Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

SINAIS DA ABOMINAÇÃO DA DESOLAÇÃO NO LUGAR SANTO


Bergoglio beija pés musl Arai Daniele

O grande sinal dado por Jesus Cristo para o fim dos tempos é o da abominação da desolação no Lugar santo. Este, nos tempos cristãos, não pode ser senão a Igreja do Santo Sacrifício perpétuo de Jesus Cristo.
A previsão desse ataque final ao Culto supremo a favor do «culto do homem» já fora compreendido no Antigo Testamento e posto em modo explícito na profecia de Daniel.

De fato, quando o homem – criado para o culto do supremo Bem, que é Deus – passar ao culto de seus ídolos e de si mesmo, só pode ir ao encontro do sumo mal como inevitável consequência.

Isto implica um percurso de desvarios e iniquidades, como os que estamos vivendo, para então determinar um tremendo episódio final. Por isto o fiel descrito na Escritura no Livro do Profeta Daniel perguntou aquilo que hoje somos nós a perguntar: quando terminará tudo isto? O tremendo episódio final acontecerá então num tempo final, como já descrito em figura nas Escrituras para os tempos passados.
Passemos à leitura desses textos sagrados.
Segundo os Sinópticos. «Quando virdes – escreve Mateus – posta no lugar santo a Abominação da desolação, anunciada pelo profeta Daniel, (quem leia entenda), então, os que estejam na Judeia fujam para os montes; o que esteja no terraço não desça para socorrer os de sua casa…» (24, 15-18).
Em Marcos há uma ligeira variante: «Quando virdes… onde não devia estar… » (13, 14-16). E na versão de São Lucas há mais para melhor compreender a profecia. «Quando virdes Jerusalém sitiada, sabei, então, que chegou sua desolação. Os da Judeia fujam para as montanhas e os que estejam dentro da cidade saiam dela…» (21,20-21). São Lucas se refere, em concreto, ao cerco de Jerusalém pelas tropas romanas. Fala só da desolação, adicionando que os que estejam fora não entrem.
Vejamos então o que profetizou Daniel aplicado à Igreja, Nova Jerusalém de nossos tempos. Trata-se de sua hora mais crucial, ou seja, o seu transe após a morte de Pio XII, último Papa católico apostólico romano.

“Ainda se ergueu contra o príncipe do poder, e tirou-lhe o sacrifício perpétuo e destruiu o seu santuário. Foi-lhe dado poder contra o sacrifício perpétuo, por causa dos pecados, e a verdade será deitada por terra; ele compreenderá tudo e tudo lhe sucederá como quis. Então ouvi falar um dos santos, respondendo a outro que perguntava: ‘Até quando vai durar esta visão da supressão do sacrifício perpétuo e da assoladora prevaricação e da profanação da fortaleza do santuário?”

Após a morte de Pio XII, último Papa católico, houve o conclave para eleger o novo papa. Mas o que ocorreu em seguida concerne a Igreja do Santo Sacrifício. Há razões, portanto para aplicar essa profecia à Igreja nos nossos tempos, no seu transe mais crucial, ou seja o tempo que seguiu a morte de Pio XII.

Roncalli . missing link 1958: o modernista mação Angelo Roncalli é elevado à Cátedra de  São Pedro e assume o nome do antipapa João XXIII.

João 23 dita lei

João 23, antipapa bis,  dita o «aggiornamento» da Igreja, inaugurando o Vaticano 2 em 1962, que lhe fora encomendado pelas lojas e sinagogas.

 

Paulo 6 encerrou o Vaticano 2 em 1965 com um discurso em que se diz cultor do homem. Paulo 6 discurso Em diversas ocasiões usa o «ephod» judaico, que foi usado por Caifás quando condenou Jesus.

Promulgou a sua nova Missa, para a qual convidou vários pastores protestantes como consulentes. Almejava um culto que fosse católico protestantizado!

paulo 6 nova missa

 

 

 

 

 

 

 

Era posto assim o fundamento da nova igreja ecumenista conciliar que, com seu sucessor João Paulo 2º, se manifestaria na «religião de Assis.

abominaçãp

A heresia que permeia a doutrina “oficial” desse deslavado artifício eclesial chegou ao ponto de levar esses falsos cristos a pedir perdão pelo que a Igreja fora na defesa de seu Culto perene e único.

 

Nessa trilha de repúdio do passado e abertura aos maiores inimigos da Igreja do Santo Sacrifício, foi celebrado em 2000 na Basílica de São Pedro a «jornada do perdão»!”

Isto no espírito do documento “Orientação e sugestões para a aplicação da declaração Nostra aetate, nº. 4, (sigla O. Nae.) do Vaticano 2.

Ratzinger

Orientações para tornar a Palavra de Jesus Cristo opcional.

«Os Católicos se esforçarão para compreender as dificuldades que a alma judia sente diante do mistério do Verbo encarnado, dada a noção muito alta que ela tem da transcendência divina – As comissões encarregadas das traduções litúrgicas devem pôr particular atenção no modo de expor aquelas expressões e aqueles trechos que podem ser pelos cristãos interpretados tendenciosamente […] pode-se, numa versão destinada ao uso litúrgico, tornar mais explícito o significado deste texto… É assim que a expressão “os judeus” em S. João, indica por vezes… os chefes dos judeus, ou os adversários de Jesus Cristo, expressões que exprimem melhor o pensamento do evangelista e evitam pôr em causa o povo enquanto tal – (pp.14-16)».

Somente o inverso da verdadeira noção cristã de transcendência divina pode levar a julgar inacreditável a Encarnação do Filho de Deus. É verdade que o mistério de Deus que intervêm no mundo com a graça inestimável da sua misericórdia é inatingível pelos homens, os homens, porém, não podem crer que sejam inatingíveis por Deus transcendente. Seguem as apostasias inter-religiosas em todas as direções que atingem seu cliapostasia ecumenista bergoglianamax com Bergoglio.

Os tradicionalistas, assim chamados «sedeplenistas», porque querem crer e fazer crer que a Sede da Verdade não está vacante, porque ocupada, mesmo por um papa herético, estarão isentos de culpa por esta desolação? Por esta abominável invasão do Lugar Santo da Palavra divina?

Pode-se repetir aqui a pergunta do P. Altamira do artigo anterior:  “Esta FALSA Iglesia está en ruptura cada vez más profunda con la Iglesia Católica” (carta a Mons. De Castro Mayer, 4 de diciembre de 1990). Después de estas palabras uno se pregunta: ¿Cómo puede ser que los obispos “hijos de Mons. Lefebvre”, nos referimos a Mons. Fellay, Williamson, Faure y Dom Tomás, quieran ir con Francisco, quieran ir a la falsa Roma, quieran meterse en la falsa Iglesia, defiendan o acepten lo bueno de Vaticano II, el ir a la misa moderna, los milagros de la misa moderna, etc?

Ora, como eles dizem que vêem tudo isto, mas preferem reconhecer legitimidade numa aparente autoridade, que qualificam de «poder visível da Igreja», então a penosa falsidade de seu julgamento reverte-se contra eles mesmos. Isolam-se em suas tocas tradicionais para não testemunhar a causa da podridão do mundo atual. Contudo, a todo momento são capazes de acusar quem o testemunha de ter um amargor sedevacantista! Quanta ambiguidade de quem não quer ser nem carne nem peixe, nem quente, nem frio… !

Sejamos fiéis ao testemunho católico ligado aos sinais que se aplicam a estes tempos finais dados por Jesus mesmo, que evocam o ataque final à Fortaleza do Santuário. O falso testemunho humano forjado na ambiguidade dos que se sentem mais prudentes nesta hora de desolação, reconhecendo autoridade legítima em quem conspurca a Doutrina e a Liturgia. Querem que o testemunho possa ser limitado à Missa Tradicional, sem ligar esta a tudo o mais que foi instituído por Deus na Sua Igreja em torno de uma suprema Autoridade pontifícia; querem e ensinam que se deve aceitar uma Igreja acéfala, mas conservadora da Missa.

Nosso Senhor Jesus Cristo sabe o que vai no coração do Seu Resto. Podemos ser dispersos e isolados, mas amamos e queremos ser fiéis à Igreja de que só Ele é a Cabeça, representado pelo Seu Vigário, reconhecível ao confirmar a Sua Doutrina e honrar o Seu Sacrifício salvador. No culto do homem reconhecem-se os salteadores.

Que o seu Culto sempre seja louvado e amado como centro da Fé íntegra e pura de nossa Santa Mãe Igreja.

5 Respostas para “SINAIS DA ABOMINAÇÃO DA DESOLAÇÃO NO LUGAR SANTO

  1. henrique julho 21, 2016 às 1:44 am

    NEM QUENTE, NEM FRIO! Eis aí descrito o “católico tradicionalista”. A mim chega a enjoar tanta ambiguidade, tantas considerações humanas, TANTA VAIDADE. Falam do modernismo, falam da crise na Igreja, mas falam de um modo tão impreciso, sem citar nomes, tudo para não ferir sensibilidades e interesses. POIS NÃO AMAM A VERDADE – AMAM A SUA PRÓPRIA IMAGEM DE “TRADICIONALISTAS”, AMAM AS SUAS POSIÇÕES DE PODER. Nos sites, ostentam a foto do usurpador, com a frase abaixo: “Tu es Petrus…”, e assim, com essa nojentíssima BAJULAÇÃO, julgam-se, na miséria da sua vaidade, os homens mais leais à Igreja, pois o “papa” deve ser seguido sempre, dizem…

    Eis que aperece um católico que escancara, sem meias palavras, todas essas verdades. É imediatamente escorraçado. O católico que ama a verdade, e que leva às últimas consequências o amor à Tradição que eles dizem defender, é mais desprezado que os próprios modernistas.

    No fim das contas, apenas gostam de parecer tradicionais, e ostentar a erudição, o latim, os adornos, os paninhos e as rendinhas. Por cima parece tudo muito bonito e católico. Mas por baixo só há esterilidade.

  2. henrique julho 21, 2016 às 3:57 pm

    Prezados Arai Daniele e Alberto Cabral,

    Pergunto se é apropriado a um católico DESEJAR que esta seita seja DE UMA VEZ POR TODAS EXTERMINADA – não importa nem de qual modo, mesmo que fosse através da barbárie maometana – de tal modo que a verdadeira Igreja não encontrasse mais este obstáculo para a sua restauração enquanto guia espiritual dos povos.

    Ou, ao contrário, devemos combater tal desejo com toda a nossa força, e rezar para que os homens da seita sejam poupados da destruição, que se convertam e que a restauração da Igreja se dê por meio deles?

    • Pro Roma Mariana julho 22, 2016 às 9:22 am

      Caro Henrique, o ódio à heresia e desejo que ela seja exterminada é cristão e está na ordem da Caridade, visto o mal que ela acarreta às almas. A santa Inquisição operava segundo essa intenção. Hoje nos resta o testemunho público, que seguindo o exemplo dos Santos Padres, acusa a heresia com o seu autor. Atacar heresias, mas evitando os seus autores que, se estão no alto da hierarquia eclesiástica, se lhes reconhece autoridade católica, não só é gravemente contraditório, mas moralmente vil. No mais, o juízo sobre os castigos e o que vai além do que a Igreja ensina pertence só a Deus. Parece oportuna a oração de Fátima: – Oh meu Jesus, perdoai-nos e livrai-nos do fogo do Inferno. Elevai ao Céu todas as almas, especialmente as mais necessitadas! Ora, as mais obscurecidas pelo pecado e pelos erros são extremamente necessitadas de serem elevadas à Verdade, intenção pelo qual se deve rezar.

  3. henrique julho 23, 2016 às 1:47 pm

    O tradicionalista diz que o homem peca por aderir às novidades do clero modernista. O tradicionalista diz que o homem peca por não se submeter ao papa.

    Se o homem é fiel ao papa e adere às novidades do clero modernista, peca. Se o homem rejeita as novidades do clero modernista e não se submete ao papa, peca.

    Como já foi dito neste site, o homem, na visão morna dos tradicionalistas, é o único aborto da criação: é a única criatura que está fadada a não atingir o fim para o qual foi criada.

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