Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

A CRUZADA DO ROSÁRIO CONTRA A REVOLUÇÃO EM PORTUGAL

 

Milícia do Rosário

 

A cruzada foi um apelo à ajuda celeste. Assim foi que em 1915/16 apareceu o Anjo de Portugal, que se pode crer seja São Miguel Arcanjo, em Aljustrel de Fátima. Vinha preparar para a vinda de Nossa Senhora no ano seguinte.

Não se repete a situação hoje pela qual se deve pedir a salvação de Portugal e dessa Europa desvairada?

 

«Fátima à Luz da História», Costa Brochado

A Cruzada do Rosário

I

Reatemos o fio interrompido, levando até no fim o doloroso espectáculo da impiedade republicana dos primeiros anos do regime, para virmos, em seguida, com lógica, ao âmago desta obra.

Depois da reacção do Governo Pimenta de Cas­tro, os católicos recobraram ânimos para a luta, con­soante vínhamos dizendo, organizando-se por todo o país com notável coragem e desassombro. Em 1916 dois diários particularmente aguerridos e bem redigidos, a Ordem, em Lisboa, e a Liberdade, no Porto, castigaram duramente, com singular energia e correcção, os desmandos democráticos, reivindi­cando heroicamente os direitos da Igreja, apoiados no Parlamento pelos deputados católicos, poucos mas bons. Mas as organizações secretas de carácter anárquico, pulverizadas em grupos terríveis, que mereceram a alcunha de formiga branca, responderam ao recrudescimento da acção católica com uma pavorosa ofensiva, de norte a sul do país, dei­xando a perder de vista as perseguições anteriores à situação Pimenta de Castro. A tiro e à bomba, pela calada da noite ou à clara luz do dia, nas ruas da capital e nos caminhos da aldeia, multiplica­vam-se os assaltos a igrejas e centros católicos, agredindo-se barbaramente as pessoas mais paca­tas e chegando-se ao cúmulo de vaiar oficiais do exército fardados, no coração de Lisboa, escarrando-lhes nos galões. Por fim, vieram tempos em que se matavam adversários, com uma frieza cafreal, a tiro de pistola, as mesas dos cales, em pleno Chiado e no Rossio!

Enquanto a formiga branca assim ia roendo as traves mestras do edifício social, afogando o país numa oficina de crimes, semeando o pavor e a cobardia, o Governo exacerbado pela rápida ditadura de Pimenta de Castro deixava levar a todas as consequências o ódio religioso das seitas enraivadas. E o mais espantoso desta perseguição feroz era que muitos dos perseguidores vinham sendo alimenta­dos, desde os últimos anos da Monarquia, pelo rendimento dos bens da Igreja, confiscados aos conventos.

Por isso, um jornal pôde escrever, em fundo, estas palavras incríveis: «Os avultados rendimen­tos dos conventos suprimidos eram até agora absor­vidos por numerosos subsídios de favor, que uma vez representavam a escandalosa liberdade galanteadora de alguns ministros mais atreitos às con­quistas femininas, outras vezes a generosidade partidária em amparar os caídos na luta política pelos desvarios de uma existência faustosa e esté­ril. Havia em Lisboa vários frades e freiras que de mês a mês embolsavam com uma pontualidade bri­tânica apetecidas somas, a título de terem perten­cido a esses conventos, que por vezes nunca tinham visto, e a pretexto de coadjuvarem os serviços de arrolamento, inventário e fiscalização dos referi­dos conventos em repartições onde nunca puseram os pés. Estão-nos a saltar ao bico da pena os nomes de vários felizes que a generosidade ministerial sentou à mesa do orçamento com a proverbial gentileza com que no nosso país se dispõe dos rendimentos do Estado para remunerar serviços partidários e retribuir atenções particulares»[1].

Quanto ao valor das extorsões feitas à Igreja em consequência da Lei da Separação, no período que vai de 1911 a 1920, fala claramente o relatório da Comissão encarregada da aplicação dessa lei, publicado no Diário do Governo. Durante esse prazo de tempo o Estado havia arrancado a Igreja títulos diversos no valor de 12.600 contos, números redondos, dinheiro que devemos multiplicar segundo o câmbio de 1921. Esses títulos e outros bens encorporados na Fazenda Nacional haviam produzido, no mesmo prazo de tempo, em juros e rendimentos, 3.650 contos em moeda de 1921; e pelo Ministério das Finanças já haviam sido desamortizados bens e domínios directos da Igreja no valor de 1.870 contos, moeda de 1921. No mesmo número de anos, só os bens, foros, laudémios e outros rendimentos que eram da Igreja, administrados pela Comissão da Lei da Separação, renderam a quantia de 2.032 contos, moeda da época referida. De 1911 a 1921 estavam definitivamente encorporados, na Fazenda Pública, 4.677 prédios e domínios directos perten­centes à Igreja. Mas, conforme a Comissão se quei­xava, em 1921 faltava arrolar ainda 129 freguesias! O aumento dos rendimentos dos bens confiscados à Igreja aumentava de ano para ano de uma forma significativa. Tendo começado por ser, em 1911, de 32.784$67,8, subia, em 1921, a 553.196$97.

Sobre a maneira como estes bens foram administrados, temos o depoimento da Comissão encar­regada, em Janeiro de 1918, de proceder a um inquérito acerca do assunto. Quanto aos papéis de crédito confiscados à Igreja, verificou-se que «até à presente data, a maioria dos inspectores de finan­ças nao conseguiu haver recibos ou simples ofícios acusando a recepção das remessas efectuadas». No que tocava a imóveis, não havia cadastro descritivo deles; dos arrolamentos feitos em igrejas e conven­tos de Lisboa dizia a Comissão que os objectos de culto foram entregues sem qualquer auto, motivo porque se ignoravam as entidades que os guarda­vam; os de valor artístico, igualmente foram re­colhidos sem prévia avaliação nem autos de entrega, havendo casos em que até faltava recibo do museu onde ficaram; quanto aos leilões de objectos ven­didos, verificava a Comissão não se terem obser­vado as disposições legais, faltando autos, e não havendo avaliações nem o nome dos compradores e respectivas assinaturas.

Por tudo isto, e muito mais que omitimos, caí­ram as mais graves suspeitas sobre os executores da Lei da Separação, nunca mais se livrando à fama popular de haverem deixado os bens da Igreja ali­mentar os ímpetos dos seus inimigos, muito embora a referida Comissão de Inquérito tivesse escrito, ao apresentar o seu relatório, que não tinha «elementos, por agora, para afirmar ou negar que tais irre­gularidades se cometeram»[2].

Esbulhada dos bens e rendimentos, manietada nos seus movimentos, com os Bispos e padres mon­teados como feras, a Igreja cai na indigência, en­trando numa época de martírios. Mas o martírio parece ser, na história da Igreja de Cristo, o selo da sua eternidade e o sinal da vitória. Assim, quando nesse calamitoso ano de 1916 os ímpios tinham motivos para supor a Igreja derreada, pres­tes a sucumbir, eis que ela se ergue mais forte e bela do que nunca, lançando-se à reconquista da cristandade portuguesa com a arma singular do Terço do Rosário! Organizou-se em todo o pais a Cruzada do Rosário, em que se alistaram nas cida­des e aldeias milhares de homens, mulheres e crianças, todos solenemente comprometidos a cumprirem este programa : 1.° — Rezar o Terço todos os dias pelo ressurgimento temporal e espiritual de Portugal, de preferência em família, sempre em Comum; 2.º — Rezar o Terço uma vez em cada semana, em comum com o grupo a que pertencesse, na Igreja ou em público, em dia e hora mar­cados pelos dirigentes; 3.º — Comungar todos os domingos ou, ao menos, no primeiro de cada mês, pelas intenções da Cruzada. Os sacerdotes deve­riam estabelecer a Confraria do Rosário em todos os locais aonde ainda não existisse, e a Cruzada devia alistar o maior número de pessoas sincera­mente dispostas a cumprir os seus regulamentos. No lar dos cruzados deveria ser entronisada uma imagem de Nossa Senhora do Rosário ou pelo menos uma estampa.

O jornal A Ordem, dando conta da fundação desta cruzada magnífica, concluía o seu artigo com este confiado incitamento: «Católicos! Propague­mos o Rosário — e Deus será connosco!»[3]

A devoção do Rosário, que é a arma mais eficiente das multidões católicas, tem raízes fundas em Portugal. Segundo Frei Agostinho de Santa Maria, foi no reinado de D. Sancho II que se introduziu, entre nós, a devoção do Rosário, por inter­médio dos Dominicanos. No século XV já o Rosário é popular. E daí para cá nunca cessou de aumentar a sua divulgação em Portugal. No século XVIII já é o próprio Ministro da Guerra quem ordena que os soldados rezem, em comum, nos seus quartéis, o Terço do Rosário. Depois das primeiras persegui­ções religiosas do século XIX, o terço começou a ser rezado, à noite, em coro, nas casas cristãs, ha­vendo terras onde o coro se estabelecia entre duas casas fronteiras, quando a rua era estreita e as almas ardiam em fé[4].

Encontrou, portanto, a Cruzada do Rosário campo propício à sua acção, no sub-consciente deste povo secularmente devoto a Nossa Senhora do Rosário. E os resultados da campanha foram sur­preendentes. Todos os dias, milhares de portugue­ses, desde o Algarve ao Minho, nos píncaros das serras, nas planícies dos campos ou nas ruelas das cidades, rezavam à Virgem, pedindo-lhe a salvação de Portugal!

Quando a Cruzada iniciou os seus trabalhos, a situação do país em matéria religiosa era assim definida, pela Ordem, em artigo de fundo: «A Igreja Católica em Portugal está atravessando uma crise terrível. Não há memória de outra assim. E tão decisiva que ou resiste ou morre de vez»[5].

II

Os primeiros frutos da reacção católica começaram a colher-se em 1916. Conforme dizia A Ordem, em seu número de 14 de Março daquele ano, o vírus anárquico invadira tudo, sendo as classes intelec­tuais as mais atacadas. E destas, «a mais infeccionada pelo referido vírus, nas suas múltiplas metamorfoses, é, incontestavelmente, a classe médica». Transformara-se em símbolo do primitivismo científico dos médicos políticos dessa época o Dr. An­tônio José de Almeida quando fez a revelação de jamais ter encontrado a alma humana na ponta do bisturi, nas suas horas de anatomia…

Pois bem. Foi essa mesma classe a primeira a reagir, organizando, em 1916, um congresso de médicos católicos, onde se discutiram os mais curiosos problemas relativos à fé e à ciência. E logo marcaram novo congresso para o ano se­guinte, colocando-se sob a protecção da «sua celeste padroeira a Santíssima Virgem», que invocavam como «Sede Sapientiae», ao passo que na Facul­dade de Medicina os Mestres se viam obrigados, apesar da impiedade que os dominava, a rejeitar teses de dissertação por «nimiamente subversivas»!

Por esse mesmo tempo, reunia-se no Algarve, à volta do Bispo D. António Barbosa Leão, um verdadeiro congresso de católicos portugueses, cujos frutos alimentaram os maiores entusiasmos e as melhores esperanças.

Portugal havia entrado na guerra, e a mobili­zação do Corpo Expedicionário Português enchia as aldeias de lágrimas e desesperos, porque o povo não compreendia nem sentia aquela guerra, e tudo atribuía aos castigos de Deus. Como se isto não bastasse, caíra sobre o país uma terrível epidemia de tifo e bronco-pneumónica, que sobretudo nos anos seguintes dizimou as populações de uma forma muito grave. Quando começaram a vir do front as primeiras notícias do sector português, cobriu-se o país de luto ante as baixas constantes, e o Governo tornou-se alvo da maior antipatia. Deste modo, conjugavam-se as perseguições religiosas, que tanto haviam dividido o país, com os horrores da guerra e a razia da peste, sem faltar também a fome negra, para que a tragédia nacional assumisse proporções indescritíveis. Fora preciso o Partido Democrático transigir, aceitando um governo de todos os partidos, a que chamaram governo da união sagrada, para ver se o país não explodia. Mas a guerra continuava cada vez mais impopular, e as multidões, perdidas as esperanças nos homens, voltaram-se para Deus, num apelo angustioso.

O Mês de Maria, do ano de 1916, já fora um sinal evidente de que a onda de impiedade começava a recolher-se ao oceano furioso de onde proviera. O Mês de Maria era, conforme atrás dissemos, o quadro mais tocante das cerimónias religiosas da­quela época. Graças à acção da Cruzada do Rosá­rio, o mês de Maio de 1916 converteu-se, de norte a sul do país, numa prece diária à Padroeira de Portugal, rogando-lhe a paz e a alegria de viver.

Em Lisboa, o Mês de Maria abrira, esse ano, com toda a solenidade, na Igreja das Mercês, onde multidões sucessivas iam ajoelhar aos pés da Nossa Senhora da Conceição, da Escada, que se via revestida com o rico vestido que lhe oferecera a Rainha D. Estefânia, no meio de um jardim de rosas per­fumadas. E o Papa, associando-se a este fervor espe­rançoso, mandara a bênção papal à Irmandade de Nossa Senhora da Escada, cuja história data da primeira Dinastia, conforme vimos no capítulo anterior.

Mas o grande acontecimento do Mês de Maria deste ano, em Lisboa, foi o escândalo dado por inúmeros oficiais do Exército, que apareceram inespe­radamente nas igrejas mais centrais da capital, associando-se aos milhares de fiéis no culto à Vir­gem Padroeira de Portugal. O facto assumiu pro­porções tais, sobretudo por esses oficiais se apre­sentarem fardados aos pés da Virgem Maria, que redundou em caso político, dando azo às mais vivas discussões. O insuspeito cronista político de Lisboa para o Jornal de Notícias do Porto, comentando, dias depois, o acontecimento, rematava sua crónica com este período esclarecedor: «O caso tornou-se muito notado e tem sido comentadíssimo por vir­tude das excepcionais condições em que se encon­tram aqueles que assim acorreram em busca do conforto espiritual num dos mais graves períodos da sua vida»[1].

Decididamente, a Cruzada do Rosário contra a impiedade moderna começava a produzir, com as armas da oração, efeitos semelhantes aos que no século XII obtiveram dos infiéis as cruzadas militares. Os católicos têm ainda muito que sofrer, mas os sinais da libertação começam a acumular-se.

Em todo caso, as forças da impiedade não ficaram indiferentes a este recrudescimento reli­gioso e antes reagiram violentamente, entregando-se às suas habituais perseguições e atropelos. Por seu lado, o Governo, longe ainda de compreen­der que chegara a hora de dar a Deus o que é de Deus, de novo procurou sufocar o magnífico renas­cimento da velha fé nacional, proibindo a circula­ção de documentos pontifícios em que o Papa se dirigia aos fiéis, exortando-os a prosseguirem na Cruzada de amor e paz em que vinham apostados. Esta imprudente tentativa para isolar da Santa Sé a cristandade portuguesa, provocou a maior indi­gnação, tendo o alto clero resolvido dirigir-se ao Chefe do Estado, protestando contra a forma como o Governo vinha lesando e deixando lesar os direi­tos da Igreja e a liberdade de consciência dos católicos.

Foi o Cardeal Patriarca de Lisboa que assinou o memorável documento entregue ao Chefe do Estado, longa história de todos os atropelos, extor­sões, vexames e violências de que a Igreja vinha sendo vítima desde 1910 para cá. Dele extraíamos esta parte arrepiante: «O encerramento e profana­ção de Igrejas, o arrombamento de sacrários, a impiíssima afronta dirigida a Jesus Sacramentado, com a dispersão de sagradas partículas, a bárbara mutilação das imagens dos Santos, arrancadas bru­talmente dos altares e arrastadas pelas ruas e pra­ças públicas por entre impropérios e assuadas infamantes, ou leiloadas como desprezíveis e vis mercadorias, o esbulho dos rendimentos e bens à Igreja pertencentes por insofismável direito; as peias e óbices constantemente levantados ao exer­cício do culto católico nas Igrejas e Capelas ainda ao mesmo abertas; as perseguições de que têm sido e dia a dia vêm sendo alvo os Ministros deste Culto regulares e seculares, em qualquer dos graus da jerarquia eclesiástica, expulsando-os das suas residências e presbitérios, e até do seu país, cercando-os de privações e reduzindo-os à pobreza mais descaroável; a secularização das Capelas dos Cemitérios, construídas para nelas, e sob a protec­ção da Cruz de Cristo, dormirem o eterno sono os católicos falecidos no ósculo do Senhor; a laiciza­ção do ensino e, com ele, a escola sem Deus; o in­citamento, mais que muito acentuado, em outras medidas, para afugentar da Casa de Deus os que nela devem entrar para renascerem para a vida pelo baptismo, para se unirem pelo Sacramento do Matrimónio, e receberem a graça e os necessários socorros para preencherem os deveres a que se sujeitam ao ligarem para sempre os seus destinos sobre a terra, ou para, depois da morte, se recita­rem junto deles as preces e as orações da Igreja que, beneficiando a alma chamada à divina pre­sença do Supremo juiz, minoram e suavizam a mágoa dos que na terra ficam»[2].

Este quadro impressionante da situação da Igreja em Portugal, traçado pela suprema autoridade eclesiástica, deve ter deixado o Chefe do Estado, que era o ilustre e sensível Dr. Bernardino Machado, seriamente preocupado. Mas que poderia ele fazer, ainda mesmo que alguma coisa estivesse disposto a emendar, perante a fúria poderosa das alfurjas?

Mais uma vez os católicos verificaram nada terem a esperar dos políticos, motivo porque se confiaram inteiramente a Deus, por intercessão da Virgem Maria, pedindo-lhe instantemente que sal­vasse Portugal como sua Padroeira. E o ano de 1916, apesar de cheio de sofrimentos, acabou num coro alegre de vozes entoando à Virgem orações quase dramáticas.

[1] A Ordem, 1 de Junho de 1916.

[2] A Ordem, 18 de Abril de 1916.

 

[1] O Tribuno Popular, Coimbra, 14-1-1905.

[2] A Ordem, 9 de Abril de 1918; O Mensageiro de Leiria, 25 de Novembro de 1922.

[3] A Ordem, Lisboa, 19-3-1916.

[4] Santuário Mariano, Tomo I, Cap. XIV; Frei Luís de Sousa. História de S. Domingos, L.° III, Cap. XV; Alberto Pimentel. Ob. cit., pág. 47; Latino Coelho. Ob. cit. I, pág. 273; Fortunato de Almeida. História da Igreja em Portugal, Tomo IV, Parte III, pág. 297.

[5] A Ordem, 10-3-1916.

[6/7] A Ordem, 1 de Junho de 1916/ 18 de Abril de 1916.

Uma resposta para “A CRUZADA DO ROSÁRIO CONTRA A REVOLUÇÃO EM PORTUGAL

  1. Jacob dezembro 1, 2015 às 10:13 am

    Nossa querida Mãe do Céu! Nunca nega o necessário auxílio a quem lhe recorre com fé.

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