Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

O NÃO SEDEVACANTISMO CONDUZ À PERDA DA FÉ

Nossa-Senhora-de-La-Salette

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

 

Escutemos o Papa Pio XII, em passagens da encíclica “Sertum Laetitiae”, promulgada em 1 de Novembro de 1939:

«A consideração do Bem já obtido não deve levar à inércia do ócio, nem produzir deleites de vanglória nos espíritos, mas acender novos ardores no combate contra o mal, e solidificar com maior firmeza todas as obras salutares, úteis e dignas de louvor. O Cristão, que respeita a dignidade do seu Nome, nunca deixa de ser apóstolo; O SOLDADO DE CRISTO JAMAIS HÁ-DE SAIR DO COMBATE, DE CUJA PARTICIPAÇÃO SÒMENTE A MORTE O PODE ARRANCAR. Bem sabeis onde deve ser mais atenta a vossa vigilância, e que programa de acção traçar ao trabalho de sacerdotes e fiéis, para que a religião de Cristo, removidos os óbices, senhoreie os espíritos, oriente os costumes, e causa única de salvação, penetre os refolhos íntimos e as próprias veias da sociedade civil. Muito embora os progressos dos bens exteriores e materiais, os confortos melhores e mais copiosos que deles provêm para a vida, não se devam desprezar, não obstante, de modo algum, são eles suficientes para o homem, nascido para coisas melhores e mais sublimes. Feito à Imagem e Semelhança de Deus, a Deus anela por inelutável impulso da alma, sempre triste e inquieto, se escolhe colocar seu amor onde não está presente a Suma Verdade e o Infinito Bem. De Deus afastar-se é morrer, a Deus Converter-se é viver, em Deus permanecer é iluminar-se. A DEUS PORÉM NÃO SE CHEGA SEM ATRAVESSAR ESPAÇOS CORPÓREOS, MAS SOB A DIRECÇÃO DE CRISTO, PELA PLENITUDE DE UMA FÉ SINCERA, INTEMERATA CONSCIÊNCIA E VONTADE RECTA, PELA SANTIDADE DAS OBRAS, E PELA OBTENÇÃO E USO DE UMA LIBERDADE GENUÍNA CUJAS SAGRADAS NORMAS FORAM PROMULGADAS PELO EVANGELHO. Se, ao contrário, se desprezam os Divinos Mandamentos, não só não se obtém a felicidade colocada além do breve espaço de tempo assinado à existência terrena, MAS VACILA A PRÓPRIA BASE NA QUAL ASSENTA A VERDADEIRA CIVILIZAÇÃO DA HUMANIDADE, E SÓ SE DEVEM ESPERAR LASTIMÁVEIS RUÍNAS; é que os caminhos que levam à vida Eterna, SÃO A FORÇA VIVA E SEGURO ALICERCE DAS REALIDADES TEMPORAIS. Como, de facto, podem ter garantias o bem público e o decoro da civilização, se se subverte o Direito e se despreza e ridiculariza a virtude? Acaso não é Deus a Fonte e o Sustentáculo do Direito? O Inspirador e Prémio da virtude? Ele a Quem nenhum legislador se assemelha? (Cf Job 36,22 )

Em toda a parte – segundo a confissão de homens sérios – é esta a raiz amarga e fértil de males: O DESCONHECIMENTO DA DIVINA MAJESTADE; A NEGLIGÊNCIA DOS PRECEITOS MORAIS ORIUNDOS DO ALTO; UMA LAMENTÁVEL INCONSTÂNCIA QUE HESITA ENTRE O LÍCITO E O ILÍCITO, O BEM E O MAL. DAÍ O CEGO E IMODERADO AMOR PTÓPRIO; A SEDE DOS PRAZERES; O ALCOOLISMO; AS MODAS DISPENDIOSAS E IMPÚDICAS; A CRIMINALIDADE, MESMO DE MENORES, A AMBIÇÃO DO PODER; A NEGLIGÊNCIA COM RELAÇÃO AOS POBRES; A CUPIDEZ DE RIQUEZAS INÍQUAS;O ABANDONO DOS CAMPOS; A LEVIANDADE EM CONTRAIR OS MATRIMÓNIOS; OS DIVÓRCIOS; A DESAGREGAÇÃO DAS FAMÍLIAS; O RESFRIAMENTO DO MÚTUO AFECTO ENTRE PAIS E FILHOS; A DESNATALIDADE; A DEGENERESCÊNCIA DA RAÇA; O ENLANGUESCIMENTO DO RESPEITO PARA COM AS AUTORIDADES; O SERVILISMO; A REVOLTA; A DESGENERESCÊNCIA DOS DEVERES PARA COM A PÁTRIA E PARA COM O GÉNERO HUMANO».

 

Cumpre desde já assinalar que existe uma grande diferença entre não-sedevacantistas e anti-sedevacantistas; estes últimos estando, em geral, de má fé, e posicionando-se como aliados da maçonaria internacional; os primeiros, contudo, estão de boa fé, pois não excluem que a Santa Madre Igreja, restaurada, e instruída por Deus, proclame um dia, formalmente, a plena nulidade dos papas conciliares. Existe contudo um argumento destes não sedevacantistas que aqui pretendo refutar: O de que não compete aos católicos, e nem mesmo aos bispos, colocar em causa a autoridade suprema, visto a Igreja não ser uma democracia. Evidentemente que a Santa Madre Igreja constitui uma monarquia, não hereditária, de Direito Divino Sobrenatural, e nesse preciso sentido É UMA MONARQUIA ABSOLUTA. Todavia, o ABSOLUTO dessa monarquia É O ABSOLUTO DE DEUS, E NÃO O ABSOLUTO DE QUALQUER HOMEM; NA EXACTA MEDIDA EM QUE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO É VERDADEIRO DEUS E VERDADEIRO HOMEM. Embora os Mistérios Sobrenaturais estejam, essencialmente, acima da razão humana, de modo algum são contrários à mesma razão, pois podem e devem ser reconhecidos e adorados pelas almas elevadas ao Estado Sobrenatural, pois que mesmo a participação acidental na Natureza Divina, pela Graça Santificante e pelas Virtudes Teologais e Morais e pelos Dons do Espírito Santo, mesmo essa participação, não elide, nem pode elidir, a distãncia substancial infinita entre criatura e Criador, entre ABALEIDADE E ASSEIDADE; APROXIMA-OS ONTOLÒGICAMENTE DE MODO INEFÁVEL, DE MODO MARAVILHOSAMENTE ÍNTIMO, SEM DÚVIDA, MAS NÃO DESTRÓI A DISTÃNCIA METAFÍSICA.  

Neste quadro conceptual, PERTENCE, ATÉ CERTO PONTO, À RAZÃO HUMANA, NOMEADAMENTE À RAZÃO DO BAPTIZADO, CONFERIR A SACROSSANTA FÉ TEOLOGAL COM A TRAIÇÃO À MESMA DESENVOLVIDA POR QUEM QUER QUE SEJA. Os não sedevacantistas admitem, sem dúvida, que os “papas” conciliares não são católicos; mas recusam-se, por princípio, a aprofundar a questão, porque, acrescentam, a Igreja não é uma democracia.

Nunca a Santa Madre Igreja defendeu qualquer espécie de obediência cega; tal seria contraditório com a natureza espiritual, racional, do homem; seria outrossim contraditório com a doutrina Cristã que tudo, absolutamente tudo, a começar pela própria obediência, subordina à Fé Teologal Sobrenatural; e opor-se-ia igualmente às Leis da Providência que tudo tempera com suavidade. São Tomás de Aquino é um grande adversário da obediência cega, pois na complexa condição humana tudo terá de possuir a seu estatuto e posicionamento hierárquico, quer na Ordem Natural, quer na Ordem Sobrenatural, e a razão humana, mesmo na Ordem Natural, reflecte, e é medida, essencialmente,  pela Inteligência Divina, podendo julgar se as ordenações humanas subvertem, ou não, a Lei Eterna, extraindo os respectivos corolários.

 

O EXERCÍCIO CONCRETO DE UMA FUNÇÃO NÃO PODE SER CONTRADITÓRIO COM A DEFINIÇÃO DO PRINCÍPIO CONSTITUTIVO DESSA MESMA FUNÇÃO.

Contrariar esta tese é violar princípios intangíveis de ordem lógica, O QUE CONCORRE, AINDA QUE A LONGO PRAZO, PARA A PERDA DA FÉ; A QUAL NÃO SUPORTA, NEM SUBSISTE, EM CONFRONTO POSITIVO COM PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS INCOMPATÍVEIS COM A SÃ RAZÃO.

O problema, aliás, não é apenas o facto de os “papas” conciliares não serem católicos – É SEREM PÙBLICAMENTE APÓSTATAS, DEICIDAS, E PROPAGADORES DO ATEÍSMO E CONSEQUENTE NIILISMO MORAL.

Aliás, mesmo no seu foro íntimo, por causa da prerrogativa da infalibilidade, um Papa não pode perder, habitualmente, a Fé Teologal. Logo, se não é papa, então nunca foi papa. Quem escreve estas linhas professa o sedevacantismo há 35 anos, todavia necessitou de aprofundar sobrenaturalmente a vida de Fé, e consultar certos autores, para concluir que a perda do pontificado é contrária às promessas de Nosso Senhor Jesus Cristo. As negações de Pedro não podem ser comparadas à apostasia deicida conciliar, porque foram materiais e não formais, porque provocadas pelo medo; Pedro perdeu, sem, dúvida, a Graça Santificante, por ter traído o Mestre, mas não perdeu o direito ao pontificado; e pelo seu arrependimento, recuperou depois a mesma Graça.

Os não sedevacantistas também não podem argumentar que se acaso o usurpador do Sólio Pontífício se arrependesse, rectificando toda a sua orientação, se tal acontecesse, tornar-se-ía papa, por SUPRIMENTO DA IGREJA ETERNA, o que, em abstrato, está correcto. Em primeiro lugar, não acreditamos, em absoluto, nessa hipótese; mesmo assim, se tal acontecesse,o arrependido seria imediatamente assassinado pela maçonaria vaticana, como talvez tenha sucedido com João Paulo I. O problema não são só os “papas”; estes impostores são meros empregados da maçonaria internacional, agindo em obediência à tenebrosa instituição, auxiliando-a eficazmente a conquistar a face humana do Corpo Místico. Por exemplo: Roncalli tinha sido cometido da missão precisa de convocar o “concílio”, reabilitando os anti-teólogos da morte de Deus, proscritos por Pio XII; bem como de criar fornadas de cardeais progressistas que assegurassem a eleição de Montini.

CONSTITUI UM COMPLETO ABSURDO, E CONTRÁRIO A TODO O DIREITO DIVINO E HUMANO, PRETENDER “ESPERAR” PELA MAIS QUE IMPROVÁVEL CONVERSÃO DOS ANTI-CRISTOS CONCILIARES. É NECESSÁRIO, SIM, TENTAR ELIMINÁ-LOS, FUNDAMENTALMENTE, ESCORRAÇÁ-LOS DE UM ESTADO SOBERANO DO VATICANO, RECONQUISTADO PELA FORÇA, PARA MÃOS CATÓLICAS. Se tal acontecesse, com a ajuda de Deus, a Santa Madre Igreja, mesmo continuando nas catacumbas, já poderia dispor, não apenas do que mais necessita – a restauração da linhagem dos Papas; mas de uma extremamente útil titularidade de Direito Internacional. Mas também neste caso, devemos confessar, é muito duvidoso (mas não impossível) que a sociedade internacional respeitasse a Soberania do Estado do Vaticano sob a Coroa regenerada de um PAPA CATÓLICO.    

Sintetizando: Qualquer baptizado (se não for varão, deverá moderar essencialmente a sua actuação pública) possui, não só o direito, mas o estrito dever, de proclamar, hieràrquicamente, objectivamente, o mais alto que a sua condição permitir, a maior fraude da História Universal: A PROPAGAÇÃO DO ATEÍSMO E DA MAIS GRAVE IMORALIDADE, COM A APARÊNCIA DA AUTORIDADE DO PRÓPRIO DEUS.

Que devemos deixar ao cuidado Divino a solução do problema da restauração da linhagem dos Papas?

Uma das grandes lições da Sagrada Escritura, bem como da própria História da Igreja, É QUE DEUS NOSSO SENHOR, NO SEU GOVERNO DO MUNDO, NUNCA DISPENSA OS HOMENS DO QUE ELES PODEM, E DEVEM, FAZER. Quando Nosso Senhor ressuscitou Lázaro, ordenou que Lhe removessem a pedra do sepulcro, e após a saída de Lázaro, Nosso Senhor ordenou que o desenfaixassem e o deixassem ir. É certo que a Sagrada Escritura e a Tradição eclesiástica ensinam que Nosso Senhor, quando voltar glorioso, matará o anti-Cristo, mas não afirmam que Deus Nosso Senhor dispensará o concurso adequado dos homens.

Vamos esperar que Deus Nosso Senhor nos revele que os papas conciliares são falsos? Vamos esperar uma aparição da nossa querida Mãe do Céu nesse sentido? SERIA OCIOSO, E MESMO PODERIA INCORRER EM CUMPLICIDADE NA OBRA DEICIDA.

Em nome da não democraticidade da Constituição da Santa Madre Igreja, vamos permitir, a mais brutal, a mais monstruosa, a mais infernal, destruição da Sacrossanta Fé Católica; vamos permitir que se lançe à sentina da História, e à irrisão do mundo ateu, os Mandamentos da Lei Divina; quando afinal É A FÉ, TEOLOGAL, SOBRENATURAL, QUE É CONSTITUTIVA E ALICERCE ABSOLUTO DA MESMA SANTA MADRE IGREJA?

Quem assim procede acabará por perder a Fé! Quem escreve estas linhas conheceu, com alguma intimidade, nos anos setenta, um sacerdote muito piedoso, mas que não podia acreditar que a Santa Madre Igreja estivesse a ser vítima das forças anti-Cristo corporizadas na maçonaria internacional, guardando sempre um grande respeito pelo “Santo Padre”; pois se esse sacerdote fosse mais novo e tivesse vivido até hoje, estou certo que ele já teria perdido a Fé. Ele repetia muito: “Meu filho, não sei como ainda tenho a Fé.”        

O próprio Monsenhor Lefebvre, se ainda hoje vivesse, já há muito que teria comprometido, pública, formal e oficialmente a sua autoridade episcopal numa declaração confirmando a usurpação do Sólio Pontifício, por anti-Cristos. Pena foi que assim não houvesse procedido aquando das Sagrações, como aliás pretendia D. António de Castro Mayer.

Rezemos por todos, mas sobretudo por estes nossos irmãos que embora conscientes da apostasia do anti-Cristo, continuam esperando um sinal Celeste, muito pouco provável, se tivermos em linha de conta a Teologia da Providência Divina; porque as vicissitudes da vida pública da Santa Madre Igreja jamais poderiam ser dirimidas por uma revelação particular, ainda que com repercussão eminentemente pública e mundial, como é o caso das Aparições de Nossa Senhora de Fátima.

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 6 de Janeiro de 2016

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

4 Respostas para “O NÃO SEDEVACANTISMO CONDUZ À PERDA DA FÉ

  1. Zoltan Batiz janeiro 12, 2016 às 12:42 pm

    O anti-sedevacantismo é mais desonesto.
    Isto que conduz à criação de uma fé esquisita.

  2. Luís Coelho janeiro 13, 2016 às 12:58 am

    Não creio que João Paulo I tivesse sido assassinado por qualquer eventual tentativa de retorno à Tradição. Desde logo, o nome escolheu foi em “homenagem” aos seus dois antecessores, o que leva a crer que deveria continuar as suas obras. Por outro lado, em apenas 33 dias de pontificado, muitas foram as evidências de que, caso vivesse, seria um papa demasiado modernista/progressista. Lembremo-nos de que causou grande perplexidade, até mesmo na Cúria Romana, uma célebre frase proferida durante um “Angelus”: “Deus é mais mãe do que pai.” Penso que João Paulo I terá sido assassinado precisamente pelo facto de ter dado demasiado nas vistas no cumprimento da missão (a ordens da maçonaria) de adaptar a Igreja ao mundo. O seu erro foi esse: ir depressa demais. E, claro, a maçonaria não perdoa. De facto, o plano que a maçonaria tinha traçado, e que começou a cumprir a partir de João 23, implicava que tudo fosse feito muito sub-repticiamente, queimando etapas, paulatinamente, de modo a não causar espanto entre a hierarquia e os fiéis. E, de facto, assim, foi. Agora, queimadas as etapas, o usurpador Bergóglio faz o que quer, sem vergonha alguma, sem que já ninguém se espante com o que diz ou faz.

    • Alberto Cabral janeiro 13, 2016 às 2:16 pm

      Tem toda a razão. O plano de subversão da face humana do Corpo Místico tinha muito de subliminal, mas ultrapassadas determinadas fases, já se podem deixar cair certas máscaras de aparência cristã. No que toca a João Paulo I não penso que a hipótese que colocou seja a mais provável. De qualquer modo só daqui por muitas décadas, talvez mesmo um século, se saberá a verdade. Vivemos, sem dúvida, tempos pre-escatológicos, todavia não devemos esquecer que os tempos de Deus não são os tempos dos homens.
      Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral – Lisboa

  3. Jacob janeiro 13, 2016 às 6:49 pm

    “É NECESSÁRIO, SIM, TENTAR ELIMINÁ-LOS, FUNDAMENTALMENTE, ESCORRAÇÁ-LOS DE UM ESTADO SOBERANO DO VATICANO, RECONQUISTADO PELA FORÇA, PARA MÃOS CATÓLICAS”

    Para atingir este objetivo, além da proclamação da fraude a que está obrigado todo católico, não deveríamos fomentar a união organizacional dos católicos do mundo, especialmente a dos padres e bispos em válida sucessão apostólica e conscientes da atual situação da Igreja?

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