Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

JOÃO 23 CONCIERGE DA «REVOLUÇÃO CULTURAL» DO VATICANO 2, notas sobre os precursores de Bergoglio

Roncalli-Montini

Hutton Gibson

«Robert Bergin de Fatima International lamentava o disfarçado desprezo pela mensagem de Fátima no Vaticano II sob João XXIII. Mas mais tarde percebeu que ele era mação já antes de sua eleição ao papado, o que tornou nula sua eleição. Cita Virgílio Gaito, Grão-mestre do Grande Oriente: “Consta que o Papa João XXIII foi iniciado em Paris e havia participado em Lojas de Istambul”. Bergin nos garante que “o Grão-mestre da Maçonaria da Itália estava em posição para saber com certeza se Ângelo Roncalli foi iniciado na Ordem em Paris. Teria sido incrivelmente irresponsável de sua parte aludir a esta informação decisiva sem conhecer o fato, que teria invalidado a subseqüente eleição de Roncalli.”

«Escreve Bergin, “isto significaria que o Vaticano II, que convocou sem autoridade papal, teria sido igualmente inválido”. Bergin continua: “Ademais há provas concretas que Ângelo Roncalli era um herege formal bem antes de se tornar Mação. Era conhecida sua aversão às reformas de São Pio X para conter o Modernismo… como Núncio em Paris, Roncalli revelou especial adesão à pessoa de Marc Sangnier, fundador do Sillon, cujos erros e obstinação foram condenados por São Pio X que compôs o Juramento anti-modernista… abolido no tempo conciliar (1967)”.

«Em Paris o núncio Roncalli apoiou o projeto dos padres operários que, ao invés de trazer estes à Igreja, converteu muitos destes aos vermelhos; uma completa débâcle… E há provas da grande afinidade de Ângelo Roncalli, durante toda sua vida com os comunistas, esquerdistas e socialistas de todo tipo… Não permitiu nenhuma crítica ao Comunismo no seu Vaticano II. Se alguém na sua presença se referisse a estes inimigos da Igreja, ele cortava: “A Igreja não tem inimigos”. Afirmação que, além de insensata, é, para a defesa da Fé e da Igreja, uma das mais heréticas de sempre. Também em Paris, o Barão Marsaudon, mação, foi designado ministro da Ordem dos Cavaleiros de Malta pela recomendação do Núncio Roncalli. Isto determinou uma investigação de Roma sobre a Nunciatura de Paris, o que revelou que por volta de 1950, em grande segredo, ali se operava para a reconciliação da Igreja Católica com a Maçonaria.

«Charles Riandey, soberano grão-mestre da Maçonaria, contribuiu ao prefácio do livro escrito pelo Barão Yves Marsaudon, Ministro da Corte do Supremo Concílio da França (Rito Escocês) Ecumenism as Seen by a Traditionalist Freemason(Paris 1969): “À memória de Ângelo Roncalli, padre; Arcebispo de Messamaris, Núncio Apostólico em Paris, Cardeal da Igreja Romana, Patriarca de Veneza, Papa sob o nome de João XXIII, que se dignou dar-nos a sua bênção, a sua compreensão e a sua proteção”.

Um segundo prefácio: “Ao Papa dos Pobres. Ao Papa da Paz” [A primeira paz de sempre entre Cristãos e Mações!] “Ao pai de todos os Cristãos, Ao amigo de Todos os Homens, Ao seu Augusto Continuador, Sua Santidade Papa Paulo VI”. O livro acusa o Papa Pio XII por ter evitado dar o chapéu cardinalício a Montini, tornando “difícil para Montini tornar-se Papa, mas então veio um homem de nome João, como o precursorque em seguida criou Montini seu primeiro Cardeal. Cita “I Will Be Called John”, por Lawrence Elliott. Página 287: “Na manhã do dia 20 de Janeiro… De repente uma inspiração brotou-nos dentro como uma flor que

floresce em uma primavera inesperada. Nossa alma foi iluminada por uma grande ideia… A palavra solene veio aos nossos lábios… exprimiu pela primeira vez: um concílio!”…

O fato é que simplesmente mentiu. Por quê? Porque o concílio lhe fora encomendado pelas lojas? Todavia, teve mais inspirações, como a de Montini seu sucessor. Para Jozef Mackiewicz (Na Sombra da Cruz), outro detalhe foi quando se disse inspirado para iniciar negociações com o governo comunista da Rússia a fim de garantir observadores ortodoxos russos (da KGB) em seu Concílio inspirado… Em Vatican II Revisited, por Dom Alberic Stacpoole, OSB, p. 116, conta que seu secretário: “Dom Loris Capovilla, registrou que, três vezes antes da inspiração divina, João XXIII falara do assunto concílioPáginas 289-291: “maspara qual celestial propósito teria servido um concílio então?” [Dividir responsabilidades?] Quando alguém colocou a questão… João caminhou até a janela do seu gabinete e abriu-a. “Esperamos que ele faça entrar um pouco de ar fresco aqui dentro”. [Mas como? Queria remover aquele clima espiritual dos Papas; aquela atmosfera secular necessária para a autoridade e a credibilidade a Igreja?] Para ele, é claro que isso era necessário.

«Para abrir o caminho que deixasse entrar o seu espírito de inspiração João não propôs nenhum conteúdo «pastoral». Mas, ficou logo claro, que o Concílio Vaticano II ia ser um livre fórum para reexaminar quase todos os aspectos da consciência católica. Modificação de tudo, desde a liturgia à ingestão de peixe na Sexta-Feira Santa, tudo se tornou possível… em vista de novo conhecimento científico, de uma nova moralidade e política num mundo que havia atingido um equilíbrio de terror… Seria a união de todas as igrejas também uma possibilidade? Na renovação espiritual vislumbrada por João, nada havia além dessas esperanças… O Vaticano II… pronunciara-se em nome da «santa liberdade», como ele insistira… Os bispos… haviam caído sob um golpe mortal: o lema “Roma falou, o caso está encerrado”.

Ao invés da reação, soprou um ar de otimismo, de aspiração, uma audácia divina… este iria encantar o Vaticano e animar o mundo. «O Super-Herói Roncalli, como já citado por Alden Hatch, salvou o seu Concílio, mas violando a lei da Igreja, quiz garantir a sucessão de Montini para completar o trabalho do Concílio. Todos seguiriam Paulo VI… «Da biografia de (Montini) Paulo VI por Alden Hatch’s temos esses pontos: “É possível que, de todos os papas dos tempos modernos Paulo VI tenha sido o único a desejar o cargoJoão inspirou Montini para sucedê-lo. Quando o Concílio se reuniu pela primeira vez em outubro de 1962, Montini foi o único Cardeal não-residente que João

convidou para morar no Vaticano e assim tê-lo à mão para conversas não oficiais, não publicadas e íntimas sobre os problemas apresentados no dia a dia. À medida que estes se tornaram mais prementes e a duração provável do Concílio se alongava indefinidamente, o Papa João se persuadiu de que não viveria para ver o seu fim. Embora o papa não deva escolher seu sucessor, e qualquer tentativa de fazê-lo podia tornar-se um boomerang, era sabido que para João a pessoa capaz de cumprir seus planos e realizar suas esperanças para uma Igreja aberta e uma cristandade unida era Montini.

“É sabido também que João treinou Montini na questão de sua eleição, instando-o a não tomar uma atitude forte na sessão de abertura do Concílio evitando assim comprometer-se com um lado e afastando o outro. Pelo menos foi notado pelos jornalistas que o brilhante e progressista arcebispo de Milão, que poderia ter sido indicado para iluminar o Concílio com suas ideias, praticamente não participou nos debates.

Permanecendo sem posição, ele tornou possível para os cardeais de todas as opiniões votarem nele em boa consciência”.

“O primeiro grande gesto de João XXIII, que ele sempre atribuiu ao Espírito Santo, foi em São Paulo Fora dos Muros, em 25 de Janeiro de 1959, quando anunciou a dezoito cardeais a sua intenção de convocar um Concílio Ecumênico. Os cardeais permaneceram num silêncio atordoador e sem movimento ou palavra de aprovação” (p. 110).

“O Cardeal-arcebispo de Milão, foi o primeiro membro do Colégio Sagrado a saudar publicamente o gesto do Papa para a renovação da Igreja… Montini exultante, saudou o Concílio que iria abrir as suas janelas para o mundo. Outros tinham razões para temer o projeto, mas ele olhou para a perspetiva razoável de ‘abrir para a história com visões imensas e seculares diante dos nossos olhos’ (p. 111). Há um sentido para estas frases exultantes, esta grandiosa orquestração  da música das esferas? Algumas ecoam o «conhecimento » dos profundos mistérios da história ao ponto de ser revelado a todos os enganados, desavisados, ignorantes católicos?”

«Paulo VI nunca tentou refutar o Padre Georges de Nantes nem o Padre Noel Barbara, em suas acusações extensivamente documentadas de heresia, cisma, escândalo, e apostasia. Ele confirmou, ao contrário, que diante destas, não tinha pejo em substituir a cruz pelo emblema (o ephod) usado pelo sumo-sacerdote judeu, o último dos quais condenou Cristo à sentença de morte), publicamente, pelo menos nestas ocasiões: Roma, 27 de Março de 1964, durante a Via Crucis; Roma, 8 de Dezembro de 1964 na Piazza di Spagna, em 1966 no Vaticano durante a visita do Dr. Ramsay, protestante «Arcebispo» de Cantuária; no Vaticano, 9 de Fevereiro de 1969, na Capela Sistina na recepção de padres das paróquias de Roma; em Castelgandolfo, Verão 1970 (Paris Match, 29 Agosto) [as fotos, são abundantes, em La Documentation Catholique, no L’Osservatore Romano, em diversas edições quando se vê Paulo VI com o ephod em suas funções oficiais]. A lista de seus crimes contra a religião católica iria transbordar num compêndio de heresias, que promoveu ou tolerou, se não as inventou. (Honório I foi condenado como herege por não condenar mas silenciar a heresia. Um herege, afirma Suárez e Belarmino, não é um papa).

«João XXIII fingiu inspiração divina para convocar um concílio que iria mudar a Igreja imutável, atualizando-a e adaptando-a aos tempos, etc., ideia condenada por todos os papas anteriores. Para esse fim tratou com declarados inimigos de Deus, os ateus perseguidores de Sua Igreja, e negociou com os ucranianos e bálticos para a presença de prelados ortodoxos russos em seu escandaloso Concílio. Foi ele que desestabilizou a Missa e arrumou o Colégio dos Cardeais para promover a eleição de seu sucessor, Montini, que continuou seu Concílio e promulgou decretos heréticos, os mesmos que de há muito tempo estavam no plano maçónico». HG

*   *   *

A «revolução cultural» do V2 continua com Paulo 6

Pior que as Grandes Guerras e a vitória da Revolução bolchevista na Rússia, para abolir a Cristandade, foi o plano de desarmamento interno do Papado e da Igreja para o qual era dirigida a Profecia do Segredo de Fátima. Tratava-se de flagelo indicado em modo secreto porque condicional; dependia dos Papas de Fátima, de Bento XV a Pio XII, acolher a profecia para conhecer na sua terceira e última parte, o desastre que adviria deixando de recorrer à extrema ajuda do Céu. Hoje se conhece o resultado dessa dificuldade papal em reconhecer o risco do ocorrido na visão da hecatombe do Papa com seu inteiro séquito e a ruína completa da cidade já meia derrocada. Basta rever as palavras: “se fizerem o que eu vou pedir”, e os outros “se”, para entender que havia condições para evitá-lo. Hoje, quando aludir à profecia sobre graves questões religiosas parece mais que inútil, patético, é justamente quando há que lembrar ainda mais este aviso profético, porque contem os elementos vitais do curso da nossa história segundo divinos desígnios para o bem humano nestes tempos de apostasia.

A Profecia é aviso que concerne a liberdade humana e no caso de consagrados da Igreja, é sinal para conhecer qual seja a vontade de Deus a fim de evitar males imensos que pendem sobre a Cristandade. Nesse sentido, tenho dedicado meus escritos sobre os males presentes, desde o meu «Entre Fátima e o Abismo», sobre o liberalismo e o pérfido modernismo que infetaram os clérigos da Igreja do Reino de Cristo. Esta pestilência apareceu nas sociedades com a democracia-cristã, que completou a demolição promovendo a separação da Igreja do Estado e a abertura ao naturalismo e ao cientismo. Podem estes governar e progredir no silêncio sobre o conhecimento da origem e do fim último da vida humana?

Como tal conhecimento não pode ser decifrado por nós mesmos e nenhuma sabedoria humana pode provar o destino da alma, precisava ser revelado pelo Criador. De fato, qual cultura humana universal, à busca de nossa origem, do que somos e para onde vamos, poderia ignorar essa voz posta nas consciências para guiar todo ser humano? Qual ciência poderia descobrir fonte equivalente para explicar-nos o sentido da vida?

Assim, só criaram a anti-cultura da demolição religiosa sistemática segundo sofisticadas ideologias gnósticas, socialistas e democratizantes. Desculpas para movimentos de rebeldia intelectual para a reviravolta cultural com pretensão «científica» que avançou com a Escola de Frankfurt e o pensamento de Antônio Gramsci para confusão geral. Ele sabia que o comunismo podia avançar na crista de um crescente «modernismo cristão» e que “o socialismo era a religião para abater o Cristianismo” (Audácia e fé, em Avanti! e Sotto la Mole, 1916-20, Einaudi, Turim, 1960). “A filosofia da praxis – é o nome com que Gramsci indica o materialismo dialético e histórico – pressupõe todo este passado cultural, o Renascimento e a Reforma, a filosofia alemã e a Revolução francesa, o Calvinismo e a economia clássica inglesa, o liberalismo laico e o historicismo que está na base de toda concepção modernista da vida. A filosofia da praxis é a coroação de todo este movimento de reforma intelectual e moral […]. Corresponde ao nexo: reforma protestante + revolução francesa […]”. Nessa inversão da relação entre política e religião: o homem (a política) no lugar de Deus (a religião), contrapondo a religião do homem àquela de Deus: a «cultura» das aberturas políticas teve grande penetração com as ideologias comunistas do que abater para chegar ao poder, não mais dos corpos mas da almas: fomentar a colaboração de todas as religiosidades para convergirem numa «religião mais universal» que a cristã.

Obteriam isto ao nível de uma falsa Igreja justamente pelo apoio de uma «democracia cristã». Na data de seu lançamento esse profeta da rebelião ao Corpo Místico escreveu: (“Ordine Nuovo”, 2.11.1919): “O Catolicismo reapareceu à luz da história, mas bastante modificado e reformado […]; os Populares representam uma fase necessária do processo de desenvolvimento do proletariado italiano para o comunismo. O catolicismo democrático faz o que o socialismo não poderia fazer: amalgama, ordena, vivifica e suicida-se”. O plano deste estrategista da filosofia da práxis era: “envolver os Católicos na colaboração conosco e depois liquidá-los” (Qc. Quaderni del carcere).

Isto aconteceu com a eleição papal de clérigos seduzidos por essa política social, desde João 23. Seguiram, João Batista Montini, futuro Paulo 6, sobre o qual sabemos o que perpetrou para reduzir o Santo Sacrifício ao agrado desse mundo degenerado. Como se vê a ideologia de Gramsci avançou com passos de gigante e galgou as mentes clericais na esteira da «democracia cristã» até os píncaros do Vaticano conciliar de Paulo 6.

Essa escalada era o máximo que qualquer «revolução cultural» poderia imaginar, mesmo antes de considerar as diabruras pseudo doutrinais de um Bergoglio. Mas será que os católicos, enredados por noções de um falseado «papismo», poderiam perceber que a «monarquia absoluta» da Igreja era abusada para a promoção da nova ordem segundo os «princípios iluministas» dos últimos séculos?

Sem a justa visão de suas causas, as mega crises que, já há mais de meio século, vêem crescendo, continuam de mal a pior porque deixam de ser reconhecidas não só no plano político, mas religioso; não só na América, mas em Roma. Quando se esconde que as defesas são de ordem espiritual, é preciso que alguém o lembre, aprofundando a questão crucial do falso ideológico religioso, de suma importância para todo o mundo.

Pode ser autêntica uma «autoridade pontifícia» que, como Bento 16 prega por escrito um cristianismo globalista e que recomenda até aos islamitas a necessária adesão ao iluminismo (discurso de 22.12.2006 e outros). Isto já superou as fases precedentes da abertura à «cultura» iluminada pela Maçonaria de João 23 e Paulo 6 – que deu azo nada menos que às teologias de libertação! Mas também à ação ecumenista de João Paulo 2.

E não se diga que se trata de questões separadas, porque não só esta última, mas a da TL, criticada antes pelos seus desvios, hoje é apoiada por Bergoglio (http://wp.me/pWrdv-1f0). Estas «autoridades» seguiram a política dos pequenos passos, que ao avançar abatem fundamentais princípios católicos como o da contradição de uma liberdade no

O mesmo Ratzinger falou do Vaticano 2º como o anti-Syllabus que adotou o principio da Revolução. Disse que “a Igreja se abriu às doutrinas, não nossas, mas provindas da sociedade”… sim, dos princípios de 1789, os Direitos do homem promovidos pela Igreja conciliar do V2 com a Dignitatis humanae sobre a liberdade religiosa diante de Deus. Já se viu que esta invertia o que fora definido desde sempre pela Igreja com respeito ao direito à verdade; verdade não adaptável aos tempos e às ideologias, como quer o Modernismo e as novas culturas anti-cristãs.

A Palavra e os sinais de Deus passam a ser a variável na fórmula em que a «autoridade conciliar» seria a constante! Tudo como se o Papado não existisse para confirmar o que foi revelado, mas para seguir a evolução dos tempos, com «papas modernistas» para autenticá-la! Foi a mentalidade da ruptura preparada «culturalmente» e que hoje é a norma da Igreja conciliar para implementar a nova ordem mundial, ecumenista e anti-cristã, com a agravante da hipocrisia e da total ingratidão diante do Corpo de Deus.

Poderá a perfídia conciliar vingar por muito mais tempo na presença de Maria? Não, porque mesmo se a precária resistência devida à felonia apóstata e à «catalepsia católica» fenecer diante dos «anticristos no Vaticano», restará sempre alguém para implorar, também publicamente, a mediação da Mãe Imaculada, e honrar o Corpus Christi. Deste Santo Sacramento deriva tudo na Igreja de Deus, Mystici Corporis, sobre o qual não prevalecerá a sanha destruidora do Inimigo.

Mas para invocar a defesa e alcançar as promessas divinas, que Maria confirmou em Fátima, é dever testemunhar sem medo que Roma deve voltar à Fé e que é urgente a volta do Papa que, com a Autoridade de Jesus Cristo e a Caridade de Seu Sagrado Coração, aponte ao mundo, os princípios para o retorno ao Reino da Ordem cristã. Só então, por fim, poderemos regozijar-nos pelo triunfo do Imaculado Coração de Maria, para o triunfo do bem neste mundo e a salvação no outro. Laudetur Jesus Christus!

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