Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

O Apocalipse ajuda a entender visões veladas da história

ANIMAIS NO vATICANO
Arai Daniele

O livro do Apocalipse, encerrando o arco da história humana, contém visões e sinais cifrados para cada tempo. Se foram revelados, significa que servem para que se entenda quanto parece velado, mas será compreendido no decurso dos eventos reais. A queda do homem da esfera

sobrenatural para o mundo natural, atraído como está pelas seduções de desfrutar a seu bel-prazer das próprias liberdades, é perigo ínsito no fundo da alma humana e drama real de todos os tempos.

abertura às bestas do abismoHoje, para discernir o sentido das atuais quedas epocais, envolvendo o destino humano – verdadeiramente de ordem apocalíptico – deve-se recorrer às sábias interpretações das passagens dramáticas desse livro sagrado. A interpretação magistral que vamos lembrar aqui indica como causa dos devastadores horrores morais do mundo, que abusa da liberdade, o fatal poder da «chave» que é o das leis que abrem os poços de abismos de iniquidade, como seja a lei do aborto.

Tal exegese papal se refere a quem usa a chave dos princípios das leis que contêm nas consciências as falsas liberdades contra o bem e a moral: o poder religioso. Este parece presente só em palavras vãs em nosso tempo apocalíptico, pois não travam mais nenhuma lei humana.

Essa interpretação do passado recente procede justamente de quem tinha o poder pontifical das chaves. E o termo «chave» tem um sentido fundamental para esclarecer todo enigma da fé católica.

Trata-se do poder do Papa e quem alude ao desastre da sua remoção é o Papa Gregório XVI na Encíclica «Mirari vos» (15.8.1832): “Removidos os limites que contém no caminho da verdade os homens, que pela sua natureza propensa ao mal são atraídos ao precipício, podemos dizer que em verdade foi aberto o poço do abismo, do qual São João viu sair tal fumo que obscureceu o sol, saindo dele incontáveis gafanhotos para devastar a terra”.

É a menção do Apocalipse (9, 1): “E o quinto anjo tocou a trombeta; E vi um astro cair do céu sobre a Terra. E foi-lhe dada a chave do poço do abismo. E abriu o poço do abismo…

 Na encíclica Mirari Vos o Papa Gregório XVI acusa: “O delírio do indiferentismo religioso… pelo qual em qualquer profissão de fé pode a alma conseguir a salvação eterna, conformando-se ao que é justo e honesto”; “O erro venenosíssimo de que se deva admitir e garantir a cada um a liberdade de opinar, a liberdade de consciência, diante da religião…”.

 Trata-se do conceito de liberdade até diante da Verdade. Este sigilo foi «aberto» e sancionado no âmbito da Fé e da consciência pelo Vaticano 2 e apregoado desde então contra todos os perigos que os Papas denunciaram: A este ponto o «astro», estrela caída do Céu é a autoridade que abriu a Cristandade à ideia de direito à liberdade religiosa: um falso profeta que abriu a Cidade de Deus à demolição do mundo, para que o testemunho cristão de fidelidade e penitência fosse eliminado em favor de uma pastoral baseada na justiça e paz da ONU.

Efeito da política inspirada por um iluminismo naturalista e agnóstico, infestando o mundo para induzir a indiferença e o relativismo ecumenista, verdadeiro atentado contra a unicidade da revelação divina. Deste modo, muitas versões religiosas, mesmo opostas, seriam divinas e Deus teria iludido os crentes! É a blasfêmia da variação ecumenista.

A exegese papal indicava a abissal ruína a que leva o abuso da liberdade em todos os campos, mas o pior seria no campo da religião, fato denunciado continuamente pelo Magistério da Igreja. No entanto, hoje, o que estava condenado pelos Papas, foi justificado pela «liberdade religiosa» justamente no sentido contrário ao Magistério, e em nome desse poder pontifical das chaves para travar o mal; o Katéchon da Bíblia – o verdadeiro Pontífice, cujo poder das chaves foi instituído para conter “no caminho da verdade os homens” – foi «eliminado».

Sua «chave» foi usada para abrir e tirar as barreiras que continham as falsas liberdades para o mal. Deste modo o texto sagrado indica quatro realidades conexas:

1 – quem abre tal abismo usando a chave, não é de certo o inimigo declarado, sempre pronto a fazê-lo, mas desprovido do poder desse astro; da autoridade que detém a chave do poço do abismo.

2 – A abertura é da «cidadela» de uma Sede que contem o depósito das verdades necessárias para conter na ordem a vida humana na terra.

3 – Essa abertura corresponde ao uso da liberdade como arma, cuja munição explosiva são os erros, enganos e iniquidades humanas.

4 – Tal liberdade tem valência pessoal e coletiva; se trata de consciências de indivíduos como de hordas sob ideologias teleguiadas.

No Apocalipse e no Magistério do Vigário de Cristo estão as respostas sobre: 1º – o «astro da chave»; 2º – o «poço do abismo»; 3º – o significado de abrir o poço; 4º – o efeito pessoal e coletivo dessa «abertura».

1º – Quem seria o astro caído do Céu na terra e que recebeu a chave?

Para saber quem é a estrela ou astro em questão, basta ler o mesmo livro do Apocalipse na parte interpretada por Nosso Senhor.

Ao início do livro temos as palavras de Cristo sobre as cartas aos anjos das sete Igrejas: os seus bispos. Isto vem explicado no primeiro capítulo: “Eu sou o Primeiro e o Último. Sou o Vivente. Estive morto, mas estou vivo para sempre. Tenho as chaves da morte e do inferno.

Escreve o que viste: tanto as coisas presentes como as que devem acontecer depois delas. Queres saber o mistério das sete estrelas que viste na minha mão direita, e dos sete candeeiros de ouro? As sete estrelas são os Anjos (os bispos) das sete Igrejas; e os sete candeeiros são as sete Igrejas» (Ap. 1, 18-20).

Os Padres explicam que o símbolo «estrela» ou «astro» concerne à luz do céu que brilha e guia do alto, ou seja, os vértices espirituais na fé. O anjo da Igreja é o seu bispo. Isto se confirma no 8º capítulo (10-11) das quatro trombas, quando «estrelas» caem do céu na terra causando imensos desastres espirituais: «O terceiro anjo soou a tromba e caiu do céu uma grande estrela, ardente como uma tocha, e arruinou um terço dos rios e das fontes das águas… tornadas amargas». Fantasias?

Não se pode negar a realidade histórica dos efeitos nefastos de tantas quedas clericais do mundo espiritual ao mundano que envenenaram as águas da fé na Cristandade com heresias. A queda de dimensão espiritual (no caso terminal), só podia ser operada de tal modo obscuro e velado, de requerer pleno empenho de quem permanece fiel para decifrá-la, apesar da entidade dos enganos de nosso tempo!

É a razão dos sinais divinamente revelados sob a forma de arcanos e extraordinários segredos, de maneira que «ninguém vos engane com a sua filosofia e com vãos embustes inspirados nas tradições de homens, segundo os elementos do mundo e não segundo Cristo» (São Paulo aos Colosenses, 2, 8).

As «estrelas ardentes» podiam ser bispos ou consagrados, mas sem a chave. O bispo que recebeu o poder da chave se apresenta como papa! Mas note-se, recebeu essa chave depois de ter caído do Céu, poder divino, e, portanto é um poder recebido depois e por ter caído em terra.

O que leva a concluir tratar-se de um poder terrestre de falsificação. O aviso mais grave sobre enganos terrenos vem de Jesus para os tempos finais: «Cuidai que ninguém vos engane; muitos virão no meu Nome, dizendo: sou o Cristo, e seduzirão muitos» (Mt. 24, 4). São os falsários que em Nome de Deus, de Cristo e dos Apóstolos, assumem a autoridade para enredar povos e consciências. Tais «outros» acolhidos como enviados de Cristo, vão usar a Sua chave para abrir a Igreja ao mundo e à maior rebelião e tribulação de todos os tempos.

2º – O «poço do abismo», donde se fala disso no Apocalipse?

«Vi um anjo descer do céu com a chave do Abismo e com uma grande corrente na mão. Subjugou o dragão, a Serpente antiga – isto é o diabo, Satanás – e o acorrentou por mil anos; lançou-o no Abismo, o aprisionou e selou a porta sobre ele, para que não seduzisse mais as nações, até o cumprimento de mil anos.

«Depois destes será liberado por um certo tempo» … Segunda incursão escatológica: «Quando se completarem os mil anos, Satanás será solto da prisão do Abismo. Ele vai sair e seduzir as nações dos quatro cantos da terra, Gog e Magog, reunindo-os para o combate. São numerosos como a areia do mar; espalharam-se por toda a Terra e cercaram o acampamento dos santos e a Cidade amada. Mas desceu fogo do Céu e devorou-os. O Diabo, que os tinha seduzido a todos, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde já se achavam a Besta e o falso profeta. Lá serão atormentados “… para sempre» (AP., 20, 1-6).

Segue o juízo das nações. E aqui, muitos caem no «milenarismo». A nós basta a alusão histórica dos mil anos em que o Império espiritual das nações cristãs prevaleceu sobre as seduções dos poderes do mundo, posto sob o domínio das leis de Jesus Cristo. Em grandes linhas assim foi entre o IVº até o XIVº século. Daí em diante começou a paixão do Cristianismo, que hoje chega ao ápice do engano ao seduzir com a utopia da nova ordem iluminista e ecumenista mundial.

O poço fora selado para impedir a liberdade de seduzir povos com falsas crenças, mas seria aberto perfidamente. Por quem, senão pela falsa «autoridade» que abre esse fortim em nome da verdade e da moral de Cristo, mas atualizando-as aos novos tempos?

3º – O significado de abrir o poço: se a Verdade da Palavra de Jesus havia fechado aos erros, ódios e enganos, expondo e selando estes sob o poder da Lei natural e divina, confiada ao «obstáculo» da Sua Igreja, neste caso a «abertura» significa a liberdade de dar livre curso a toda interpretação do que já fora definido, condenado e abolido da vida civil e religiosa, reforçada pela graça do Culto agradável a Deus. Isto significa – em breve – atribuir «direito» à liberdade de julgar o bem e o mal do que já estava definido na Lei e no Culto da Cidadela divina.

Diz o Papa Gregório XVI: «Da corruptíssima fonte de indiferentismo vem a absurda e errônea sentença, em verdade delírio, que se deve admitir e garantir para todos uma liberdade de consciência (em foro externo) direito à liberdade como «lei», para dano da Igreja e do Estado.

Daí ser evidente que removidos os selos que contêm o arsenal contra a verdade, os homens propensos ao mal, depois de aberto o poço do abismo, saem, incontáveis para devastar a terra. (cf. Apocalipse).

O que poderia ser mais mortal para a alma que a liberdade do erro? Atenção, aqui o Papa não aludia a visões próprias a filmes de terror, mas tratava de uma questão doutrinal de máxima gravidade e atualidade para a vida humana, pessoal e social, embora representada simbolicamente; da questão do abuso da liberdade, que no mundo moderna tornou-se espantosamente real porque foi justificada em qualquer campo: político, moral e religioso.

4º – o efeito pessoal e coletivo dessa «abertura»; de abrir à liberdade total, foi o surgir de ideologias letais em nome da mesma liberdade de consciência de alguns para decidir sobre a vida de todos, como foi descrito falando de Lenine, Hitler, Estaline, Pol Pot e outros tiranos, que impuseram o «bem» que a liberdade de suas consciências decidiram por todos. Mas o pior veio quando «falsos Cristos e falsos profetas» declararam que tal liberdade, até na religião – campo da verdade – era um direito. Foi então que usaram o «direito» de mudar a «consciência da Igreja», impressa por Jesus, Verbo encarnado, segundo as próprias ideias de prelados falsamente elevados. De fato, trata-se de «astros» caídos da Fé da Religião revelada, à terra de sociologias elucubradas; era a crença e o culto do homem que se faz deus e decide sobre o bem e o mal «justificado» pela «autoridade» obscura de clérigos que, caídos da esfera espiritual, receberam de poderes ocultos a chave desse abismo.

Fantasia? O facto é que, a partir da data da eleição de Roncalli, o uso da liberdade ao invés de ser contido sob a justiça e as chaves da lei e dos princípios cristãos, sempre confirmados pela Sé de Pedro, assumiu um uso invertido que protege mais o direito de liberdade do criminoso, dos rebeldes, dos transgressores, que o respeito pela lei e pela ordem dos juízes e governantes. Havia sido operada uma abertura à liberdade humana de transgredir à custa de toda a ordem e moral das sociedades. Mas como estas dependem de uma ordem superior, religiosa, compreende-se o símbolo de São João e do Pontífice invocando a profecia apocalíptica para tempos finais. O abismo de demoníacos erros e de enganos é descrito no mesmo livro do Apocalipse. Qual esse tremendo enigma para os tempos modernos? Vimos pelas encíclicas papais que concerne ao abuso da liberdade. No passado o homem se submetia a uma lei cujos princípios reconhecia de origem divina: a lei natural, à qual acordava o viver e o pensar. O gnosticismo existia como especulação mental. Pode-se compreendê-lo pensando na ânsia do homem de conhecer a si mesmo; quem é, donde vem e qual o seu fim último?

Assim como para explicar certos fenómenos físicos se diz que a natureza tem horror ao vácuo, se pode dizer também que a consciência humana tem horror à ignorância de si. Daí preencher esse vazio com explicações do essencial com a imaginação que vai além da mera ciência.

Daí o avanço de ideias oriundas de uma gnose humana, que visa responder sobre algo que o ser humano anseia saber para se governar.

É o que pretende fazer a Maçonaria, a partir de conhecimentos ocultos, esotéricos de uma elite de «sábios», que galgariam a escala de uma arcana «sabedoria» para governar os homens. Mas o que os guia se a origem e a cabeça desse poder é ignota? Ora, mas se é este mesmo mistério do poder que atrai os homens privados de uma fé. Afastando a ideia mesma de Deus, tais poderes passam a ditar leis e impor uma nova ordem sem que as gentes percebam o avanço desse processo tão obscuro: do «saber humano» sobre o que transcende o mesmo homem.

As utopias gnósticas infundem na mente a presunção da capacidade humana de definir o «bem» e daí a «ordem» social, na base de conceitos e ideologias segundo os tempos; ignoram a origem, o estado presente e o fim último do homem, todavia pretendem governar a vida do mundo, incitando um culto à uma auto-evolução. É a ideia gnóstica e maçônica que incute na consciência a sensação de poder atingir com a própria ciência e intuições iniciáticas, verdades arcanas. É a génese das ideologias que visam reger a vida social com poderes herméticos e cientismos incertos. Aí surgem os ataques à Fé revelada num terreno onde se identificam duas posições irreconciliáveis do pensamento: da Fé ou dos vários gnosticismos; Por isto não se pode ser verdadeiro católico e cultivar ideias e posições que são abertamente maçónicas, iluministas, como aconteceu com João 23 e sucessores ao elaborar um plano para atualizar a consciência da Igreja. Foi o aggiornamento! Com o Vaticano 2 se visou uma nova consciência para a Igreja, como se esta já não tivesse a sua, infundida pelo seu Mestre e Fundador. E sem considerar a questão da consciência humana é impossível entender qualquer revolução e tanto menos aquela religiosa introduzida na Igreja Católica para abri-la e transformá-la, por meio do “astro caído do Céu em terra”. O Abismo que este «astro» abriu com a chave recebida em terra, concerne a relação xerdade/ liberdade da consciência.

A Igreja conciliar se funda no plano de incutir uma “nova consciência da Igreja”! Mas poderia a consciência criar uma sua verdade como se dispusesse de uma luz própria de si e do mundo; poderia ter o direito de eleger qual deve ser a religião verdadeira, quando é só lume de uma alma espiritual contingente diante do Criador? Não é talvez certo que a consciência deve restar vinculada ao conhecimento do bem revelado para bem agir? Privado deste, como poderia formular juízos sobre o valor moral de suas ações? Poderia a consciência decidir sobre qual seja a sua razão de ser; a sua condição no mundo; o seu fim último? Há alguma autoridade na terra que possa abrir as portas da Igreja para declarar o direito humano da liberdade de julgar o que seja a verdade?

No entanto, o “astro caído do Céu na terra” abriu a essa liberdade!

Quem era esse astro que abriu as consciências humanas à liberdade própria diante da verdade transcendente? Porque disto se trata: de desvincular as consciências da única verdade. Pois bem, esse astro era um bispo. Um bispo que depois de cair do Céu na terra obteve a chave.

E um bispo com o poder das chaves apresenta-se como um papa!

A questão agora é saber como ocorreu essa abertura da «consciência da Igreja» aos novos profetas dos tempos da «liberdade religiosa». Eis o enigma a resolver, identificando esse «astro fatal» de tempos apocalípticos. Toda a História humana se desenvolve em torno a este dilema: aderir à verdade revelada ou pretender estabelecer outra com a própria mente, no bem e no mal, julgando ter ciência e poder “como deuses”! No entanto, nenhum conhecimento é mais certo na consciência que o da própria ignorância e impotência diante da realidade da vida e da morte.

A consciência deve ser formada na verdade; só esta pode torná-la livre (Jo. 8, 31). Difundiu-se, porém, a ideia oposta; que a mesma consciência fosse norma de verdade; delírio propagado pelo modernismo, do qual estava impregnado Roncalli, que num passe de mágica se tornou papa!

São Pio X foi o Papa que enfrentou em pleno essa iniquidade mental e religiosa com a Encíclica «Pascendi», onde explica: «O que é a Igreja [para os modernistas]? Um parto da consciência coletiva! […] Eis o cerne da questão: equiparam a revelação divina à consciência»!

Assim, desde o tempo da censura de João 23, ao das manipulações do «Segredo de Fátima», com a sua adaptação final à pessoa de João Paulo 2º, seguiu a maior demolição da Igreja e devastação da Cristandade consistente na declaração do direito da liberdade de consciência de modo que alguns possam decretar qual seja a «nova consciência da Igreja» que deve guiar as consciências dos homens. E a «consciência» rebelde à Lei Natural e Divina, dos que amam a sua liberdade de transgressão, passou a dominar na terra promovendo a divisão da família, o aborto, o sexualismo gay, a eutanásia, até para as crianças, enfim a degeneração humana que abriu as portas ao flagelo da degeneração religiosa islâmica.

Que Deus tenha piedade de seus fiéis!

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