Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

A QUESTÃO GRAVÍSSIMA DA INVALIDADE DOS SACRAMENTOS NO SEIO DA FSSPX

  • naufrage fellayQuando é o mesmo São Pio X, patrono da obra de mgr Lefebvre a nos lembrar que os sacerdotes em que se esvaiu o inestimável tesouro do “senso de Cristo”; totalmente dedicados às coisas da Terra, correm atrás das vaidades, e perdem-se em conversas fúteis sobre as coisas sagradas, acabam por não trata-las com cuidado, mas com frieza, talvez também indignamente, a questão torna-se gravíssima. Ora, quando se celebra o Santo Sacrifício da Missa sem importar-se de fazê-lo «una cum» um anricristo; porque assim nomeou mgr Lefebvre os «chefes conciliares», então a mesma validade dos Sacramentos está em sério risco.
  • http://www.novusordowatch.org/wire/sspx-personal-prelature.htm

*   *   *

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

Escutemos o Papa São Pio X, em excertos da sua encíclica “Communium Rerum”, promulgada em  21 de Abril de 1909:

 

«Pode-se semear quanto se quiser, andando e chorando; poder-se-á pôr todo o empenho em seguir o cultivo, não dando importância às fadigas. Mas que a semente germine, e chegue a produzir os frutos desejados, isso depende só de Deus e da Sua intervenção omnipotente. Diz São Paulo: “Aquele que planta nada é; aquele que rega nada é; mas importa tão sòmente Deus, que dá o crescimento (ICor 3,7.

Outra importante consideração: Os homens são simples instrumentos dos quais se serve Deus para a salvação das almas, sendo necessário que eles sejam idóneos para serem manejados por Deus. De que modo o serão? Não se pode pensar, por certo, que Deus, para acrescentar a Sua Glória, se serve de nós, porque em nós descobriu algum particular dote, natural  ou adquirido. Está escrito: “O que é loucura do mundo, é que Deus escolheu para confundir os sábios; e o que no mundo é vil e desprezado, o que não é, Deus escolheu para reduzir a nada o que é.” (I Cor 1, 27-28).

Em Verdade, a única realidade que une o homem a Deus, que o torna agradável a Ele, e o constitui digno ministro da Sua Misericórdia, É A SUA SANTIDADE DE VIDA E DE COSTUMES. ESSA É, SUBSTANCIALMENTE, A PERENE CIÊNCIA DE JESUS CRISTO; E SE O SACERDOTE A NÃO POSSUI FALTA-LHE TUDO.(…)

Em verdade, os vários encargos do sacerdócio são todos augustos e repletos de veneração, mas a frequência do seu exercício diminui nos ministros sagrados a veneração a eles devida. Pouco a pouco O FERVOR VAI DIMINUINDO, daí passa-se à indolência, chegando-se à aversão às coisas mais santas. E ainda mais: O sacerdote é obrigado a ter todos os dias contacto com o mundo corrompido. Até mesmo no exercício da caridade pastoral, frequentemente deve temer que se ocultem as insídias da serpente infernal. É TÃO FÁCIL QUE O PÓ DO MUNDO CONTAMINE TAMBÉM OS SACERDOTES!

É recomendável que o sacerdote seja dotado de certa facilidade de elevar-se e de tender às coisas celestes, ele que deve ter o gosto de falar e ensinar a respeito delas, ELE QUE DEVE PREENCHER A SUA VIDA COM O SOBRENATURAL, E FAZER COM QUE TODO O SEU MINISTÉRIO SEJA SEGUNDO DEUS, INSPIRADO E EDIFICADO NA FÉ. Pois bem, para adquirir e conservar essa prontidão de espírito, ESSA UNIÃO QUASE CONATURAL COM DEUS, não há melhor subsídio do que a meditação quotidiana.

Uma confirmação, ou antes, uma triste consideração, ao que dissemos, nos oferecem os sacerdotes que transcuram a meditação, ou até sentem por ela repugnância; são homens em que se esvaiu o inestimável tesouro do “senso de Cristo”; totalmente dedicados às coisas da Terra, correm atrás das vaidades, e perdem-se em conversas fúteis.

As coisas sagradas, ao invés, não tratam com cuidado, mas com frieza, talvez também indignamente. No passado, ainda recém-ungidos, eram diligentes no preparar o espírito ao recitar os Salmos, para não se assemelharem com quem tenta a Deus; procuravam o tempo mais oportuno, e o lugar mais recolhido; preocupavam-se em recolher o sentido dado por Deus aos Salmos; louvavam, gemiam, alegravam-se, efundiam o seu espírito em união com o salmista. Mas agora – COMO MUDARAM!… »

 

Poderá parecer assaz estranho que se coloque o problema da validade do Santo Sacrifício da Missa e dos Sacramentos no seio da Fraternidade QUE FOI DE SÃO PIO X; mas tal é mais do que nunca necessário, dado o grau de traição de Fellay e seus amigos.

Sabemos bem como, hodiernamente, a formação ministrada aos sacerdotes da dita Fraternidade é muito diferente, senão mesmo medularmente oposta àquela que era ministrada em vida de Monsenhor Lefebvre: Existe uma clara tendência para elidir os textos íntegros de Monsenhor Lefebvre, bem como afastar os seminaristas dos grandes doutrinadores anti-liberais do século XIX. Ora, se se obliteram, premeditadamente, as fontes para a correcta compreensão do plano de usurpação e conquista da face humana do Corpo Místico – QUE NOS RESTA?

O problema é tanto mais grave quanto os seminaristas e jovens padres da Fraternidade são conduzidos a acreditar que a Igreja conciliar, os seus falsos papas e os seus falsos bispos, com os seus deicídios e suas apostasias, constituem, na realidade, a verdadeira e ETERNA Santa Madre Igreja. Não é necessário mais nada para invalidar a Santa Missa, MESMO CELEBRADA NO RITO DE SÃO PIO V.

O sacerdote é o instrumento secundário de Nosso Senhor Jesus Cristo, na confecção dos Sacramentos e na celebração do Santo Sacrifício, constituindo a Natureza Humana de Nosso Senhor a Causa Instrumental Primária e Eminente, e a Santíssima Trindade constituindo a Causa Principal destas sacratíssimas e salvíficas realidades. Ora, o sacerdote necessita nutrir a intenção formal de proceder à celebração do Santo Sacrifício de Nosso Senhor, e de administrar os santos Sacramentos; no mínimo, tem de possuir a intenção formal de fazer o que faz a Santa Madre Igreja e fazê-lo, efectivamente, como uma realidade Sagrada.

Podemos pensar que, em virtude das noções erradas que recebeu, o sacerdote da dita Fraternidade, não possa, nem mesmo constituir um vínculo moral, funcional, intencional, formal, com a Instituição Santa Madre Igreja, porque possui, sim, um vínculo moral com a seita conciliar, POIS NÃO CONHECE MAIS NENHUMA; isto vale sobretudo para os sacerdotes mais jovens, que não viveram o combate de Monsenhor Lefebvre, e do qual lhes é proporcionada uma perspectiva deformada, produtora da mais lúgubre confusão de ideias.

O facto da Fraternidade QUE FOI DE SÃO PIO X considerar, oficialmente, como válido o Novo Ordo de 1969, bem como o Pontifical Romano de 1968 – É EXCESSIVAMENTE GRAVE!

Nunca se deixe de advertir, que os hereges, NA SUA QUALIDADE PRÓPRIA E ESPECÍFICA DE HEREGES, foram convidados a colaborar, E EFECTIVAMENTE COLABORARAM, na confecção desses ritos, destinados formalmente, PREMEDITADAMENTE, a destruir a Fé Católica e a Santa Madre Igreja; e o responsável máximo pela sua elaboração, Bugnini, era um maçon encartado. Consequentemente, A INTENÇÃO MALDITA FICOU FORMAL E OBJECTIVAMENTE, CRISTALIZADA, ENCARNADA, NO RITO ESPÚRIO; o corolário é que tal intenção, actua também OBJECTIVAMENTE, QUALQUER QUE SEJA A INTENÇÃO PESSOAL DO MINISTRO.

É conhecido, como exercem na dita Fraternidade, pretensos sacerdotes oriundos da seita conciliar, e que não foram ordenados, ao menos sob condição, pelas autoridades da dita Fraternidade: Neste caso, uma Missa sacrossanta torna-se inválida por ser “celebrada” por falsos sacerdotes, ainda que de boa fé.

Repito o que venho afirmando desde há bastantes anos: Os jovens, seminaristas e sacerdotes, quer da seita conciliar, quer da dita Fraternidade, SÃO AS MAIORES, E MAIS GRITANTES, VÍTIMAS ACTUAIS, dos erros, das traições, e dos pecados dos tradicionalistas em geral.

Particularmente grave, afigura-se o facto dos Sacramentos e ordenações sacerdotais efectuadas por Fellay serem INVÁLIDAS, como consequência ÓBVIA do dito Fellay ser um agente infiltrado da maçonaria internacional. Já observámos como é necessário, para a validez de um Sacramento e de uma Jurisdição, pelo menos, que o ministro sagrado possua um vínculo moral, funcional, objectivo e intencional, com a Santa Madre Igreja; o que é incompatível com uma situação psicológica de menos respeito para com a Sagrada Instituição, MENOS AINDA COM A INTENÇÃO DE QUERER DESTRUIR A SANTA MADRE IGREJA, QUE CONSTITUI O OBJECTIVO FUNDAMENTAL DA MAÇONARIA INTERNACIONAL.

A Fraternidade, QUE FOI DE SÃO PIO X, encontra-se assim impregnada de múltiplos vazios e de letais abismos, OS QUAIS FORAM CAUSADOS POR PROCESSOS PERFEITAMENTE ANÁLOGOS AOS UTILIZADOS NA DESTRUIÇÃO CONCILIAR DA FACE HUMANA DO CORPO MÍSTICO:

1- PROCLAMAÇÃO MATERIAL DE BOAS INTENÇÕES, MAS SUA CONSEQUENTE OBLITERAÇÃO FORMAL, ATRAVÉS DE UM ENQUADRAMENTO METAFÌSICAMENTE INCOMPATÍVEL E CONTRADITÓRIO COM AS PRIMEIRAS.

2- PROMISCUIDADE LITÚRGICA ENTRE O BEM E O MAL, EM TOTAL DETRIMENTO DO PRIMEIRO.

3- APLICAÇÃO DA MÁXIMA SEVERIDADE E DIABOLIZAÇÃO, CONTRA QUEM DENUNCIA, VIGOROSAMENTE, TAIS PLANOS.

É suficiente a acção de Fellay, com mais uma dúzia de traidores, para insuflar no ministério da dita Fraternidade um sopro de invalidade, sobretudo, como se referiu, nos sacerdotes    mais jovens. Efectivamente, de onde afirma Fellay receber Jurisdição? DE UMA SEITA QUE NÃO APENAS PROCLAMA CONSTITUIR A RELIGIÃO MATÉRIA DE LIVRE OPÇÃO DO INDIVÍDUO, COMO TAMBÉM AFIRMA QUE ESSA OPÇÃO, QUALQUER QUE ELA SEJA, EM NADA INFLUI NA QUALIFICAÇÃO MORAL DESSE MESMO INDIVÍDUO.

O anti-concílio maçónico reunido em Nápoles, em 1869, para se opor ao Sagrado Concílio Vaticano I, aprovou, em síntese, as seguintes teses:

1- Defesa da liberdade religiosa e dos meios para a tornar realmente efectiva.

2- Separação rigorosa da Igreja e do Estado

3- Consignação de um sistema moral completamente independente da religião.

Quando o Vaticano 2 se reuniu, não houve notícia de qualquer organização de um anti-concilio; porquê? Ter-se-iam os maçons convertido? Não, porque o Vaticano 2 É QUE ERA O ANTI-CONCÍLIO.

E é a esta seita que Fellay jurou obediência como sendo a única Igreja Católica. Nada mais se afigura necessário para os seminaristas e sacerdotes, sobretudo os mais jovens, desertarem, e procurarem caminhos de vida no seio do mundo.

Porque como muito bem dizia Monsenhor Lefebvre: “NÃO VALE A PENA, NA BASE DO LIBERALISMO, NÃO VALE A PENA; PARA QUÊ ABRAÇAR UMA RELIGIÃO QUE É MAIS EXIGENTE, MAIS DURA, MAIS DIFÍCIL, SE HÁ LIBERDADE RELIGIOSA? PARA QUÊ? NÃO VALE A PENA!”

Se não se processar uma reacção, rápida, e verdadeiramente contundente, procedente da parte ainda sã da Fraternidade, então a linhagem sacerdotal de Monsenhor Lefevbre terá terminado; e será necessário colocar as nossas esperanças na linhagem sacerdotal do Bispo Vietnamita Thuc e seus epígonos estabelecidos nos Estados Unidos da América do Norte, inclusive, possuindo Seminários.

A Fé Católica, a Santa Madre Igreja, não morrem, não podem morrer, porque Deus Nosso Senhor vive; e viverão sempre católicos, sacerdotes e bispos, sobre a Terra, por muito diminuto que seja o seu número, E ONDE ELES  ESTIVEREM, NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, COM SUA CRUZ, SEMPRE ESTARÁ ENTRE ELES.

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 27 de Junho de 2016

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

 

8 Respostas para “A QUESTÃO GRAVÍSSIMA DA INVALIDADE DOS SACRAMENTOS NO SEIO DA FSSPX

  1. henrique julho 31, 2016 às 5:59 pm

    Isso enche do mais profundo nojo. Cuidam da Fé como homens de negócios, como políticos cuidando de coisas humanas. Será que nós, ao assistirmos isso, nos sentimos um pouco como Nosso Senhor quando expulsou os vendilhões do Templo? Que grande honra é compartilhar um pouco da repulsa que Nosso Senhor sentiu pelos abomináveis da Sua época.

    No dia em que os maometanos entrarem no Vaticano, e em cada diocese que há subordinada a ele, e enforcarem o último desses miseráveis com as tripas do penúltimo, e degolarem cada um desses traidores como fizeram com o padre francês, o qual até doou um terreno aos infiéis… SERÁ POSSÍVEL NÃO SE ALEGRAR, NESSE DIA?

    Será que eu estou exagerando? Mas quem é mais perigoso? Os maometanos ou a seita de traidores do Vaticano? Não é Nosso Senhor mesmo quem responde, quando diz que devemos temer não quem mata o corpo, mas sim quem mata a alma? Quantos católicos já se deixaram enganar pela falsa religião maometana? Na verdade, está até colaborou para produzir mártires. Por outro lado, quem pode contar o número dos que perderam a alma por causa da seita anticristã?

  2. henrique julho 31, 2016 às 6:27 pm

    A Cristandade já derramou sangue maometano com a ajuda divina. E essas vitórias são até hoje celebradas. Podemos acreditar que é impiedade o desejar a aniqulação desses traidores, se desejamos e efetivamente aniquilamos os maometanos, séculos atrás? Podemos ter mais piedade da seita anticristã do que tivemos dos maometanos, séculos atrás? Como assim, se a seita é infinitamente mais perniciosa à salvação das almas?

    Com ou sem derramamento de sangue, que esta seita miserável seja extinta de uma vez por todas, para SEMPRE. Que destruam todos os templos, que matem todos os “padres”, “bispos”, e sobretudo o “papa”, se assim for necessário.

    Tudo o que for necessário, para a maior glória do Senhor e a salvação das almas.

  3. Zoltan Batiz agosto 1, 2016 às 3:32 pm

    “É conhecido, como exercem na dita Fraternidade, pretensos sacerdotes oriundos da seita conciliar, e que não foram ordenados, ao menos sob condição, pelas autoridades da dita Fraternidade: Neste caso, uma Missa sacrossanta torna-se inválida por ser “celebrada” por falsos sacerdotes, ainda que de boa fé.”
    Sim. É mesmo assim. E mesmo quando celebrarem os sacerdotes validos, o cibório podia ser consagrado por um sacerdote invalido, logo, mesmo numa missa válida, a comunhão pode tornar-se loteria.

  4. Zoltan Batiz agosto 2, 2016 às 6:33 pm

    “então a linhagem sacerdotal de Monsenhor Lefevbre terá terminado; e será necessário colocar as nossas esperanças na linhagem sacerdotal do Bispo Vietnamita Thuc e seus epígonos estabelecidos nos Estados Unidos da América do Norte, inclusive, possuindo Seminários.”

    Sim. Pelo menos já muitos admitem que a Fraternidade não é a única esperança. Existem outros grupos tradicionais, com sacerdotes e especialmente bispos válidos (capazes de ordenar). A fraternidade costumava ser o maior grupo, mas, agora, que saiu da Igreja, já não é. A entrada deles na nova igreja vai prolongar um pouco a agonia desta, porque é sangue fresco, essa é a desvantagem da fusão, mas a vantagem é que os infiltrados, os maus, os incompetentes saem da Igreja.

    E, já agora, existem 3 (três) linhagens episcopais validas: a linha Thuc (Dolan, Sanborn, Stork, Dávila, Pivarunas et alia), a linha Costa e a linha Mendez (Kelly, Santay). Lá também há bispos bem escandalosos (Ramolla, Petko, etc., e também houve no passado: Zamora, e, para uns, até Carmona). Houve entre eles até uns sodomitas. A linha Mendez também tem os defeitos: não aceitam vocações atrasadas, não fazem declarações de nulidade de casamentos (o que, segundo o Direito Canónico, durante a sede vacante, os bispos podem e devem fazer) e são propagandistas anti-Thuc. Por causa dessas perversões e outras brigas não se pode fazer uma Conclave o que acabe com a sede vacante.

    Mas mesmo antes dessa traição a SSPX era cerca 19% da Igreja (não contando a nova igreja, claro). E antes da traição a Fraternidade era semi-tradicionalista, nunca disputou publicamente a validade dos novos sacramentos. Agora, a fazer conta que eles são a tradição toda é uma loucura. ou pior até, é mentira.

    • henrique agosto 3, 2016 às 10:32 am

      Prezado Zoltan, interessante suas informações sobre os bispos não ligados à nova igreja. Eu desconhecia a referida linha Costa. Quem é Costa? Há algum site que reúna informações atualizadas sobre todas essas linhagens episcopais? Isso seria muito útil.

      A falta de união entre os homens cientes da atual situação da Igreja é realmente um problema. Em que condições seria correto fazer um conclave para eleger um Papa, é algo que eu não sei. Mas é certo que a união entre esses bispos seria de grande proveito para a Igreja e para as almas.

      • Zoltan Batiz agosto 4, 2016 às 10:47 pm

        Caro Henrique, a linha Costa começou no Brasil, como cismáticos, pois reconciliaram-se à igreja. Veja o link: https://en.wikipedia.org/wiki/Carlos_Duarte_Costa , (mas leia com muita caução, porque eles não distinguem entre a Igreja e a nova igreja). O bispo principal deles na América era Franz Josef Thomas Padraic Sebastian, mas reconciliou-se com a nova igreja. A maioria dos bispos Costa está fora da Igreja, uns estão dentro. O melhor sítio o que reúne a maioria das informações sobre a Igreja e suluções possíveis é: http://www.the-pope.com/library.html , do Griff Ruby. Infelizmente é tudo em inglês. Antigamente Terry Boyle teve um sítio com todas as linhagens,mas isto desapareceu.
        Conclave? A solução parece a do concílio de Konstanz, em 1415, quando acabaram com a grande cisma do ocidente, praticamente cada bispo válido votou lá. O concílio começou sem papa, por isto era um concílio imperfeito. Depois que escolheram um papa, ele ratificou o concílio. O Arai pode descrever a situação em mais pormenores.

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