Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

PAULO 6: ESPÍRITO DE MEDELLIN: TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO E FARC

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Arai Daniele

Medellin: Teologia da libertação e FARC

Apenas encerrado o Vaticano 2 (1962-1965), o episcopado Latino americano iniciou encontros a fim de interpretar os documentos conciliares à luz da especial problemática revolucionária latino-americana em germe. Reunidos em Medellín, Colômbia, em 1968, os bispos, com o apoio romano de Paulo 6, produziram um documento para sustentar a ação dos «católicos progressistas» em todo o continente nos próximos tempos. Isto alarmou os conservadores.

Em 1979 a reunião dos episcopados se realizou em Puebla, México. Serviria para aprovar novas diretrizes eclesiais da Igreja no continente, que recebeu forte apoio do Vaticano de Paulo 6. Mas agora, após a sua morte e a do fugaz sucessor João Paulo 1, o comando era de João Paulo 2º, que tinha apoio conservador. Apesar disso, o resultado foi a aprovação de um documento crítico, no sentido da célebre virada sob o nome de Opção Preferencial pelos Pobres.

Em seu tempo publicamos muito material sobre isso em italiano no quinzenal Sì si no no, sobre a posição e relatos de vários participantes, por exemplo do card. arcebispo de São Paulo Evaristo Arns em aberto apoio ao frei Boff e companhia. Mas aqui, a intenção é de analisar o que produziu tudo isto e continua vivo através das iniciativas do Foro de São Paulo abençoado por Fidel Castro e essa força milionária da FARC na Colômbia. De fato esta volta às manchetes por causa do acordo com o governo que a traria à completa legalidade de partido, não fora o resultado negativo – por muito pouco – do referendo invocado para aprová-lo.

Lembramos pois aqui algumas palavras-chave para rememorar essa matéria: Vaticano 2, Medellín; Puebla; CELAM; Teologia da Libertação; «cristianismo comunizado de libertação.

A revolução do Vaticano 2 para a América Latina

Foi uma virada histórica do maior alcance o fato de, em nome da Igreja, o mais importante pilar da Tradição contra a modernidade liberal, já muito antes da Revolução Francesa, ser aberta justamente ao mundo dessa modernidade. Isto se deu com o movimento modernista que, sob a ocupação papal de João 23 foi denominado «aggiornamento». Este iria «atualizar» desde a Doutrina à Liturgia da Igreja, e desde o anticomunismo até a Profecia de Fátima.

Assim, o Vaticano 2 abateu os muros de defesa da Igreja de sempre, seja com a reforma mais radical relativa à liturgia, seja na relação da Igreja com o mundo, incorporando um conjunto de reformas iluministas avançadas na ambigüidade de documentos finais de marca progressista. Terminado em 1965. Já em 1968 foi convocada a 2ª Conferência-Geral do Episcopado Latino-Americano – CGELA, em Medellín, Colômbia. Para a ocasião, o conjunto de teólogos apoiados pelos bispos progressistas do continente tinha elaborado uma «teologia pastoral» alinhada com os problemas da pobreza na América Latina à luz das novidades da nova igreja conciliar.

Abertura e atualização. Vaticano II para a América Latina, era o título do encontro que já refletia a intenção de erigir uma «igreja» atualizada para a transformação social da América Latina à luz do concílio. Assim o afirmava Dom Paulo Evaristo Arns “Medellín era como o Vaticano [II] traduzido para a América Latina”. Na verdade, Medellín devia refazer, no sentido de atualizar mais o Vaticano 2 nas questões abertas, dando outro passo avante. O importante foi que o novo documento continha a interpretação radical largamente divulgada e amparada pela presença de Paulo 6 da «Populorum progressio»; de documentos únicos, em nome da Igreja. Durante a Conferência, os teólogos mais progressistas, afinados com as interpretações mais revolucionárias do Vaticano 2, clérigos mormente de formação européia, apoiados por bispos amigos, ficaram rm vantagem no debate. A razão é que dominavam bem as tramas já tecidas nos documentos conciliares. Assim, chamaram reflexão o plano baseado na questão-chave da nova «teologia da libertação»: “Como ser cristão num continente de empobrecidos?” (cf. Leonardo Boff). Tratava-se de uma espécie de recurso às ciências sociais para atualizar-se ao curso esquerdizante de um novo mundo rebelde, inclusive à velha Igreja Católica!

Os novos teólogos latino-americanos cogitaram elaborar então respostas aos dramas da pobreza continental para, a partir delas, passar à realidade da ação socializante condizente com todas as revoluções mundiais daquela hora. A idéia central era abater a condição dominante do  capitalismo no seu aspecto imperialista que se nutre do subdesenvolvimento de grande parte dos povos da Terra. Em Medellín, os progressistas impuseram na temática final do documento essa idéia segundo o método da Ação Católica, o Ver-Julgar-Agir, que partia da realidade para julgá-la e atuar para a «libertação do homem». Isso expressava um processo de reconstrução do cristianismo a partir do ideal histórico socialista.

Dom Evaristo Arns afirmava então que “A Teologia da Libertação viera a público na Assembléia de Medellín, em 1968”. A esta proposta pastoral, seguiu a rede de produção teórica articulada para a produção de variadas cartilhas e folhetos sobre ursos, debates e palestras, visando a divulgação no âmbito da realidade latino-americana, «patrocinada pela Igreja». Processo que se impôs logo porque usado na política de esquerda, que até hoje domina no Continente.

Anos depois, frei Betto, em seu Diário de Puebla, ao entrevistar Luiz Alberto Gómez de Souza, sociólogo ligado à TL, sobre as perspectivas da III Conferência Geral do Episcopado da América Latina de 1979, em Puebla, registra: “Acho que teremos mais material de apoio do que em Medellín. Nesta reunião na Colômbia, nos apoiávamos apenas em dois textos entre tantos e  em algumas frases. O importante, agora, é não ficar preocupado em analisar os textos em si mesmos, mas referi-los à prática da pastoral popular. (BETTO, 1979, p. 110) O mais importante, nos parece, a partir de Medellín, a interpretação que se dará ao seu documento. Nesse sentido vale lembrar que os teólogos da libertação, as CEBs e o conjunto dos militantes do cristianismo de libertação ganharam projeção com o avanço da Igreja progressista.” Além dos financiamentos de órgãos europeus como o Adveniat e o Miseror.

A Batalha de Puebla, como se veria depois, sofreu uma aparente reviravolta conservadora na Igreja anti-comunista depois da eleição em 1978 de João Paulo 2º. Ai algo mudou. Em 1979 ele fez sua primeira viagem ao México, para intervir na III Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano, na cidade de Puebla. O adiantamento do evento parecia garantir maior controle dos conservadores na sua realização. Essa viagem podia contribuir a uma mudança na relação de forças para sustar o avanço dos progressistas do CELAM, que estavam em vias de assumir seu comando. Assim, em 1979, houve um embate público entre progressistas e conservadores, evento que seria conhecido como a Batalha de Puebla. Os progressistas contavam com a «herança de Medellín» e um vasto número de teólogos, formados para os movimentos eclesiais, as pastorais e as Comunidades Eclesiais de Base. A estruturação da Conferência se deu em função dessa luta política interior, onde os rótulos de ‘progressista’ e ‘conservador’ eram insuficientes, quando estava em jogo o comunismo. O Vaticano tentou impor outra forma organizativa do evento. O jesuíta João Batista Libanio, na Apresentação Didática à edição do documento de Puebla (1979, p. 55-80) diz que a organização do evento tomou o sentido inverso da conferência anterior em Medellín, que reforçara discussões em plenário. Em Puebla foi proibida a presença dos teólogos assessores dos bispos, para a marginalizar os teólogos da libertação na confecção do texto final. Esses teólogos já tinham «reflexões finais» prontas, que seriam apoiadas pelos seus bispos. Mas então foram nomeados outros teólogos da mais conservadora linha do Vaticano, como peritos. Mesmo assim, teólogos progressistas foram muitos e, secretamente hospedados pelos seus bispos em Puebla, reuniam-se à noite ou em ocasiões sorrateiras para continuar a preparar o grande final. Conta-se que no dia 10 de fevereiro, Trujillo flagrou o cardeal Arns sendo orientado por Leonardo Boff e Jon Sobrino (dois teólogos posteriormente condenados pelo Vaticano). Fato é que a influência progressista na redação do documento final de Puebla foi menor do que queriam, embora repetindo a chave da opção preferencial pelos pobres, saída encontrada no protagonismo que os progressistas queriam para os «despossuídos».

A participação de João Paulo nos rumos de Puebla pareceu eficiente em relação ao que havia declarado no avião para o México acerca da TL: “Ela não é uma verdadeira teologia. Deturpa o verdadeiro sentido do evangelho. Conduz os que se deram a Deus para longe do verdadeiro papel que a Igreja lhes atribuiu. Quando começam a utilizar meios políticos, deixam de ser teólogos. Se é um programa social, então é matéria para a Sociologia. Referida à salvação do homem, então a é eterna teologia, que tem dois mil anos de idade.”

Nisto consistiu em suma o seu discurso de abertura da Conferência de Puebla, que evitou a TL mas elogiou a justiça social. Conta-se que depois dele, o cardeal Trujillo perguntou triunfante a Hélder Câmara, líder dos progressistas, o que achou do discurso: respondeu “Magnífico!”, e o mesmo para mons. Oscar Romero, Arcebispo de El Salvador, progressista que afirmou: “sinto-me confirmado em minhas posições.” Também Gutiérrez, pai da TL afirmou que “Parece-me importante que o Papa tenha anunciado o valor evangélico da defesa dos direitos humanos, não como uma operação temporária mas como uma missão intrínseca da Igreja”.

mueller 25 fevereiro de 2014, o neo cardeal conciliar Gerhard Ludwig Müller, da Congr. para a Doutr. da Fé, recebe na sua sede o padre peruano Gustavo Gutierrez, de ponche para honrar o dito pae da Teologia da Libertação. Visita descrita no meu em italiano « IL VATICANO CONCILIARE SVELA LA SUA LIBERAZIONE DALLA TEOLOGIA CATTOLICA». E supor que o espírito de Medellín parecia condenado no discurso de JP2! Não foi e de fato essa «libertação» fez da sua interpretação a mola para criar uma igreja progressista que benzeu certos métodos de violência e luta política, que se alastra até hoje no Vaticano.

Vejamos o artigo «Puebla esconde uma fraude» de Julio Fleichman, em Permanência 5.1979:

“Desde Medellin, Colômbia, em 1968, os bispos de esquerda do episcopado latino-americano, reunidos sob a invocação de Camilo Torres, padre subversivo (dito “guerrilheiro”) que morreu de armas na mão em combate com defensores da ordem pública, tentam organizar movimentos de subversão no continente contra os governos (em geral controlados ou exercidos por militares) que se defendem como podem contra a ameaça comunista…

Batidos na pretensão de combater os exércitos latino-americanos pelo terrorismo, os comunistas e seus aliados eclesiásticos moveram-se para a insidia pseudo-religiosa. Esta mudança de tática, aliás, é correta se considerarmos que os comunistas só conseguiram realmente alguma vitória no mundo de pós-guerra quando obtiveram os frutos da estupidez ou cumplicidade de elementos eclesiásticos. Foi assim que conseguiram quebrar a única resistência eficaz que os paralisava no Vietnam (mais eficiente do que tropas dos Estados Unidos), quando os bonzos budistas e a recusa de apoio de Paulo VI aos católicos vietnamitas em 1963, fizeram cair Ngo Dim Diem…

Em 1968, em Medellin, os bispos latino-americanos de esquerda conseguiram apenas os primórdios do que queriam. Os “documentos preparatórios” daquela reunião, como agora, eram terríveis, como mostramos em artigo anterior que faz um balanço da obra nefasta de Helder Câmara. Cito, deste artigo anterior, o seguinte trecho da recomendação do “expert” Joseph Comblin que, naquele tempo, vivia em Recife com Helder Câmara e foi, mais tarde, expulso do país. O padre Joseph Comblin pela boca de Helder Câmara da C.N.B.B, diz aos bispos reunidos em Medellin em 1968: “Ninguém pode acreditar que as reformas fundamentais que o desenvolvimento exige poderão ser promovidas por uma evolução política normal dentro dos princípios que regem a sociedade ocidental. Esses princípios se aplicam somente em situações de calma o sem problemas. As reformas não se farão pela persuasão nem pelas discussões platônicas em assembléias legislativas, nem por via das eleições segundo os moldes do sistema ocidental moderno. Bastaria a Igreja armar um grupo (ficaria muito mais barato do que os gastos com obras assistenciais) e tudo ficaria resolvido. (documento-base para Medellin, Padre Joseph Comblin — apresentado à C.N.B.B. por Dom Helder Câmara — publicado em todos os jornais brasileiros e na íntegra no “O Estado de São Paulo” dos dias 14, 15 e 16 de junho de 1968).

Mas a presença de Paulo VI em Medellin (que dali sairia comprometido) e também a denúncia pública feita naquela mesma cidade de que muitos elementos do episcopado pretendiam arregimentar politicamente os bispos (um dos denunciantes foi o nosso Arcebispo Dom Geraldo Sigaud, acusado na época, por Marina Bandeira, uma das assessoras esquerdistas da C.N.B.B., de ser um doente mental), não permitiu aos ativistas de então obter tudo o que quiseram. Mas puderam, com o pretexto do “interesse pelos pobres” e a pretensão de dar relevo a questões “sociais”, colocar em marcha o grande elemento de coação que organizaram e com o qual esperavam impor aos bispos do continente uma posição uniforme contra os governos militares anti-comunistas (só os anti-comunistas é que são “inimigos” pois um governante militar como Torrijos, do Panamá, que é esquerdista, “progressista”, amigo e admirador de Helder Câmara, a quem honra publicamente e ainda contrabandista de drogas em escala internacional conforme denúncias feitas ao F.D.A. dos Estados Unidos, não é combatido, antes é apoiado por bispos de esquerda do Panamá, da Nicarágua e de Costa Rica). O grande elemento de coação acima referido é aquilo que os próprios bispos chamam “espírito de Medellin”, isto é, um ambiente-coator mantido em ebulição, agitado de tempos em tempos com incidentes entre bispos e governantes, como aconteceu no Brasil, no Chile, no Equador, na Bolívia e não aconteceu na Venezuela do P.D.C., no Panamá de Torrijos, na Aigentina de um Peron esquerdista… Esse ambiente com que procuraram coagir os bispos entorpecidos ou menos inteligentes, funcionou, mas funcionou pouco para o gosto dos agitadores. Um grande impulso, entretanto, foi dado ao trabalho de “teólogos” esquerdistas como Gutierrez, do Peru; Boff, do Brasil; Segundo Galileia, do Chile e outros que começaram a elaborar o que chamavam “teologia da libertação”, baseando-se sobretudo em Karl Rahner. Esta “teologia” começou utilizando um vocabulário que hoje, por ora pelo menos, foi deixado de lado por razões “táticas”. “Opção pela luta”, “conscientização dos marginalizados”, “redenção do povo de Deus”, etc., foram exemplos utilizados até recentemente. Seus autores e seus promotores fizeram o possível para ir “além” do que ficara dito explicitamente em Medellin (pois, na verdade, pouco importa o que fica dito claramente e sim a “versão” dessa organização “bispos-intelectuais-imprensa” consegue inculcar como sendo o que Medellin quis dizer). Por isso veremos mais tarde, no Brasil de 1969, os pontos de apoio e a engrenagem de comunicações dos piores assassinos comunistas, localizarem-se no Convento dos Dominicanos de Perdizes, São Paulo. O principal dirigente subversivo, terrorista comunista, do País, Marighela, foi encurralado e morto em combate, nas ruas de São Paulo, graças à descoberta de seus cúmplices diretos, três jovens dominicanos daquele convento.

Era o “espírito de Medellin”, como queriam os que ali fizeram sua reunião de bispos. O que resultou, no final das contas, de PUEBLA foi um longo documento cheio de considerações sibilinas e insidiosas que criou criar o “ambiente-coator” referido acima. Ele estava formado pela atual rede disfarçada de parceria entre FARC e PT, segundo o comandante Raúl Reyes.

Há que lembrar: a FARC é do tempo de Medellin e da linha do PT, reforçados por via clerical. Link: eja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/america-latina/conheca-o-foro-de-sao-paulo-o-maior-inimigo-do-brasil/. Hoje o «acordo de paz» entre o governo da Colômbia e a FARC, teria introduzido esse poder de violência guerrilheira e tráfego de drogas na direção do País.

Pressão clerical máxima a favor da Dilma e da FARC

O tal acordo foi intermediado por Castro e pelo Vaticano de Bergoglio, que assim desvelou sua política aberta à TL de Gutierres e cia., agora rejeitada num provisório plebiscito. Mas vejamos a que ponto chegou. Bergoglio mediar esse acordo com a organização subversiva FARC que tem 400 reféns ainda em suas mãos, fez crianças-soldados serem treinados para a guerrilha, disseminou minas terrestres anti-pessoa e muitos crimes não resolvidos, matérias estranhas a qualquer “diálogo”. O “não” venceu por pouco, caso contrário, esses amigos de Castro e da luta armada teriam acesso regular ao poder do País. Mas, Bergoglio os apoiou: “Prometo que quando o acordo será sancionada pelo referendo, virei para a Colômbia para ensinar a paz.”

O Reitor da Gran Colômbia, antes do referendo ol culpou publicamente, com uma “Carta Aberta a Sua Santidade», pela sua indicação. Pior ainda – observou – não apenas disse o que votar, mas ele acusou de belicistas perigosos os muitos que não concordam com o conchavo arriscado pelo presidente Santos, de esquerda. Além disso, as FARC são pela teoria do gênero. Sobre o engano, basta dizer que o procurador-geral da Colômbia advertiu a Câmara dos Deputados: – os territórios abandonados pelas FARC, foram imediatamente re-ocupados pelos chamados “dissidentes” das FARC, o auto-proclamado Exército de Libertação Nacional e por traficantes de drogas. Durma-se com um «anticristo» destes, na Colômbia como no mundo inteiro! Não destrói só a Cristandade! Mas a sociedade humana através da destruição dela.

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