Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

A «BONDADE» ECUMENISTA CONCILIAR PARA ABOLIR A GUERRA ABOLE A RELIGIÃO!

João 23 dita lei

Arai Daniele

Uma chave para definir a apostasia modernista conciliar em ato é a obra de desarme do alerta católico sobre a guerra espiritual contra o mundo e suas falsas crenças, alerta que é evangélico. Assim desarmam a mesma defesa das almas, da Igreja e da Cristandade e abalam a capacidade de defesa contra a guerra que o mundo lhe move desde sempre. Sim, porque todas as guerras são, no fundo, contra a Igreja e a Verdade de Jesus Cristo.

Tudo, como se a guerra que o mal  move ao bem, a falsidade à verdade, não seja um fato universal que a religião verdadeira de Jesus Cristo sempre enfrentou.
Mas hoje a igreja conciliar o evita, como se fosse errada a oposição à tirania do homem e de seus cultos mundanos, especialmente o islâmico. Pior, como se a oposição católica a este e ao mundo fosse a causa mesma de guerras e conflitos, pela qual pedem perdão.

No topo dessa bestialidade mental hodierna é posta em ato, em andante con moto ecumenista, o verbo do anticristo de turno JM. Bergoglio. Desta forma, os modernistas de todos os tempos e modos impingem hoje a “fé” que toda oposição pode ser superada com encontros beócios e inconcebíveis compromissos. Neles os poderes do mundo se concentraram para o golpe final que acabe de vez com as certezas dos filhos da Igreja católica.

Por causa dessa deserção continua, o curso da degradação religiosa engendrado pela igreja conciliar – já com mais de meio século – explode lamentavelmente com Bergoglio, para engano final no mundo. – “Não há guerra de religião”!

 

No encontro com os jornalistas, no vôo para Cracóvia, Bergoglio teve de responder a uma pergunta sobre padre francês degolado no altar em França. Incrível foi a leviandade da  resposta em obstinada defesa do Islã, ele que sempre ataca os católicos da Fé íntegra e pura como heréticos! Mas aqui, se não mostra malícia profunda, mostra uma miséria cultural impressionante num jesuíta. Tratando-se de fatos que contradizem seus desviados esquemas ideológicos, inventa frases de efeito para impressionar os inimigos da Igreja católica, a partir do que se repete em todo o lado; “O mundo está em guerra, guerra em pedaços. Houve aquela de 1914, com os seus métodos, e depois a de 1939-45 e agora esta”. E conclui beociamente : “O mundo está em guerra porque perdeu a paz”! Mas isto não concerne o Islã, que não teria nada a ver com tanta violência! E acrescenta  textualmente: “Uma única palavra, gostaria de esclarecer: quando falo de guerra quero dizer guerra a sério, não guerra de religião. Falo de guerras de interesses, por dinheiro, pelos recursos da natureza, pelo domínio dos povos”. Que denúncia corajosa! Baseada num determinismo materialista de cunho marxista, o seu «motor da história» é acima de tudo de ordem econômica! Repete isto diante da notícia de um padre degolado na missa! Ignora talvez que no terrorismo islâmico não há nenhuma causa evidente de natureza social e econômica, se não uma sede de conquista «religiosa» velha de 14 séculos? No entanto quer distrair com suas frases de efeito; “Eu não falo de guerra de religião. Todas as religiões querem a paz”. Capito? Entendeu? Parece que quer desaconselhar todos a interessarem-se pelo conteúdo do Alcorão? Nunca ninguém vestido de papa amou tanto a negação da evidência, a mentira ideológica contra a verdade.

Num seu artigo atual sobre o terrorismo islâmico o vaticanista Sandro Magister lembra os estudos do jesuíta Samir Khalil Samir S.J., perito do Islã e professor do pontifício Instituto Oriental de Roma, um dos mais ouvidos no tempo de Bento 16. A citação serve para concluir que obviamente ele não deveria hoje ser mais ouvido porque afirma ser “falso dizer que o Islã é uma religião de paz”; “Quem continua a dizer que é o islã é uma religião de paz cria confusão e mistificação”. É pois uma denúncia que contraria em cheio o verbo bergogliano!

Nos últimos tempos temos ouvido tantas falsificações evangélicas proferidas pelos «papas conciliares», mas havia ainda uma certa prudência a não negar evidências mais gritantes. Com Bergoglio, nem isto. Diz abertamente o que implica serem todas as religiões igualmente boas, mesmo contrariando a Fé e o Culto ensinados pela Igreja de 260 Papas e 20 Concílios ecumênicos, antes do maldito Vaticano 2. É claro que foi este a mudar a Liturgia e a Doutrina no sentido da grande «bondade» ecumenista conciliar que para abolir a guerra abole a Religião verdadeira que divide! Talvez por isto esse desviado acrescenta: “Todas as religiões, querem a paz, a guerra são os outros a querer. Entendeu!”. Quem são esses «outros»? os ateus? Nunca! Bergoglio é amigo e nunca ataca incrédulos, ateus e agnósticos, como acusa os Franciscanos da Imaculada.

A este prócer da grande babilônia compete agravar a decomposição dessa igreja popular para que desça completamente ao ossuário malcheiroso das falsas religiões deste mundo.

Nesse sentido em Roma a são promovidos por essa entidade maléfica dúbios eventos.

O sínodo conciliar sobre a nova família

Para isto os bispos alemães e outros já haviam preparado teses finais para pregar nas portas romanas o «magistério» da dúvida!; – O encontro «Mundial dos Movimentos Populares, que teve a participação de 30 bispos libertários “de fortes vínculos com o trabalho social” dos movimentos de base, já com o acolhimento garantido em Roma para a sua teologia da libertação; – A permanente abertura bergogliona à URI » (United Religions Initiative).

(Veja o resultado do sínodo no documento «Amoris laetitia» posto em prática na revolução sexual, presente no encontro da Juventude em Cracovia: http://www.agerecontra.it/public/press40/?p=24285; anexo em inglês no fim do artigo)

“A luta de classes será mundial … e a terra tremerá”

Estranho que candidatos dessas teologias de libertação, ligados ao Partido dos trabalhadores (PT), que «desgovernam» o País já há muito tempo e envolvidos nos piores escândalos em questões de dinheiro, sejam hoje de casa no Vaticano. De fato, apesar desses frutos, tais camaradas do conflito e do caos, são convidados para difundir sua idéias no seio da Roma conciliar e modernista sem refrear suas ameaças populistas misturadas a um sumário ecologismo, «ligado oportunamente à «Exortação apostólica Evangelii Gaudium, “que contem esclarecidos conceitos da situação dos excluídos e da sua relação com a matriz excludente da economia global”. Com tiradas desse jaez não podiam deixar de ser recebidos em audiência privada por Bergoglio, da solidariedade e apoio à luta deles pelo trabalho dos sem terra, pela vida comunitária pregada pelo líder Stédile, que participou numa série de reuniões com organizações do espaço autogestito STRIKE, entre as quais do «Teatro Valle» Ocupado, diante a um grande número de «militantes sociais italianos» (neologismo de comunista). Eis a claque predileta do Vaticano hodierno, do outubro vermelho em Roma.

A obra desoladora que concerne a URI (United Religions Initiative)

Esta adianta-se numa cadência constante. Por exemplo com o apoio dado à assim chamada “Aliança bíblica universal” para a tradução inter-confessional da Bíblia, questão desde sempre combatida pela Igreja, única verdadeira interprete da Tradição escrita e oral. mas naquela ocasião Bergoglio concluiu uma audiência rezando um Pater em comum com os evangélicos. São aberturas que representam um preâmbulo para aquele vertiginoso abismo das «religiões unidas», na emulação das nações unidas da ONU (veja http://www.agerecontra.it/public/press40/?p=10148 «Quando il tempo delle nazioni è scaduto… (Lc 21, 24)». De fato, não só o incrível recente convite de Shimon Peres foi acolhido, mas tudo isto se acorda com o velado plano secreto conciliar que dura desde os primórdios do Vaticano 2º, com Paulo 6º, João Paulo 2º e em Buenos Aires com Bergoglio, como ilustra o artigo da americana Cornelia Ferreira (veja «ONE-WORLD CHURCH STARTS UP NOW WITH URI (United Religions Initiative) WELCOMED BY BERGOGLIO https://wordpress.com/post/13927649/5730.

Anexo

  • Amoris Laetitia, Pontifical Council For The Family , Pope Francis , Sex Education , Vatican , World Youth Day
  • Update: The Vatican’s full program has been published at the website run by the Pontifical Council for the Family here, however some have been experiencing difficulties accessing the site.
  • Editor’s Note: A slide show of problematic content in the Vatican sex ed program is available here. (Caution: Sexually explicit images.)
  • ANALYSIS
  • ROME, July 27, 2016 (LifeSiteNews) — “More souls go to hell because of sins of the flesh than for any other reason,” Our Lady of Fatima warned the three young seers in 1917. But this message, unfortunately, is entirely absent from the Vatican’s newly released sex-ed program for teens. Instead, sexual sins are not mentioned at all. The 6th and 9th commandments are ignored while sexually explicit images and immoral videos are used as springboards for discussion.
  • The program titled “The Meeting Point: Course of Affective Sexual Education for Young People” was released last week by the Pontifical Council for the Family to be presented this week to young people at World Youth Day in Poland.
  • While the program has been in the process of development by married couples in Spain for a number of years, it appears to have received impetus to be completed by Pope Francis’ April Exhortation on marriage and the family, Amoris Laetitia. In the exhortation, the Pope speaks about the “need for sex education” to be addressed by “educational institutions,” a move that alarmed global life-and-family leaders since the Catholic Church has always recognized and taught — often in the face of opposition from world powers — that sex education is the “basic right and duty of parents.”
  • The Vatican’s sex-ed is broken down into six units that are to be taught over a period of four years (grades 9-12) to male and female students in mixed classes.
  • View all the lessons and teacher guides at the program’s website here.
  • The new program being put forward by the Pontifical Council for the Family appears to be a departure from what the Church’s magisterium has long taught on sex education. For example:
  • Pope Pius XI, in his 1929 encyclical on Christian education, Divini Illius Magistri, speaks about sex instruction in a private setting by parents, not in classrooms, stating that if “some private instruction is found necessary and opportune, from those who hold from God the commission to teach and have the grace of state, every precaution must be taken. Such precautions are well known in traditional Christian education. … Hence it is of the highest importance that a good father, while discussing with his son a matter so delicate, should be well on his guard not to descend to details.” He adds: “Speaking generally, during the period of childhood, it suffices to employ those remedies which produce the double effect of opening the door to the virtue of purity and closing the door upon vice.”
  • Pope Pius XII, in his 1951 address to fathers of families, warns against propaganda, even from “Catholic sources,” which “exaggerates out of all proportion the importance and significance of the sexual element. … Their manner of explaining sexual life is such that it acquires in the mind and conscience of the average reader the idea and value of an end in itself, making him lose sight of the true primordial purpose of matrimony, which is the procreation and upbringing of children, and the grave duty of married couples as regards this purpose—something which the literature of which We are speaking leaves too much in the background.”

 

Se com este abandono do Magistério não se entende que a abominação da desolação da apostasia final está em ato no Lugar santo, o que mais será preciso ver para saber a que chegou na Roma atual? A Igreja certamente vive; sobrevive em pequenos «restos» atentos às palava apocalípticas: “Saiam dela Meu povo, para não participar de seus pecados, nem ser merecedor de seus flagelos” (Ap 18, 4), A Igreja certamente sobrevive em «restos», atentos a estas palavras, portanto não na Babilônia do Vaticano.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

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