Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

O NÚNCIO RONCALLI EM PARIS AJUSTA A ALIANÇA IGREJA-MAÇONARIA

Arai Daniele

No último artigo sobre Roncalli núncio em Paris, já era relatada a sua amizade, se não iniciação na maçonaria local, que ele freqüentava toda quinta-feira. Dai que na sua veste sucessiva em Roma, como «papa», implementou os planos de infiltração dessa seita na Igreja. No entanto, sua eleição continua até agora a ser aceita na nova igreja «mais universal» da qual foi iniciador e esta «outra igreja» o canonizou para selar o pacto estabelecido através do Vaticano 2.

Cabe então aprofundar o plano posto em ato em Paris poucos anos antes, atendendo à ordem dos líderes da nova ordem global, cuja meta é uma nova religião ecumenista maçonizada.

Já se viu que o amigo mais íntimo de Roncalli em Paris foi o Barão Yves Marsaudon, neto do monsenhor Le Cam, colaborador de Rampolla, nomeado em 1946 Ministro da Ordem de Malta em Paris, irmão mação desde 1926 da Grande Loja da França, e enfim desde 1932 Mestre Venerável e 33° grau da Loja Republique. Pertencendo a estas sociedades secretas, contra a lei da Igreja, aconselhou-se com Roncalli, que aconselhou-o a permanecer na Maçonaria!

A tendência conciliadora modernista em questões religiosas se estendia à política, em sentido contrário ao das diretrizes da Igreja. Para esta, também na política pode haver um aspeto político da doutrina, como o «Non expedit» de Pio IX e o anticomunismo dos Papas recentes. Mas o que importava para Roncalli (que visava antes ao que une) e até ao arcebispo de Paris Suhard, era atualizar a Igreja, conciliando-a com o progresso da democracia moderna, 80ª proposição condenada pelo Syllabus de Pio IX. Nesse sentido Roncalli e Suhard apoiaram plenamente a iniciativa dos padres operários, que passaram a trabalhar em fábricas para estar em contacto com os trabalhadores e, se possível, aproximá-los com palavras do Evangelho. O problema é que em vez de converter estes à religião, foram convertidos ao comunismo.

Com tais resultados Roma reagiu e impôs uma intervenção de Suhard, que em Fevereiro de 1949 fez uma declaração sobre a questão julgada inadequada pelo Vaticano. Roncalli, porém, interveio em favor dessa iniciativa ruinosa para a fé, e fez publicar no «l’Osservatore Romano», com a ajuda de Montini, um elogio a tal iniciativa, em ato em Paris com o acordo de seu patrono episcopal Suhard. Quando Pio XII, no dia 30 de Junho de 1949, decretou a excomunhão dos comunistas ateus e quantos em algum modo favoreciam o comunismo, Roncalli partiu de Paris para um longo tour na província, desvelando como queria evitar o problema, ausência que repetiu por ocasião da publicação da encíclica «Humani generis» (12.8.1950), que explica os erros e condena a «nova teologia». Com o Vaticano 2, se entende porque as doutrinas que os Papas católicos condenam, com seus autores, eram promovidas segundo Roncalli e sucessores. Alguns nomes: Danielou, De Lubac, Congar, von Balthasar, Chenu,. É verdade que a reprovação da obra do inspirador destes «novos teólogos», Teilhard de Chardin, já falecido, mas real mentor da revolução do Vaticano 2 permaneceu sob João 23, que assinou o documento preparado pela Cúria em 1960 para não escandalizar demais.

O prenúncio da eleição do Roncalli ao trono pontifício

A revolução para mudar o cristianismo vinha de longe e não recolhia só as idéias e planos de personagens conhecidos. Nela, tudo fora urdido em segredo; pairavam até as idéias de Steiner e da sua antroposofia, Rudolf Steiner, já em 1910, no tempo de São Pio X, preanunciava: “Precisamos de um Concílio e de um Papa que o convoque” («Athanasius», Arcebispo R. Graber, , Civiltà, Brescia, p. 43). O plano de um futuro concílio convocado por um papa (segundo as nossas intenções): “O Concílio do Vaticano (novo), como Cristo que revelou a seus irmãos um novo ensinamento, não deverá guiar a Cristandade, nem o mundo, na plenitude de outras direções que aquelas seguidas pelos povos sob a secreta inspiração do Espírito, mas simplesmente confirmá-los no modo de vida moderno, cujos princípios evangélicos, idéias e obras essencialmente cristãs, tornam-se sem que eles o percebam, os princípios, idéias e obras das nações regeneradas antes que Roma cogitasse em preconizá-las. O Pontífice contentar-se-á de confirmar e glorificar o trabalho do Espírito de Cristo no espírito público, e, graças ao privilégio de sua infalibilidade pontifical, declarará – urbi et orbi – que a civilização presente é a filha legítima do Santo Evangelho e da redenção social (Glorieux Centenaire, p.111).”

O francês Jean-Gaston Bardet, que depois vai se saber que era um conhecido mação, autor de livros com tendência «cristã esotérica», escreveu, em agosto de 1954 a Roncalli, e depois o visitou em Veneza, para avisá-lo que vai se tornar Papa. Não é só isso, mas prevê que o seu pontificado será marcado por grandes reformas. Ele também diz que assumirá o nome de João. Como tudo isso se tornou realidade e há indicações de que Roncalli sabia que seria eleito, podemos deduzir que os poderes ocultos já o haviam apontado como candidato papal do próximo conclave, e portanto, avisado em tempo. Pode essa escolha não ser ligada ao seu currículo de clérigo de acordo com as necessidades da Maçonaria? E a convocação de um concílio em seguida à eleição, seria alheia à decisão dos mesmos poderes estranhos à Igreja?

Outro episódio estranho foi mencionado no programa «enigma» da RAI 3 (2003). Trata-se do relatório do embaixador Francesco Giorgio Mameli de 1954 ao ministro Piccioni da República Italiana, em que Roncalli está indicado como o candidato ao pontificado a promover; seria o João Baptista, o precursor de Montini, pacto de ferro, como também da convocação do Concílio para a mutação da Igreja segundo as lojas. Estas dominavam no Vaticano e decidiram sobre Roncalli papa, como testemunhou também Franco Bellegrandi (Nichitaroncalli, p. 62). 

Entende-se, assim, que a obra ecumenista de Roncalli no Próximo Oriente lhe havia aberto tantas portas e, em seguida como núncio em Paris, também de Patriarca e candidato à Sé, para ser o «papa bom» da nova liberdade de consciência, de acordo com a Maçonaria. Depois de ter favorecido monsenhor Feltin, presidente da Pax Christi (pacifismo cristão), para a sucessão do Cardeal Suhard em Paris, Roncalli em 1953 retornou à Itália.

A Maçonaria mirava a um «Papa bom», astuto e relativista

Sim, porque a Igreja devia inverter sua rota e pedir perdão pelos seus «pecados», cometidos ao longo dos séculos e em diversas direções. Note-se essa desculpa de interpretar o Vaticano 2 à luz da Tradição é um truque para cobrir seu êxito contrário, isto é, os conciliares que interpretam a Tradição com as novas Pentecostes da nova doutrina. Assim, a nova classe conciliar devia desacreditar a Tradição da Igreja; em última instância a autenticidade do próprio Evangelho de Jesus Cristo, elaborado pela piedade dos primeiros cristãos, tudo em favor da compreensão da pastoral presente e de seus «bons» pastores. Nesse sentido Roncalli convidava para a sua mesa todos, protestantes, muçulmanos, judeus, sem distinção, o que chocou muitos venezianos, porque foi a implementação de um indiferentismo sem fronteiras. Se visava conversões, era no sentido da sua crença modernista e ecumenista!

Quanto à honra devida à Mãe de Deus, havia que administrá-la com cuidado! A operação ecumenista vai em todas as direções, menos a de Maria Virgem, porque basicamente todo mundo seria «cristão anônimo», mesmo involuntariamente e não há que ofende-los.

Foram mações, Fisher o primaz da Igreja anglicana e Atenagoras o patriarca da Igreja ortodoxa, só faltava Roncalli, que com eles iniciou um diálogo ecumenista num clima de fraterna compreensão.

O Grão-Mestre Giuliano Di Bernardo revela no seu livro «Filosofia da Maçonaria» (Marsilio Ed. p.146) que o patriarca ortodoxo Atenagoras de Constantinópolis, (mação) comparou João 23 a João Baptista, precursor do Messias, isto porque preparou a passagem dos católicos a uma nova religião, aquela de Teilhard de Chardin, cujo Messias será, depois, seu amigo íntimo: J. B. Montini, o futuro Paulo 6! Isto pode ser deduzido das
conversações que tiveram sobre os «novos caminhos… nas muitas ocasiões em que se encontraram. A novidade da escolha do nome João XXIII, um anti-papa, surpreendeu. Mas a sua lógica secreta era conhecida pelos planejadores do tempo que devia preparar o seguinte, de João Battista Montini, do «aggiornamento» da Tradição e em especial dos últimos Pontificados, de Pio IX a Pio XII, para impor aos católicos a subversão religiosa tortuosamente perseguida e confiada a esse sucessor, Montini, Paulo 6.

Não há dúvida que Roncalli dava muita importância aos símbolos. É possível, através destes, entender algo do que havia no ânimo deste clérigo que mandou tirar do escudo no frontispício da delegação apostólica na Turquia a palavra «Filioque», símbolo da fé católica, mas na sua cruz pastoral há o olho no triângulo, usado pela Maçonaria. Outros símbolos, verdadeiros «sinais subliminais», serão vistos depois. Estes não provam a sua afiliação à seita secreta, mas demonstram suas associações mentais reveladas em escolhas iconográficas. Como se viu, para o pensamento maçônico, toda fé e ideologia pode ser aceita à luz da fraternidade universal. Foi o que Roncalli manifestara na Turquia na Pentecostes de 1944: “Jesus veio para abater barreiras [entre crentes de toda religião e descrentes]; à luz do Evangelho… Ele morreu para proclamar a fraternidade universal»… Sim, a fraternidade da ONU, fundada sobre princípios maçônicos afins à da «Nostra aetate» e à nova aliança conciliar com o judaísmo?

A fraternidade do Vaticano 2 visa a nova ordem que ignora Deus Pai! Essa fraternidade sem pai é própria dos mações, por isto, para o mação Pier Carpi, nada inventou escrevendo sobre a iniciação Rosa cruz e inscrição na Maçonaria de Roncalli («Le profezie di Papa Giovanni»).

Não foi só com símbolos e amizades que Roncalli expôs a sua simpatia maçônica; o confirmou pelo nível das ligações que influíram na eleição do «papa» com que obter o «concílio» almejado pelas lojas. Há informações de um oficial francês, adido ao serviço de proteção do núncio, que conta ter este frequentado todas as quintas feiras uma loja. Repeti a informação ao Cardeal Oddi, que nos visitou e que havia sido vigário do Núncio em França. Não o contestou. Mas a história não se escreve com mudas admissões e nem com acenos afirmativos de cabeça. O que isto prova mais que a obra claramente modernista e maçônica de Roncalli no Vaticano? Mesmo confirmada a voz desta freqüentação maçônica, o que acrescenta aos dados sobre a origem da demolição realizada de fato por ele? Em 20 de Dezembro de 1994, “Il Giornale”, p. 13, dava uma curta notícia surpreendente sobre um livro apenas publicado. Na presença do importante cardeal Silvio Oddi, Franco Bellegrandi apresentou o seu livro “Nichitaroncalli” no “Centro Russia Ecumenica”. Nesse livro, como de resto, em tantos outros nestes anos, associava-se abertamente o nome do «Papa Bom» às hierarquias maçônicas do “Priorado de Sion”, no qual constam ter sido formados futuros padres da Europa unida. (Rolando Pratt)

Diversos Grão Mestres maçons, franceses e italianos, confirmaram abertamente as aberturas que faria o futuro João 23. Em 1989 a revista dos Franco-maçons «Humanisme » (nº 186), fala do encontro do núncio Roncalli com Alexandre Chevalier, que fez propostas sobre o direito canônico e algo mais! Este encontro secreto entre o futuro João 23 e quem fora convidado para a coroação de Roncalli e se tornou Grão-mestre em 1965, é referência da forte hipótese que a loja «L’Etoile Polaire» (l’Atelier), “estivesse na origem do Vaticano II” (Jacques Ploncard d’Assac, «Présent», Paris, 20 Julho 1989.16).

Era Roncalli um mação? Qual pode ser a resposta a esta pergunta?

Vimos que são muitos os indícios que o confirmam, mas estes não conduzem a provas materiais definitivas. O que conta, porém, é que aquilo que parece difícil provar a este nível, é evidente nos frutos da sua «operação pontifical», infalível espelho evangélico e espiritual. Neste nível o católico deve investigar tudo; à luz da Fé. Ora, na nova «luz» pós-conciliar todas as religiões tornam-se mais ou menos boas e a conversão não seria mais necessária nem para os Judeus, justificados na Antiga Aliança. Antes, em vista do futuro da fé, a posição deles seria «análoga» a do «catolicismo conciliar: “na espera da vinda (ou do retorno) do Messias! (Catecismo da Igreja Católica, n. 840). É a «analogia», equívoca, inversão para a Fé cristã, para revolucionar as consciências. É famoso o caso do rabino chefe da sinagoga de Roma, Israel Zolli, e honesto estudioso das Escrituras que se converteu ao catolicismo e ao ser batizado, assumiu, por gratidão o nome Eugênio do Papa Pio XII. Sobre a conversão do Gran Rabino de Roma, ver seus muito interessantes escritos autobiográficos: E. Zolli, Before the Dawn, Sheed and Ward, New York, 1954; E. Zolli, Christus. Devia a Igreja evitar o fato dessa clamorosa conversão para seguir a nova política?

A última das grandes «alienações históricas» concernem a recusa do Verbo divino. Às duas; a original e à judaica, agora se acrescenta a terceira – a alienação da grande e final apostasia «teológica». Devemos saber que esta vai abranger as outras, ignorando quanto pode o Pecado Original e o Judaísmo que mira com seus grandes mestres, os rabinos Elia Benamozegh e Josué Jéhouda, e que por meio da ação do prof. Jules Isaac junto a João 23, à nova religião mundial, maçônica e «noaquita», que é a apostasia da Fé no Redentor divino. Mas a pior era a apostasia interna à Igreja. A fraternidade implica o Pai comum que o Filho veio para salvar os homens irmanados no Verbo divino. Poderia a Igreja mudar a verdade nas consciências para evitar acusações de anti-semitismo? Pode calar sobre a necessidade de conversão dos Judeus a Cristo? Como escreve León De Poncins em «Judaism and the Vatican»: «Em 1949 [Jules Isaac] teve contatos com o clero [modernista] de Roma, e através deste pode obter uma audiência privada com Pio XII, com quem se lamentou a favor do judaísmo, pedindo-lhe de fazer examinar os ‘Dez Pontos de Seelisberg’». [Portanto o que foi levado para Roncalli era um programa de mutação da Igreja já traçado há muito tempo e parado no semáforo à espera da luz verde…] porque nela a religião católica tem raízes mais profundas, sobretudo em Roma onde se encontra o centro da unidade Católica e a Sé do Pastor e Mestre universal da Igreja” (15.X.1890). O Modernismo social e religioso invadiu a Igreja e difundiu-se no mundo com o nome de progressismo católico. Trata-se do encontro de toda heresia: a idéia que a consciência humana é «capaz de Deus» e que a Redenção foi a revelação desta suma dignidade humana. Isto significaria a liquidação da razão da Fé imutável e da Igreja. Que sentido teriam então as conversões, missões, a oração e o sacrifício? Mas neste caso, que sentido teria o Papado? E ainda mais o Vaticano 2 e a montanha de papel que os seus prelados produziram? Lembremos aqui o alvo final da «revolução semântica» de tal aparato: tornar   equivalentes os termos de «liberdade das consciências», aquela criada por Deus e para cuja formação na verdade universal a Igreja foi instituída, e a tão apregoada «liberdade da consciência», como querem os iluministas e as lojas. Esta para formar, segundo cada elucubração ideológica de políticos, triunfantes pela força, a própria «nova ordem».

Já se falou da «nova teologia» enfrentada põe Pio XII com a «Humani generis» (12.8.1950), que explica seus erros e a condena com seus autores, que agora são como um enxame às portas. Com o Vaticano 2, as doutrinas que os Papas católicos condenaram desde Blondel e companhia, seriam promovidas por Roncalli e sucessores com os vários Danielou, De Lubac, Von Balthasar, Chenu, Congar e outros «novos teólogos» inspirados por ficções à la Teilhard de Chardin, jesuíta mação. A chave de tudo o que a revolução universal queria para o homem emancipado de Deus estava na «liberdade da consciência». Esta conduziria à «liberdade religiosa» (Dignitatis humanae) do Vaticano 2, e desta liberdade capital, a todas as outras «liberações» de «verdades subalternas» como sejam as políticas e morais. Eis o que foi confiado a Roncalli: o «golpe» de um revolução rasteira em Roma.

 

O Papa Leão XIII dizia: “O plano das seitas que se manifesta na Itália atualmente, em especial no que toca a Igreja e a religião católica, tem por objetivo final e notório de reduzi-la, se possível, a nada… Atualmente esta guerra é mais feroz na Itália que alhures, (Casa editrice A.V.E., Roma, 1945); veja-se também o ótimo artigo do P. Dezza S. J., Eugenio Zolli: «Da Gran Rabbino a testimone di Cristo» (1881-1956), “La Civiltà Cattolica”, 21 Fevereiro 1981.

A última palavra sobre isto vem do democratismo-ecumenista-concilar, afim ao americanismo dominante, da qual participam os modernistas conciliares com a «nova consciência» de uma nova igreja que almeja a «nova ordem mundial» na reunião global de ideologias e religiões! O espírito conciliar e o aggiornamento antropocêntrico que seguiu demonstram contradições diante de termos não atualizáveis. Alguns podem sê-lo, mas como atualizar o que vem expresso por princípios, valores, hierarquia, autoridade, ordem, justiça, eternidade?

Os Princípios são por sua natureza imutáveis. Não menos os valores conexos com a natureza do ser humano, que são matéria própria da Religião e da sua autoridade. Todavia, sobre estes se operou uma «revolução semântica», não só para aggiornare significados, mas para alterar a relação hierárquica entre eles. Há quatro décadas se mostra que as causas da crise universal presente, que atinge os princípios da ordem, da autoridade, da justiça, e da Religião, são atinentes à metamorfose eclesial operada pelas ambíguas inversões do Vaticano 2. 

Louis Pauwels, mação convertido ao cristianismo, declarou: “Há um complô mundial de forças anticristãs que miram a desvitalizar (se possível a dissolver num humanismo de belas palavras) a fé dos católicos…” (Vittorio Messori, Inchiesta sul Cristianesimo, SEI, Turim 1987, p. 152).

Um complô político-religioso realizado: Em 1958 morre Pio XII, o “Papa de Fátima”. A presença de poderes estranhos infiltrados no interior da Igreja já mostrou a sua dimensão por ocasião da sua morte, quando o mundo ouviu em direto pelo rádio os estertores do Papa agonizante, um abuso jornalístico quase a significar o fim de uma época. Os católicos sabendo que devem seguir o verdadeiro Papa, primeiro guardião que assinala e repele os inimigos da Fé, devem saber também que isto implica vigiar quando a cidadela da Fé é invadida pelos seus inimigos e o Papado silenciado porque «eliminado» por um tempo, conforme a visão do Terceiro Segredo de Fátima, mais clara em 1960, quando Roncalli, João 23, estava ocupando a sede do Vaticano.

 

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