Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

A PROFECIA DE FÁTIMA ILUMINA OS MEGA CASTIGOS DA HISTÓRIA PRESENTE

Arai Daniele  

Repetirei sempre aqui que a aparição de Nossa Senhora no dia 13 de maio em Fátima é lógica e cronologicamente a resposta divina ao apelo do Papa Bento XV que recorreu à Sua universal intervenção numa hora terrível para os homens.

E ficou bem evidente que, na hora dos piores perigos a ajuda divina era proporcional através a Mediação da Mãe de Deus e nossa. Basta considerar a dimensão do Milagre do sol e o teor da promessa da conversão de um país como a Rússia para entendê-lo; Não bastou, infelizmente, para que o Papa e a Igreja pudessem reconhecer logo o poder que lhes fora oferecido em Fátima, contra um mal sem freios. Mas essa dificuldade a «captar» um tal auxílio sobrenatural já era sinal de uma falha espiritual na grande escala que vai até o ápice.

Vejamos como poderia hoje ser representado esse grande mal. Há de fato um aspeto simbólico sinistro na arquitetura do edifício da União Européia (UE); parece a «torre de Babel» que foi truncada no seu desafio a Deus!

Desde que foi concluída em 1999, a idéia subjacente à construção do parlamento da UE levantou suspeitas no seu aspeto inacabado semelhante ao da “Torre de Babel” pintada por Pieter Brueghel the Elder em 1563. A referência bíblica é a empresa ciclópica, nunca concluída por Nimrod, o tirano infame, cuja construção devia servir para desafiar a Deus. Terá sido esta a fonte de inspiração para a instituição e o edifício da EU? Observe-se que essa idéia de desafio a Deus se repete em outras culturas antigas, além da hebraica e da Cabala, na grega e na islâmica.
Nimrod aparece como fundador do primeiro império depois do Dilúvio, origem de Babel, cuja confusão de línguas era também confusão religiosa, devida a um cobiçado poder humano sobre a matéria. E o governo de Nimrod foi tirânico, na intenção de anular a religiosidade humana e o temor de Deus, impondo a escalada ao desafio em pedra.
Na Bíblia, Babel era a cidade que devia reunir a humanidade, e assim, todos, migrando do Oriente e alhures e falando uma única língua ali estariam congregados. Era a cidade natal de Nimrod e ele decidiu que a cidade deveria ter uma torre tão grande que “seu topo deveria estar nos céus”. Essa torre, porém, longe de ser como alguns pensaram para a adoração e louvor a Deus, foi dedicada à glória da idéia de um homem, com o motivo de fazer famoso e decantado o nome de seus construtores.

A versão do Midrash desta história ainda acrescenta o que os construtores da Torre disseram: “Deus não tem o direito de escolher o mundo superior para Si mesmo, e deixar o mundo inferior para nós, por isso vamos construir uma torre para nós, com o ídolo do topo erguendo uma espada, de modo que ele possa aparecer como se pretendesse guerrear contra Deus.”

Leia mais: http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-lugares-sinistros-o-parlamento-europeu#ixzz4gVksHdfq

Ao expormos a verdadeira fonte de inspiração por trás do edifício Louise Weiss da EU, estamos revelando a crença esotérica da «elite» mundial cujas aspirações e interpretações sinistras remontam às antigas escrituras no que estas trazem de lembranças anti-cristãs.
Vamos direto ao ponto dizendo que o edifício Louise Weiss é feito para se parecer com a pintura “A Torre de Babel”, de Pieter Brueghel the Elder, 1563, que retratava, porém, o desfio falhado a Deus. A história diz que a Torre de Babel nunca foi concluída. Assim, o Parlamento da ONU, e hoje da EU, continuariam basicamente o trabalho inacabado de Nimrod, o tirano infame, que levou à construção da Torre de Babel para desafiar a Deus.

A esse ponto qual cristão pode pensar que esta seja uma boa sede para governos baseados na inspiração para uma “instituição” respeitosa do Direito Natural e Divino? Leia mais: http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-lugares-sinistros-o-parlamento-europeu#ixzz4gViFgbnC

A guerra próxima futura

Não há necessidade de estar familiarizado com os planos da CIA ou do Pentágono ou de qualquer nação atual para saber que os poderes reais não deixam que seja um governo em vias de substituição a decidir o desencadear de uma grande guerra, do tamanho da que vai ser a próxima, de há muito preparada contra a Rússia. Mas esta terá, porém, o apoio de uma potência emergente como a China. Logo, será um guerra ainda mais mundial que as outras.
As campanhas eleitorais para a eleição de presidente de países chave para esta guerra, como a América e a França, representando a EU, foram estreitamente pilotadas para a guerra. Não adianta o que eles, os candidatos mesmos, pensavam ou diziam: o espírito de Nimrod vagava soberano no poder do dinheiro de líderes anti Deus e anti-cristãos e pela guerra total.
Claro que, no meio do impressionante descrédito irreversível para o poder americano que esta sucessão de fatos vai desvelando, esta criminosamente hipócrita cobertura dos assassinos do estado islâmico, já por si só revela o fim desse poder hegemônico mundial. A guerra poderia servir para obscurecer alguma vergonha interna, mas então o preço a pagar seria o de, numa crucial conjuntura militar, ter que manter ineptas e contraditórias meias figuras para que a «opinião pública mundial» pense que são eles que comandam campanhas decisivas para aniquilar nações, come de há tempo tentam no Médio Oriente e no Mediterrâneo. Já se viu qual lobby é pela guerra sem fim na Síria, que decidiu ser conflito que deve continuar até que os russos deixem de lá ter uma base.

Quero dizer que hoje não importa o que os candidatos a postos presidenciais digam, o que vai ser o programa militar já está traçado, e no espírito de Nimrod. Vejam o «tigrinho» do Trump que finge estar no comando de uma administração que está bem ou mal cumprindo a agenda da Killary, até no favorecer os carniceiros anti-Assad no Médio Oriente. Poderá ser diferente com o recém montado jovem manequim francês, deslumbrado pela maciça doação de popularidade provinda do deus acaso? Macron fará o que lhe dirão, como Sarkosy e Hollande, especialmente em matéria de guerra.

É claro que a agenda secreta pode variar um pouco devido a que a situação possa flutuar, por exemplo devido ao acordo petrolífero entre Putin e Erdogan, importante para a Rússia porque sem o consenso da grande Turquia, fortemente apoiada à NATO, ataques de surpresa para mutilar a Síria e enfraquecer a Rússia continuariam sem limites, indefinidamente, porque tudo faz parte do plano da guerra devastadora que serve a fazer avançar passo a passo, canalhice a canalhice, na lógica de uma «cultura do caos global»!
Da mesma forma, não é segredo que o «Ocidente» em geral e a EU em particular seguem uma política comandada em sedes alheias. Todavia, continuam felizes e despreocupadamente a associarem-se a esses jogos de guerras sem fronteiras morais, que julgam guiados pelo programa a longo termo do governo-americano.
E assim o crime internacional de guerras de interesses escusos, tem lugar em cadeia, como a chamada “Primavera Árabe”, para mudar, não só o equilíbrio mediterrâneo, mas dos países europeus, que se vêem expostos a uma onda migratória de dimensões bíblicas, organizadas quem sabe por quem, mas a qual participaram, mesmo se uns contra os outros, numa Europa alienada.

Voltando à eleição nos EUA, fato é que os milhões de milhões empregados pelos belicistas sem pátria nem escrúpulos na campanha da Killary provavelmente darão frutos com Trump, que ameaçou, pensem, caçar esses criminosos e aposentar os planos de guerra da NATO. Neste momento, pois, há duas razões para adiar o início da Guerra: – não porque foi eleito Trump, mas por que nada indica que a iniciativa de guerra parta da Rússia. A segunda razão é que ainda não sabem o peso militar nem a intenção da outra potência emergente, isto é a China, que acaba de se associar ao Irão nas manobras militares no estreito de Ormuz.

Importa, pois, que o plano reste armado, até que na hora ditada pela «criminal mind» global, esta consiga realizar a «false flag» portentosa que autorize a tal «opinião pública mundial» (dirigida pela grande comunicação) não só a querer, mas a pedir o «set fire to the powder» dos arsenais já posicionados e de prontidão contra o «desumano inimigo» !

Que não se fale de «teoria da conspiração»; tais arsenais existem como também tropas nas fronteiras da Rússia. Como os outros que concernem a Religião na fronteira da Cristandade católica.

No entanto, aqui, há quem não conseguiu esperar pela comemoração da rebelião em 1517 de Lutero Assim, já neste ano revelou querer antecipá-las, provavelmente a fim de evitar perder a ribalta destacada de sua presença nesses festejos; quem senão Jorge Bergoglio? Mas se for saudado como “o Papa”, não será o chefe que foi classificado por Lutero como Anticristo?

De fato, sua «nova teologia do ambiente» não excita nem mesmo o mais fanático «papaboy», e a recuperação da “paz” de acordo com a teologia da libertação, aplicada às FARC da Colômbia, não convenceu, nem mesmo com mil sorrisos do Castro e do Santos, Prêmio Nobel da Paz. Deixo a lista mais completa das distorções e fracassos bergogliosos para especialistas nesse gênero macabro, como Antonio Socci e tantos outros porque seu número só tem aumentado.

Por ora, bastaria lembrar o que Socci revela do dia 13 de outubro passado, do grande milagre do sol em Fátima, Bergoglio no Vaticano, junto a uma estátua de Lutero recebeu os luteranos numa reunião. Trata-se de mais um passo no sentido de ”justificação” proposta da heresia do Luterano II, que é contemplado na infame “Dignitatis humanis”, do direito reconhecido a todos os erros.

Sim, porque o maldito V2 antecipou-se às revoluções do mundo moderno e chegou de fato em 1965 em tempo de antecipar as convulsões libertárias de 1968! Quanto a Paulo 6 foi a Medellín, na Colômbia, em 1967, para antecipar o espírito de revolução latino-americano com a sua «Populorum Progressio», socializante! Quanto a João Paulo 2º, foi ao templo luterano em Roma para rezar no profundo espírito religioso de Lutero. Eles sempre antecipam! Wojtyla, tomando iniciativas como a de Assis, Ratzinger na elaboração das justificações de acordo com o seu erudito verbo luterano. Vão apressados, sempre, porque movidos pela idéia de progresso da fraternidade iluminista, sem limites? Ou talvez porque sabem ter pouco tempo para desfrutar do brilho fosforescente do fugaz mundo moderno que está de fato evoluindo no seu estado avançado de putrefação?

Agora cabe a Bergoglio completar a descida à “espiritualidade fortiter de Lutero”! No retorno do vôo para a Armênia, interrogado sobre o seu envolvimento nas comemorações do 500º aniversário da Reforma Protestante com os luteranos, Bergoglio explicou: • “Acredito que as intenções de Martinho Lutero não estavam erradas. Naquela época, a Igreja não era exatamente um modelo: houve corrupção, houve alta sociedade, apego ao dinheiro e ao poder. Por isso ele protestou. Então sendo inteligente deu um passo em frente, justificando porque fez isso. E hoje luteranos e católicos, com todos os protestantes, estamos de acordo sobre a «doutrina da justificação»: neste ponto tão importante não esteve errado. Ele deu um “remédio” para a Igreja, então este se consolidou num estado de coisas, numa disciplina etc. “

Estas palavras contêm uma série de falsidades, uma vez que nenhum “diálogo” pode mudar a posição católica sobre a «doutrina da justificação» condenada dos protestante e luteranos. Pelo contrário, a Igreja Católica já sentenciou sobre este e vários outros erros de Lutero com sentença definitiva. Na verdade, este é só um dos pontos de ruptura com que Lutero cavou a fossa de separação com a doutrina ensinada pela Igreja ao longo dos séculos; a falsa doutrina da salvação, a “justificação do pecador” diante de Deus, através de sua própria “fé”, sem as obras realizadas com seu livre arbítrio. No Concílio Ecumênico de Trento, o Decreto sobre a Justificação de 13 de Janeiro 1547, infligiu 33 anátemas com suas sentenças. Aqui está a 9a:
• “Se alguém afirmar que o ímpio é justificado só pela fé, de modo a entender que não precisa de nada mais com a qual a cooperar para alcançar a graça da justificação e que de modo algum é necessário que ele se prepare e se disponha com um ato de sua vontade: seja anátema “. Esta é a doutrina condenada de Lutero, também contrária ao livre arbítrio. É claro que todo o que rejeita expressamente as definições do dogmático Concílio de Trento, doutrina sempre professada pela Igreja, que a esclareceu explicando-o, a favor das idéias de Lutero, nada faz senão confirmar participar em seu anátema. Isto reforçado pela infâmia porque diante de ponto doutrinário tal, que diz respeito à salvação das almas, nenhum clérigo pode alegar desculpa de ignorância.

Na história da Igreja houve num período turbulento alguma tentativa de contornar o problema com o texto de uma “justificação dupla» desse terremoto luterano.

Já escrevi sobre a hora “quando Roma corria o risco de se tornar um protestante”, narro de como esta questão esteve no centro da sedição “protestante” no seio da Igreja Romana, mas foi enfrentado por Papas verdadeiros Santos; Paulo IV e São Pio V. E os acusados não eram clérigos indignos, como no presente, mas eram os desviados cardeais Reginald Pole e Giovanni Morone.

Pois bem, esse terrível risco de protestantização do mundo apesar da presença da Igreja foi superado no século XVI, mas volta hoje em plena força com aparência pontifícia e até apostólica. E note-se que na sua versão ecumenista é o exato contrário de Fátima. Com isto descrevemos o maior mal que ameaça a Fé nesta terra e ao mesmo tempo a sua solução providenciada por Nosso Senhor.

A luz de Fátima no meio dessas trevas humanas

A este ponto deixamos o relato das manobras desses governos cujo nível de canalhice não têm precedentes devido ao seu acumulo de armas letais, em toda a história, assim como a sedição religiosa em ato com a ocupação de Roma, para passar a falar da luz suave trazida pela Profecia de Fátima, para prevenir guerras e massacres, mas sem ter sido considerada, razão porque o mundo, de Roma a seus confins, passou a ser dominado por criminosas mentiras e desvios religiosos sem par. Em suma, tal teatro do pior horror preparado para breve pode esperar o fim de 2017, que é o ano centenário de fatídicos 17 e do maior fato profético do tempo cristão ocorrido em 1917 em Fátima. Sua última aparição ocorreu dias antes da atroz revolução comunista russa, autora de erros e males espalhados pelo mundo, como ali profetizado.

Mas a sedição russa vinha coroar 400 anos de revoluções contra a Igreja e contra a Cristandade, sendo a primeira, de 1517 proclamada por Lutero e em seguida a muitas guerras desastrosas a de 1717 da fundação oficial da Maçonaria, que desde então opera para completar a revolução anterior, luterana.

Todas elas, ainda são a causa de uma perda elevadíssima de almas, através de sucessivas convulsões históricas, cuja gravidade tentei esboçar acima tendo em vista o quadro presente. Só o Cristianismo defende o homem, como foi criado por Deus. Porque ele fala às almas sobre o bem que Deus quer, contra os males da rebelião humana. Esta é a matriz de todos esses castigos.

Não pode haver dúvida, sem o Cristianismo e portanto sem a Igreja Católica e o Papa com autoridade apostólica, não há civilização que defenda a natureza do homem, feito de corpo e de uma alma imortal que só tem sossego no retorno ao Pai. Seu Reino é o que devemos aspirar também neste mundo.

Tal «guerra final» no «espírito de Nimrod» é o seu contrário, tramada pelo inimigo de Deus e nosso, ligada a tais precedentes, que indicam este ano de 2017. Mas agora podem encontrar Quem recebeu o poder fazer recuar todo poder do mal com a Sua divina Intervenção de Mediatriz de todas as graças.

Nossa Senhora só espera que os católicos testemunhem, por meio das devoções pedidas e do Santo Rosário o poder de Seu pedido de Consagração para a conversão da Rússia. Mas esta deve seguir necessariamente a conversão de Roma com o retorno do Papa.

Sim, porque se o testemunho calar sobre a longa vacância do Papa católico, este silêncio não vai atrair castigos? Que intervenção superior se pode suplicar e esperar de Nosso Senhor para a restauração de Sua Igreja calando sobre a ruinosa realidade de uma Igreja sem o Vigário de Cristo e ocupada por anticristos?

 

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2 Respostas para “A PROFECIA DE FÁTIMA ILUMINA OS MEGA CASTIGOS DA HISTÓRIA PRESENTE

  1. henrique junho 22, 2017 às 11:41 am

    É inacreditável a quantidade de confusão que esses “tradicionalistas” acrescentam à deplorável situação atual, com suas malditas teses, tão eruditas quanto inúteis, que, mesmo diante de uma tão ostensiva e intencional obra de demolição da Igreja, defendem a autoridade dos demolidores, e ainda chamam de cismáticos os que se negam a reconhecê-la – o que significa que não concedem à posição sedevacantista sequer a tolerância de uma questão duvidosa.

    O que quer a FSSPX? O que quer a facção Williamsoniana? Os diversos institutos tradicionalistas? O que querem a Associação Monfort, o Carlos Nougué, etc? Onde pensam que irão chegar? O que mais falta acontecer? Talvez se o “papa” e os cardeais sacrificassem um bebê a satanás e bebessem o sangue, em cerimônia transmitida ao vivo para o mundo inteiro – ou será que ainda assim veríamos novas e mais sofisticadas teses de “papa herege”?

    Por acaso não lembram que o católico deve “orar como se tudo dependesse só de Deus, e agir como se tudo dependesse só de si”? Por acaso esperam que a apostasia – que eles próprios denunciam – será resolvida milagrosamente por Deus sem o concurso dos homens? Que bastará ficar assistindo a tudo passivamente, quando muito numa inofensiva e até ridícula oposição conservadora, que se resume a lamentar a “crise”, mas envergonhada e temerosa de explicitar e denunciar publicamente as suas causas últimas?

  2. Thiago junho 22, 2017 às 7:06 pm

    Só há uma maneira de Putin evitar a Terceira Guerra Mundial:

    1- Pressionar o Patriarcado de Moscou a se submeter à Roma.

    2- Pressionar a Curia Romana a abdicar dos erros do Concílio Vaticano Segundo.

    3- Impor em contra partida ao retorno, que se faça a Consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria. E a consequente União entre Igreja Catolica e Estado Russo, demolindo por sua vez o laicismo.

    4- Zelar para que o Vaticano expurgue toda a Maçonaria Eclesiástica, assim como proibir a Maçonaria e suas instituições satélites em território Russo.

    5- Criar um movimento Mariano em TODA a Igreja, em especial no território Russo, colocando em pratica por todas as devoções indicadas por Nossa Senhora em Fátima.

    6- Crer, Confiar e Esperar n’a Miraculosa intervenção Divina.

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