Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

VISÃO DE SEDE VACANTE NO SEGREDO DE FÁTIMA, MAIS CLARO EM 1960!

Arai Daniele

Para tratar da gravíssima conclusão sobre a presente desgraça da «Sede vacante», não vamos aqui apenas nos referir às constatações doutrinais e litúrgicas velhas e novas de valor decisivo da parte de doutos católicos. Vamos falar da relação destes, falecidos ou vivos, tanto cardeais, bispos e padres, como de leigos de fé católica comprovada, com o 3º Segredo.

Vamos referir-nos ao testemunho que consta na visão deste Segredo de Fátima, porque já em 1960 muitos dos melhores católicos eram hostilizados como «profetas de desgraças»!

Ora, o 3º Segredo seria mais claro, não em 1958, quando a Sede ficou vacante devido à morte do Papa Pio XII, mas em 1960, quando a Sede aparece ocupada por João 23, data em que iniciava um terrível interregno decenal para a Igreja, no qual se viu a fumaça de Satã alastra-se ali de onde se operava a demolição da Cristandade.

Como, porém, uma acusação contra as falsas autoridades atuais implica uma tomada de consciência – que condiciona a própria salvação – há que tratar do caso baseados em todos os elementos probatórios segundo a Doutrina e a Lei da Igreja e não só da visão do Segredo de Fátima que, como é próprio às Profecias, só vem confirmar o que os católicos já poderiam ver e deveriam testemunhar.

No título de outro artigo deste sito: «A INAUDITA AGONIA DA FÉ ASSINALA O VULTO DO ANTICRISTO EM ROMA!», pode parecer que se acentua um tom apocalíptico para gerar um sentimento de espanto. Na verdade o espanto – como se notou antes – teve  a sua maturação decenal, diante de cada nova evidência sacrílega contra os ditames da Fé, operados no mesmo âmbito da Igreja.

A última prova surgiu com as «canonizações» de João 23 e de João Paulo 2º, que não defenderam, mas abalaram a imperecível Fé da Igreja, confirmada por 260 papas e 20 Concílios ecumênicos. Essa verdadeira traição, é tão evidente quanto gritante porque não se quis aclarar em sede pública nenhuma das muitas documentadas acusações contra os atos e palavras destes «papas», cuja obra demolidora da integridade e da pureza da Fé transmitida pela Tradição foi notória, tanto nas palavras como nos atos.

Foi assim que não interessou mais a defesa da Fé, mas a glória dos que a conspurcam. Por incrível que pareça, até o teologastro Hans Küng notou esse absurdo num artigo publicado pelo jornal anticristão italiano «La Reppublica», que hoje publica e republica as entrevistas de Bergoglio com o seu diretor, o agnóstico Scalfari, para confirmá-lo na sua estranheza à qualquer crença de sinal cristão.

Note-se que a 1ª entrevista era tão ridiculamente infida que até o mesmo Vaticano não a incluiu como «ensinamento papal». Era o que faltava. Mas um estudioso católico do peso do Dr. Arnaldo Xavier da Silveira, observou então tratar-se de «magistério» pois difundia a «lição bergogliana» a um vastíssimo mundo de leitores… do «papa»!

Por esta razão, escreveu um artigo em ‘Bonum Certamen’, que aliás, serviria a demonstrar como o tal magistério ordinário podia ser mais que ‘ordinário’. Foi então contrariado pela retirada desse «ensinamento» pestilento. Mas por pouco. Hoje se percebe que Bergoglio impõe seu verbo, como todo o resto que «pontifica» por ai sobre a «boa vontade das consciência» que salva na misericórdia de Deus!

Os nossos argumentos são bem outros como católicos conscientes do dever de resistir aos falsos cristos e falsos profetas, que não exclui o que desvela contradição na lógica da vida civil, aqui relevado pelo que pode ser classificado de «falsidade ideológica».

De fato, um clérigo, apresentado como sumo representante da Religião do culto de Deus, é alvo agora do mais estranho culto pessoal: – porque é o «papa» que fala, deve ser tido, contra toda evidência lógica, contra toda a continuidade do Magistério papal, como ensinamento que procede de suma sabedoria… pessoal!

Esta auto convicção de transmitir ‘urbe et orbe’ a própria versão religiosa sobre tudo, já manifesta o próprio convencimento de proceder como se fosse um novo «salvador» para retocar a missão de unir povos e religiões (tão descuidada por Jesus Cristo!). Trata-se do plano do Vaticano 2º para o diálogo dos opostos elevado à enésima potência. É assim que este atual canonizador do «santo súbito» abusa de seu aspecto «papal» para tentar conciliar Catolicismo e protestantismo; nova e velha Aliança; Cristianismo e Islã; Sacrifício divino e macumba, na trilha de seus predecessores. Sim, porque com a revolução semântica conciliar todas as sínteses de teses=antíteses seriam possíveis. Basta atribuir às palavras o que se quer:  tradição = contínuo aggiornamento; Igreja = mundo em evolução através de revoluções na revolução!

Festa para celebrar uma apostasia decenal

Aqui entendemos constatar que estas falsas canonizações só serviram para glorificar justamente os corruptores da Fé e seus cúmplices na obra da apostasia de massas descrentes que festejam a glória de uma nova igreja num mundo descristianizado. Seria demais repetir aqui tudo o que foi longa e cuidadosamente apurado sobre as iniciativas e documentos desses desviados da Fé, da qual o cargo papal é garante e que por isto não pode ser representado por falsos pastores.

Eis porque essas «canonizações» são provas reiteradas de uma culposa transgressão, tanto na defesa e preservação da Fé, como das mesmas leis e normas canônicas e racionais para a constatação da santidade de alguém à luz da Fé. Há ainda a acrescer a esta impiedade diante do estabelecido pela Igreja católica sobre as condições de santificação na Cristandade, que foi promovida na comunicação social a total confusão entre o que o mundo julga «bom» e o que demonstra-se letal para a Fé, porque induz multidões ao «culto do homem» corruptor da santidade católica com o seu contrário de amor pelo mundo. Eis um sinal da atual apostasia geral.

A questão da apostasia declarada

Na data da sacrílega beatificação e depois canonização de João Paulo 2º, houve, em conseqüência desta, a declaração pública de excomunhão de Bento 16 e depois de Bergoglio da parte do Patriarcado católico bizantino que, com seus sete bispos, acusa a apostasia da cerimônia inter-religiosa de Assis que abriu a Igreja ao Anticristo. Por isto declarou-se que a Igreja está em estado de Sede vacante e os sacerdotes católicos devem separa-se de tal espírito conciliar que conduz à apostasia.

Ora, para quem entende a importância de ouvir com atenção o que leva à conclusão referida ao estado atual da Igreja, já tivemos em 1985 as declarações conjuntas dos dois Bispos, Marcel Lefebvre e Antônio de Castro Mayer, sobre a atual ausência da representação de autoridade divina nos vértices da Roma conciliar ecumenista.

Nisto há concordância fundamental de testemunhos pois os dois bispos declararam a presença de anticristos e anti-papas em Roma, razão porque decidiram enfrentar o risco de consagrar outros bispos sem e contra a vontade do «papa atual».

Precedentes declarações incompletas de apostasia e excomunhão

Veremos que a posição resumida documentada do emérito bispo Antônio Castro Mayer, na sua posição crítica do Vaticano 2, reconhecia que a responsabilidade na geral apostasia se devia ao sumo engano de um antipapa presente no Vaticano: “A Igreja de João Paulo II não é a Igreja de Cristo”!

Neste sentido devem ser relidos os últimos testemunhos dos dois bispos.

De Dom Mayer aqui basta repetir o que publiquei no meu livro em francês «L’Esprit désolant de Vatican II» (Ed. Delacroix, Dinard, 1997: – « Le non possumus inachevé de Mgr de Castro-Mayer » ). A referência não é o que o eminente Bispo disse em privado, mas o percurso do seu non possumus em crescendo quanto à questão da falsa autoridade apostólica na Igreja de Jesus Cristo, questão à qual todo católico fiel deve dedicar a maior atenção para reconhecer e permanecer na Igreja católica verdadeira e não cair na «outra» «conciliar» e ecumenista, que não assegura a salvação.

Inegável sede vacante na visão de Fátima, mais clara em 1960

Há que lembrar a posição doutrinal abalizada, que reconhece o efeito do velho plano maçônico de obter um «papa» que adapte a Igreja de Deus às ideias «iluministas», isto é: moldar uma outra igreja conciliar para a nova ordem mundial destes tempos.

Como se manifestou o Céu para que os homens entendessem o resultado desse plano está na visão do «Terceiro Segredo» de Fátima: foi o virtual massacre do Papa com todo o seu séquito fiel, descrito numa lista. De fato, os consagrados e leigos mais fiéis ao Magistério e à Liturgia tradicional da Igreja foram humilhados, expulsos de seus cargos, isolados, porque passaram a ser classificados de «profetas de desgraça».

Esta perseguição interna da Igreja estava datada? Sim, devia ser mais clara em 1960, como declarou a Irmão Lúcia em 1955 ao Cardeal Ottaviani, Prefeito do S. Ofício. Ora sabemos que depois a Irmã foi induzida a declarar outra coisa, isto é, que fora ela mesma a introduzir essa data, o que, para quem conhece a história de Fátima, está em flagrante contradição com declarações precedentes envolvendo padres e bispos.

Ora, acontece que ultimamente foi publicado um livro de «memórias» da Irmã que esclarece o caso. Aqui tratamos disso sob o título: ESTARIA O «QUARTO SEGREDO DE FÁTIMA» NAS MEMÓRIAS DA IRMÃ LÚCIA? – Descoberta de Antonio Socci, agosto 18, 2014.

Começamos pelo que a Irmã escreveu ao lembrar do Segredo: –  A ponta da lança como chama que se desprende, toca o eixo da terra, – Ela estremece: montanhas, cidades, vilas e aldeias com os seus moradores são sepultados. O mar, os rios e as nuvens saem dos seus limites, transbordam, inundam e arrastam consigo num redemoinho, moradias e gente em número que não se pode contar; é a purificação do mundo pelo pecado em que se mergulha. O ódio, a ambição provocam a guerra destruidora! Depois senti no palpitar acelerado do coração e no meu espírito o eco duma voz suave que dizia: – No tempo, uma só Fé, um só Batismo, uma só Igreja, Santa, Católica, Apostólica. Na eternidade, o Céu! (Das Memórias da Irmã Lúcia – Carmelo de Coimbra). Nada mais contrário ao atual ecumenismo ofensivo a Deus!

Para Antonio Socci, jornalista italiano que escreveu o conhecido livro «Il Quarto Segreto di Fatima», 2006, Rizzoli, esta descoberta mereceu o artigo: “Il quarto segreto di Fatima c’è: lo prova la biografia della veggente”, Da “Libero”, 17 agosto 2014.

Diz o Autor: “Devido a muitos elementos, podia-se intuir que na revelação do 3º Segredo não estava tudo. Eu, como outros autores, em 2006 publiquei o livro, “Il quarto segreto di Fatima”, onde mostrava que faltava a parte, escrita e enviada sucessivamente, com as palavras de Nossa Senhora que explicavam a mesma visão.

Falou-se então da existência de um misterioso “anexo”. De parte eclesiástica isto foi  desmentido. Socci agora afirma: “Este volume baseia-se nas cartas da Irmã Lúcia e no Diário inédito intitulado “O meu caminho”. Impressionante, entre os inéditos, é a história de como a Irmã superou o terror que a impedia de escrever o 3º Segredo.”

Meu comentário: O que Socci deu então por demonstrado, ao ponto de acusar o cardeal Bertone de mentiroso, não foi antes nem será agora demonstrado, primeiro porque o que vamos ler na biografia da Irmã em questão não o diz, segundo porque nem o infeliz «testemunho» do monsenhor Capovilla o confirmou. Aliás o que foi dito depois foi dado por não dito, porque sem prova que se tratava de dois «segredos».

Vejamos então o livro original: «Um Caminho sob o Olhar de Maria», Biografia da Irmã Lúcia de Jesus e do Coração Imaculado, publicado pelo Carmelo de Coimbra. com imprimatur de 23 de Agosto de 2013. Possuo esse livro do Carmelo, onde está grande parte da documentação inédita da Irmã com algo da sua correspondência. Isto sei porque ali sou citado devido a uma resposta à minha carta da parte da Irmã Lúcia (nota na p. 201) e digo isto porque nessa mesma carta há algo que vai interessar bastante sobre a datação de 1960. A parte que nos interessa porque relata a dificuldade da Vidente de Fátima em escrever a terceira parte do «Segredo» como lhe fora ordenado pelo seu Bispo. é a seguinte:

«Embora com repugnância e algum receio de, mais uma vez, não conseguir, o que a deixava deveras perplexa, tentou novamente [escreve-lo]e não foi capaz! Vejamos como nos narra esse drama (p. 266): – Enquanto que esperava a resposta, no dia 3-1-1944, ajoelhei–me junto da cama que, por vezes, me serve de mesa para escrevei) e de novo fiz a experiência, sem nada conseguir o que mais me impressionava, era que no mesmo momento escrevia sem dificuldade qualquer outra coisa. Pedi então a Nossa Senhora que me fizesse conhecer qual era a Vontade de Deus. E dirigi-me para a capela, eram as 4h da tarde, hora a que costumava ir fazer a visita ao Santíssimo, por ser a hora a que ordinariamente está mais só, e não sei porquê, mas gosto de me encontrar a sós com Jesus no Sacrário.

«Aí ajoelhei–me no meio, junto ao degrau da mesa da Comunhão e pedi a Jesus que me fizesse conhecer qual era a Sua Vontade. Habituada como estava, a crer que as ordens dos Superiores são a expressão certa da Vontade de Deus, não podia crer que esta o não fosse. E perplexa, meio absorta, sob o peso duma nuvem escura que parecia pairar sobre mim, com o rosto entre as mãos, esperava, sem saber como, uma resposta. Senti então, que uma mão amiga, carinhosa e maternal me toca no ombro, levanto olhar e vejo a querida Mãe do Céu.

«Não temas, quis Deus provar a tua obediência, Fé e humildade, está em paz e escreve o que te mandam, não porém o que te é dado entender do seu significado. Depois de escrito, encerra–o num envelope, fecha-o e lacra-o e escreve por fora, que só pode ser aberto em 1960, pelo Sr. Cardeal Patriarca de Lisboa ou pelo Sr. Bispo de Leiria». E senti o espírito inundado por um mistério de luz que é Deus e N’Ele vi e ouvi,

«– A ponta da lança como chama que se desprende, toca o eixo da terra, – Ela estremece: montanhas, cidades, vilas e aldeias com os seus moradores são sepultados. O mar, os rios e as nuvens saem dos seus limites, transbordam, inundam e arrastam consigo num redemoinho, moradias e gente em número que não se pode contar) é a purificação do mundo pelo pecado em que se mergulha. O ódio, a ambição provocam a guerra destruidora! Depois senti no palpitar acelerado do coração e no meu espírito o eco duma voz suave que dizia: – No tempo, uma só Fé, um só Batismo, uma só Igreja, Santa, Católica, Apostólica. Na eternidade, o Céu!

«Esta palavra Céu encheu a minha alma de paz e felicidade, de tal forma que quase sem me dar conta, fiquei repetindo por muito tempo: – O Céu! O Céu! Apenas passou a maior força do sobrenatural, fui escrever e fi-lo sem dificuldade, no dia 3 de Janeiro de 1944, de joelhos apoiada sobre a cama que me serviu de mesa. (O Meu Caminho, I, p. 158 – 160.)

Este texto guardado é deveras importante, seja pelo seu conteúdo, seja pelo relato da dificuldade encontrada pela Irmã para escrever o Segredo. Nele temos a confirmação que foi Nossa Senhora a estabelecer a data profetizada de 1960 para a sua abertura.

Aqui é preciso pois repetir: Tudo seria mais claro, não em 1958, quando a Sede era vacante devido à morte do Papa Pio XII, mas em 1960, com a Sede ocupada por João 23 e o início do letal interregno no qual se viu a ação de Satã na demolição da Igreja. Situação que revela-se desesperada e se prolonga por mais de meio século.

Todavia, os verdadeiros católicos reconhecem a voz da Mãe de Misericórdia na parte final do 3º Segredo e confiam na Sua Promessa:  «Em Portugal se conservará sempre o dogma da fé… Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz.»

4 Respostas para “VISÃO DE SEDE VACANTE NO SEGREDO DE FÁTIMA, MAIS CLARO EM 1960!

  1. Pro Roma Mariana fevereiro 22, 2016 às 9:12 am

    Escreve-nos o Sr, Rogrigo Cesar:
    Senhor, Araí Daniele, o senhor que estuda Fátima a tantos anos; faço parte de um grupo católico aqui em Santos cujo padre é oriental, embora reze a missa tridentina, ele não acredita em Fátima, chegando a ridicularizar as aparições, argumentando que houve pessoas que estavam lá e disseram que não viram nada ou que foi tudo uma histeria coletiva, e dizendo que as cartas da Irmã Lúcia são contraditórias, o que eu respondo para ele? Com base na sua pesquisa, como contestar essas afirmações contra Fátima? Por favor, me ajude.

    • Pro Roma Mariana fevereiro 22, 2016 às 9:39 am

      Basta ler as escrituras para saber quanto os profetas suscitados por Deus foram desprezados porque eram portadores de avisos dos perigos que pendiam sobre os povos que se afastavam do bom caminho, Eram, em suma, profetas de desditas condicionadas pelo comportamento humano, em especial de quem guia o povo, Ora, a Profecia de Fátima não foi trazida por qualquer profeta, mas pela Rainha dos Profetas, Devia pois tratar-se de algo muito grave para a humanidade. Qual pode ser a «histeria coletiva» que forja fatos históricos desastrosos como guerras e revoluções anunciadas – no caso da bolchevista dias após a aparição de outubro – e a 2ª guerra, se tudo no mundo continuasse como antes. Pio XII reconheceu Fátima como última ajuda divina. Após sua morte seguiu a crise da Igreja, cujos chefes censuraram ou manipularam Fátima, como é narrado aqui. Mas a promessa de Fátima reflete ainda especial valência histórica atual para a conversão da Rússia.; ensina a ler os fatos à Luz de Deus.

    • henri fevereiro 22, 2016 às 10:33 pm

      Ao sr. Rodrigo César: quanto ao Milagre do Sol, se houve pessoas que não viram nada, houve muito mais pessoas que testemunharam o evento, inclusive ateus.

      “Histeria coletiva” parece-me uma explicação leviana que o sujeito atribui aos eventos que, apesar de amplamente testemunhados, não quer admitir que ocorreu. Peça-lhe simplesmente que sustente a afirmação. O evento foi estudado. Muitas pessoas foram entrevistadas, além dos pastorinhos, e os relatos convergem para o reconhecimento dos eventos aprovados pela Igreja.

      Por falar nisso, sr. Araí, sei que há uma publicação chamada “documentação completa de Fátima”, ou algo assim. Onde se pode obtê-la?

      Obrigado.

      • Pro Roma Mariana fevereiro 23, 2016 às 9:30 am

        A documentação crítica de Fátima está sendo publicada pelo Santuário, depois que o trabalho do Padre Alonso foi-lhes entregue, após sua morte. Já se notou que ali parece haver uma seleção. De fato, no volume que trata dos anos 25-30 não encontrei nada sobre as aparições pedindo a devoção dos 5 primeiros sábados e de 1929 sobre a consagração da Rússia. Coisa muito estranha, não é? No entanto vai de acordo com esse espírito de sistemática censura de Fátima iniciada com João 23. É o que representa a inconfessada mas real divisão de tempo, do antes e depois na Igreja, no papado, no clero e na mesma Irmã Lúcia, marcado pelo ano 1958 como fim do primeiro – Católico, e início do 2º – conciliar ecumenista, mais claro em 1960, quando já imperava o espírito maçônico-modernista no Vaticano.

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