Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

A DÍVIDA E AS OFENSAS QUE TRESPASSAM O IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

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Arai Daniele

Sobre a espécie e a gravidade das ofensas que trespassam o Imaculado Coração de Maria, basta lembrar que está profetizado no Evangelho (Lc 2, 34-35), e estreitamente ligado a Jesus, “Sinal de contradição para a salvação e perdição de muitos”.

A esta profecia do sábio Simeão, movido pelo Espírito Santo, segue a frase misteriosa: “para que sejam desvelados os pensamentos (secretos) de muitos”. Relacionando esta frase aos pecados de nossos tempos e à reparação pedida por Jesus pelas ofensas ao Imaculado Coração de Maria, Sua Mãe, pode-se entender a gravidade dos pecados de pensamentos, que superam os de más obras e intenções; trata-se de pensamentos que, de modo deliberado mas secreto, são contra o que há de mais santo, mais atual e oportuno, e daí contrários à salvação.

Poder-se-ia dizer que todos os pensamentos contrários à verdade e à Fé da Igreja são do mesmo modo contrários à «divida» que temos para com o Salvador. Mas aqui, querendo falar especialmente dos pecados de nossos tempos, temos que focalizar a importância da devoção reparadora dos 5 primeiros sábados, devida às ofensas feitas ao Imaculado Coração de Maria.

Não se trata de uma devoção qualquer, porque não se trata de pecados comuns; trata-se do que segue pensamentos deliberados e ofensas tramadas contra a Mãe de Deus neste tempo crucial para a Igreja e para o mundo; algo de enorme importância, seja na ordem pessoal, seja de toda a sociedade humana.

E a razão dessa importância torna-se evidente considerando não só a dimensão da crise que o mundo vive, em seu caráter extremo, apocalíptico, com toda característica de prestação de contas terminal, devido à geral alienação do pensamento de Deus. Pode-se até dizer que hoje, no reinar da mentira, vivemos a terceira alienação extrema que seguiu a milenar segunda – da recusa de Cristo pelos judeus e a primeira, original, na aurora da História!

Aqui, como num vórtice de visões reveladas de todo o curso humano nesta terra, vêm à mente as Palavras da Genesis sobre a presença providencial da Mulher na salvação; Ela e Seu Filho, da estirpe vencedora do espírito implacavelmente inimigo do Bem e da Verdade; o pensamento suscitado por esse espírito contra Maria, a «Mulher» que é a Nova Eva, representa, pois, atentado à mesma ordem vitoriosa da Redenção.

Sobre a dignidade infinita da Mãe de Deus e portanto da gravidade dos pecados contra Ela há um breve vídeo do P. Paulo Ricardo (https://padrepauloricardo.org/episodios/em-que-consiste-a-devocao-dos-cinco-primeiros-sabados-do-mes-em-honra-a-virgem-de-fatima). E não se pode esconder que essas ofensas – devido a sua gravidade universal – atingem um mal que toca o mesmo equilíbrio da vida espiritual no mundo da Igreja e das nações.

Consideremos simplesmente que nos perfeitos desígnios de salvação de Nosso Senhor, Sua intervenção em forma de presença, de palavras e de promessas, aconteceram na História até um certo tempo. Aqui lembramos as comoventes intervenções do Sagrado Coração de Jesus que encontraram barreiras intransponíveis na dureza dos pensamentos de muitos corações reais, já cem anos antes da Revolução francesa. Só depois desta seguiram as aparições de Maria, Mâe de Deus.
Para a infinitamente sapiente misericórdia divina era preciso mover o coração humano pelo Coração materno que pode sanar a enferma sensibilidade do homem moderno gravemente imerso numa malícia mundana, hoje sem precedentes em todos os campos. A natureza mesma da psicologia humana chegou a um tal grau de indiferença nestes tempos de falso progresso e falsas emoções imersas na mentira generalizada, que tudo o que é sagrado parece irreal e sem importância; resta o que ficou entranhado como a lembrança do respiro inicial, do que foi vital na raiz da vida: o amor da mãe. E Jesus nos mandou Sua Mãe como nosso derradeiro recurso. São Luis Maria Grignion de Montfort, em obra inspirada, fala do significado dessa devoção a Maria nos últimos tempos.

A suma gravidade das ofensas e pecados contra Maria

Lembremos: em 1830 na Rue Du Bac em Paris, a irmã Catarina Labouré, que recebia a graça de ver Jesus na Eucaristia, no dia 18 de julho, avisada pelo Anjo, vai à Capela, conhecida depois como a Capela da Medalha Milagrosa. Lá encontra a Santíssima Virgem que, em lágrimas, fala do estado lastimável da humanidade por causa dos pecados, prevendo severos castigos caso não se converta. Era a vigília do golpe de estado que deu o poder ao maçom Luis-Felipe Orleans, filho do regicida Philippe Égalité, influentes fautores da revolução anticristã em ato.

No dia 19 de setembro de 1846, na montanha de La Salette, ainda na França, dois pastorinhos, Melania e Maximino, viram a Mãe do Céu chorar pelos filhos na terra. Na Sua Mensagem fala de situações da sociedade e da política e deixa aquela mensagem terrível para a Igreja, pois diz respeito ao Papado: «Roma perderá a Fé e tornar-se-á a sede do Anticristo».

A infinita tristeza de Maria Santíssima será vista e suas lágrimas recolhidas em tantos diversos lugares do mundo, nesta nossa época. Já não é esta uma mensagem, aviso de valor inestimável que dispensa palavras? Indica que muitos de seus filhos estão na via da perdição. As palavras podem servir para ajudá-los e guiá-los, mas se não forem ouvidas, se ninguém souber ou quiser reparar e chamá-los de volta, se na Igreja prevalecer o silêncio e a omissão sobre os perigos que correm tantas almas, a tristeza da Santa Mãe diante desse menosprezo aumenta.

Têm sido esta a constante de nosso tempo. Demonstra-o o caso do padre mexicano Agostinho Fuentes que, como postulador da causa de beatificação de Francisco e Jacinta devia interrogar a irmã Lúcia no Convento de clausura em Coimbra, onde vive como carmelita descalça. O encontro foi em 16 de dezembro de 1957. O sacerdote relata que irmã Lúcia recebeu-o cheia de tristeza, magra e muito aflita, comunicando-lhe suas meditadas preocupações: “Padre, a Senhora está muito triste porque não se deu atenção à sua mensagem de 1917. Nem os bons nem os ruins tomaram conhecimento. Os bons seguem o seu caminho sem preocupar-se com atender às indicações celestes; os ruins, marcham na estrada larga da perdição sem tomar conhecimento das ameaças de castigo. Creia, padre, o Senhor Deus muito em breve castigará o mundo. O castigo será material e o padre pode imaginar quantas almas cairão no inferno se não se rezar e fizer penitência. Esta é a causa da tristeza de Nossa Senhora.

“Padre, diga a todos o que a Senhora tantas vezes me disse: ‘Muitas nações desaparecerão da face da Terra. Nações sem Deus serão o flagelo escolhido por Deus para castigar a humanidade se vós, por meio da oração e dos santos Sacramentos, não obtiverdes a graça da conversão dessas nações.Diga, padre, que o demônio está travando a batalha decisiva contra a Senhora, e o que aflige o Coração Imaculado de Maria e de Jesus é a queda das almas religiosas e sacerdotais que descuidando de sua excelsa vocação, arrastam muitas almas para o inferno. “Porém, padre, é preciso dizer às pessoas que não devem permanecer à espera de uma convocação à oração e penitência, nem de parte do papa, nem dos bispos, nem dos párocos, nem dos superiores gerais. Chegou o tempo de cada um, por sua própria iniciativa, realizar santas obras e reformar a sua vida segundo a convocação de Nossa Santíssima Mãe. O demônio quer se apossar das almas consagradas, trabalha para corrompê-las, para instigar muitos à impenitência final; serve-se de todas as astúcias, sugerindo até mesmo o aggiornamento da vida religiosa. Resulta disso a esterilização da vida interior, o esfriamento nos leigos do espírito de renúncia aos prazeres e a total imolação a Deus.

“Lembre-se, padre, de que foram dois fatos que concorreram para santificar Jacinta e Francisco: a grande tristeza da Senhora, e a visão do inferno. A Senhora encontra-se como que entre duas espadas: de um lado vê a humanidade obstinada e indiferente às ameaças de castigos; de outro, vê a profanação dos santos Sacramentos e o desprezo dos avisos de castigo que se aproximam, permanecendo incrédulos, sensuais, materialistas.

“A Senhora não disse claramente que nos aproximamos dos últimos dias. Mas me deu a entender, repetindo isso três vezes: na primeira, que o demônio está para iniciar a luta decisiva, isto é, final, da qual sairemos vitoriosos ou vencidos, ou estamos com Deus ou estamos com o demônio. Na segunda vez me repetiu que os últimos remédios dados ao mundo são o Santo Rosário e a devoção ao Imaculado Coração de Maria. E últimos significa que não haverá outros. Na terceira vez, disse-me que esgotados os outros recursos desprezados pelos homens, oferece-nos com temor a última âncora de salvação: a Santíssima Virgem em pessoa, com suas numerosas aparições, suas lágrimas, as mensagens dos videntes espalhadas pelo mundo. E a Senhora disse ainda que se não a ouvirmos e continuarmos na ofensa, não seremos mais perdoados, será como recusar aberta e conscientemente a salvação que nos é oferecida, e isto no Evangelho é chamado o pecado contra o Espírito Santo. Padre, é urgente que tomemos consciência da terrível realidade. Não se quer encher as almas de medo, mas é uma convocação urgente à realidade, porque desde que a Virgem Santíssima deu grande eficácia ao Santo Rosário, não há problema material ou espiritual, nacional ou internacional, que não possa ser resolvido por ele e pelos nossos sacrifícios. Recitá-lo com amor e devoção, consolando Maria, enxugará tantas lágrimas de Maria Santíssima, de seu Imaculado Coração, nos salvaremos e obteremos a salvação de muitas almas. Na devoção ao Imaculado Coração de Maria, aproximaremos o trono da clemência, da serenidade e do perdão e encontraremos nele o seguro caminho para o Céu.”

Essa mensagem foi publicada e difundida pelo mundo em versões inglesa e espanhola, com todas as garantias de autenticidade e com a aprovação do bispo de Leiria. Mas em seguida, com a morte de Pio XII e a eleição de João 23, tais mensagens passaram a ser consideradas alarmes de «profetas de desgraças» sobre acontecimentos que teriam lugar em 1960. Não é de estranhar, então, que o bispo de Coimbra tenha intervindo obrigando a Irmã a uma oficial comunicação contra a “campanha de profecias que chegam a provocar uma tempestade de ridículo”. Na declaração a irmã Lúcia declarava ignorar castigos falsamente atribuídos a ela nessa entrevista de padre Fuentes. Ora “o que padre Fuentes diz no texto de sua conferência no México corresponde, sem dúvida, à essência do que ele ouviu nas suas visitas à irmã Lúcia”, nota o padre Alonso, o principal relator dos fatos de Fátima no seu livro «Segredo de Fátima, fatos e lenda».

É preciso lembrar, ainda, que há um segundo relatório em que o Padre mexicano relata os sofrimentos pessoais de Pio XII, que nos últimos meses de vida via a situação preocupante no mundo e na Igreja. Seria ligado à visão da irmã Lúcia sobre o que aconteceria na passagem do fim daquele pontificado, que hoje sabemos ser a visão do dito «terceiro Segredo»?

De fato, o quadro religioso descrito nesse relato de 1957 em pouco tempo demonstrou ser apenas um esboço. Os católicos que testemunharam as transformações da Igreja depois de Pio XII viram a vida eclesial degenerar rápida e sinistramente. Abandonou-se a penitência e a oração, como desprezou-se a doutrina e a virtude; embora os perigos do mundo aumentassem em turbilhão e invadissem até o recinto sagrado, ninguém mais convocava à defesa da Fé.

Se antes não se ouvira Fátima, e suas devoções, depois tentou-se deturpá-la e ocultá-la. A tristeza de Maria Santíssima ficou esquecida, a devoção do 5 sábados jamais oficializada na Igreja. E, enquanto crescia a indiferença para com os sinais do Céu, avançavam as inovações de uma nova ordem do mundo. Em nome da Igreja, nunca se falou tanto de misericórdia e perdão para os erros de toda ordem, e tão pouco nos Direitos Deus e na tristeza de Nossa Senhora.

O que representam as cinco graves ofensas ao Coração Imaculado de Maria?

Meditando na capela com Nosso Senhor na noite do dia 29 para 30 de maio de 1930, e falando a Nosso Senhor sobre a razão dos 5 Sábados, a Irmã Lúcia sentiu intimamente a voz e a divina presença que lhe revelou: “O motivo é simples: são 5 as espécies de blasfêmias e de ofensas contra o Imaculado Coração de Maria:

1.ª – As blasfêmias contra a Imaculada Conceição; 2.ª – Contra a Sua virgindade;

3.ª – Contra a Maternidade Divina, recusando assim recebê-La como Mãe dos homens;

4.ª – As ofensas dos que procuram publicamente infundir, nos corações das crianças, a indiferença, o desprezo, e até o ódio para com esta Imaculada Mãe;

5.ª – Dos que A ultrajam diretamente nas Suas sagradas Imagens.

Eis, Minha filha, o motivo pelo qual o Imaculado Coração de Maria Me leva a pedir esta pequena reparação; e, em atenção a ela, mover a minha misericórdia ao perdão para com essas almas que tiveram a desgraça de A ofender».

Na primeira ofensa há negação do dogma da Imaculada Conceição definido pelo Papa Pio IX: «Declaramos, pronunciamos e definimos, que a doutrina que sustenta que a bem-aventurada Virgem Maria, no primeiro instante da sua Conceição, foi por graça e privilégio singular de Deus Todo-Poderoso, preservada e imune de toda a mancha do Pecado original, foi revelada por Deus e como tal deve ser firme e constantemente acreditada por todos os fiéis».

São muitos os que, na negação deste dogma, abrangem outros, em especial o do Pecado original, estreitamente ligado aos dogmas marianos. Logo, vão contra a razão mesma da Redenção e da existência da Igreja; pecado pessoal de devastadoras conseqüências sociais.

Na ofensa da negação da Virgindade perpétua de Maria convergem os erros sobre a finalidade da vida humana ordenada a Deus. Estes erros dizem respeito à dignidade do corpo humano, cuja virgindade física sublimada pela espiritual, no sentido de preservar o corpo como templo do Espírito Santo, tem valor inestimável aos olhos de Deus.

Na ofensa de negar a Maternidade divina e espiritual de Maria, convergem todos os erros anti- cristológicos, que remontam ao anti-Cristianismo dos primeiros séculos e foram banidos pelas declarações dos Concílios Ecumênicos, em especial o III Concílio de Constantinopla no ano de 680: «Nosso Senhor Jesus Cristo – nasceu do Espírito Santo e de Maria Virgem, que é, segundo a humanidade, própria e verdadeiramente Mãe de Deus» – Theotókos! Mãe de Deus e Senhora nossa, pela Sua participação no Mistério da Encarnação e da co-redenção.

A ofensa de difundir o ódio contra a Imaculada Mãe de Deus, sabendo que nessa devoção de Maria pode-se dizer concentrada a devoção ao Seu Filho Salvador, e portanto toda verdadeira defesa da Fé contra uma educação racionalista e materialista, que destrói nas crianças todo impulso de gratidão e noção de pureza na ordem criada por Deus. Sem o senso da gratidão, falta na sociedade humana o cimento que consolida o bem do dar e haver familiar e social.

E nas ofensas e blasfêmias públicas que envolvem as sagradas imagens pode-se ver toda a perversidade do pensamento rebelde, deliberadamente anti-cristão, que vai alimentar os conflitos e as revoluções de toda ordem. O ultraje das imagens de Maria Virgem, é alimentada pela hostilidade anti religiosa e os germes da rebeldia à ordem natural, que causam degeneração pessoal e precipitam a decadência e o fim das nações.

Enfim, assim como para a Revolução difundir o ódio e a negação do amor divino, representado por Maria, é remate de uma descristianização planejada, de modo inverso, a atenção da Igreja pela fé nos dogmas marianos é o derradeiro bastião para a defesa da Cristandade que eles ilustram.

Pio IX, no auge do ataque maçônico contra a Igreja definiu o dogma da Imaculada Conceição. E São Pio X, no auge to ataque modernista, profeticamente convocou os fiéis à devoção dos 5 primeiros sábados. Revela-se, pois, que estava nos desígnios divinos a intenção de suscitar nos homens o impulso de honrar Maria para reparar toda ofensa à Religião do Verbo que Nela se fez carne.

Ora, como nas Escrituras é profetizado que a alienação final da Fé se realiza no âmbito do mesmo Templo de Deus, que é a Sua Igreja, como não reconhecer que nestes tempos, esta alienação se manifesta com ataques velados à dignidade, privilégios e honras que em dogmas da Fé são devidos à Virgem Maria, mas que são perpetrados por quem na Igreja caiu do Céu, atraído pelos interesses da terra?

Lembremos a censura de João 23 ao «Segredo» de Fátima em 1959; o distanciamento que proclamou diante de suas «profecias de desgraças»; a oposição que o Vaticano 2 assumiu em relação à discussão para definir a Mediação universal e a Co-redenção de Nossa Senhora, como muitos bispos pediram e os católicos esperavam. Assim, rejeitaram o esquema sobre a Virgem Maria. Para agradar os protestantes, este ficou reduzido a anexo no esquema sobre a Igreja. Seguiu a redução da devoção a Maria, a fim de evitar o «exagero» no culto mariano!

Lembremos a censura de João 23 ao «Segredo» de Fátima em 1959; a distância que proclamou diante de suas «profecias de Desgraças»; a distância que o Vaticano 2 assumiu em relação à discussão para definir a Mediação universal e a Co-redenção de Nossa Senhora, como muitos bispos pediram e os católicos esperavam. Assim, rejeitaram o esquema sobre a Virgem Maria.  Para agradar os protestantes,  este foi posto como simples anexo no esquema sobre a Igreja. Seguiu a redução da devoção a Maria, a fim de evitar o «exagero» no culto mariano da Igreja!

A impiedade velada da nova religiosidade ecumenista que censura o culto a Nossa Senhora, certamente resta espelhada no tratamento dispensado à Profecia e às devoções de Fátima. Basta pensar que a devoção dos 5 primeiros sábados, pedida em 10 de dezembro de 1925, com intenção reparadora, não foi oficializada. Pode-se negar essa «alienação» no âmbito da mesma Igreja?

Não sendo possível negar a indiferença, senão hostilidade diante da necessidade de reparação deste conjunto de gravíssimas blasfêmias e ofensas indicadas por Nosso Senhor à Irmã Lúcia, e hoje sempre mais difusas e evidentes, reconhece-se a urgente necessidade de reparar também pela cumplicidade clerical para com o que vai contra dogmas marianos definidos pela Igreja. E portanto, diante desta outra imensa ofensa, acrescer mais ainda nossa disposição de reparar.

Que nossa devoção reparadora possa obter de Nossa Senhora a mediação da grande graça de preservarmos o espírito da verdadeira fé católica no caos dessa revolta e da impiedade final da apostasia geral do mundo em que vivemos, agora e na hora da nossa morte. Amem.

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