Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

Arquivos Diários: janeiro 1, 2017

NA PROFECIA DI FÁTIMA … OS MISTÉRIOS DE UM TERRÍVEL CENTENÁRIO

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Arai Daniele 

Quem fica unido a Mim, e Eu a ele, dará muito fruto, porque sem Mim nada podeis fazer.  Quem não fica unido a Mim será lançado fora como um ramo, e secará… Se ficardes unidos a Mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes e ser-vos-á concedido. A glória de meu Pai manifesta-se quando dais muitos frutos e vos tornais meus discípulos“. (Jo 15, 5-8)

Palavras implícitas na Profecia transmitida por Nossa Senhora em Fátima quando diz e repete: “Se fizerdes o que eu vos pedir… se não… “

Sabemos que esta Profecia era uma resposta à súplica universal da Igreja ao Céu no desespero da guerra, sendo em seguida confirmada sobrenaturalmente pelo grande Milagre do sol, “para que todos pudessem crer”.  Já havia nela todo o necessário, a fim de se que pudesse entender tratar-se de uma ajuda milagrosa e extrema para a Igreja a para o mundo.

Talvez no plano natural podia haver alguma dificuldade para saber das crianças tudo o que a Mãe do Céu transmitira então. Mas era oportuno e possível fazê-lo. Todavia faltou a graça e, pelo contrário, permitiu-se que a escuta da Profecia fosse mesmo hostilizada.

Passaram-se anos antes que aquelas palavras pudessem dar frutos. Até hoje, pende sobre ela um véu de silêncio e confusão. Foi o início de um centenário funesto para o mundo e para a Igreja.

É sempre  tempo de voltar à lição histórica que nos vem dessa Profecia, e que ainda não se quer entender, nem ligar às palavras de Jesus, como se pudesse haver profecia que não tivesse origem no Senhor do tempo e da História.

Neste Centenário de Fátima e no tenebroso momento histórico que se vive, pode-se continuar a não querer entende-la, e com isto continuar sob as conseqüências cruciais no horizonte? Vamos, pois, rever os eventos a partir de 1917, que ainda marcam, e de modo indelével, e eventos atuais.

– A chegada dos americanos na Europa para derrotar os alemães e o Império Austro-Húngaro; e a Europa começou a ser americanizada também na religião pelo americanismo-ecumenista hoje lamentavelmente dominante.

– A revolução comunista na Rússia, de onde espalhou seus erros pelo mundo; eram falsidades contra o Cristianismo que, mesmo após a queda do império soviético, estão espalhados por outros poderes maléficos.

– O sinal verde da coroa Inglesa ao sionismo, através de Lord Balfour, que não escondia o propósito de acelerar a profecia sobre o fim dos tempos das nações  (Lc 21, 24) [1]

– O  vergonhoso tratado de paz que deixava inevitavelmente engrenada a 2ª GG. Na verdade, para lidar com os animais da República Francesa, as hienas da City e os chacais de Wall Street, os alemães finalmente desencadearam a fera da casa, e Hitler tinha apetite para devorar o mundo.
– A profetizada guerra pior, que fez ainda mais vítima que a primeira e terminou com os pérfidos pactos de Yalta para divisão de influência no mundo, que deram um inesperado poder acrescido ao feroz Stalim.

– O degrado do Papado, que não tendo consolidado a obra luminosa de S. Pio X, nem prestado atenção à Profecia de Fátima, incidiu em contínuas contradições no modo de enfrentar os problemas humanos, até a débâcle que sucedeu Pio XII.

Tornou então realidade o que São Gregório Magno previra:

  • A Igreja nos últimos tempos, será despojada de sua força. O espírito profético vai esconder-se dela, que perderá a graça da influência na execução do público encargo, terá diminuída a graça da abstinência, terá esvaído seu poder do ensino, mesmo se não totalmente, e o poder dos milagres e prodígios. Para o Anticristo está preparando um exército de padres apóstatas. No fim dos tempos haverá uma união perfeita entre os maus, enquanto que entre os justos haverá divisões e cisões “(Livro XXXIV sobre Job c. 1. Epístolas 1 v, 1, XVIII). Mas Vejamos:

O papa Bento XV, que invocou a intervenção da Mediadora e depois não A reconheceu, terminou o seu tempo, sem dizer uma palavra sobre Fátima e o comunismo, os dois eventos que marcaram a história de seu tempo.

Pio XI, empreendeu o desafio de tantas concordatas, também tentada com a URSS, mas o pedido Fátima foi esquecido e a encíclica condenando o comunismo, intrinsecamente perverso, esperou quinze anos para ser publicada.

Pio XII, o Papa de Fátima, tentou atender o seu pedido, mas pela metade, e também permitiu que as palavras de Maria Santíssima fossem alteradas para fins políticos. Ele promoveu o futuros demolidores da Igreja.

Porque a punição se atua onde se falhou, e foram estes três Papas de Fátima a terem deixado eventualmente o Lugar Santo aberto a um ” papado modernista», ordenado à construção de uma outra ordem para substituir a Ordem Cristã com essa nova ordem mundial, maçônica e sionista, onde a Palavra de Nosso Senhor Jesus Cristo seria alterada e deixada sem efeito entre tantas outras, o Papado sofreu um colapso depois de Pio XII.

Assim, os políticos e os clérigos, que têm reduzido o cristianismo a nada, não dão sinais de estar cientes de que a atual situação desastrosa vai em direção a um colapso total, num beco sem saída. De fato, o Bem e a Ordem dependiam do espírito do Cristianismo, que eles criminosamente atacaram ou abandonaram.

A QUESTÃO CHAVE: A PERFÍDIA DE UM FALSO PAPADO

É claro que a mãe de todos os problemas é a ausência do papado Católico no qual se apoia o cristianismo. Mas também a falta de consciência da centralidade deste fato, que se tornou rara, se não totalmente negada por um mundo clerical que vive feliz em sua acefalia letal. Tecem hipóteses oblíquas e teses sobre uma impossível solução humana, inventando beociamente a palavra conclavismo, como se todo o problema não fosse a presença dos falsos pastores eleitos por conclaves a anular, mas o testemunhar dessa desastrosa vacância, que pede o retorno de um Papa.

Uma vez que se exige o retorno de um verdadeiro papa, a menos que não se queira inventar uma igreja sem a autoridade de um Vigário de Jesus Cristo para a fé, a legítima aspiração de todos os católicos, e até mesmo dever para o clero, é fazer de tudo para obter um «conclave» para eleger um Papa legítimo. Esta é e permanece a forma normal de eleger um papa. Por isso, o católico que reza para o retorno de um verdadeiro, o quer. É verdade que, em seguida, deve-se resguardar do perigo de que alguns empreendam o caminho de um selvagem “conclavismo”, como seja a pretensão ridícula de um grupo de determinar e criar uma autoridade religiosa universal do nada. Porém deve ser lembrado que o “conclavismo” mais fatal nega o princípio da verdadeiro do conclave Católico, que se aplica apenas para eleger um católico de fé provada que recebe poder papal diretamente de Deus e não do conclave, ao qual seria atribuído valor absoluto, como para João 23!

Continua a ser o dilema aparente: onde e quando será possível eleger um papa com uma Igreja pulverizada? Dilema não é, mas no entanto, parece ser, até que se reconheça a invalidade dos conclaves que elegeram modernistas e maçons. Até lá tudo continua bloqueado devido à errada visão da verdadeira sucessão apostólica.

O resultado é que hoje a vida religiosa, sem a legitimidade de bispos, sacerdotes, sacramentos, etc. que estão sob a autoridade de Cristo através do Seu Vigário, faltando este, ficam enredados. E ainda mais em ideias que vêem o mal absoluto num ridículo “conclavismo selvagem”, Este deixa muitos engessados no que é muito pior; no “conclavismo absoluto” que através de teses irreais pretende impor a legitimidade da eleição de “anticristos matelialiter”, que por serem produto de «conclaves» de aparência canônica, não devem ter a  contestada sua autoridade, mesmo se professavam a «fé deviada» da bondade modernista e maçônica. Deste modo tais «conclaves» teriam poder absoluto, contra toda lei da Igreja.

Para apurar essa lei, segundo o Magistério sobre a matéria, diga-se que o eleito papa deve professar uma fé comprovada e além disso não incorrer nas condições do clérigo que não poderia ter sido eleito senão por engano, como define e ordena a Bula «Cum ex apostolatus», do conclave eleitor do desviado da fé, descoberto só a posteriori. Dir-se-a que era impossível conhecer tal intenção no falso «papanile» e portanto esta não impediu aos cardeais eleitores de eleger, no caso, Roncalli.

Na verdade ela podia ser conhecida pelos prelados vigilantes. Mas visto que o mesmo cardeal Ottaviani, que conhecia o dossier de Roncalli suspeito e afastado do ensino por modernismo, foi seu eleitor, ela revelou-se logo em suas obras. Nestas, nenhuma perversa ambiguidade bastava para cobrir.

Concentrar-se em Roncalli, que pode parecer o menos evidente entre os desviados modernistas «papas conciliares», é concentrar-se sobre o início do processo que tentou a protestantização e abertura da Igreja ao mundo, ao ponto di demonstra-se como a elaboração de uma outra que seria a «igreja ecumenista conciliare».

Sobre Roncalli recomenda-se a leitura do vasto estudo feito pelo padre Francesco Ricossa. Para dar uma ideia da abundância de erudita documentação produzida, aqui traduzimos do italiano a última parte do trabalho publicado pela revista nº 42 de «Sodalitium» 42, 19o episódio: GIOVANNI XXIII E LA MASSONERIA.

  • «Maçonaria e ecumenismo
  • «A conexão entre os dois vou deduzir do livro de Marsaudon: “O ecumenismo visto por um Mação de Tradição”, o lema do amigo íntimo de João XXIII é (tirado do ritual maçônico) perfeitamente ecumênico: “Ad dissipata colligenda: reunir o que está disperso” (pag. 59). Pode.se dizer que o ecumenismo seja filho legítimo da Maçonaria, a qual une, numa superior tradiçãos ao serviço do homem, todas as confissões religiosas … «Pensamos, por exemplo – escreve Marsaudon – na famosa bula de excomunhão fulminada por Clemente XII contra os nossos predecessores (…). Hoje sabemos quais foram os verdadeiros motivos da sua promulgação. Clemente XII recusava, simplesmente, aos nossos predecessores a possibilidade de receber adeptos de confissões diversas. Nos nossos dias, o nosso Irmão Franklin Roosevelt pretendeu para todos os homens a possibilidade de adorar Deus segundo os próprios princípios e segundo as próprias convicções. Eis a tolerância e eis também o ecumenismo! Nós, Mações de tradição, nos permitimos de parafrasear e transpor esta palavra de um célebre homem de estado adaptando-a às circunstâncias católicos, ortodoxos, protestantes, israelitas, muçulmanos, induístas, budistas, livre pensadores e livres crentes, são, para nós, somente nomes; o sobrenome é: Mação (pag. 126). “Pio IX, Leão XIII mesmo são, não ousamos dizer condenados mas singularmente esquecidos. No início desse ensaio, citamos o R. P. Lépicier, morto Cardeal ferrenho perseguidor de hereges. Hoje, não se fala sé de uma reaproximação mas, esta é a revolução querida por João XXIII, da liberdade de consciência. Nós pensamos que um Mação digno desse nome, que empenhou-se antes dos demais a praticar a tolerância, não possa felicitar-se sem restrição nenhuma dos resultados, irreversíveis do Concílio, qualquer que sejam as momentâneas conclusões. Era evidente que também a Igreja mais dogmática deveria uma dia, desaparecer ou adaptar-se e para adaptar-se, voltar à Fontes. Com todos os cristãos verdadeiramente  sinceros, não podemos senão esperar: esperar que João XXIII não tenha vivido, não tenha operado, rezado, sofrido, que não tenha morrido em vão (pagg. 119-120).
  • Não foi por acaso então, talvez, que o primeiro gesto clamoroso de João XXIII em matéria de ecumenismo tenha se referido mesmo a um mação. O primaz anglicano Geoffrey F. Fisher, “arcebispo de Canterbury, recebido no Vaticano dia 2 de dezembro de 1960. Escreve o ex-Grão Mestre Gamberini: “Iniciado na Loja Old Reptonian N. 3725 da Gran Loja da Inglaterra em 1916”, Fisher “em 1939 nesta Gran Loja Madre do mundo teve o cargo de Grão Capelão, que nas Maçonarias latino-católicas é indicada com o termo de Grande Orador (78). Pergunta-se o P. Esposito: “Exercitou um papel no início do diálogo Roma-Londres, que partiu mesmo de Fisher, o fato que este tenha militado, e talvez militasse ainda ativamente na Loja?”. Certo que surpreende o encontro, usando as palavras de Esposito, de “dois Papas e dois hierarcas iniciados. (João XXIII e Fisher, Paulo VI e Atenagoras; aos quais se deveria juntar o super-iniciado Jules Isaac!) (79). Ignorava João XXIII que Fisher era não sé um herege, mas também um mação? Difícil imaginá-lo pois a iniciação das hierarquias anglicanas na Maçonaria é praxe normal (80). O próximo episódio será portanto dedicado ao ecumenismo de João XXIII. Outro modo de falar do seu maçonismo…

NOTAS: 78) GIORDANO GAMBERINI, Mille volti di massoni, Roma, Erasmo, 1975, pag. 229, cit. da R. ESPOSITO, Santi e massoni…, op. cit., pag. 214. 79) R. ESPOSITO, Santi e massoni …, op. cit., pag. 213. 80) Esposito cita estudos segundo os quais em 1955 havia 17 “bispos” e 500 “prelados” anglicanos sé nos últimos e mais alto graus maçônicos! (op. cit., pag. 214).

A questão que resta a enfrentar é desse clérigo considerado papa apesar de sua obra maçônica ser evidente. Qual prova pode ser mais concreta e real para identificar a intenção maçônica num papabile» – depois da eleição realizada – se não a sua «obra» posta em ato, até mesmo com um imponente conciliábulo ecumenista querido pela Maçonaria? Pois bem, há um documento infalível da Igreja sobre esse caso do conclave eleitor de um desviado descoberto a posteriori. Trata-se da Bula «Cum ex apostolatus» do Papa Paulo IV que, definindo a matéria, declara nula a eleição~.

  • 6. Nulidade de todas as promoções ou elevações dos desviados na Fé.
  • Agregamos que se em algum tempo acontecesse que um Bispo, incluso na função de Arcebispo, ou de Patriarca, ou Primado; ou um Cardeal, incluso na função de Legado, ou eleito Pontífice Romano que antes de sua promoção ao Cardinalato ou assunção ao Pontificado, se houvesse desviado da Fé Católica, ou houvesse caído em heresia, ou incorrido em cisma, ou o houvesse suscitado ou cometido, a promoção ou a assunção, incluso se esta houvera ocorrido com o voto unânime de todos os Cardeais, é nula, inválida e sem nenhum efeito; e de nenhum  modo pode considerar-se  que tal assunção tenha adquirido validez, por aceitação do cargo e por sua consagração, ou pela subseqüente possessão ou quase possessão de governo e administração, ou pela mesma entronização ou adoração do Pontífice Romano, ou pela obediência que todos lhe haviam prestado, qualquer seja o tempo transcorrido depois dos supostos ante ditos. ..não outorgam nenhuma validez, e nenhum direito a ninguém.
  • 7. Os fiéis não devem obedecer senão evitar aos desviados na Fé.
  • E em conseqüência, os que assim houvessem sido promovidos e houvessem assumido suas funções, por essa mesma razão e sem necessidade de haver nenhuma declaração ulterior, estão privados de toda dignidade, lugar, honra, título, autoridade, função e poder; e seja-lhes lícito em conseqüência a todas e cada uma das pessoas subordinadas aos assim promovidos e assumidos… tanto aos clérigos seculares e regulares, o mesmo que aos leigos… seja-lhes lícito subtrair-se em qualquer momento e impunemente da obediência e devoção daqueles que foram assim promovidos ou entraram em funções, e evitar-lhes como se fossem feiticeiros, pagãos, publicanos ou heresiarcas, o que não obsta que estas mesmas pessoas tenham de prestar sem embargo estrita fidelidade e obediência os futuros bispos, arcebispos, patriarcas, primados, cardeais ou ao Romano Pontífice, canonicamente eleito.»

Conclusão: Visto que o poder de um Papa provem imediatamente de Deus, compreende-se a preocupação do Papa católico de não permitir jamais que se possa crer num desviado, que tendo recebido de um conclave humano de cardeais tal poder, apresente-se como enviado por Deus, e portanto blasfemamente visto como causa de más obras contra a Sua Igreja. Não. De Roncalli a Bergoglio todos devem ser considerados heresiarcas produto de um conclave nulo. Podiam enganar aos homens, jamais a Deus.

Só quando o pequeno Resto estará finalmente unido neste testemunho, a eleição de um Papa, querido por Deus, tornar-se-á possível. Eis um fervente voto para este ano centenário.

  • [1]Sir Oliver Locker-Sampson, alto esponente conservatore nel Parlamento di Lon­dra. Intervistato sui motivi della costante politica inglese a favore del Sionismo e dello Stato d’Israele, egli rispose: «Winston (Churchill), Lloyd George, Balfour e io siamo stati allevati come protestanti inte­grali, credenti nell’avvento di un nuovo Salvatore quando la Palestina ritornerà agli ebrei».
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que preserva de las seducciones del error” (II Tesal. II-10).

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