Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

O LAÇO FATAL DO «CONCLAVISMO» DA HORA PRESENTE

Arai Daniele

È cada vez maior o número dos católicos que aspiram a ver Bergoglio de volta aos pampas. Aspiração justa e ortodoxa, mas impossível no pesado quadro de enganos e tabus em curso. Para superá-los deve-se enfrentar uma sombria realidade expressa na seguinte questão:

O católico destes tempos é ainda capaz de reconhecer o excelso significado da virtual presença da Autoridade de Deus para o bem e a ordem na Terra? Se o fosse, estaria sobremodo aflito diante de Sua radical e longa ausência que precede o atual «papa conciliar»! Poderia então, ser capaz de ver, com os olhos da fé, o vazio espantoso concernente à Sede de São Pedro, causa do sumo engano de nosso tempo e de todo outro pérfido engano dominante, por falta de uma Voz que lhe seja de obstáculo.

Estamos falando da Sede da Verdade ocupada desde 1958 por clérigos que, alheios à verdadeira fé católica, promovem a fé conciliar e ecumenista, para enorme dano da Verdade ensinada pela única Igreja da Fé em Jesus Cristo Rei.

No entanto não faltaram avisos maternais sobre a perda da fé a partir do vértice da Sede romana. Dia 19 de setembro de 1846 ma montanha de La Salette Nossa Senhora profetizara: «Roma perderá a Fé e tornar-se-á sede do Anticristo».

Em 1917, a Mãe de Deus em Fátima assinalou que tal castigo era eminente se o Papa não o impedisse atendendo ao pedido-ajuda oferecido pelo Céu. Não foi devidamente ouvida e a desdita abateu-se sobre a Igreja, sendo mais clara em 1960 e claríssima no período sucessivo com as ideias e heresias do Vaticano 2.

A situação atual confirma o que foi avisado em Fátima por Maria, Rainha dos Profetas, com a visão simbólica do massacre do Papa católico com todo o seu séquito. A visão seria mais clara desde que a Sede de Roma foi ocupada pelo modernista Roncalli, João 23.

Isto foi possível devido ao voto de um conclave que agora o católico pode e deve considerar nulo, em vista dos erros, heresias e de todo o mal que a eleição de João 23 introduziu na Igreja. Se ele conseguiu enganar os cardeais eleitores sobre suas intenções cobertas pelos juramentos de fidelidade e continuidade pontifícia, sua obra de marca modernista e maçônica não deixa lugar a dúvida. E “Os conhecereis pelas suas obras” é o critério de juízo ensinado por Jesus.

Eis que o início do grande engano sobre uma total liberdade de consciência, mirada pelas lojas e os poderes iluministas como direito humano a inocular na Igreja, para tanto é preciso remontar ao conclave de 1958. Naquela ocasião Nosso Senhor, verdadeira Cabeça da Igreja, permitiu que o Seu poder de Pastor divino fosse ferido, conforme a profecia de Zacarias 13,7- 9: «Oh lança, levanta-te contra o Meu Pastor, contra Aquele desde sempre a Mim unido. Sentença do Senhor dos exércitos. Fere o Pastor e serão dispersas as ovelhas, e Eu voltarei a mão para os pequeninos».

Estava profetizado por causa dos pecados dos homens, dentro e fora da Igreja. Mas que nunca se pense, porém, que Deus conceda diretamente o Seu poder a quem pretendia abrir a a Sede santa aos inimigos da Fé. Se é Deus mesmo que invoca a lança para ferir o Pastor, Jesus Cristo, Deus mesmo, significa que foi para retirar-se da grei por um tempo, a fim de que, todos possam avaliar a tragédia que segue a ausência de Sua Voz.

Quando um Papa autêntico morre, os católicos sabem que a Santa Igreja inteira deve seguir as normas de prudência previstas e sempre dispostas para impedir o mal mais grave da possível eleição de um falso católico, e a Sede vacante seja logo entregue a um digno representante de Nosso Senhor, que receberá de Deus, nem da Igreja, nem dos cardeais seu poder divino. Caso contrário, significaria a ocupação da Sede da Verdade por poderes que desde sempre tentaram alterá-la com a eleição de um «papa» segundo os seus planos, para abrir de par em par as suas portas às liberdades do mundo.

Foi a mutação que se viu em 1958 e que continua até hoje. João 23 è pois o eleito desse conclave, é fruto e causa do mais ínfido engano clerical chegado ao vértice para erigir uma Igreja baseada no condenado modernismo. Não deve admirar que esta chegue a canoniza-lo pelos seus méritos e pelo seu exemplo ecumenista deixado aos sucessores, hoje em pleno furor com o advento de Bergoglio.

Pode-se ainda duvidar que houve «imbrogli» ocultos para obter à eleição à Sede de São Pedro? Não, porque sem medo de errar pode-se concluir que esta enganou com o seu favorecimento do condenado modernismo que, por sua vez é uma vaga ideologia ao serviço da introdução de toda e qualquer ideia espúria e contrária à Doutrina católica para favorecer crenças do mundo; «Nós o definimos a síntese de todas as heresias», sentenciou o Papa São Pio X na «Pascendi».

Por tudo isto há que falar desse conclave, visto que foi capaz de introduzir inimigo na Sede da Verdade, anticristos a serviço do Anticristo final. Era, pois, sentimento inteiramente católico avaliar o resultado do conclave, assim como hoje o mesmo sentimento é de total descrédito pelo que possa vir, mesmo de aparência canônica, pois é falso o que segue esse evento nulo.

Trata-se da hora mais sombria, não só para a Fé, mas para a vida moral num mundo empestado pelos erros e falsidades, sem que haja um Juiz moral que representa a Autoridade divina instituída por Jesus para a melhor ordem na Terra. Agora essa Sede resta ao serviço do erro e do engano, ocupada por um falso vigário de Deus em Roma e a grei resta dispersa.

O primeiro sentimento era fazer tudo o que estava ao alcance de cada fiel para reaver a Igreja governada por um autêntico Vigário de Cristo fiel à plena continuidade católica. São estes os termos que definem o verdadeiro Conclave católico. O Primado de Pedro, o cargo do Papa, não existem para servir ideias ou teologias segundo visões da vida «aggiornate» à modernidade e ao mundo.

Atualmente vai se perdendo a memória deste tortuoso perigo, como se pudesse haver uma rutura «canônica» a respeitar. Sim, porque o Papa é autêntico na medida mesma em que è consciente de sua missão de confirmar na Fé, representando a continuidade, de papa em papa, para remontar certamente à única Voz de Nosso Senhor Jesus Cristo.

A este ponto, visto que a missão do cargo papal é definida pela confirmação da Fé e portanto de condenar o que lhe é contrário, como o modernismo, uma vez provado por palavas, gestos e obras a certeza da intenção de João 23, Paulo 6 e sucessores de erguer uma outra igreja, conciliar e modernista, para comutar a Igreja da Tradição, tem-se que estes revelaram-se, por si mesmos como modernistas e portanto alheios ao cargo papal de confirmar na única Fé; não eram legítimos candidatos ao Papado tendo tacitamente renunciado a serem membros da Igreja católica dei 260 Papas e 20 Concílios ecumênicos na continuidade ordenada por Cristo Rei eterno.

Essa obra de rutura prova a grave ilegitimidade dessa eleição, que se baseou no juramento antimodernista e pontifical de perjuros. Até aqui se tratou do engano que compete aos católicos testemunhar e a um futuro Papa católico julgar definitivamente, mesmo se o precedente, Pio XII, ignorando os fermentos modernistas de muitos, os promoveu a altos cargos segundo a surrada rotina clerical. Os homens podem ignorar quanto sé Deus vê no íntimo de padres carreiristas, mas o que Deus certamente quer da Igreja é sempre o máximo cuidado, não só na escolha dos consagrados – dos quais muito depende a salvação das almas – mas de suas promoções aos cargos de autoridade. Esse cuidado vai sobretudo ao conclave católico, que tem esse nome justamente para levantar um visível obstáculo às violações sacrílegas contro a defesa da Fé. No seu aspeto material é sacrílego apresentar alguém contaminado pelo modernismo para ser eleito papa.

Os Conclaves não podem ter valor assoluto, infalível, porque sujeitos ao erro humano. A Bula «Cum ex apostolatus» do Papa Paulo IV é a clara explicação disso, que segue, aliás, a razão: se depois alguém consegue enganar meio mundo e ser eleito papa sem professar a fé íntegra e pura da Igreja, a eleição é nula, mesmo se confirmada pela unanimidade dos cardeais; pela elevação pública do eleito; pelo tempo em que perdura o engano e ele é reconhecido papa por quase todos os fiéis; mais ainda se é aplaudido e abre a Igreja ao mundo dos inimigos da Fé. Se esta lhe falta, como pode esse eleito ser aceito por Deus, que tolera o engano humano, mas, seria gravemente contraditório pensar que possa dar autoridade ao produto desse engano. Isto se depreende dessa Constituição apostólica infalível do Papa Paulo IV.

Os conclaves podem gozar da assistência do Espírito Santo, mas se nele apresentam um desviado para ser eleito papa, a Sua assistência vai aos filhos da Igreja, para que entendam, cedo ou tarde, a nulidade de uma eleição que leva à destruição da Igreja. Pode-se negar que tal demolição ruinosa que vivemos desde a morte de Pio XII deve necessariamente ter uma causa principal a ser vista na mais alta sede da Autoridade? Não. Então eis o gravíssimo atraso que vivemos, pois nem se compreende e pouco se reage ao engano, testemunhando a máxima falha, de modo que si procure finalmente ver a eleição de um papa católico.

Aqui é preciso ressaltar a situação da Santa Igreja em relação à necessidade de firmar a certeza da autoridade de seu chefe terreno, o papa, que depende da direta mas invisível concessão da Autoridade da parte de Deus quando eleito pelo conclave. Admite-se uma universal certeza de tal concessão, se a Igreja inteira aceita sem obstáculo o eleito. Trata-se do melhor critério, mas não de dogma, pois a unanimidade dos cardeais também pode representar essa totalidade de consenso e ser falsa, como se viu pela Bula. Poder-se-ia alegar tal consenso geral para a eleição de Roncalli, João 23. Não houve reações negativas a aceitá-lo que tenha transparecido logo.

Na verdade há uma objeção de peso que afinal foi publicada citando a carta do cardeal Tisserant a um abade docente de direito canónico. Nela o purpurado francês declara ilegítima a eleição de João 23, justamente porque desejada e preparada por forças estranhas ao Espírito Santo (cf. ‘Vita’, 18/9/77, p. 4, citado em Nichitaroncalli, p. 57)’; suspeita apoiada em comprometedores documentos sobre Roncalli, subtraídos misteriosamente do Arquivo Vaticano (ibidem, p. 41).

Aqui se deve lembrar também o testemunho de Dom Marcel Lefebvre:

«Quero remontar sé ao 1960, aliás a 1958: nessa época algo ocorreu na Igreja? O que? È impossível saber os fatos a fundo: pessoalmente não os conheço; mas destas mudanças ,nos percebemos desde 1958, após o conclave que elegeu João XXIII.» (Mgr Lefebvre, «J’accuse le concile» e outras suas confissões).

O testemunho católico precisa apoiar-se na mais alta Sede para enfrentar poderes do mundo. Se não há respostas é porque este falta; no caso atual, pelos sinais desviados que dá essa Sede, constata-se que se encontra ocupada por outro espírito que abusa do nome da Igreja para ministrar erros e heresias num processo de inversão próprio dos falsos cristos e falsos profetas previstos por Jesus. Estes, sempre de novo, em dois mil anos de história, propiciam heresias e conclaves ilegítimos, falsos concílios, e até sínodos para uma nova Pentecostes!

Estas vergonhas não poderiam nunca vir da Sede instituída para defender a Fé. Imaginar o contrário, isto é, que a origem do desastre deva ser localizada alhures, porque a indicação do conclave é certa e definitiva, demonstra uma aberrante ideia «conclavista». Esta, como se viu é muito grave pois favorece o erro de aceitar um clérigo alheio à Fé para representar a autoridade de Deus na S. Sé; por causa de tal «absolutismo conclavista»; na verdade superstição, pois vê absolutos onde pode estar infiltrada malícia humana, a Igreja parece sem solução. Não confundi-la, como se têm feito, com a aberração dos que forçam a eleição de um papa de qualquer modo. Nisto, pelo menos o princípio da necessidade do verdadeiro Papa fica salvo: essa eleição é necessária e urgente desde há quase sessenta anos, e “abusus non tollit usum”! Um «conclavismo» diabólico tem proporcionado «papas» dessa sistemática e crescente demolição de uma Igreja bloqueada pelos seus mesmos filhos. Isto ocorre no esquecimento que o verdadeiro papa recebe diretamente de Deus o poder das Chaves para ser o sumo responsável pela defesa da Fé. A este ponto, quem desculpa as falhas e até inversões humanas nessa defesa, estará acusando a sua aprovação divina!!!

Até Pio XII havia plena consciência dos poderes ocultos mobilizados para mudar a Igreja e da necessidade para os católicos de vigiar firmemente na defesa da Fé. Mas è um fato, no que concerne o conclave em que foi eleito Roncalli, que assumiu o nome do antipapa João XXIII, que as ideias deste candidato eram bem pouco averiguadas porque não estão expressas em escritos importantes. Roncalli era mais conhecido pelas suas tiradas espertas e bonachonas, atrás de sua aparência risonha mas hipócrita; «de genial simplicidade» diria o modernista amigo da inovação, Jean Guitton. Mas da parte descrita como perigosa de tal padre, pouco se interessou o potente cardeal Ottaviani que, sendo chefe do del Sant’Uffizio dispunha de todos os dossiê informativos desses carreiristas. Segundo o parecer geral, confirmado pelo seu biógrafo, o jornalista Emilio Cavaterra, os cardeais Ottaviani e Tardini estavam certos de poder pilotar o ancião e supostamente dócil Roncalli. Consideravam mais importante então fazer um acordo, para o caso que Roncalli fosse eleito, da confirmação de Tardini como Secretário de Estado, que aprofundar a fidelidade católica do candidato. Tal leviandade diante da eleição do sucessor de Pio XII, ia em estridente contraste com as sofridas preocupações do Pontífice até o seu leito de morte: “depois de mim o dilúvio”, que se revelaram fatais. Para Pio XII, Siri era o mais apresentável entre os papáveis, mas foi logo excluído porque considerado muito jovem e longe das intenções reformadoras de muitos.

E o cardeal Ottaviani que conhecia o «dossier» di Roncalli, filo massone e modernista, acabou sendo o eleitor desse «concierge do anticristo». Não deve surpreender, pois, que cardeais no possesso de tantols segredosi, ocultaram até a seus maia estreitos colaboradores a realidade. Tendo eu conhecido alcun destes valentes sacerdotes, percebi que sistematicamente seus chefes freavam suas iniciativas a fim de que não deixassem crer nas suspeitas sobre a eleição deste primeiro «papa conciliar». Até o «Terceiro Segreto» de Fátima, que o Cardeal conhecia, foi posto em falsos termos, desviando o pobre padre Villa: tudo, menos duvidar na eleição canônica de Roncalli, como o fez o cardeal Tisserant (Nichitaroncalli, p. 57) Uma verdade dura demais para ser compreendida até hoje, também por causa destes altos prelados decadentes.

No fundo morreram como garantes de anticristos. Assim, a Igreja do V2, diante da qual o velho cardeal rezava para que acabasse logo, a fim que ele ainda pudesse morrer católico, evitou toda e qualquer verificação sobra a ilegitimidade desses falsários conciliares, argumento vital tornado tabu. Podia não importar os danos deixados e as vítimas que continuariam a fazer os seus «papabili»?

Não, a Igreja dos Ottaviani, Siri, e tantos era um aparato periclitante que ficou sem papas verdadeiros e sem prelados de valor para testemunhar em vida segredos que quiseram levarpara a tumba. Morrer ainda católicos importava só a eles? A única «certeza impossível» transmitida por essa classe clerical: o conclave del 1958? foi «canonicamente válido! Mas maldito! Deus nos ajude.

Anúncios

3 Respostas para “O LAÇO FATAL DO «CONCLAVISMO» DA HORA PRESENTE

  1. henrique março 12, 2017 às 10:34 pm

    “O católico destes tempos é ainda capaz de reconhecer o excelso significado da virtual presença da Autoridade de Deus para o bem e a ordem na Terra? Se o fosse, estaria sobremodo aflito diante de Sua radical e longa ausência que precede o atual «papa conciliar»!”

    Os referidos católicos destes tempos estão descontentes com Bergoglio, mas não com a revolução na Igreja. Amam a revolução – apenas acham que ela deveria ir um pouco mais devagar.

    Assim é a revolução: depois de um choque inicial, anda devagar – um passo para trás, dois para frente, um para trás, dois para frente… e aos poucos, de modo sorrateiro, vai ganhando terreno, até o ponto de se tornar hegemônica, de tal modo que as pessoas já nem se recordam de como as coisas eram antes. O que antes era aberrante, passa a ser digno de consideração; daí passa a ser aceitável, e por fim obrigatório. E o normal de ontem perde cada vez mais espaço e se torna o aberrante, o “radical”, o “fanático” de hoje.

    E a revolução sempre poderá contar com uma facção “direitista”, “conservadora” – uma facção que rejeita a revolução de um modo superficial, mas é fiel a seu âmago – para aliciar os descontentes com as mudanças, desviando o seu descontentamento da revolução em si para causas superficiais, sabotando o surgimento de uma verdadeira reação.

    Assim é na política, mas também é o que vem acontecendo na Igreja ultimamente. O choque inicial é o Concílio Vaticano II; os passos atrás são ocasionais atos conservadores tomados pelos modernistas, como as palavras de João Paulo II contra do socialismo e as atitudes conservadoras de Bento XVI; a facção direitista são os tradicionalistas, a quem repugna a posição sedevacantista mais do que a própria revolução do Concílio Vaticano II; as causas superficiais, objeto do foco desviado, são coisas como a liturgia antiga e questões morais e disciplinares.

    E a verdadeira reação é quem dá testemunho da usurpação do patrimônio da Igreja por inimigos de Deus.

    Se nada extraordinário acontecer, dentro de alguns anos, todos esses tradicionalistas e demais católicos descontentes com o “papa” Francisco, aceitarão de bom grado coisa muito pior que ele.

    • Pro Roma Mariana março 13, 2017 às 11:18 am

      Análise correta e oportuna; a tendência natural do ser humano é a adaptação ao que proporciona a vida corrente segundo as maiorias guiadas pelos poderes dominantes; a luta sobrenatural das almas é evitar ser arrastado pela enxurrada crescente. Para isto temos a ajuda permanente do Alto. Mas é preciso apelar-se sempre aos desígnios de Nosso Senhor. Note-se na análise acima como desde o início dessa revolução na Igreja já se passaram duas gerações. No entanto ainda há uma nova geração que reconhece a necessidade de apelar-se à verdadeira Igreja, que não é a ocupante atual, mas a que parece invisível, mas tem toda a solidez e vitalidade para conquistar a salvação das almas da que nasceu do desígnio insuperável de Deus Nosso Senhor.

    • MARCO ROCHA março 15, 2017 às 4:59 am

      Excelente análise senhor Henrique.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Blondet & Friends

Il meglio di Maurizio Blondet unito alle sue raccomandazioni di lettura

AMOR DE LA VERDAD

que preserva de las seducciones del error” (II Tesal. II-10).

Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

Radio Spada

Radio Spada - Tagliente ma puntuale

Catholic Pictures

Handmaid of Hallowedground

Hallowedground

Traditional Catholic Visualism

Acies Ordinata

"Por fim, meu Imaculado Coração triunfará"

RADIO CRISTIANDAD

La Voz de la Tradición Católica

%d blogueiros gostam disto: