Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

A chave da crise: a questão judaica dentro da Igreja

  • Bergoglio recebe os JudeusCongresso Judaico Mundial: “Francisco é um dos mais estreitos aliados que os judeus têm hoje”. Mas os amigos que protegem essa última religião obrigatória são tantos. Ao ponto de levar Noam Chomsky a afirmar no caso Faurisson: “the first time that a modern Western state openly affirmed the Stalinist-Nazi doctrine that the state will determine historical truth and punish deviation from it.” (É a primeira vez que um estado ocidental moderno afirma abertamente a doutrina Nazi-Stalinista que o estado pode determinar a verdade histórica e punir desvios desta).

*   *   *

por Jean Madiran  (1986)  Muro da crise

Uma mensagem em dois pontos:

1. – Há, sim, um problema judeu,

2. – Mas os católicos não podem compreender nada a seu respeito.

Esta é a advertência que eu tinha apreendido na Tribune Juive de 4 de fevereiro 1983, e, desde então, a conservei sempre em mente. O “problema judeu”, tal como é ressentido e vivenciado pela comunidade judaica, é bem possível mesmo, não é inverossímil de maneira alguma, que um católico tenha dificuldade de entendê-lo. O que poderá apreender a seu respeito, sua maneira de reagir a ele, sua forma de falar dele, tudo isso será considerado como inadequado e, em todo caso, como estrangeirodentro da comunidade judaica.

Em contrapartida, da mesma maneira e em certa medida reciprocamente, eu me pergunto se os judeus podem realmente compreender algo da questão judaica dentro da Igreja. E, em todo caso, são os católicos que a vivenciam os que estão em melhor posição para percebê-la e os que, mais do que todos os outros, têm direito de falar dela.

 

1965: uma declaração conciliar

A questão judaica dentro da Igreja se coloca pela recente inflexão da doutrina católica, abandonando vários pontos de vista tradicionalmente cristãos, para admitir mais ou menos em seu lugar pontos de vista tradicionalmente judaicos.

As coisas começaram no concílio Vaticano II, ao menos oficialmente, porque, tanto ali como alhures, já vinha tempo que estavam em marcha: o concílio não inventou nada, ele consagrou; mas com que vigor acelerador! Há que reler a declaração conciliar Nostra Aetate “sobre as relações da Igreja com as religiões não cristãs”; seu quarto capítulo diz respeito à “religião judaica”.

“Sendo assim tão grande o patrimônio espiritual comum aos cristãos e aos judeus, o concílio quer encorajar e recomendar entre eles o mútuo conhecimento e estima (…). Os judeus não devem ser apresentados como reprovados por Deus nem malditos, como se tal coisa se concluísse da Sagrada Escritura (…). A Igreja deplora os ódios, perseguições e todas as manifestações de antissemitismo que, seja qual for o tempo em que isso sucedeu e seja quem for a pessoa que isso promoveu, se voltaram contra os judeus.”

Muitos lamentaram na época que esta “declaração sobre a religião judaica”, – que eles chamavam aliás de “declaração sobre os judeus”, – faça parte da declaração sobre as religiões “não cristãs”, e não do decreto sobre o ecumenismo relativo aos cristãos. Queriam até “fazer dela um apêndice da constituição sobre a Igreja”[1].[1. Cf. René Laurentin, Bilan de la 3e session, Seuil 1965, p. 86.] Se foram frustrados nisto, ao menos o principal que tinham em mira foi conservado em uma disposição institucional prenhe de consequências futuras, como indicava já em 1965 o Pe. Laurentin numa alínea de aparência enigmática:

“O essencial fica salvo: as relações com os judeus não serão ligadas ao Secretariado para as religiões não cristãs, mas, sim, aoSecretariado da União, que conservará assim em sua perspectiva a plena envergadura do problema ecumênico.”[2]

[2. Mesma obra, p. 87. – A ação do Secretariado para a união dos cristãos (sic) resultou, em dezembro de 1970, na criação de um “Comitê internacional de ligação [liaison] entre a Igreja católica e o judaísmo”, cujos membros católicos eram nomeados por João Paulo II e os membros judeus pelo International Jewish Committee for Interreligious Consultations [Comitê Judaico Internacional para Consultas Inter-religiosas]. Desse Comitê saiu, em 1974, a etapa seguinte: “É principalmente deste Comitê, declara uma nota oficial de L’Osservatore romano de 23 de outubro de 1974, que veio a sugestão de que seja criada no Vaticano uma Comissão para as relações com o judaísmo.” A mesma nota oficial anunciava a decisão de João Paulo II criando esta “Comissão pontifícia para as relações religiosas com o judaísmo”, instituída “como um organismo distinto mas ligado ao Secretariado para a União dos Cristãos”; tendo como presidente e como vice-presidente o cardeal-presidente e o secretário do Secretariado para a União dos Cristãos (sic). A criação da nova comissão pontifícia não suprimiu a existência do “Comitê internacional de ligação” judaico-cristã, o qual prosseguiu suas atividades: mas, a partir de 1974, é a comissão pontifícia que representa os católicos no seio do Comitê.]

De fato, nós temos uma “Comissão para as relações religiosas com os judeus” que opera sob a dependência do “Secretariado para a unidade dos cristãos” e não do “[Secretariado] para os não cristãos”. Em aparência é um absurdo. Na realidade, é indicativo de uma intenção.

 

1982: um discurso do papa

Para estudar as “relações com o judaísmo”, o Secretariado para a união dos cristãos reunia em Roma, em 1982, os delegados das conferências episcopais do mundo inteiro juntamente com os representantes das Igrejas ortodoxas, da Comunhão anglicana, da Federação luterana mundial e do Conselho ecumênico das Igrejas.

Foi para João Paulo II ocasião de seu discurso de 6 de março de 1982, reiterando aquele que pronunciara já em 12 de março de 1979 dirigindo-se aos representantes de organizações e comunidades judaicas: “as nossas duas comunidades religiosas” (a cristã e a judaica) “estão ligadas no nível mesmo da sua própria identidade”; o cristianismo é “um novo ramo na linhagem comum”, expressão tradicional, mas que exigiria não ser empregada unilateralmente e ser bem explicada, para não ser entendida em sentido inverso. O papa não a explicou. Convidou os cristãos a “encontrar-se com os seus irmãos semitas em torno da herança comum”, porque “nosso patrimônio espiritual comum é considerável”.

Perigo de confusão? João Paulo II “faz a precisão, sobretudo para aqueles que se mantêm céticos e até mesmo hostis, que esta aproximação não há-de confundir-se com certo relativismo religioso”, e que é preciso resguardar “a clareza e manutenção de nossa identidade cristã”.

Contudo, é assombroso que ele formule essa “precisão”, como ele mesmo diz, sobretudo visando os que permanecem céticos ou hostis ante uma aproximação dessas: estes, porém, não correm, no caso, qualquer risco de deixar que se relativize ou que se perca a sua identidade cristã. É antes, deveras, aos que correm esse risco que conviria dirigir uma tal advertência; e deixá-la tanto mais explícita e eficaz já que João Paulo II empenha os cristãos a praticarem com os judeus “uma estreita colaboração para a qual nos impele a nossa herança comum, a saber: o serviço do homem”. Esta ESTREITA COLABORAÇÃO não estava na declaração conciliar, que não continha, tampouco, a afirmação de que adoramos O MESMO DEUS QUE OS JUDEUS:

O nosso patrimônio espiritual comum, declara João Paulo II no seu discurso de 6 de março de 1982, é sobretudo importante ao nível da nossa fé num só Deus; único, bom e misericordioso, que ama os homens e faz que eles O amem, senhor da história e do destino dos homens, que é o nosso Pai e que escolheu Israel, a boa oliveira na qual foram enxertados os ramos da oliveira selvagem que são os gentios.”

Duas ideias novas, portanto, a de UM MESMO DEUS e a de uma ESTREITA COLABORAÇÃO, duas ideias que sem dúvida estão na linha da lógica conciliar (ao menos assim suspeito), mas afinal o texto do concílio se detivera no umbral e se abstivera; é João Paulo II que as faz entrar explicitamente na atitude doravante oficial na Igreja, ao preço de uma terrível ambiguidade. Com efeito, o procedimento intelectual que permite considerar que os cristãos e os judeus têm fé num mesmo Deus conduzirá mais tarde o mesmo pontífice a declarar que, igualmente, os muçulmanos e os cristãos têm fé em um mesmo Deus, também eles.

Esse expediente intelectual consiste em considerar que (diferentemente dos antigos pagãos, que tinham vários deuses, e dos modernos ateus, que não têm nenhum) os cristãos, os judeus e os muçulmanos têm uma ideia de Deus que lhes é comum, eles têm em comum afirmar a existência de um Deus único. É uma observação interessante para as nomenclaturas, as classificações e os dicionários. Pode-se pensar, além disso, que toda oração sincera e humilde que não contradiga a esta ideia comum de Deus, ou que não a contradiga demais, é finalmente, mesmo que se engane mais ou menos de endereço no céu, acolhida pelo mesmo e único Deus de misericórdia. Mas a fé não se detém aí, ela mal começa aí. Para nós, Jesus Cristo é Deus e nos revelou que Deus é Trindade: este é o Deus dos cristãos, que não é o dos muçulmanos nem o dos judeus.

 

1985: trabalhar junto com os judeus
para preparar a vinda do Messias

Essas duas inovações de João Paulo II, o “mesmo Deus” e “a estreita colaboração”, já exorbitantes em si mesmas, a Santa Sé logrou, sem embargo, dar a elas em 1985 uma expansão ilimitada.

Datado do mês de maio, publicado a 24 de junho, apareceu um documento redigido pela “Comissão pontifícia para as relações religiosas com o judaísmo” e assinado pelo seu presidente, o tristemente célebre cardeal Willebrands. Esse documento foi apresentado como o fruto de três anos de trabalho. Logo, é que a Comissão pusera mãos à obra imediatamente em seguida ao discurso inovador de 6 de março de 1982. De fato, ela se aplica principalmente a desenvolver desmesuradamente as duas inovações dele.

Esse texto contém “considerações preliminares” seguidas de seis capítulos e de uma conclusão[3].[3. Título oficial: “Notas para uma apresentação correta dos judeus e do judaísmo na pregação e na catequese da Igreja católica”. – Esse documento foi aprovado, louvado e retomado por sua conta por João Paulo II no seu discurso de 28 de outubro de 1985.] Esta [conclusão]repreende nos católicos “uma penosa ignorância da história e das tradições do judaísmo”. Parece-me que a Santa Sé poderia deplorar igualmente, ou mesmo antes de tudo, uma penosa ignorância da história e das tradições… do catolicismo; mas não o faz, em absoluto: ela incita, ao contrário, a “desembaraçar-se da concepção tradicional”, como está no capítulo VI:

“A permanência de Israel, enquanto tantos povos antigos desapareceram sem deixar vestígios, é um fato histórico e um sinal a ser interpretado dentro do projeto de Deus, É preciso em todo caso se desembaraçar da concepção tradicional do povo punido e preservado como argumento vivo em prol da apologética cristã.”

Uma tal pretensão a não ser em absoluto um povo punido é estranha ao cristianismo. A humanidade toda, todos os povos sem exceção vivem presentemente as consequências – isto é, a punição – do pecado original. O povo judeu seria o único que não é “punido”? É efetivamente romper com a “concepção tradicional”, mas bem mais ainda, sem dúvida, do que se imaginou.

Seguramente que se deve levar em conta a verbosidade oca, fruto da decomposição intelectual em nosso tempo de obscurantismo generalizado. Mas há mesmo assim uma significação, há uma vontade, há um desígnio no imperativo abrupto: “é preciso em todo caso se desembaraçar da concepção tradicional”.

É assim que a Igreja perde toda a autoridade moral: pois se ela nos convida a rejeitar a sua concepção tradicional, isso quer dizer que ela se enganou sobre esse ponto durante dois milênios, e nesse caso nada garante mais que, sobre esse mesmo ponto, ela não esteja enganada hoje.

Uma vez rejeitada a concepção tradicional, as duas novas ideias do MESMO DEUS e da ESTREITA COLABORAÇÃO vêm conjugar-se em um messianismo: o messianismo judaico, que vem tomar o lugar da esperança cristã. O décimo-primeiro parágrafo do segundo capítulo, que segue aqui na íntegra, é o resultado finalmente explícito do que estava em preparação:

“Atentos ao mesmo Deus que falou, suspensos à mesma palavra, nós temos de dar testemunho de uma mesma memória e de uma comum esperança n’Aquele que é o mestre da história. É preciso assim que nós assumamos a nossa responsabilidade de preparar o mundo para a vinda do Messias, trabalhando juntos pela justiça social, pelo respeito aos direitos da pessoa humana e das nações, e pela reconciliação social e internacional. A isto somos impelidos, os judeus e os cristãos, pelo preceito do amor ao próximo, por uma esperança comum do Reino de Deus e pelo grande legado dos Profetas. Transmitida o quanto antes pela catequese, uma tal concepção educaria de forma concreta os jovens cristãos para relações de cooperação com os judeus, indo além do simples diálogo.”

Assim, em 1985, oficialmente, Roma convida os católicos a trabalhar junto com os judeus para prepararem juntos a vinda do Messias[4].[4. Essa ideia inteiramente estranha ao catolicismo é uma ideia tradicional da teologia judaica na sua interpretação das “religiões saídas do judaísmo”. Eis aqui um testemunho oficial: o Grão-Rabino da França, numa declaração tornada pública em 16 de abril de 1973, recordava “o ensinamento dos maiores teólogos judeus, para os quais as religiões saídas do judaísmo têm por missão preparar a humanidade para o advento da era messiânica anunciada pela Bíblia”. Por meio de suas diretivas de maio-junho de 1985, Roma dá pois ao catolicismo o lugar e a função que são outorgados a ele pela teologia judaica.]

Quanto à conversão dos judeus, continuai pensando nela se fazeis questão, mas nunca mais faleis a respeito: Roma vos dá o exemplo de mergulhá-la em um silêncio profundo.

***

Essa evolução da atitude oficial que vai da declaração conciliar de 1965 ao discurso pontifício de 1982, e em seguida às diretivas romanas de 1985, essa evolução lenta, constante e coerente é uma evolução que se realizou no silêncio. Quero dizer que, pela primeira vez na sua história, a Igreja se abstém de responder às objeções que lhe são feitas.

Esse é um traço comum, de resto, à implementação de todas as novidades conciliares. Sobre todas as outras questões, a argumentação a favor da “concepção tradicional” é igualmente deixada sem resposta. O debate nunca acontece. Não aconteceu a respeito da missa. Não aconteceu a respeito do catecismo. Nenhuma razão católica foi dada oficialmente para a proibição do Catecismo Romano, nenhuma para a proibição da Missa tradicional. A gente acabará por perguntar-se, após vinte anos de interrogações que não encontram senão o silêncio, se a verdadeira razão não era inconfessável. E se para todas as questões colocadas em vão a resposta não está precisamente na questão judaica no interior da Igreja. Nós escrevêramos publicamente a Paulo VI em 1972: “A Igreja militante está presentemente como um país submetido a uma ocupação estrangeira.

A Igreja desde então não cessou de passar a impressão de ser uma Igreja ocupada. – Mas ocupada por quem? – Pelo judaísmo, chegamos hoje a nos indagar, se é verdade que o que se desvela agora era o objetivo oculto de todas as manipulações e perseguições sofridas nos últimos vinte anos: suprimir ou atenuar aquilo que opõe a religião cristã à religião judaica, estabelecer uma estreita colaboração religiosa com os judeus a fim de “preparar a vinda do Messias”, “trabalhando juntos pela justiça social, pelo respeito aos direitos da pessoa humana e das nações, e pela reconciliação social e internacional”. Que programa laico! Se é isso que se deve pregar, quem precisa de um papa? O Grande Oriente e a ONU para tanto bastam.

Sem dúvida que o termo e a noção de “justiça social” são uma invenção especificamente católica[5], mas os católicos, e principalmente a hierarquia episcopal, se esqueceram da origem do termo e da identidade da noção. Eles imaginam consigo, segundo o dito célebre de Joseph Folliet, que devem tentar “fazer melhor que os comunistas e ultrapassá-los no caminho da justiça e da paz”. Nesse caminho, a justiça social dos católicos tornou-se uma justiça fortemente impregnada de marxismo. Hoje, invocar justiça social sem explicitar as fortes retificações que é preciso ministrar à sua noção mais corrente nos meios de comunicação e nos sermões é extraviar os povos.

[5. Ver: De la justice sociale, Nouvelles Éditions Latines 1961, p. 9-10 e 16-17.]

Sem dúvida também, a pessoa humana tem direitos imprescritíveis. Hoje, porém, toda referência aos direitos que não venha acompanhada das fortes retificações que exige a noção deles mais corrente nos sermões e nos meios de comunicação é forçosamente entendida como uma referência às declarações maçônicas dos direitos do homem.

O mesmo Deus. A estreita colaboração para preparar, mediante a justiça social, a vinda do Messias. Vejam só… Uma obscura claridade começa a despontar.

Jean Madiran.

 

_____________

Jean MADIRAN, A chave da crise – A questão judaica dentro da Igreja, mar. 1986; trad. br. por F. Coelho (f.a.coelho@gmail.com), São Paulo, jul. 2016, blogue Acies Ordinata, http://wp.me/pw2MJ-2Ja

Fonte: “La clef de la crise – La question juive dans l’Église”, in Itinéraires n.º 301 (março de 1986), pp. 58-68;
cf. “leforumcatholique.org/message.php?num=184389”.
[Os itálicos, as maiúsculas e as notas são de Jean Madiran.]

 

2 Respostas para “A chave da crise: a questão judaica dentro da Igreja

  1. Zoltan Batiz agosto 8, 2016 às 2:24 pm

    O assunto mais perigoso hoje em dia … .
    Digamos o que quisermos, sempre alguém se ofenderá.
    Existem dois tipos de antisemitismo:
    1) étnico/racial, mas isto é quase impossível, sendo que a maioria dos judeus hoje (os asquenazitas) são kazares (a décima terceira tribo, etnicamente, geneticamente não tem nada a ver com as originais doze tribos), e os sefarditas são muito diluídos. Até o “goyim” pode ter mais sangue de judeu do que o dito israelita.
    2) religioso/anti talmudista, e Nosso Senhor e muitos judeus étnicos seriam culpados disto.
    A primeira possibilidade é proibida, a segunda é uma consequência do ensinamento da Igreja.
    A minha opinião privada é que a talmudismo é a falsa religião número um, mais suja que o satanismo.

  2. Zoltan Batiz agosto 9, 2016 às 1:57 pm

    Se nós não falarmos neste assunto o quem falará?! Nós somos os únicos que temos a verdade. E o assunto é importantíssimo. Tirando os temas de tradição e sedevacantismo, será o mais importante. Sem estes três temas não se percebe absolutamente, estritamente, rigorosamente nada-nadinha do que se passa.

    Agora, o termo de “antisemita” é muito flexível hoje em dia. Se alguém disser algo de que eles não gostarem, chamam-no assim. Por exemplo o filme de Mel Gibson. (Aqui cabe elogiar o patriarca ortodoxo russo, o que os ameaçou com verdadeiro antisemitismo caso não se calarem. E a sinagoga do satã na Rússia calou-se.) Mas se alguém tiver objecção contra o filme “Dogma”, eles gritam “liberdade de expressão”. Muitos dividem a humanidade toda em duas classes: judeus e antisemitas. Hoje em dia pode-se duvidar do número dos mártires nos primeiros três séculos e ninguém responde que “estás a dizer isto porque estás de acordo com os perpetradores. da mesma maneira pode-se discutir o número das vítimas no genocídio dos arménios pelos turcos, e ninguém responde assim. Mas se alguém duvidar os “seis milhões” é o último criminoso.
    Afirmou o presidente do Irão que esse dogma do holocausto é posto acima dos profetas e até de Deus, porque pode-se negar a existência de Deus, mas não a do holocausto e não o número sacrossanto de seis milhões, o que, já agora, ninguém contou. O conto original em Auschwitz era 350.000 e apenas vinte anos depois subiu. Em vez de provas, emoções.

    Mas o que é mais importante é como eles conseguiram alterar a mentalidade cristã. Sobre isto trata o artigo.

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