Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

QUE IGREJA É ESSA QUE CANONIZA O «QUISLING» ATENTADOR DA VERDADE?

 

Arai Daniele

Aqui vamos repetir brevemente o descalabro desencadeado na sociedade humana por um impostor religioso, que foi canonizado pela nova igreja moldada sobre os erros por ele avançados. Mas não poderá nunca dispersar a Acies ordinata que vigia em defesa da verdadeira Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo.

João 23 fingiu inspiração divina para convocar um concílio que tentaria mudar a Igreja imutável, atualizando-a e adaptando-a aos tempos, etc., idéia condenada por todos os papas anteriores, mas perseguida há tempo pela maçonaria. Para esse fim tratou com declarados inimigos de Deus, os ateus perseguidores de Sua Igreja, e negociou com o poder soviétivo para a presença de prelados ortodoxos russos em seu Concílio. Foi ele que desestabilizou a Missa e arrumou o Colégio dos Cardeais para promover a eleição de seu sucessor, Montini, que continuou o seu concílio e promulgou decretos heréticos, os  mesmos que de há muito tempo estavam no plano maçônico para mudar a Igreja.

Aqui vamos falar da mentalidade incutida nas consciências a partir da eleição para a Sé de Pedro do «bom» modernista João 23, adepto de uma «nova ordem mundial». Diante do novo curso iniciado com ele, que censurou o segredo de Fátima, pergunta-se: poderia este segredo – centrado sobre o Papa – ser alheio aos inauditos enganos introduzidos na Sé papal? Ou, ao contrário, ajudar a enfrentar a burla de «papas conciliares» ligados aos poderes do mundo, infectado pela liberdade do erro e da mentira?

Ora o «segredo profético» desarquivado mostrou a visão da eliminação do papa católico com o seu séquito fiel. E a cristandade semi-derruída foi «decapitada» de seu guia; visão profética confirmada na vida do mundo e da Igreja – cuja horrenda demolição é evidente. E depois disso, vige uma enorme desordem e perversão; vivemos entre escombros morais e religiosos.

Como ignorar que as ideias dos «papas conciliares», a partir de João 23, cara oculta da nossa era, inverteram com os seus pactos os princípios teológicos e a fé com que 260 Papas e 20 Concílios precedentes guiaram a Igreja católica? Alteraram a vida na Fé seguindo a própria consciência» segundo os novos tempos, para mudar nada menos que a «consciência da Igreja»! E se queriam mudar a Religião, porque não iriam também adaptar Fátima em nome do «Modernismo», que relativiza ao presente os princípios que Deus imprime nas almas?

Já serão 4 os «papas conciliares» que vieram a Fátima, sendo que 2 vieram como cardeais. Mas quem pode dizer que vieram para edificar o culto no lugar escolhido pela Mãe de Deus? Ficaram reforços de outros cultos, pessoal, comercial, conciliar.

Depois que o chamado «Papa bom» assumiu poder papal, passou a dominar a mentalidade conciliar, que denotava origem «iluminista». E esta é confirmada na linha dos seus sucessores no Vaticano, bastou ouvir Bento 16, cujo «apostolado ecumenista» vai sempre na realização do plano «pan-ecumenista» condenado pela encíclica Mortalium animos do Papa Pio XI. Assim, iniciou o tal «aggiornamento» da «consciência da Igreja», com a desculpa que ela vivia fechada nos seus muros e em milenárias «profecias de desgraças». Segundo os inovadores, a Igreja devia superar o contraste com o novo milênio de luzes e de galharda tecnologia, indo ao encontro de uma nova fé ecumenista no progresso humano sem limites!

Tal delírio de novidades ocorreu desde então à revelia dos frutos podres que deu na vida espiritual da Igreja e da desordem social que propiciou ao mundo, que passou a ter em mira, não mais o amor pela verdade, mas a sublimação da utopia de uma «nova ordem», para a qual a verdade não é uma nem conta!

Seus frutos, derivados de idéias já condenadas, são nefastos. Donde então a alcunha de «papa bom» atribuída ao inventor de «novas Pentecostes» ? Só se a burla dessa «bondade» fosse parte do plano secreto para inverter a Tradição e a vida da Igreja católica e apostólica depois de dois mil anos de história.

O utopismo ecumenista, que é suma contrafação religiosa, mas também mental, devia ser enfrentada não só pelos católicos, mas por quem estima a verdade, Sim porque vem do Modernismo, aberto à liberdade religiosa, e à nova ordem gnóstica e maçônica para substituir a ordem cristã nas consciências; não só obter o Estado separado da Igreja, mas o corpo humano de sua alma espiritual, cuja existência é admitida pelo iluminismo só como produto de idéia no «processo evolutivo»!

Foi o curso intelectual que em pouco tempo causou a inaudita «autodemolição», de aspeto irreversível na Igreja e também no mundo, onde sinais «liberatórios» da imaginação no poder, a partir dos anos 60, produziram reivindicações de direitos e depravações e sem fim na vida social, em nome de confusões ideológicas ateias e ecumenistas, com imprimatur conciliar! Era o direito à dignidade das aberturas, que no fundo significa dialogar e contestar a mesma Verdade.

Isto estava nas entrelinhas da encíclica «Pacem in terris», na qual João 23 proclamou que «… pode e deve haver cooperação entre os católicos e os regimes comunistas no campo social e político». Assim, nas eleições italianas de Abril de 1963, os comunistas, num só golpe de sorte ganharam um milhão de votos em relação às eleições políticas de cinco anos antes; sorte de ter João 23 de seu lado. O clamoroso sucesso do PCI foi unanimemente atribuído à nova linha de João 23, logo denominada de «sinistrismo eclesiástico».

A «mentalidade de abertura», continuada por Paulo 6, foi a «abertura conciliar ao mundo», que no caso da política comunista levou a Itália a ser o país mais desgovernado da Europa, pois tal ideologia, se não toma o poder, reivindica tudo, na ordem social e também existencial através dos movimentos sindicais e greves contínuas. E tal política passou a dominar com a mentalidade modernista, aberta ao socialismo, como disse São Pio X na Notre Charge Apostolique»,  condenando o «Sillon» de Sangnier, uma quimera social com o olho posto no socialismo.

Assim, o povo comunista italiano, sob vários nomes e a complacência do partido democrata-cristão é o maior do mundo «democrático». Para o seu ideólogo, Gramsci, “o socialismo é justamente a religião que abaterá o cristianismo” (2). “A filosofia da práxis – é o nome que Gramsci dá ao materialismo dialéctico e histórico – pressupõe todo este passado cultural, o Renascimento e a Reforma, a filosofia alemã e a Revolução francesa, o Calvinismo e a economia clássica inglesa, o liberalismo laico e o historicismo na base de toda concepção modernista da vida. A filosofia da praxis é a coroação de todo este movimento de reforma moral e intelectual… corresponde ao nexo: reforma protestante + revolução francesa”.

(2) – Gramsci, António, Avanti!, e Sotto la Mole, 1916-20, Einaudi, Turim 1960, p. 148.

Para este «profeta comunista»: “O catolicismo democrático faz o que o socialismo não poderia fazer: amalgama, ordena, vivifica e suicida-se”. Incrível como isto aconteceu com a política clerical do companheiro e sucessor de Roncalli, João Batista Montini, futuro Paulo 6, sobre o qual veremos o que foi publicado do «Pacto Montini – Stalin». Famosa foi sua homilia de «protesto» a Deus na Missa de exéquias de Aldo Moro, por não ter evitado o assassínio pelas Brigadas Vermelhas comunistas desse seu poderoso amigo demo-cristão.

Voltando, porém, ao tempo de João 23, a questão que o marcou para sempre foi a incrível censura ao Terceiro Segredo de Fátima, cuja mensagem indicava os “erros esparsos pela Rússia”. Esta frase, detestável para quem via com otimismo o avanço socialista, para o qual abriu as portas do Vaticano, representa a realidade de um mundo cada vez mais ateu e materialista.

Apenas concluído o Vaticano 2, as mini-revoluções que reivindicam em todas as direções já eclodiam no Ocidente sem poupar nenhuma ordem social. Enquanto isto a contestação global, especialmente na América Latina e África, era cavalgada pelo comunismo animado por novos apóstolos da «abertura» conciliar. Estas haviam liberado as consciências para reivindicar os direitos que fazem esquecer os deveres para com a verdade de Deus.

Já escrevi sobre o comunismo da teologia da libertação TL, que infestou o Brasil e a América do Sul. Admirava-me então como líderes anti-comunistas ativos como Olavo de Carvalho e o seu amigo P. Paulo Ricardo, não rastreiem a origem e apoio a isto tudo justamente no ambiente clerical; do card. Arns e arredores, subindo até o Vaticano conciliar. Essa origem nesse vértice se confirma agora com a ação de Bergoglio. Mas o P. Paulo Ricardo quer estar dos dois lados quando Roma está envolvida. A primeira vez que eu o ouvi foi defendo a «liberdade religiosa e de consciência» do V2; tentativa deveras lamentável pelas suas incongruências!

Não há pois que negar a velada relação de causa-efeito entre as aberturas de Roncalli e sucessores e a profunda revolução que demoliu a fé da Igreja nas consciências. João 23 apelava à misericórdia para desculpar erros, mas abriu às «ideologias» de guerrilheiros padres, como Camilo Torres, que celebrava a missa ao lado da metralhadora dizendo: “João 23 me autoriza a marchar com os comunistas”; morreu lutando para aniquilar a Ordem cristã! De onde procede a maior culpa, ainda ignorada?

Como negar que quando o Vaticano 2 justificou o direito universal à escolha da própria religião ou irreligião, tal juízo incluía todo outro, da moral à política? Não era este o «compromisso histórico terminal» entre a falsa religião e o ímpio laicismo? À exposição dessa herança macabra no campo das idéias se aplicam estes artigos que aquilatam, por exemplo, o efeito da «encíclica Pacem in terris» (Ptr), tão apreciada em Moscou como nos ambientes socialistas e mações, porque visava a «atualização» da noção deles sobre a livre consciência.

Não estava claro isto no documento? Se não, foi porque devia evitar a reação católica; mas nem tão velado para perder a ovação da área iluminista que há séculos exigia que a Igreja declarasse a liberdade de consciência e de religião, para julgar sobre o bem e o mal. Sim, a liberdade dos intelectuais revolucionários para dizer qual deve ser o «bem e a «verdade» obrigatórios. Para quem preserva a liberdade das consciências – que é a verdadeira liberdade: paredão!

É a idéia que passou a ditar a vida no mundo até a «alienação apocalíptica» final da Palavra de Deus. São as Sagradas Escrituras a descrever essas «alienações»: a Original e a Judaica, que são as raízes da terceira alienação: a da grande e final apostasia do mundo «cristão». Alienação esta que ocorre hoje na «perfídia» de incubadores do «vírus» modernista, de que foi portador Roncalli, que a inoculou no tecido da Igreja. Como um inseto pode ser portador de uma doença que inocula nos homens, a transmissão de certas idéias é pior que doença do corpo: afeta as consciências. A comparação parece rude? Não foi assim, por exemplo, com as idéias de Lenin e de Hitler se impuseram? E para a ideologia de Lenin a «liberdade religiosa» é princípio ironicamente consagrado na constituição soviética.

Pois bem, sobre a periculosidade das iniciativas de João 23 aludiu um dos mais célebres vaticanistas, o conde romano Fabrizio Sarazani, que sobre esse pontificado e suas consequências disse: “… o sinal deixado por Roncalli na história da humanidade supera de muito o impresso pelos Lenins e Stalins. Se estes liquidaram alguns milhões de vidas, João 23 liquidou dois mil anos da Igreja católica” (Nichitaroncalli, p. 49).

Se a citação parece interna aos adidos do Vaticano, eis outra do eis outra do mundo literato mundano, do inglês Anthony Burgess, autor do tema da «Laranja Mecânica» que, retratando Roncalli no seu romance «The earthly powers» (3), explicou que ele, por causa de seu pelagianismo anticristão, foi mais perigoso do que Hitler. Trata-se de localizar «causas» do mal que reside em idéias mesmo de aspecto religioso, que levam à agonia do Cristianismo no nosso tempo. Esta é evidente, mas não a sua causa, ligada a algo que assume forma de profetismo evocando sinais dos tempos, alheios à espiritualidade humana, mas afins à utopia da evolução ilimitada do homem; porque o homem é bom e a Igreja não tem inimigos.

(3) – Entrevista ao «O Estado de São Paulo», 10.1.1982 e outros jornais da época.

Assim, a débâcle da Ideia cristã no mundo ocidental, no qual serpeia o new age ligado à nova ordem de reconciliação global ecumenista, é efeito da utopia religiosa modernista de marca gnóstica, usada pela Maçonaria para impor «liberdades» em vista de se substituir à Ordem cristã. Eis o programa desse profetismo ecumenista que corrói a Cristandade para satisfazer a ideologia de um mundo globalizado segundo o progresso iluminista. Neste, prevalece o «centro noaquita» planeador da religião humanitarista que aliena o Evangelho de Jesus Cristo! Trata-se de processo atual, em curso com Bergoglio!

E, visto que toda crise na terra reside na subtil diferença entre a íntima liberdade das consciências, criada por Deus, e a «outra» liberdade de consciência em foro externo, ideada pelo «centro» da revolução anticristã, mas sempre condenada pelos Papas católicos, havia que obter «papas» modernistas. É a razão porque falamos do vírus modernista que, em nome do amor, faz fenecer sua fonte, que promana da Verdade. João 23 agiu contra essa Verdade, favorecendo de sua «alta sede» a mentalidade, ou melhor, a delirante «ideologia» que continua com os seus sucessores, apoiados no nefasto Vaticano 2, fonte das piores liberalidades diante da moral, da qual a pedofilia é mero produto, e ainda não basta!

Enfim, enquanto não for desmascarada a aparência católica dessa tremenda operação do engano, iniciada na surdina e na ambigüidade por esse falso pastor, o nó da situação católica continuará a estreitar-se mortalmente: é produto de um conclave, anulado pela heresia do eleito, recusado por Deus, mas aceito por uma geração apóstata,

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9 Respostas para “QUE IGREJA É ESSA QUE CANONIZA O «QUISLING» ATENTADOR DA VERDADE?

  1. Thiago março 21, 2017 às 6:30 pm

    Durante a missa de domingo, na passagem bíblica onde Nosso Senhor Jesus pede à uma samaritana água do poço de Jacó, percebi que o padre pulou o trecho onde o Senhor pergunta à samaritana sobre seu marido (ela estava em pecado e o Senhor a repreende). De propósito, porque provavelmente não acredita no pecado nem no inferno.

    Em um dos cânticos entende-se a oração deve ser substituída pelo amor ao próximo e o jejum, substituído pela luta (!!!) de um mundo “mais igual” – luta de classes = comunismo/socialismo-.

    Que Cruz meu Deus do Céu!!! Ouvir tantas blasfêmias e omissões sem poder me manifestar. O meu maior sofrimento hoje em dia e é padecer calado diante da profanação da Santa Missa e do desprezo desdenhoso que nutren estes padres e bispos, pelo Verdadeiro Magisterio Bimilenar da Santa Madre Igreja.

    Minha Nossa Senhora socorrei-nos.

    • henrique março 22, 2017 às 12:28 am

      Parei de frequentar a missa (?) nova ao perceber que aquilo não me acrescentava coisa alguma espiritualmente. E como poderia, se nem o próprio padre (?) acreditava no que estava fazendo? Se ele não acredita, como é que eu vou acreditar? A impressão que dava é que tudo era uma encenação. Onde estava o amor pela verdade, o cultivo das virtudes, o zelo pela Doutrina imutável, o respeito pelo Santíssimo Sacramento, etc, coisas de que tanto falam os livros antigos?

      Ou eu saía de lá, ou perdia o pouco de fé que tinha.

  2. Pro Roma Mariana março 22, 2017 às 11:45 am

    O testemunho presente nos comentários do Thiago e Henrique vão além do problema da nova missa NOM, respondem à pergunta: que igreja é essa? Poderia a Igreja de Jesus Cristo celebrar o Seu Sacrifício nesse modo indigno que prostra ou afasta verdadeiros fiéis em busca da única verdade católica e apostólica? A resposta negativa é óbvia. Mas então como definir esse obscuro dilema que envolve toda a velha estrutura eclesiástica e multidões? Define-se justamente como a «igreja do NOM» e esta leva a uma nova religião, modernista, ecumenista e cismática, porque não é mais a única; está aberta às novidades do mundo e produz frutos nefastos, razão porque é intrinsecamente má. A dificuldade em entender que seja cismática deve-se a duas razões principais: – porque parece ser a missa na igreja do «papa»; – porque parece impossível aceitar que uma organização de sua dimensão com os seus muitos milhões de crentes possa ser cismática em relação à Igreja de um «resto» que mal se vê porque disperso. A questão é que o cisma ocorre diante da Verdade de Jesus Cristo, cujo Sacrifício também ocorreu no isolamento e desprezo dos Seus e das multidões. Logo um «papa» e uma «igreja» e um NOM definidos pelo aplauso das multidões são de outra espécie. Quem procura a Palavra de Nosso Senhor sacrificado para a salvação de muitos, não aceita a «igreja do NOM», porque cedo ou tarde corrompe a fé. Basta ver o que dizem os seus padres, mesmo os melhores, criados no âmbito do Vaticano 2.

    • henrique março 22, 2017 às 4:27 pm

      Tem razão: o único motivo sincero – mas não verdadeiro – para aceitar essa nova igreja está no fato de ela ter na mão todo o patrimônio da Igreja. Tem toda a aparência da Igreja. Mas e por dentro, o que há? Por dentro ela não faz coisas muito piores do que aquelas que condenaram hereges, antigamente?

      Mas o que é que faz a Igreja ser o que é? É a pompa exterior, ou é a Fé que há por dentro? É a coroa que faz o rei, ou é o rei que merece a coroa?

      Se não fosse pelas dimensões da farsa, se a nova igreja fosse minoritária, qualquer um desses tradicionalistas daria o testemunho verdadeiro: são hereges, e estão fora da Igreja. Mas como os hereges se apossaram de tudo, os tradicionalistas evitam dar esse testemunho. E criam inumeráveis teses para justificar a própria omissão. É o que me parece.

    • henrique março 22, 2017 às 4:39 pm

      E tem razão também no que diz respeito ao verdadeiro problema: não é a liturgia nem questões disciplinares. De acordo com alguns, parece que a ordem na Igreja seria instantaneamente restaurada se apenas as normas antigas fossem restabelecidas.

      Ora, mas não é verdade que antes do Vaticano II havia somente a liturgia antiga? E mesmo assim, deu no que deu.

      A liturgia e a disciplina são certamente um problema; mas um problema que reflete outro muito mais fundamental: a perda da verdadeira Fé.

  3. Pro Roma Mariana março 22, 2017 às 11:59 am

    Pelos comentários de Thiago e Henrique pode-se entender que os católicos são vítimas potenciais dos efeitos da nova missa NOM. Ora, aqui deve-se acrescentar a multidão de vítimas consumadas, isto é dos que obedientes não resistiram a ela, como sejam os mesmos padres que as celebram e já desde há muitos anos; anos já ultrapassam os quarenta. Qual a certeza que deriva disso? Que esse NOM é venenoso, intrinsecamente corruptor, formador da mentalidade anticrística de uma nova igreja, como se foi constatando nesses anos até chegar ao deboche de um Bergoglio. Essa nítida percepção católica ainda é presente nas novas gerações, que querem pertencer à Igreja verdadeira. Nesse sentido haveria que honrar todos esses consagrados que ao preço de serem isolados e de perderem a posição que tinham, recusaram-se a aceitar o NOM, no qual cheiravam cisma e heresia e portanto inaceitável diante de Deus. O cisma está ai e muitos não o entendem por duas razões: a primeira da proporção; como é que uma imensa igreja de muitos milhões de crentes pode ser considerada separata por cisma de um restinho dividido e quase invisível? A segunda é da presença material de um «papa», pois onde haveria este, estaria a Igreja, Pois bem, a resposta é: o cisma na Catolicidade é em relação à Verdade de Jesus Cristo, verdadeiro Chefe da Igreja, cujo Sacrifício ocorreu no meio do maior abandono. O número e o consenso de multidões não é nem nunca ser+a critério de verdade. No caso é sinal de apostasia geral.

    • Alberto Cabral março 23, 2017 às 2:56 am

      Isso é tanto mais verdade quanto a grande massa dos ditos fiéis são-no -sempre foram -apenas nominalmente. Tal explica a total falta de reacção da massa perante a nova anti- religião propugnada pelo Vaticano 2.
      Só podemos assistir – sempre passivamente – às suas cerimônias num sentido puramente civil, e por necessidade; aquele mesmo que a Santa Madre Igreja sempre autorizou no concernente às cerimónias das seitas ou dos judeus.
      Porque os novos ritos foram compostos formalmente por heréticos , NA SUA QUALIDADE DE HERÉTICOS, com o preciso objectivo de destruir a Igreja no seu próprio coração – o Santo Sacrifício da Missa. Tudo sob orientação superior de Montini e apaniguados, ou seja, da própria maçonaria internacional.
      Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral – Lisboa

  4. Thiago março 23, 2017 às 9:51 am

    Meditando netes livros…

    De la Cabala ao Progressismo. P. Julio Mendeville.

    Antropoteismo, a Religião do Homem – Fedeli.

    Do Liberalismo à Apostasia – Lefebvre

    A Conjuração Anticristã – Delassus.

    O Homem Revoltado – Camus

    &

    Entre Fátima e o Abismo – A. Daniele.

    Chego lentamente àlgumas conclusões…

    Lendo estes livros, percebi que todos os erros filosóficos e teológicos usurparam a cátedra de S. Pedro. Hoje não há mais pastor, mas sim lobos imolando o rebanho. O Espírito Católico sobrevive em poucos pequeninos e o papado conciliar tem por objetivo supremo exterminar o pequenino rebanho remanescente. Não é mais o mundo que combate a nossa fé, é o próprio papa que inocula o veneno nos levando ao suicídio de nossa fé – Roma Sede do Anticristo – Lasallete.

    Com Francico a crise da fé é percebida por todos, dos mais simples aos doutos. Ou rompemos com a Roma Conciliar ou ela nos estranulará; dando cabo ao que resta de fé.

    Não faço idéia das consequências práticas destas minhas afirmações. Só posso me apegar a tríade – Catecismo (Pio XII) – Bíblia – Rosário. O demais e aguardar o agir de Deus.

    Oh meu Santo Deus, socorrei-nos. O Corpo Místico de Cristo padece neste tempo de densas trevas.

    Salve Maria Santissima.

    • ARAI DANIELE março 23, 2017 às 4:38 pm

      O Corpo Místico de Cristo padece neste tempo de densas trevas. Segue a Paixão do Salvador. Ela leva certamente à vitória final. Nossa força está que foi tudo profetizado e é Palavra de Nosso Senhor Jesus Cristo: Eu venci o mundo. Fé e coragem!

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