Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

A PAIXÃO E MORTE DE JESUS E A INVERSÃO LUTERANA DE RATZINGER

sacrificio-da-cruz

Arai Daniele

O presente áudio de Mgr Lefebvre sobre o Sacrifício, o Sangue e a Cruz de Nosso Senhor, lembra como esta é a verdadeira herança dos Cristãos, que fundamenta a Cristandade e a nossa salvação.  Ora, os enormes problemas das sociedades humanas na terra têm raízes religiosas, de onde despontam todos os males. Se não diretamente, então minando as defesas da Verdade representada em modo supremo pela «fortaleza do Sacrifício perpétuo» citado pelo profeta Daniel, lembrado  por Jesus como sinal do fim.

https://fratresinunum.com/2016/08/08/guardai-a-missa-de-sempre/ E o seguinte, sobre a Igreja que altera esse fundamento e que portanto não é a Igreja de Cristo. Após ouvir estas fortes palavras sobre a fidelidade a esta herança divina, é mister lembrar também o sentido desse Sacrifício dado por Nosso Senhor Jesus Cristo mesmo, a fim de não se deixar desviar pelo sentido alterado sugerido por uma nova teologia de cunho protestante, como o fez Lutero. De fato, recentemente foi dada a notícia que o autodenominado «papa emérito», Joseph Ratzinger, que vive num edifício no Vaticano, volta a pronunciar-se em cátedra de «mestre». Vamos ver a novidade noticiada pelo vaticanista Sandro Magister:

«Joseph Ratzinger torna in cattedra». Non la cattedra di vescovo di Roma, ma quella di professore di teologia. Una inattesa lezione del papa emerito sulle questioni capitali del pensiero cristiano oggi.» Essa lição trata da ideia que, segundo a teologia de Ratzinger, falar de sacrifício de reparação é um grande erro do passado da Igreja, quase uma impiedade pensar que o Pai esperava do Filho um Sacrifício cruento para a reparação do pecado humano. Não é o que já dizia Martin Lutero? Joseph Ratzinger, não mais da Cátedra de Pedro, que ocupou na veste de bispo de Roma, mas na de destacado professor de teologia, oferece una «lição» inesperada de sua «nova teologia» nessas questões-chave do pensamento cristão «atualizado às ideias de hoje.

«ROMA, 18 de março de 2016 – O texto Joseph Ratzinger que é reproduzido abaixo e contem as passagens salientes não é sem precedentes, mas já havia sido lido por seu secretário Georg Gänswein durante uma conferência organizada em Roma pelos Jesuítas da Reitoria de Jesus, entre 8 e 10 de Outubro de 2015, enquanto que no Vaticano estava em curso o sínodo sobre a família. Mas até dois dias atrás este texto, que tem a forma de entrevista, era conhecido apenas por poucos, e agora já está saindo em um livro que contém os atos dessa conferência. Quarta – feira, 16 mar jornal “Avvenire” antecipou trechos, revelando o nome do entrevistador. E algumas horas mais tarde, o “L’Osservatore Romano” o publicou em sua totalidade: «A fé não é uma ideia, mas vida. Entrevista com o Papa Emérito Papa Bento XVI».

«O tema da conferência era típico da Companhia de Jesus: “Por meio da fé. Doutrina da Justificação e experiência de Deus na pregação da Igreja e nos Exercícios Espirituais.” Também era jesuíta o entrevistador, Jacques Servais, belga, um discípulo do grande teólogo Hans Urs von Balthasar. Mas sele Ratzinger foi inspirado para focalizar questões-chave do pensamento cristão de hoje, a partir do que chama de “reversões drásticas de nossa fé” e “profundas evoluções do dogma”, com a “crise” dramática decorrente. Sem hesitação para descartar como “completamente errado” à luz da teologia trinitária uma tese que modelou por séculos a pregação da Igreja, aquela segundo a qual “Cristo teve que morrer na cruz para reparar a ofensa  infinita que tinha sido feita a Deus, restaurando assim a ordem quebrada.”

Também sobre o binômio justiça/misericórdia, Ratzinger tem palavras iluminantes [!], numa breve referência ao papa Francisco, que invocaram aduladores do papa, prontamente silenciados pelo “L’Osservatore Romano”, que numa nota lateral, rejeitou a “interpretação jornalística”, que reduz a entrevista a “um suporte oferecido pelo papa emérito a um partido da misericórdia”: – Se é Deus a ter que se justificar. Aqui, então, três passagens salientes deste texto, que é o mais amplo até agora escrito por Ratzinger depois da sua renúncia ao papado. O texto, originalmente em alemão, foi publicado em italiano, traduzido pelo entrevistador com a última revisão do mesmo papa emérito.

«O mistério do mal e a MEDICINA DA MISERICÓRDIA.

«Dez justos seriam suficientes para salvar toda a cidade :

«Para o homem de hoje, em comparação com o tempo de Lutero e da perspetiva clássica da fé cristã, as coisas estão, num certo sentido invertidas, ou já não é mais o homem que acredita precisar da justificação diante de Deus, mas lhe parece que seja Deus a dever justificar-se por causa de todas as coisas horríveis no mundo em face da miséria humana, que, em última instância dependeriam dele.

«A este respeito, acho significativo o fato que um teólogo católico assuma por isso mesmo em modo direto e formal tal inversão: Cristo não teria sofrido pelos pecados dos homens, mas sim teria, por assim dizer cancelado as culpas de Deus. Embora no presente a maioria dos cristãos não compartilhem essa inversão drástica da nossa fé, podemos dizer que tudo revela emergir uma tendência subjacente do nosso tempo. […]

  • Note-se que a partir de agora trata-se de uma “teologia” que se refere a como pensa, e mal, porque de modo invertido, o homem moderno diante do mal que ele mesmo produz. Em seguida se quer justificar esta “tendência – sinal dos tempos! – à luz da responsabilidade de Deus! Ele, Ratzinger, mostrou que segue também este modo de ver os fatos em Auschwitzs: “onde estava Deus que permitiu estes horrores”?

Continua: «No entanto, na minha opinião, continua a existir, de outro modo, a perceção de que precisamos da graça e do perdão. Para mim, é um “sinal dos tempos” que a ideia da misericórdia de Deus, se torne cada vez mais central e dominante. […] O Papa João Paulo II foi profundamente impregnado por esse impulso, embora isso não tenha sempre emergido de forma explícita. […] Só onde há misericórdia cessa a crueldade, acaba o mal e a violência. O Papa Francisco está totalmente de acordo com esta linha. Sua prática pastoral é expressa no fato de que ele fala constantemente da misericórdia de Deus.

  • Trata-se, como explicado por alguns pensadores católicos, da «nova misericórdia», que evita alusão à justiça, pois é o amor que precede o pensar. Eis a constatação a que leva uma frase que encerra um novo programa, porque seria um «amor» a ser definido por cada um, isto è, com a própria vontade = voluntarismo. Desse subjetivismo derivará a «praxis» e todo o resto do que põe de lado a natureza objetiva de qualquer realidade.

«É a misericórdia que nos move em direção a Deus, enquanto a justiça nos assusta diante dele. Em minha opinião, este fato evidencia que, sob o verniz de segurança de si e da própria justiça o homem esconda um profundo conhecimento de suas feridas e de sua indignidade diante de Deus. Ele espera a misericórdia. Certamente não é coincidência que a parábola do Bom Samaritano seja particularmente atraente ao homem contemporâneo.

«MESMO DEUS PAI SOFRE, POR AMOR

«O contraste entre o Pai, que insiste em modo absoluta sobre a justiça, e o Filho, que obedece ao Pai e aceita obediente as exigências cruéis de justiça, não é apenas incompreensível hoje, mas, a partir da teologia trinitária, é em si mesmo totalmente errado [!].

«O Pai e o Filho são um só e portanto, a vontade deles é “ab intrínseca” uma só. Quando o Filho na agonia no Jardim das Oliveiras luta contra a vontade do Pai não se trata do fato de que ele deve aceitar para si uma cruel disposição de Deus, mas sim o fato de atrair a humanidade para dentro da vontade de Deus. […]

  • Note-se como este trecho è despido de lógica: o que è incompreensível hoje, passa a ser errado, mas para quem além do confuso homem moderno? Para Ratzinger o será la base da sua segurança quanto à própria interpretação da teologia trinitária, aquela monotelita de uma sé vontade do Pai e do Filho, explicada no senso inverso do que diz o passo evangélico. Seria uma só vontade para atrair os homens a seguir o Pai: seja feita a Vossa vontade! Sim, mas na dúvida que Deus permita ou induza ao mal!

«Mas então por que a cruz e a expiação? […] Para não ficarmos impuros visto a incrível quantidade de mal, violência, mentira, ódio, crueldade e arrogância que infeta e destrói o mundo inteiro. Esta carga de mal não pode simplesmente ser declarada inexistente, mesmo a partir de Deus. Ela deve ser amenizada, revista e ultrapassada.

«O antigo Israel estava convencido de que o sacrifício diário pelos pecados e acima de tudo a grande liturgia do Dia da Expiação, Yom Kippur que era necessária como contrapeso para a massa de mal no mundo e que só através de tal reequilíbrio poderia, por assim dizer, restar suportável. Uma vez que desapareceram os sacrifícios no templo, esse povo teve que saber o que poderia opor-se aos poderes superiores do mal, como encontrar algum contrapeso. Os cristãos sabiam que o templo destruído foi substituído pelo corpo ressuscitado do Senhor crucificado e no seu amor radical e incomensurável foi criado um contrapeso à presença desmedida do mal. Eles sabiam que o Cristo crucificado e ressuscitado é um poder que pode combater o mal e salvar o mundo. E nesta base podem entender o significado de seu sofrer como sofrendo no amor de Cristo incluindo nisto parte do poder redentor de tal amor.

  • Ratzinger, reconhecendo a grande liturgia de expiação do «yom kippur» da tradição hebraica, deveria também lembrar que a noção de sacrifício de reparação à divindade é um fato universal, pois todos os povos em todos os tempos, o demonstrou de algum modo. Só o homem moderno o considera pensamento superado, mas nem por isto pode cancelar a História da humanidade e menos ainda o pensamento cristão sobre o Supremo Sacrifício aperfeiçoado neste sentido pelo Verbo de Deus.

«Acima citei o teólogo para o qual Deus teve que sofrer por SEUS pecados para com o mundo. Agora, uma vez esta inversão de perspetiva, aponta para as seguintes verdades: Deus não pode deixar simplesmente existir a carga do mal que vem da liberdade, que ele mesmo concedeu. Só ele, sendo uma parte do sofrimento do mundo, pode redimir o mundo. Nesta base, torna-se mais compreensível a relação entre o Pai e o Filho. Eu toco nesse assunto seguindo uma passagem do livro de Henri de Lubac sobre Orígenes, que eu sinto ser muito clara: “O Redentor veio ao mundo por compaixão para com a raça humana. Ele tomou sobre si as nossas ‘Passiones’ antes de ser crucificado … Mas o que era este sofrimento que ele suportou com antecedência por nós? Era a paixão do amor. O próprio Pai, Deus do universo, que transborda de longanimidade, paciência, misericórdia e compaixão, também deve sofrer de uma qualquer forma! … o próprio Pai não poderia desconhecer a paixão! Se é invocada, então Ele conhece misericórdia e compaixão. Ele percebe um sofrimento de amor “.

«Em algumas partes da Alemanha, houve uma devoção muito comovente que contemplava “morrer Não Gottes” pobreza de Deus e a imagem do “trono da graça” faz parte desta devoção: o Pai. Apoia-se na cruz do crucificado, debruça- se amorosamente sobre ele, e como ele é identificado na cruz. Em tão grande e pura forma de ver percebe-se o que significam a misericórdia de Deus e a sua participação no sofrimento do homem. Não se trata de uma justiça cruel, nem do fanatismo do Pai, mas da verdade e realidade da criação: o verdadeiro íntimo vencer o mal que em última análise pode ser realizada apenas no sofrimento do amor.

  • Já a ideia de construir um raciocínio para justificar esta outra ideia de um «fanatismo» do Pai, denota a distorção apontada antes de tal falsa «teologia trinitária»; é verdade que Deus sofreu a paixão, mas na pessoa humana do Filho, que se encarnou para cumprir a vontade de necessária expiação do Pecado original diante do Pai. Por isto, quando o cristão contempla a Paixão de Jesus Cristo, é para segui-Lo nessa expiação. Se na lição de Ratzinger falta a menção ao Pecado original, é claro que a questão de como deve ser reparado também fica mal compreendida, para depois ser distorcida.

«FÉ CRISTÃ E SALVAÇÃO DOS INFIÉIS, segundo Ratzinger

«Não há dúvida de que, neste ponto, somos confrontados com uma profunda evolução do dogma. […] Se é verdade que os grandes missionários do século XVI ainda estavam convencidos de que aqueles que não são batizados estão perdidos para sempre – e isto explica o seu compromisso missionário – na Igreja Católica, após o Concílio Vaticano II tal condenação foi finalmente abandonada. Daí sobreveio uma crise de dupla profundidade. Por um lado, isso parece remover qualquer motivação para um compromisso missionário. Por que deve tentar convencer as pessoas a aceitar a fé cristã, quando eles podem salvar-se sem ela? Mas também para os cristãos surgiu um problema: ele tornou a fé obrigatória em incerta e problemática no seu modo de vida. Se há aqueles que também podem salvar-se de outras maneiras que não são claras, afinal, porque o próprio Cristão deve ficar ligado às necessidades da fé cristã e sua moral. Se a fé e a salvação não são interdependentes, até mesmo a fé se torna desmotivada. Ultimamente várias tentativas têm sido formuladas de modo a conciliar a necessidade universal da fé cristã com a oportunidade de salvar a si mesmo sem ela. Menciono aqui duas: em primeiro lugar, a tese bem conhecida dos cristãos anônimos de Karl Rahner. […] É verdade que esta teoria fascinante, reduz o próprio cristianismo a uma apresentação consciente pura do que o ser humano é, em si, e, portanto, negligencia a mudança e renovação do drama que é central no Cristianismo. Ainda menos aceitável é a solução proposta pelas teorias pluralistas da religião, para o qual todas as religiões, cada uma a sua maneira, seria forma de salvação e em tal sentido seus efeitos devem ser considerados equivalentes. A crítica da religião, do tipo exercido pelo Antigo Testamento, o Novo Testamento e a Igreja primitiva é essencialmente mais realista, mais concreta e real em seu exame das várias religiões. Uma interpretação tão simplista não é proporcional à magnitude do problema.  Lembramo-nos especialmente Henri de Lubac e com ele alguns outros teólogos que com vigor propuseram o conceito de substituição vicária. […] Cristo, como o único, foi e é para todos; e os cristãos, que no grande retrato de Paul compõem seu corpo neste mundo, fazem parte deste “ser para”. Os cristãos, por assim dizer, não para si, mas, com ele, para os outros. Isso não significa uma espécie de bilhete especial para entrar na bem-aventurança eterna, mas a vocação para construir o conjunto, o todo. Aquilo que a pessoa humana necessita para a salvação é a abertura íntima a Deus, a íntima expectativa e adesão a ele, e isso significa, inversamente, que nós juntamente com o Senhor, que encontramos vamos na direção dos outros e tentamos de tornar visível a esses o advento de Deus em Cristo. […]

  • Eis-nos ao exemplo da mais vaga catequese; com isto concluímos, porque basta para mostrar como a realidade da salvação na única Igreja de Jesus Cristo, que é a Católica Apostólica Romana é necessária, mas para essas falsas teologias é sepultada por uma maré infecta de palavras conciliares; por uma literatura clerical que nada explica, mas confunde. Ratzinger recorre só em parte à ´fascinante’ ideia do «cristão anônimo» de Rahner, que por sua vez lembra a da «redenção universal» de K. Wojtyla, e quem sabe lá qual era a sua, para explicar o arquivamento deliberado, que ele reconhece da «Missão Católica». Então só resta concluir que este desviado coroado crê que os belos discursos podem substituir a verdade do SACRIFÍCIO EXPIATÓRIO DE REPARAÇÃO, do mea culpa, mea maxima culpa! Com que cada alma deve aderir a ele porque foi assim que o Filho de Deus volveu seu gesto ao Pai, não ao povo. Essa inversão litúrgica é a que caracteriza a nova fé, e aqui entendemos melhor porquê. Assim os novos padres pensam que devem pôr todo o seu sentimento em pronunciar – fora de lugar – como palavras próprias «Mistério da fé», uma fé cada vez mais indecifrável e misteriosa!
  • Assim como é verdade que cremos come rezamos, «lex orandi lex credendi», assim a nova leva de consagrados e leigos seguidores conciliares professam e rezam, por melhor boa vontade que tenham, com uma fé subjetiva, na onda dessa «nova teologia» de intelectuais desviados como Ratzinger, que crêem  dispensável e até nocivo o Sacrifício expiatório de reparação a Deus. Como não perceber, então, que a abominação da desolação de que falou o Profeta Daniel – lembrado por Jesus – já está entre nós!
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3 Respostas para “A PAIXÃO E MORTE DE JESUS E A INVERSÃO LUTERANA DE RATZINGER

  1. Thiago dezembro 9, 2016 às 8:31 pm

    Areia movediça – a confusão doutrinal e teológica entre as milhares de seitas protestantes sempre me atormentaram. Por um tempo busquei uma luz, um norte no meio dessa confusão. Quanto mais me debatia, mais afundava, minha fé em Deus, Cristo Nosso Senhor, esteve por um fio. A única tábua de salvação que encontrei foi a Doutrina milenar da Tradição da Santa Madre Igreja Católica.

    Indefinições e ambiguidades obscurecem o objeto de nossa fé. A igreja do concílio não sabe pra onde vai, assim como protestantes, construíram seu edifício sobre a areia das indefinições dogmáticas e filosóficas.

    A Rocha Cristo, a Pedra Pedro se encontram nas Sagradas Escrituras e na Tradição dogmática dos Concílios Milenares da Igreja, definições sem contradições entre si em uma linha harmoniosa de São Pedro ao Vaticano Segundo. Não tem que inventar nada, é somente beber do marcial das Escrituras e da Tradição.

    Areia movediça da “desconstrução” de conceitos, redefinição de termos, reinterpretação das Escrituras e da Tradição. Quem é o homem para inverter a idéia de sacrifício propiciatório? Ora, quem é o Juiz? O Senhor Deus Pai ou o ser humano? ESSAS DÚVIDAS SO APARECEM EM QUEM NÃO AMA DEUS SOBRE TODAS AS COISAS E NÃO SE HUMILHA DIANTE DOS MISTERIOS E SUPREMA SABEDORIA DO CRIADOR. O ser humano é arrogante e tudo quer sujeitar ao seu juízo.

    Temos que nos humilhar na Presença de Deus e andar por fé; e não por vista ou por fermento de Satanás, dos que são sábios perante os homens mas não possuem a Sabedoria que vem do Altíssimo.

    Ou se agrada a Deus ou ao mundo; tem gente escolhendo sair bonito na foto desse mundo podre. Amizade com o mundo é inimizade contra Deus.

    Ecumenismo? Todos os caminhos levam à Deus? MENTIRA DO DIABO!

    • Pro Roma Mariana dezembro 9, 2016 às 10:58 pm

      “Dez justos seriam suficientes para salvar toda a cidade”, esta é outra frase do pensamento de Ratzinger na qual a palavra “toda” pode encerrar todo o desvio do Vaticano 2 sobre a salvação e redenção universal dos cristãos anônimos. E neste desvio encontra-se a questão do Sacrifício propiciatório também. A razão está no fato que poupar a cidade do castigo não pode ser confundido com salvar as almas de todos os seus habitantes. Isto não foi dito em modo explícito mas implícito, porque a palavra «toda» senão seria supérflua; Bastava dizer que Deus salvaria, ou melhor pouparia a cidade e basta, Aqui o amigo Thiago toca o ponto nevrálgico: Indefinições e ambiguidades obscurecem o objeto de nossa fé. E estas estão presentes aqui porque servem às idéias acima, da redenção universal de todos os cristãos anônimos, base para a mais vasta operação ecumenista conciliar. Esta ia alterar, na mesma linha, a Doutrina e a Liturgia Católica com o Sangue do Sacrifício propiciatório versado, não mais para «muitos» mas para «todos», mesmo para os que nem pensam em reparar e expiar seus pecados aderindo ao Santo Sacrifício expiatório pelos homens de Nosso Senhor Jesus Cristo. O que quer dizer, ter a fé e crer neste Mistério da Fé. A única parte do comentário do Thiago que ficou por definir está na frase:
      – Tradição dogmática dos Concílios Milenares da Igreja, definições sem contradições entre si em uma linha harmoniosa de São Pedro ao Vaticano Segundo.
      Quero entender: até o Vaticano 2 excluído, pois de Tradição Católica só se pode falar até o Concílio Ecumênico do Vaticano, que foi o primeiro e único até hoje. Arai

  2. Thiago dezembro 10, 2016 às 12:36 am

    Sim amigo Arai,

    De São Pedro ao Papa Pio XII.

    Eu entendo o Vaticano Segundo uma ruptura com a Tradição. Assim como os protestantes abominam a Tradição e dizem não necessitar dela, os teólogos deste maldito Concílio, através de sofismas malignos reinterpretam-na relativizando seus dogmas, ou seja, a doutrina de sempre da Igreja; para que todos os erros do Mundo Moderno Maçônico se acomodem na cátedra de Pedro. Uma Revolução de Tiara Papal, similar ao 1789 para as Monarquias Católicas.

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