Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

«DISCENIMENTO SINODAL» PARA O FIM DO TEMPO DAS NAÇÕES – que  o Orlando Fedeli ignorava?

Panteão

Arai Daniele

Pode parecer estranho, mas de há tempo fermenta no mundo religioso ocidental o desejo de acelerar o «armagedom» do fim dos tempos. Isto ocorre no âmbito de importantes grupos, especialmente americanos, e tem condicionado as guerras do Médio Oriente. Neste sentido, não é de estranhar o interesse na produção de espetáculos virtuais, correspondentes a guerras reais e a transmigrações bíblicas que estão transformando as feições do que foi o Ocidente cristão. Sem dúvida trata-se de um fenômeno religioso de raiz diversa da cristã, como sabemos.

Basta ler sobre os «British-israelites», poderosa «lobby» de protestantes anglo-americana interessados num «show down» nas terras bíblicas do Médio Oriente, a favor de Israel, para acelerar o fim dos tempos e a volta do Messias! Não era alheio a isto o caloroso aplauso dos Republicanos ao discurso de guerra feito na Câmara pelo primeiro ministro israelita Netanyahu, ali convidado.

Mas estou evocando esta questão para tratar de outra que envolve o último sínodo e o mundo católico. Sobre a primeira basta apontar para Quem quiser saber mais pode consultar a Internet onde parece que tudo se sabe. Eu aqui só acrescento o fato curioso que publiquei quando vim a saber, que também o ministro inglês Balfour tinha esta ideia, com raízes gnósticas em mente quando assinou a declaração que leva seu nome para a formação do estado de Israel em 1917. E Sir Arthur Balfour era epiritista e teósofo, fundador da Loja «Quatuor Coronati», che ainda funciona como centro e arquivo histórico da Maçonaria “regular”.

Volto a dizer que pode parecer estranho mas também nas vizinhanças do grande mundo católico europeu e romano se manifestam sentimentos de aspecto religioso parecido, na verdade de sabor gnóstico, almejando o embate final; o tal «show down» visando o fim da presente civilização ocidental, o que para Roma seria como a repetição do que ocorreu com o Império romano, com o advento de um último papa, seguido pela invasão de hordas barbáricas que delapidariam todos os antigos tesouros! A diferença entre as elucubrações gnósticas dos dois lados do Atlântico parece que diferem somente numa preocupação cultural, que já distinguia o visionário Albert Pike de Mazzini. A propósito, é útil lembrar aqui duas cartas: de Pike a Mazzini (15.8.1871) prevendo três grandes guerras seguidas por um desastre econômico sem igual; e a de Mazzini ao Papa para que passasse a governar uma política… no quadro da sua nova ordem mundial.

Agora voltemos ao nosso mundo católico e aos efeitos sobre ele do «sínodo para a Família de 2015» onde se podem ler sinais no sentido de uma liquidação da velha ordem que regia a Cristandade unida na certeza de uma Palavra de ordem divina que é confirmada em todos os tempos na centralidade universal da Sé Apostólica. Esta, na ordem humana, apoia-se na instituição da Família, como criada por Deus. Muitas podem ter siso as transgressões aos mandamentos de natureza sobrenatural, mas do mesmo modo, restava sempre a possibilidade de recorrer à Voz presente na terra para discernir infalivelmente sobre o bem e o mal.

E é claro ser isto vital para preservar a justa ordem e a consistência da célula familiar para o bem social. Sendo os homens guiados pelos pensamentos dominantes que se concretizam em justas leis, apoiadas em princípios religiosas que dizem respeito à mesma natureza humana – que não muda com os tempos – aqui deve-se ter em mente a Lei por excelência, que está impressa no multimilenar Decálogo, que foi confirmado e aperfeiçoado na sua compreensão pelo Evangelho de Jesus Cristo. Deste derivam os termos da lei codificada pelo magistério que foi confiado à Sé Apostólica na qual pontifica o Vigário infalível de Jesus Cristo.

Eis o bastião a abater a fim de erigir uma nova ordem mundial de lavra humana. Voltamos então a falar do alcance daquilo que aconteceu na sede que consta para o mundo como a católica e apostólica, para entender o sentido profundo do que ocorreu no sínodo dessa entidade que pode ser definida como «igreja sinodal», termo segundo o seu mesmo chefe que a promove com esse nome, lembrando a vontade de continuar o mais que ambíguo Vaticano 2, que passa diante do mundo por «concílio ecumênico», mas que se demonstrou fator modernista para demolir a Igreja de alto a baixo, na sua Doutrina, Liturgia e estrutura social: um fim dos tempos para a Religião Católica, Apostólica e Romana.

Para entender a última transformação visada vejam-se as recentes manifestações de teor jesuítico de Jorge Bergoglio, apresentado como pontífice supremo da Igreja, mas que nas suas externações traça um programa estranho senão oposto ao que a Igreja seguiu até 1958, apesar de toda falha humana na sua bimilenária posição espiritual para o bem do homem. Vamos resumir aqui o que foi já publicado, desde a sua homilia na missa matinal na Casa Santa Marta, ao artigo para o jornal italiano «Corriere», e ao seu discurso de fechamento do sínodo para a Família.

Era abertamente visada a sinuosa inserção da «novidade» de uma admissão da comunhão sacramental dos divorciados recasados. Esta encontrou resistência até o fim nesse sínodo, mas passou de modo ambíguo sob a forma de «discernimento», segundo casos especiais, que podem muito bem contornar o mandamento.

É o que Bergoglio quer e por isto proclama jesuiticamente na sua homilia do dia de fechamento do «sínodo»: “I tempi cambiano e noi cristiani dobbiamo cambiare continuamente”, refletindo sobre o «discernimento» pedido à Igreja para operar em vista dos “sinais dos tempos, sem ceder à comodidade do conformismo, mas deixando-se inspirar pela oração. Os tempos fazem o que devem: mudam. Os cristãos devem fazer o que [ele insinua que] Cristo quer: avaliar os tempos e mudar com eles, permanecendo “firmes na verdade do Evangelho” [que não muda]. O que não é admissível é um tranquilo conformismo que, de fato, faz restar imóveis”.

Eis, pois, o que deveria fazer a Igreja, seguir as mudanças da sociedade que muda com revoluções nas revoluções, numa sociedade em contínua mutação. Discernir sobre as mudanças tornadas independentes da referência evangélica que não muda? Ora o Vaticano 2 ampliou esse «discernimento» com o direito à liberdade de mudar, até na religião e agora, justamente através desse sistema «sinodal» que neste ano reforça o plano conciliar de abertura ao mundo?

Nesse mesmo dia aparece na 1ª página do «Corriere», (o maior jornal italiano em concorrência com a «Repubblica» das entrevistas com Scalfari) a carta assinada Francesco para exaltar o legado do famigerado Cardeal Carlo Maria Martini, o clérigo da “promoção e acompanhamento dentro da comunidade eclesial do estilo da «sinodalidade» colegial tão desejada pelo Vaticano II, que exige, por um lado uma atitude de escuta e discernimento do que o Espírito move na consciência do povo de Deus, na variedade dos seus componentes; e do outros lado o cuidado, a fim de que as diferenças não degenerem em conflito destrutivo … “

Em outras palavras, evocar «novas Pentecostes» para mudar em continuação de sinodos anteriores; revoluções nas revoluções em vista de uma evolução conciliar, quando o Espírito Santo, suscitaria nas consciências, mais que a fé, adaptação às variações de componentes variáveis, neutralizando diferenças [doutrinais de sentido ecumenista] …“ sem medo de tensões, ou mesmo de contestações, que todo impulso profético necessariamente traz consigo (pro veritate adversa diligere era o lema episcopal de Martini)… Mas que foi este «mestre» para quem o perigo não está no que vai contra a fé – mas na falta de diálogo livre, mesmo com quem, como ele quer alterá-la e servindo-se da crítica e desprezo pela história da Igreja!

Martini foi aquele arcebispo jesuíta de Milão para quem: «a dúvida nunca foi obstáculo, mas reforçou o seu ministério de bispo chamado para cuidar do rebanho que lhe foi confiado”… chamado para difundir um novo «magistério da dúvida sistemática» que admite até a eutanásia! “… Em particular ele indicou percursos para ligar a Palavra à vida, mostrando a sua pertinência e relevância para a própria experiência pessoal. Assim ela pode tornar-se agente de conversão, alimentando uma vida mais fraterna e justa, impedindo de refugiar-se à sombra de comodas seguranças preconfecionadas.” (!)

Para evitar esta pura e simples conversão à Fé perene da Igreja, que equivale a significa “refugiar-se à sombra de comodas seguranças preconfecionadas”, este clérigo convida a abrir para “o Espírito que se move nas consciências”, ao “evitar contraposições entre sensibilidades diversas segundo contextos culturais”, indo com “o olhar além dos limites consolidados, favorecendo uma Igreja missionária «in uscita» (em saída) e não fechada sobre si mesma… e criou a Cátedra dos não crentes, à procura da verdade. É nesse sentido que convidou o filósofo Massimo Cacciari, conhecido gnóstico que foi prefeito de Veneza, para ilustrá-la e com quem comungar nas dúvidas, como estas desse «sínodo».

Ora, justamente nessa comunhão de ideias de Martini, Bergoglio e Cacciari, para alargar as fronteiras estabelecidas por Deus para a Igreja da Fé, a favor de uma igreja mais indefinida «chiesa in uscita» – saída para toda dúvida – vamos ouvir então Cacciari, usando para isto uma sua entrevista que Aleteia, voz do Vaticano, publicou dia 25, para assim conhecer como o suco do pensamento gnóstico desse «mestre» da cátedra de descrentes, colima com as conclusões do tal sínodo, promovido por Bergoglio. O assunto parece até contra corrente, mas é exaltação da «capacidade política» de marca jesuítica de Jorge Bergoglio: sem dúvida o clérico mais representativo na série dos «papas conciliares» para fazer entender a todos que o «katéchon», ou seja o obstáculo ao anticristo da carta de São Paulo aos Tessalonicenses “foi tirado do meio” (cf. II Ts 2)!

Ninguém melhor que este filósofo não católico, Massimo Cacciari, pode atestá-lo e demonstrar sua satisfação pelo «feito», tendo escrito sobre a oportunidade disso e tendo esperado ansiosamente durante anos que por fim o «freio» do Papado fosse removido.

O curioso è que ele associa isto a uma excelente manobra jesuítica de que Bergoglio se demonstrou capaz, de modo que teria sido «Santo Inácio quem venceu no Sinodo»: « – 25 ottobre 2015 – É uma data histórica. Francesco recompõe uma disputa milenária». E concorda com o cardeal domenicano Christoph Schönborn sobre a vitória inaciana!

« A re-admissão aos sacramentos para divorciados novamente casados ​​é confiada ao “discernimento” dos confessores, caso a caso. É um compromisso? Resposta: “Sim, mas no melhor sentido do termo: aquele da Companhia de Jesus O Sínodo seguiu Francisco nos passos de Santo Inácio. Não significa concordar fingindo ignorar as diferenças. É o reconhecimento, sempre praticado pelos Jesuítas, da complexidade civil e ética do contexto mundano, com a necessidade de acompanhá-lo em suas avaliações. Isso não significa ceder aos princípios e comportamentos mundanos, mas reconhecer a realidade e se mover dentro dela para mudá-la. “

Em verdade isto corresponde a mudar a noção mesma de pecado da sociedade anterior conforme ensinado pela Igreja, segundo o Evangelho; solução gnóstica e modernista.

«É uma estratégia de “política”? Resposta: Sim. A Igreja de Francisco não se confunde com a ética do mundo, mas está situada no interior de influenciá-la a partir de dentro. A linha Bergoglio é claramente a mesma aplicado sempre e em toda parte pelos Jesuítas. Na América do Sul, China, Índia. Nos séculos esta estratégia foi politicamente combatida não só por reacionários, mas também pelos radicais como Jansênio e Pascal, para quem o Evangelho deve ser uma espada no mundo e o discurso cristão deve ser: sim ou não. O Sínodo reviveu uma racha histórica na Igreja que deverá ser abordada. Francisco é coerentemente um jesuíta, na sua mais nobre aceção…  Não se trata de táticas políticas, como acham os inimigos internos da Bergoglio, mas vem do grande humanista místico. Santo Inácio referia-se à lição de Erasmo de Rotterdam e venerava São Francisxo. Bergoglio não escolheu o nome do Santo de Assis para adular o moderno ambientalismo “.

Qual é o método seguido pelo jesuíta Bergoglio? Resposta: “Dissolver lentamente todos os nós, lentamente, numa perspetiva de milênios. A reforma da Igreja só terminará com o fim dos tempos, no final da história…Paciência é uma virtude recomendado pelos Padres da Igreja, juntamente com a obediência passiva e servil, mas ciente de que a Igreja tem todo o tempo para formar fiéis para ouvir. Pode-se julgar o pontificado apenas a partir dessa perspectiva. O confronto surgido no Sínodo é real, profundo; não vai acabar aqui e pode-se prever como vai acabar. “

«O que poderia ameaçar o papado? “A heterogênese dos fins é um perigo sempre presente na história da Igreja. Bergoglio deve enfrentar dois tipos de resistência à sua ação. A oposição reacionária de uma fronda minoritária destinada a crescente irrelevância. Pessoas que se opõem a Bergoglio por espírito de preservação e que restam barricadas em trincheiras devastadas. Há também uma resposta mais inteligente que tenho nos diálogos francos com alguns bispos. Dizem-me que o fato de darem a comunhão aos divorciados novamente casados ​​já o fazem e é prática comum, … temem colocar a questão preto no branco…”

Eis resumida por um conhecido adversário gnóstico o nó da questão, cuja redação foi em parte vista aqui, certamente lida e aprovada por Bergoglio e seus asseclas, senão como poderia tanta sincera realidade ser publicada por Aleteia? Ora, nós defensores até o fim das “trincheiras devastadas”, leia-se da Catolicidade demolida, não temos dúvida alguma que o jesuitismo exaltado é alheio a Santo Inácio, à Igreja e ao Papa Católico. Se tudo isto pode ser dito, e hoje a comunhão é distribuída sacrilegamente por ai com aprovação episcopal, então o autor citado, o agnóstico Cacciari, nisto tem razão: – o «Katéchon» que detinha o Anticristo foi tirado do meio. Eis o que desencadeou o «Armagedom espiritual» que é a bagarre gnóstica final iniciada com o Vaticano 2, que poucos souberam descrever e uma multidão preferiu ignorar; tratou-se de tantas gnoses, do «pecado filosófico» até o «discernimento sinodal jesuítico» para o fim do tempo das nações, que atingiu Roma.

Deste desenlace Bergoglio é apenas o sexto executor, só em aparência diferente dos predecessores. Esse fato o Orlando ignorou: há uma gnose intrínseca ao modernismo e portanto ao Vaticano 2 e portanto a todos os seus mais altos promotores conciliares; gnose que não pode sustentar nenhuma autoridade, mas ser razão para condenar todo e qualquer falso Cristo em veste apostólica.

Laudetur Jesus Christus!

7 Respostas para “«DISCENIMENTO SINODAL» PARA O FIM DO TEMPO DAS NAÇÕES – que  o Orlando Fedeli ignorava?

  1. Jacob novembro 1, 2015 às 1:41 am

    In sæcula! Amen.

    **********

    Caro Arai,

    Permita-me trazer esta referência – um escrito de Terry Melanson, homem com notável conhecimento de sociedades secretas – sobre a tal previsão de três grandes guerras supostamente feita por Albert Pike. Ao que parece, isso é falso; Albert Pike nunca escreveu isso:

    http://www.conspiracyarchive.com/2015/01/10/albert-pike-to-mazzini-august-15-1871-three-world-wars/

    O autor deste site difere do que normalmente se acha em circulos “conspiracionistas” por referenciar suas afirmações.

    Um abraço e que Deus os abençoe.

    • Pro Roma Mariana novembro 1, 2015 às 9:00 am

      Obrigado Jacob pela informação. Se Pike não previu as guerras, nem por isto deixou de almeja-las, a começar pelas internas do Klu klux klan. Quanto às externas, para uma nova ordem, estão na tal correspondência com Mazzini, outro revolucionário da «nova» Itália, Europa e mundo; mundo sem o freio cristão para os seus desvarios.

  2. Batiz novembro 1, 2015 às 1:32 pm

    Agora o Arai me apanhou com uma coisa importantíssima que eu até agora desconhecia! Nunca vi um assunto mais oportuno neste sito.
    Agora comentários: embora haja uns que queiram precipitar os eventos, há muitos, que querem esquivá-las. Isto é evidente em filmes de terror, onde o fim do mundo é visto como um mal, um fim desta vida sem sentido e dos prazeres vazios.
    Parece que o anticristo não é uma necessidade absoluta, mas vai acontecer porque o merecemos.

    • Pro Roma Mariana novembro 1, 2015 às 2:49 pm

      Caro Zoltan, não há mais como esquivar a questão, porque o tal «discernimento» sendo outra hipócrita desculpa para mais uma liberdade das consciências de infringir a lei evangélica, só pode ter sido permitida no espírito do anticristo. Se tal «facilitação enganosa» vem da Sede que deveria confirmar a lei da Verdade, então é claro que a Sede está certamente ocupada por anticristos; estes não só deixam, mas querem também a liberdade da profanação eucarística; pôr a santa Hóstia não só em mãos adultas mas adúlteras, livres de toda lei.
      É o mega engano que o mundo merece, porque invoca castigos terminais.

  3. Jacob novembro 1, 2015 às 5:54 pm

    O cínico da entrevista terá razão em falar dos reacionários condenados à irrelevância caso se refira aos “conservadores” que se opõem às mudanças do anticlero modernista ao mesmo tempo em que participam dele e defendem sua autoridade.

    Esses, sim: estão condenados à irrelevância. A Verdade, ou se a aceita por inteiro ou não se a aceita.

    • Pro Roma Mariana novembro 1, 2015 às 8:48 pm

      Um comentador do meu artigo em italiano, em que cito Cacciari, me informa que esta frase (“L’opposizione reazionaria è una fronda minoritaria destinata a una crescente irrilevanza.”) é ao pé da letra do conhecido esoterista gnóstico Elémire Zolla Assim se compreende melhor em que time jogam os amigos do que propõe Bergoglio com espírito de demolição. Que as nossas trincheiras estejam devastadas devido à essa mutação em Roma é um fato, mas como disse bem, condenados à irrelevância estão os que não aceitam a Verdade integral, que é uma só; a falsidade sinodal só não é irrelevante hoje porque é espetáculo abominável.

  4. Pingback: ELSÍNODO Y LOS ÚLTIMOS TIEMPOS | AMOR DE LA VERDAD

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