portanto não têm direito algum de interpretá-la”.

A táctica modernista “mostrar-se-á mais clara no comportamento deles, inteiramente conforme ao que ensinam. Em escritos e discursos eles parecem sustentar ora uma doutrina, ora outra; de modo que se tende a julgá-los vagos e incertos. Mas isto é feito de propósito; para suster a opinião da mútua separação da fé e da ciência. Em seus livros há coisas que bem diria um católico; mas, virando a página, encontram-se outras que só podiam ser ditadas por um racionalista.”

A pedagogia final do Anticristo dispôs com as revoluções modernas da pedagogia para mudar o modelo humano universal nas consciências. Mas faltava ainda o conteúdo que representasse um sincretismo total, doutrinal. A Teosofia tentou elaborá-lo em vão. O seu grande herdeiro foi o antroposofismo de Rudolf Steiner do qual estava impregnado Karol Wojtyla. Bergoglio quer superá-lo num sincretismo sem fronteiras!

A heresia, fulcro de todo complô “O anel se fechou. Partindo do subjetivismo, a heresia modernista torna a ele destronando Deus e pondo no seu lugar o Homem. Por isso o Papa (S. Pio X), no estilo preciso da época, do qual a linguagem babélica desta segunda metade de século XX perdeu noção, denomina-o imanentismo. Visto que a consciência humana não está mais ligada a nada que a ultrapasse, ela não poderá alcançar Deus senão em si mesma: “Ele encontra-se no homem mesmo”.

“Daí – diz o Papa – a equivalência entre consciência e Revelação”. Todas as verdades da fé estariam já contidas na consciência humana – segundo o irlandês Tyrrel em «Through Scylla and Charybdis» Não é mais Deus que objetivamente comunica ao homem por meio da Revelação as verdades sobrenaturais; é o homem que as descobre em si mesmo” (Marcel de Corte, «La grande Eresia», Volpe Ed., 1970, Roma).

Mas há ainda o subjetivo no subjetivismo do «sedeplenismo traicionalista»

Sobre o direito conciliar à liberdade de escolha da própria verdade e religião, não há mais muito a acrescentar! Foi descrito no fétido, anti-católico aggiornamento conciliar.

Aqui haveria que falar do atual subjetivismo tradicionalista de personagens como o mgr Williamson nos seus subjetivos comentários em que discerne sobre os seis «papas conciliares», atacando justamente o subjetivismo alheio! Vejamo o nº 412.

“Os Papas conciliares nutrem boas intenções enquanto provocam danos? O juiz deles é Deus”. Ora, sobre isto não há dúvida. Mas Deus é juiz também dos prelados que não defendem as almas de quem provoca a perdição delas.

“Estes “Commentários” continuam a falar do problema do subjetivismo porque consideram que a Igreja e o mundo atuais não podem ser entendidos corretamente sem ele. O subjetivismo é aquela corrupção mental que leva a pessoa, ou o sujeito, de modo que a sua mente seja desligada da realidade, ou do objeto, deixando a mesma pessoa livre de recompor a realidade segundo a própria fantasia. Dai o mundo imaginário, com todo o seu desvario, que hoje nos circunda, a par coma s invencionices da neo-Igreja (Igreja e mundo seriam conciliáveis), e não menos as invencionices da neo-Fraternidade (Tradição e neo-Igreja seriam conciliáveis). Para que se mantenha o contacto da mente com a realidade e também o equilíbrio na Fé, torna-se essencial manter distinto o subjetivo do objetivo. Por exemplo, objetivamente falando, os Papas conciliares estão gravemente em erro na Fé, mas subjetivamente falando eles estão convencidos de estar no justo, e é possível que pelo menos em parte (Deus só o sabe) as suas intenções são boas.”

Como se acabou de ler, para esse Bispo, o seu julgamento subjetivo sobre o subjetivismo de seu papa (note-se que não escreve papas conciliares entre aspas) é o que pode justificar subjetivamente a legítima detenção do cargo papal, isto acima do dano às almas operado pelo heresiarca nessa posição de autoridade; ele pode ter boas intenções!

É claro que deste modo atropela-se todo juízo objetivo da Igreja sobre heresia e mais sobre o mesmo mandato evangélico objetivo de não aceitar mas anatemizar quem traz outro Evangelho. Para este julgamento vale o que nos foi ensinado objetivamente, sem essas baboseiras desviadas de que talvez alguém tinha boa intenção ensinando heresias. Essas especulações não tem sentido nem mesmo na pior literatura poética, são mesmo fruto do pior subjetivismo que nunca teve lugar na Igreja de Deus, onde as autoridades julgam heresias objetivas, não fantasias sobre as boas intenções dos desviados.

Fica pois claro que a mente neste Bispo não está direcionada para a resistência na defesa da objetiva doutrina da Igreja, mas da subjetiva interpretação dos juízos bergoglianos e fellaysistas; enfim é mero embate verborrágico entre subjetivismos que se defrontam, enquando os danos objetivos operados contra a Fé pelos «anticristos no Vaticano», como tentou ensinar o Fundador deles, Mgr Lefebvre, fica esquecido.

Como se vê, os danos objetivos sobre o pensamento de muitos católicos operado pelo subjetivismo protestante, anglicano, iluminista e modernista continuam a alargar-se.

E o pior é que essas vítimas nem mesmo percebem que participam duplamente dessa insidiosa «subjetividade conciliar», podem até acusá-la e a seu promotor papal, mas depois participam dela por não querer ver a objetiva vacância na Sede católica.

Qual o critério objetivo para reconhecê-la? Saber qual a função do Papa enviado por Nosso Senhor Jesus Cristo para salvar e não para confundir ainda mais essa geração desvairada.

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