Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

PODE UM VIGÁRIO DE CRISTO IGNORAR A «PROFECIA DE DESGRAÇAS» DE FÁTIMA? Carta à Irmã Lúcia

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Arai Daniele

O Vigário de Cristo não ignora que as profecias da Revelação são todas para prevenir maiores desgraças. Estas são por vezes materiais, mas representando as espirituais. Ora, a missão do supremo vigilante é manter os homens atentos aos perigos de toda ordem que podem afetar a vida na terra e daí a vida espiritual que põe as almas em risco da desgraça de se perderem.

No entanto, sabemos que João 23 quis arquivar para sempre o Segredo de Fátima, que incluía «profecias de desgraças». Usou essa expressão no discurso inaugural do Vaticano 2, também evitando o que lhe pareciam antipáticas condenações dos “erros espalhados pela Rússia”, contrários à fé, sobre o que versa a parte conhecida daquela mensagem.

Desde então tais erros e ofensas, o comunismo e o ateísmo de ontem, continuados pelo caos e o niilismo de hoje, atingem a humanidade com uma impressionante escalada de conflitos e de degradação moral num mundo descristianizado. Notem, na aparição de Fátima, Nossa Senhora veio com a Profecia, conforma as da Revelação, para prevenir desgraças e o inferno.

A este ponto sabemos que a missão do supremo vigilante para manter os homens avisados dos males pendentes não era exercida. Mais, era negada por quem aparecia como «papa». Seguiu um tempo de enganos e  decadência na Igreja e no mundo, que fizeram transparecer a falta de vigilantes na fé e nos costumes que prevenissem e guiassem as almas e as sociedades no bem.

Essa ausência misteriosa é já uma desgraça que redunda nesta crise universal sem precedentes que envolve a fé da Igreja, alterada senão negada desde o seu interior. Aqui fica clara a relação com a Profecia de Fátima, pois a mesma causa e o mesmo véu de silêncio é estendido sobre o que encerra a chave dessa crise inquietante: a profecia do Segredo de Fátima desprezada.

E como a sua evocação é cada vez mais candente; revela-se pedra de tropeço da desastrosa iniciativa conciliar ‘inspirada’ a João 23. De fato, a razão desse seu miserável silêncio logo ficou mais clara: seria sua ‘inspiração’ para convocar o Vaticano 2, cujo resultado se revelou sinistro. isso é o que justamente sabemos daqueles dias. Poderia não estar relacionado com o fato, que então ficou por esclarecer, isto é, a origem e datação relativa àquela terceira parte da Profecia.

Eis que hoje em dia, depois das últimas notícias publicadas sobre Fátima, não há dúvida que o aspecto mais surpreendente desse evento sobrenatural vai além da existência do seu Segredo, 40 anos oculto num cofre vaticano; concerne o estranho comportamento de seus guardiães.  Esse establishment clerical, ao mesmo tempo que não deixou transpirar nada sobre o Segredo, não pode evitar de chamar a atenção da opinião publica às suas nervosas reações à respeito.

Tudo isto acarretou surpreendentes contradições e – extremo paradoxo – envolvendo nelas a mesma Irmã Lúcia, a Vidente enclausurada no Carmelo de Coimbra. Para verificá-lo vamos considerar as mais recentes declarações publicadas sobre o famoso Segredo de Fátima. Destas as que provocam maior perplexidade são certamente as últimas, antes de ser publicado o «3º Segredo». Trata-se de duas entrevistas da Irmã com dois Cardeais. Nestas entrevistas, publicadas num livro em versão inglesa e agora numa edição revisada em português, a Irmã relata alguns episódios históricos decisivos, que seriam relacionados com o Segredo, segundo o que deve ter ouvido de João Paulo 2º.

De fato, ninguém mais poderia ter contado que Gorbachev à seus pés pediu perdão dos seus pecados. Ora esta ingênua revelação da Carmelita sobre o que lhe pareceu um fato edificante foi causa de uma inesperada reação do Vaticano, que fez um enérgico desmentido;  não há dúvida que a isto seguiram instruções para manter de agora em diante a velha Irmã num ainda mais controlado silêncio. Mas iniciemos pelas noticias anteriores, de Outubro 1997, para verificar a reação de outros personagens e chegar às notícias mais atuais que concernem o processo de beatificação da Irmâ.

CARTA À IRMÃ LÚCIA DE 1998

Segue a carta, sem resposta, sobre a confusão jornalística de 1998; Lúcia ingenuamente em 1992/3 declarou a conversão de Gorbachev, que lhe deve ter sido sugerida por João Paulo II.

“Cara Irmã Lúcia, penso que sabe que no mês de março (1998) a sua entrevista de 1992 ao cardeal Padiyara (e outros) e a sucessiva de 1993, ao card. Vidal, que confirma a primeira, voltaram à público em Portugal, Espanha, Itália e nos países onde mais se dá atenção à Mensagem de Fátima. Provavelmente tudo se deve à malícia de alguns jornalistas que fizeram passar aquelas palavras como recentes, alterando-as como lhes convinha. Por exemplo, escreveram que a Irmã disse que o Terceiro Segredo nada tem a ver com o Vaticano II. Além disso a Irmã diz que ele não foi dado para ser revelado. João Paulo II pode revelá-lo se quiser… “mas o meu conselho é que tenha muita prudência…”.

Quanto ao episódio da conversão do líder russo, reconhecem que a Irmã Lúcia deve ter sido posta ao corrente pelo mesmo João Paulo II que a encontrou em Fátima (13.5.1991). Porque se não é assim e ninguém inventou essa história, então pode ser uma ‘revelação celeste’.

Acontece que o jornal Avvenire, da Conferência Episcopal Italiana, publicou no dia 3/3 o desmentido oficial do porta-voz Navarro Valls, que está em contacto diário com João Paulo II: “O gesto que foi atribuído ao senhor Gorbachev não é verdadeiro nem é verossímil”. O porta-voz vaticano Joaquim Navarro Valls desmentiu a notícia do quotidiano espanhol que relata o histórico encontro no Vaticano do dia 1° de dezembro de 1989 no qual o então secretário geral do Partido Comunista da União Soviética ter-se-ia ajoelhado diante de João Paulo II para pedir perdão. A conjectura, sem qualquer fundamento, surgiu numa imaginária entrevista recente da Irmã Lúcia, que tem 91 anos de idade.”…

Dia 4/3, 4a. feira, o jornalista de 30 Dias, Stefano Maria Paci, depois que eu o informei devidamente do que estava acontecendo, mandando-lhe algumas páginas via fax, publicou no Il Giornale que: “o scoop sobre Gorbachev era de 1992; que a Irmã sobre o Vaticano II no Terceiro Segredo não podia falar, que significa o contrário do que se insinuou”. Mas mesmo esse jornalista não resistiu à tentação de criar o seu duplo scoop: que há um vídeo onde a Irmã Lúcia fala do Segredo ao Padre Kondor e que Nossa Senhora ainda apareceria à Irmã, segundo o P. José Valinho, seu sobrinho que está em contacto e tem livre acesso à Irmã Lúcia.

Ora, quando se deixa crer que a Irmã continua vendo Nossa Senhora, e ao mesmo tempo há contradições objectivas sobre a Mensagem, que pedem esclarecimentos, há risco de confundir o que vêm da Mãe do Céu com a opinião da Irmã. É pois preciso esclarecer a questão a fim de evitar que essa confusão prejudique gravemente a credibilidade de Fátima. Mas como essa mesma confusão se repete hoje em matérias graves da Fé pode-se pensar que estamos vivendo a crise da perda do ‘dogma da Fé’, mencionada na parte conhecida da Mensagem de Fátima. A esse ponto são plausíveis algumas considerações que podem demonstrar que se o chamado Terceiro segredo é ainda oculto quanto às palavras do seu texto, não o é quanto à realidade que a Igreja vive.

Para resolver as contradições sobre a Mensagem que suscitam inúmeras objecções e perplexidades entre os católicos e os estudiosos de Fátima há pois que voltar à alguns factos conhecidos sobre o Segredo. Peço que siga estas minhas considerações que podem demonstrar que afinal a Mensagem não representa mais um segredo real, razão porque a Irmã não deveria temer a sua «verdade», que é para o bem da Igreja e que deveria ser agora conhecida de todo fiel. Se as pessoas ainda não o compreendem, é porque não seguiram na oração a agonia que nossa Santa Mãe Igreja vive desde 1958: o ‘Segredo’ da Mensagem de Fátima está diante de quem tem fé para ver e para ouvir o que está acontecendo no mundo: o avançar de uma descristianização global. Por isto a Irmã não pode temer de estar revelando uma realidade espiritual da qual só falta reconhecer a causa…

Seria faltar ao segredo testemunhar que essa verdade foi profetizada por Nossa Senhora de Fátima? Ou, ao contrário isso faria um grande bem para a Igreja, demonstrando de novo que Deus lhe dá avisos e ajudas para que ela defenda a Fé nos momentos cruciais? E que fatos dessa gravidade que tiveram início no fim dos anos cinquenta, não poderiam ser ignorados nos avisos de Maria SS. aos seus filhos? Eis porque cremos que grande parte do Segredo já está revelada. Faltaria somente a menção das causas e a atribuição das responsabilidades desse desastre espiritual. Esse desastre consiste numa divisão diante da Verdade, portanto na vida da Igreja. Mas falta mesmo conhecer as suas consequências e as responsabilidades nele? A responsabilidade do desvio religioso está descrita no Evangelho: é dos falsos Cristos e falsos profetas. Quanto às suas consequências elas também estão à vista. São: a traição dos clérigos e a apostasia geral com a universal descristianização do mundo.

Quem ama a Igreja não deveria temer que essa verdade inteira venha ao conhecimento dos remanescentes na fé. A oração cristã é feita com a intenção do bem da Igreja e da salvação das almas. Como é possível orar nesse sentido desconhecendo o mal profundo e o seu testemunho para apelar-se aos auxílios oferecidos pela Mãe de Deus?

O seu diálogo com João Paulo II também não é mais realmente secreto. Pelas suas palavras aos Cardeais sabemos que ele lhe falou dos prodígios que operou com o auxílio da mensagem e de como foi evitada outra guerra mundial. Ele lhe contou da conversão do sr. Gorbachev e da Rússia, que a impressionou. Ele falou-lhe de guerra e de paz, mas principalmente dos perigos de divisão religiosa que a mensagem poderia suscitar, mas sem citar as causas disso e pediu o seu parecer, sabendo quanto os seus escrúpulos pesariam na resposta.

Poderia a Mensagem de Fátima ser causa dessas divisões na Igreja? A este ponto todos deveriam fazer um profundo exame de consciência. O escrúpulo excessivo, como aconteceu com a Irmã em 1944, quando precisou que a Mãe do Céu lhe ordenasse que escrevesse a Mensagem para o Bispo Dom José, é hoje nocivo à terceira parte da Mensagem de Fátima, cujo conteúdo se revela cada vez mais grave! A Irmã demonstrou muitas vezes o temor de ser causa inconsciente de uma divisão na Igreja. É preciso lembrar pois que a verdadeira divisão é diante de Deus na pessoa de Jesus Cristo, Caminho, Verdade e Vida. Quem altera a verdade que concerne a religião está dividindo a Igreja.

Visto o poder que representa o conhecimento de um facto decisivo para a vida da Igreja de Deus, e portanto de toda a humanidade, a escolha de uma mensageira de Nossa Senhora seguiu o santo critério de uma alma obediente e escrupulosa na Fé. Mas esses escrúpulos não servem à Fé se evitam o testemunho contra quem altera a verdade. As dificuldades da Irmã são compreensíveis devido à gravidade do conteúdo da Mensagem de Fátima, mas o escrúpulo que se põe ao serviço, não da preservação do aviso para a defesa da Fé, mas da sua censura, é mau. É o escrúpulo que acaba por levar todos a duvidar que o aviso serve para o bem da Igreja.

O mistério que envolve as contradições da Irmã Lúcia em relação à Mensagem de que foi portadora, que estão à vista de todos, nos parece indicar justamente o conteúdo do Segredo. Mas à diferença de outros observadores das questões de Fátima, eu sei não ser possível a hipótese da existência de uma falsa vidente e mesmo de um complot para falsificar as palavras de suas entrevistas; É bem mais simples embora mais assustador: são já 40 anos que a Irmã é submetida e aceita, em nome da obediência à autoridade eclesiástica, o constrangimento de sua consciência. A análise de factos objectivos revelam que imposições de consciência foram aplicadas à Irmã em pelo menos cinco ocasiões:

1-  na questão do Padre Agostinho Fuentes em 1958;

2-  na censura do Vaticano ao Terceiro Segredo em 1959;

3-  no repúdio de Paulo VI ao pedido da Irmã em 1967;

4-  nas instruções do Vaticano de 1988 impondo a aceitação da consagração da Rússia como já realizada;

5-  no colóquio de 13 de maio de 91 em que João Paulo II instruiu a Vidente sobre o sentido da conversão de Gorbachev e da Rússia e do perigo da revelação do Segredo.

Com isto a Irmã, por escrúpulos, confia o aviso que a Mãe de Deus deu aos seus filhos justamente a quem opera para mudar os factos e as consciências. As Santas Escrituras revelam o mistério da iniquidade que envolve a ‘estrela caída’ que abre o abismo de uma libertação do homem, mas põe os sinais e os avisos de Deus sob chave.

Tudo já foi profetizado. Mas a ajuda divina para fazer conhecer o momento dessas profecias e para que se enfrente a abominação desoladora foi dada com a Profecia em Fátima, que situa essa desolação no nosso tempo. Dizer que uma parte da Mensagem de Fátima foi dada para permanecer secreta contradiz o que diz Nosso Senhor: “… nada há oculto que não se venha a descobrir, nem segredo que não se venha a saber” (Mt 10,26; Mc 4,22; Lc 12,2).

Quem ama a Igreja não deveria temer que essa verdade inteira venha ao conhecimento dos remanescentes na fé. A oração e a penitência cristã é feita com a intenção do bem da Igreja e da salvação das almas. E para orar com essas intenções, como fizeram a Jacinta e o Francisco, é preciso conhecer o mal profundo que paira sobre o mundo e testemunha-lo para então se apelar aos auxílios oferecidos pela Mãe de Deus.  Nenhum católico duvida que a terceira parte da Mensagem de Fátima, cujo conteúdo se revela cada vez mais grave, tenha sido dado para a defesa da Fé. Ter escrúpulos quanto à sua necessidade para essa defesa significa duvidar da eficácia dos avisos e auxílios da Mensagem de Nossa Senhora, participando na sua censura e portanto num tácito testemunho contra a própria Mensagem. Ao faze-lo a Irmã passou a cair em diversas contradições desde o tempo do Padre Fuentes. Dou-lhe dois exemplos que estão à vista de todos:

– A redacção da Terceira parte da Mensagem foi pedida por Dom José e portanto confiada ao Bispo de Leiria (Fátima). Ele podia tê-la lido, segundo as palavras da Irmã, mas “não queria nada com segredos”.

E no envelope lacrado (dia 8 de dezembro de 1945) foi escrito que depois de sua morte ele deveria ser remetido ao Cardeal Patriarca. Por essa razão o actual prelado de Leiria pode dizer que essa Mensagem não era originariamente para o Papa, mas para o Bispo.

– Depois do desmentido da afirmação da Irmã Lúcia sobre Gorbachev, pelo porta-voz de João Paulo II, Navarro Valls, estamos diante do dilema de saber qual dos dois não disse a verdade. Se foi a Irmã que inventou tudo, como se quer fazer crer, a consequência é o descrédito da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima e da mesma mensageira. Se a Irmã apenas repetiu o que ouviu então, e que agora é negado, estamos diante de uma adulteração de factos. Eis pois que nestes meses o Vaticano volta a manifestar a sua vontade no sentido que a Irmã não fale mais publicamente, em especial sobre o que ouviu directamente de João Paulo II. Mas todo esse medo do que concerne o Segredo já não revela seu teor?

A Irmã demonstrou muitas vezes o temor de ser causa inconsciente de uma divisão na Igreja. Permita-me lembrar-lhe que a verdadeira divisão é diante de Deus na pessoa de Jesus Cristo, Caminho, Verdade e Vida. Quem altera a verdade que concerne a religião é que divide a Igreja.

Bastaria que a Irmã confirmasse a verdade que todo bom católico atento à Mensagem materna conhece com aflição: que são quarenta anos que a Igreja vive a agonia descrita no Segredo de Fátima, pela profanação dos santos sacramentos e pelo desprezo dos avisos e das ajudas divinas. Esse é o mistério da iniquidade que envolve a ‘estrela caída’, que mantém o que é de Deus sob chave para abrir o abismo de uma liberação religiosa dos homens, em qualquer religião e idolatria e até no ateísmo. Tal ‘libertação religiosa’ seria proclamada no monte Sinai no ano 2000 por João Paulo II.

Rezemos para que Nossa Senhora a ilumine e que no refúgio do Sagrado Coração de Jesus e do Imaculado Coração de Maria a cara Irmã encontre luzes e forças para se desvincular dos enganos nefastos que sufocam o testemunho da sagrada Mensagem que Deus mandou em Fátima. Obrigado pela sua atenção e até breve.  Salve Maria Santíssima!

Arai Daniele

Nota final: a questão descrita nesta carta agora é entrave para a beatificação da Irmã pois, ou ela ou João Paulo 2º faltaram com a verdade; mas este foi «canonizado» e «santo» não mente!  Ou pode, se vestido de papa?

3 Respostas para “PODE UM VIGÁRIO DE CRISTO IGNORAR A «PROFECIA DE DESGRAÇAS» DE FÁTIMA? Carta à Irmã Lúcia

  1. Princeps militiae caelestis novembro 14, 2016 às 1:00 am

    O que o senhor pensa sobre a teoria de que a irmã Lúcia foi substituída por uma impostora após 1960, conforme se publica em certos sítios da internet (exemplo: http://www.igrejacatolica.pt/irma-lucia-impostora/)?

  2. Pro Roma Mariana novembro 14, 2016 às 12:18 pm

    Uma das respostas à sua pergunta está non nosso FOTO DE FAMÍLIA DA IRMÃ LÚCIA QUE NÃO MENTE, MAS NÃO É SÓ… de dezembro 1014.

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