Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

Arquivos Mensais: julho 2017

PROFECIA SOBRE O PODER DE ISRAEL EM ROMA  

Arai Daniele

  • Da conversão de Saulo, pintada por Caravaggio

«Israel voltou a constituir um estado na terra prometida

O Cardeal Billot escreveu: “Vemos como a História do mundo se move, com velocidade constantemente acelerada, justamente, na direção e no sentido das verdadeiras profecias do Antigo como do Novo Testamento, e vemos como se estão realizando ante nossos olhos”.

Aqui é repetido sempre que, diante da situação de uma Igreja, Nova Israel, que se encontra de tal modo abatida que os católicos até duvidam de Sua sucessão Apostólica, nossa força de resiliência está na Profecia.

De fato, nesta vemos que tudo na História está submetido aos desígnios de Deus, e entre estes esplende o da eterna permanência de Sua Igreja. Até os eventos destrutivos acontecem para confirma-lo em situações extremas como a atual.

Por isto nos interessa falar da realização deste evento na sua relação com Roma e Fátima.

Este evento epocal deve ser visto como o quarto sinal de relevante evidência dado por Jesus para o fim dos tempos, que corrobora os três anteriores nessa contagem decrescente, por ser a condição para o cumprimento deste; da pregação do Evangelho em todo o mundo, da apostasia geral e da extrema corrupção moral.

Se, por acaso, ainda restava alguma dúvida sobre a realização dos outros três sinais precedentes,o cumprimento manifesto deste último deve fazê-la desaparecer.

«De fato, temos Israel regressado a seus antigos lares formando um Estado soberano com unidade política, que compreende todas as tribos ou descendentes de Jacob, unidade ausente por mais de 27 séculos.

«Esse Estado de Israel foi proclamado dia 14 de Maio de 1948 e Jerusalém caiu sob seu poder em Junho de 1967, na chamada guerra dos seis dias.

«Devido à evidência deste fato-sinal, previsto e cumprido, me propus (é o prof. Tomás Tello Corraliza que escreve) analisá-lo e expô-lo com a maior extensão e profundidade que os demais, por considerá-lo um sinal chave. Poderia dizer como Virgílio ao começar a segunda parte da Eneida: «Maius opus movem». Assim é; se trata da empresa de maior envergadura do meu trabalho.

«Os dados disponíveis são inúmeros.

 «AS PROFECIAS – Deve-se esclarecer, em primeiro lugar, que as profecias referentes ao retorno de Israel à sua herança – à terra prometida – para constituir-se como Nação-Estado, forma um bloco com a sua futura conversão. São os dois lados da mesma moeda. É o eixo do mistério da economia da salvação. São Paulo, referindo-se a conversão dos judeus, no fim dos tempos, diz: “Não quero, irmãos, que ignoreis este mistério”. As profecias sobre estes factos, em íntima conexão, são inumeráveis. Os autores – Benjamin Martín Sánchez e Nicolás Gonzáles Ruiz – aduzem muitos textos; mas muitíssimos mais podem ser vistos. Um exame da Bíblia, do início ao fim, em busca de textos, surpreende. Preenchi mais de 20 páginas só com citações. E não só dos profetas – 75% deles –, mas de profecias encontradas em toda classe dos livros bíblicos, Pentateuco, Livros Históricos, Didáticos ou Sapienciais, no Novo ou no Antigo Testamento. Muitos textos, associam-se explicitamente – implicitamente pode-se encontrar em todos – a futura conversão dos judeus e sua volta à Terra prometida, para formar um Estado soberano. Esta circunstância deu lugar a uma exegese confusa, através dos séculos, com resultados díspares e contraditórios, que só a exegese empírica pode harmonizar.

«Qual a razão porque estes feitos se cumprem – explicita ou implicitamente – em íntima conexão? Eis um texto que nos pode dar a chave de interpretação. O capítulo 26 do Levítico termina, depois de terríveis ameaças de castigo pelas suas infidelidades: “Humilharão seu coração incircunciso e reconhecerão suas iniquidades e EU, então, me lembrarei de minha ALIANÇA com Jacó, Isaac e Abraão e me recordarei de sua TERRA”… “Lembrar-me-ei de minha ALIANÇA”.

«É a base, o «leitmotiv», a Aliança é, segundo a expressão dos comentaristas da Companhia de Jesus, «eixo do desígnio providencial». Mas, em que termos foi formulada a dita Aliança e qual é seu conteúdo?

«O ponto de partida está na vocação de Abraão, a quem Deus ordenou sair de sua pátria e do meio de seus familiares para dirigir-se a uma região desconhecida, que Ele mostraria. Tendo chegado – em Siquém – foi-lhe dito “À tua descendência darei esta terra” (Gn. 12, 7). Esta promessa Deus a reitera várias vezes. Por último, se estabelece solenemente o pacto: “E estabelecerei meu pacto, como pacto perpétuo, para que eu seja Deus para ti e para tua descendência depois de ti. Dar-te-ei, além disso, a ti e à tua descendência toda a terra de Canaã como propriedade perpétua e serei o seu Deus” (Gn. 17, 7-8). “À heróica fé-obediência de Abraão é oferecida, como prémio, a promessa divina de sua proteção e bênção e uma nova pátria definitiva, CANAÃ; terra de privilégio, reservada por Deus para um povo de privilégio”

(Comentários dos Professores da Companhia de Jesus). E continuam: “Ponto de partida dessa bênção é a promessa de fazer de sua descendência uma GRANDE NAÇÃO… A base para ela é a posse da Terra prometida.”

“A Palestina, como terra prometida a Israel, enquanto descendência patriarcal, caminhará, desde agora, inseparavelmente unida, pelo vínculo comum do Monoteísmo Javista… Essa posse, prometida como perpétua, por parte de Deus, só se verá interrompida temporariamente pela infidelidade”… “Javé ratifica sua promessa e fala do ‘meu pacto’; pois, ainda que seja bilateral, o pacto é de Deus; Somente Ele, Ser Absoluto, o oferece gratuitamente, determina as condições, e impõe a obrigação ao homem e, em virtude da sua fidelidade, se obriga a cumpri-lo. Este pacto, perpétuo por parte de Deus, há de ser também por parte de Abraão e da sua descendência”.

«Até aqui, o comentário dos professores da Companhia de Jesus. Vemos como a Aliança entranha, da parte de Deus, como prémio à fidelidade, o estabelecimento de um marco geográfico concreto, em possessão perpétua à descendência de Abraão, desde que se Lhe renda culto e se cumpra Sua santa Lei. Embora o povo hebreu se veja, mais de uma vez, privado e expelido de sua herança, por causa de suas prevaricações, Deus, fiel à sua palavra, recorda e reitera, insistentemente, aos antigos patriarcas a solene promessa de dar, como posse perpétua, a terra de Canaã a seus descendentes. Renova sua promessa a Isaac: “… manterei o juramento que fiz a teu pai… e darei à tua descendência todas estas terras” (Gen 26, 3-5); assim como a Jacob. (Vid. Gen. 28,4 e 13; 35,12; 48,21). Como já foi dito, a profecia se repete, recorrente, em toda classe de Livro de ambos os Testamentos.

«Oferece-se, em seguida, uma seleção de textos, que profetizam o retorno de Israel à Terra prometida, para formar um estado soberano, com descendentes de todas as tribos, prescindindo, por hora, das profecias sobre a sua futura conversão, assim como da conquista de Jerusalém. Recordou-se sempre de sua Aliança e da promessa decretada por mil gerações; o pacto feito com Abraão e seu juramento a Isaac que confirmou a Jacó com lei firme… dizendo: “EU te darei a terra de Canaã como lugar de vossa propriedade” (Sl. 104, 8-10). “Ele é nosso Pai, pelos séculos dos séculos. Açoita-nos por nossas iniquidades, porém, logo, se compadece, e nos reunirá das nações em que nos dispersou” (Tb. 13, 5). No Eclesiástico, se roga pela restauração de Israel:

“Apressai o tempo e lembra-te de tuas promessas. Reuni as tribos de Jacó e dai-lhes a herança como outrora” (36, 10-13). Vaticínios dos profetas em ordem cronológica. Amós: “Eu farei retornar aos cativos de Israel… Hei de colocá-los em sua terra e jamais serão arrancados da terra que lhes dei” (9, 15). Oséias: “Os filhos de Judá e os de Israel se juntarão e se darão um chefe único…” (1, 11). Isaías: “Naquele dia a mão do Senhor de novo redimirá o resto do povo… e reunirá os dispersos de Israel e juntará os dispersos de Judá dos quatro cantos da terra e cessará a inveja de Efraim e serão destruídos os inimigos de Judá” (11, 11) “Ele mesmo deitou a sorte entre eles e sua mão a repartiu com a linha de medir, a possuirão para sempre e a habitarão de geração em geração” (34, 17). Miquéias: “Eu te reunirei, Jacó, todo inteiro, Eu reunirei os restos de Israel” (2, 12). Abdías: “Todavia, no monte Sião, haverá uma porção salva,… e a casa de Jacó despojará os que a despojaram… Ocuparão os de Negueb a montanha de Esaú e os da planície, o país dos Filisteus e ocuparão a campina de Efraim e o campo da Samaria…, e os cativos de Jerusalém, que estão em Sefarad ocuparão as cidades do sul” (17-21). Jeremias: “Vive Javé que tirou e trouxe a casa de Israel das terras do Norte e de todos os países aos que os atirou e os fez habitar em sua própria terra” (23, 8). «Jeremias repete a profecia anterior, em sua essência, em vários outros lugares (cf. cap. 30-33 e o 41). Ezequiel: “E sabereis que Eu sou Javé, quando vos conduzir à terra de Israel, a terra que, erguendo a mão, jurei dar aos vossos pais” (20,42). Profecias similares podem ler-se nos capítulos 36 e 37. Neste último a partir do versículo 15, profetiza-se, mediante uma sugestiva parábola, a união de ambos os reinos, o de Israel e o de Judá, em um só povo. “E farei dele… um só povo e todos terão um só rei; nunca mais serão reinos distintos” (v. 22). E o mais curioso é que Ezequiel traça as fronteiras do novo Estado de Israel nos últimos tempos. E estas são, precisamente, as que caíram sob seu domínio, exceto pela Cisjordânia. Israel, na antiguidade ocupou também a Transjordânia; mas nas novas e definitivas fronteiras traçadas por Ezequiel, a Transjordânia fica descartada; marca o limite oriental o rio Jordão e o Mar Morto. O novo Estado de Israel, desde sua constituição, jamais tentou apoderar-se de um palmo da Transjordânia. (Ezequiel no capítulo 47 traça as fronteiras). Quanto ao feito concreto da tomada de Jerusalém e sua posse perpétua, há aqui os textos mais interessantes.

«Joel: “Todavia, Judá será sempre habitada e Jerusalém por gerações e gerações” (3, 20). O profeta que mais insiste na recuperação de Jerusalém é Zacarias. “E os trarei e habitarão Jerusalém» (8, 8).

«E Jerusalém será de novo habitada em seu lugar” (12, 6).

«São Lucas fala do que determina o tempo em que Jerusalém seria reconquistada: “Cairão ao fio da espada e serão levados cativos entre todas as nações e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que se cumpram os tempos das nações” (21, 23-24).»

Até aqui o prof. Tello lembra as profecias antigas para chegar à atual e lembra a íntima conexão entre elas, do fato da recuperação da Terra prometida com a futura conversão em massa da Israel Antiga, à Nova Israel, a Igreja de Jesus Cristo.

Essa futura conversão de Israel, como povo, está à margem de qualquer dúvida. Os textos que a profetizam são numerosos e inequívocos. «Deuteronômio: “Nos últimos tempos, te converterás a Javé, teu Deus e O ouvirás; porque Javé, teu Deus, é misericordioso. Não te rejeitará, nem te destruirá totalmente, nem se esquecerá da Aliança que jurou aos teus pais” (4, 30-31). Oséias: “… porque muito tempo estarão os filhos de Israel sem rei, sem chefe, sem sacrifício… Logo voltarão os filhos de Israel e buscarão a Javé… e se apressarão em vir temerosos a Javé e a sua bondade NO FIM DOS DIAS”.

«Ezequiel: “Eu lhes darei outro coração e porei, neles, um espírito novo; tirarei do seu corpo seu coração de pedra e lhes darei um coração de carne, para que sigam meus mandamentos… e sejam meu povo e EU o seu Deus” (11, 19-20). Jeremias: “Naquele tempo… serei o Deus de todas as tribos de Israel e eles serão meu povo” (31, 1).

«Zacarias: “E os trarei e habitarão em Jerusalém e eles serão meu povo e Eu serei o seu Deus em verdade e em justiça” (8, 8).

Enfim, São Paulo em tudo o que se refere à conversão dos judeus: “Pela defeção dos Judeus, chegou a salvação aos gentios… Os Judeus voltarão a ser reimplantados em seu próprio tronco santo… A cegueira de Israel durará até que venha a plenitude dos gentios. Então TODO ISRAEL SERÁ SALVO” (Rm. 11).

A EXEGESE dessas profecias do retorno são difíceis, mas hoje só pode ser feita diante de um fato.

O Cardeal BILLOT, ilustre Teólogo do século XX, sobre os vaticínios do retorno de Israel a Palestina, diz: “… Fica ainda um último ponto, que se encaixa em nossas reflexões: a futura conversão do povo judeu, no fim dos tempos…”. E comentando a Epístola aos Romanos (11), diz: “São Paulo anuncia sua futura conversão, a qual foi considerada por toda a tradição como um dos mais característicos sinais do fim do mundo. Mas… como poderia ser possível que o povo judeu, enquanto povo, se convertesse em totalidade, estando espalhado pelo mundo?” Depois de algumas reflexões, termina perguntando-se: “Não existe, em nossos dias um acontecimento significativo, que indique estar próximo o cumprimento de São Paulo? Penso nos sinais que anunciam o restabelecimento do Estado de Israel. Pois, seguramente, uma conversão massiva do povo judeu não seria possível enquanto estivessem dispersos entre as nações. Se devem converter-se, finalmente, a Cristo, enquanto povo (autónomo) então, devem estar reunidos em um Estado enquanto tal povo”. Vemos como ao fio dos acontecimentos Billot faz uma exegese abrangente. Ele conhecia o Movimento sionista, fundado por Theodor HERZL, em 1885. O Cardeal Billot devia conhecer, do mesmo modo, a declaração de Balfour (1917) de simpatia pelo Sionismo; no qual manifestava que o governo de sua Majestade era favorável ao restabelecimento na Palestina de um Lar Nacional para o povo judeu e que empregaria todas as suas forças para a realização deste projeto.

Ao escrever sobre a profecia de Fátima para os nossos tempos, que são aqueles para o “fim dos tempos dos gentios” (Lc 21, 24), e o retorno de Jerusalém para os judeus, parece que na Mensagem de Fátima não há lugar para a conversão dos judeus, pelo menos de modo explícito, senão pela coincidência do 1917l. Isso não parece ser de interesse sem enquadrar a profecia nos jogos de poder para destruir o Cristianismo: os eventos das duas Grandes Guerras e a Revolução Russa, ponto de viragem ruinosa para o Cristianismo que hoje pode razoavelmente fazer entender que o tempo dos gentios se cumpriu e depois se completou com a reviravolta religiosa dos anos sessenta com Vaticano 2, que reconheceu a presença da revelação divina em muitas religiões e a Aliança eterna dos Judeus.

Passando para a questão política, porque no mesmo ano das aparições de Fátima havia “Declaração Balfour” o, a carta de 2 de Novembro de 1917 na qual o secretário do Exterior britânico, Lord Balfour, deu a conhecer que a Federação Sionisla é vista com bons olhos Sua Majestade. A carta foi dirigida a Sir Lionel Rotschild, e é considerado o documento de fundação do Estado de Israel. Naqueles dias de 1917, o exército de Allenby marchou sobre Jerusalém e a liberou dos otomanos. Era o início dos últimos tempos “.

«A respeito do seu vaticínio, Abdias diz que judeus e israelitas devem entender-se, não em sentido carnal, isto é, Israel étnico ou racial, senão no sentido da influência espiritual sobre os que crêem em Cristo; a Cristandade futura. Devem dominá-la «espiritualmente»? Porque não há dúvida que hoje, não com o espírito religioso, mas financeiro dominam o mundo depois de um progresso iniciado praticamente cem anos atrás, em 1917, quanto a Israel como Estado.

Sir Arthur  era uno espiritualista e teósofo e foi um dos fundadores do Quatuor Coronati, centro ainda ativa da Maçonaria. Nutria ideias messiânicas sobre o futuro do Império Britânico. Para entender essa influência na América veja: https://promariana.wordpress.com/2016/11/22/para-onde-leva-o-americanismo-ecumenista-atual-com-os-british-israelites-2/.

Mas o mais incrível dessa influência operou-se na Roma de João 23 em diante, quando os  adversários históricos do Cristianismo conseguiram infiltrar-se na sua Capital tanto que ali se justificou até que Católicos e Judeus devem se unir para esperar juntos o Messias! Veja https://promariana.wordpress.com/2013/12/17/os-piores-inimigos-de-deus-dos-homens-e-dos-mesmos-judeus/

Como se os que crêem na vinda de Jesus e os que a negam possam comungar na Sua próxima vinda  – para julgar o mundo! Nesse sentido, como diz São Paulo, estão irmanados sim mas, no pecado. Então, depois da grande tribulação, talvez muitos perceberão o que fizeram e se apelarão a Jesus Cristo clamando: – bendito o que vem em Nome do Senhor!

O GRANDE TABU POLÍTICO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DA NOSSA ÉPOCA

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

Escutemos o Papa São Pio X, num trecho da sua encíclica “Communium Rerum”, promulgada em 21 de Abril de 1909:

«Afinal, vós vedes, Veneráveis irmãos – e frequentemente sofrestes connosco, percebendo o quanto são tristes os tempos nos quais caímos – o quanto são graves as condições nas quais temos que nos situar. Mesmo entre os infortúnios públicos que trazem grande ansiedade, sentimos exacerbar a dor de aventar calúnias contra o clero, como se fosse indolente ao auxílio à calamidade; dos obstáculos postos para que não apareça a benéfica acção da Santa Igreja em favor dos filhos desolados; falar de outras obras mais tristes, para dano da Santa Igreja – tramadas com dissimulada astúcia, ou consumadas com ímpia ousadia – ESMAGANDO TODO O TIPO DE DIREITO PÚBLICO, TODO O TIPO DE LEI E DE HONESTIDADE NATURAL.  Os excessos foram grandes, especialmente nos países que já tiveram da Igreja maior presença de civilização.

Há coisa mais brutal do que ver aqueles filhos, nos quais a Santa Igreja acreditou e afagou, como primogénitos, empunhando furiosos as armas CONTRA O SEIO DA MÃE QUE TANTO OS AMOU?

Também não há muito consolo vendo o estado dos outros países: A própria guerra, de formas variadas, desencadeando fúria ou ameaça pelo caminho de tenebrosas maquinações. Quer-se em síntese, universalmente, NOS PAÍSES QUE MAIS DEVEM À CIVILIZAÇÃO CRISTÃ, DESPOJAR A IGREJA DOS SEUS DIREITOS; QUER-SE TRATÁ-LA COMO NÃO SENDO DE FACTO, POR NATUREZA E DIREITO, SOCIEDADE PERFEITA, INSTITUÍDA PELO PRÓPRIO CRISTO, REPARADOR DA NOSSA NATUREZA; QUER-SE ANIQUILAR O SEU REINO; AINDA QUE ANTES E DIRECTAMENTE DIGA RESPEITO ÀS ALMAS, NÃO É DE MENOR IMPORTÂNCIA PARA A SUA SALVAÇÃO ETERNA DO QUE A SEGURANÇA E PROSPERIDADE CIVIL; QUER-SE FIRMEMENTE QUE O LUGAR DO REINO DE DEUS SEJA SUBMISSO – SOB O MENTIROSO NOME DE LIBERDADE – À LICENÇA.

A propósito de fazer triunfar, com o império das paixões e dos vícios,as piores de todas as escravidões, arrastando ao precipício, em grande ruína, os povos – porque “o pecado arrasta e assinala a ruína dos povos” (Pr 14, 34), não se cessa de gritar: “Não queremos que Ele reine sobre nós” (Lc 19,14).

As Ordens Religiosas, expulsas de Países Católicos, que sempre foram para a Santa Igreja ornamento e defesa, e promotoras das obras mais benéficas de ciência e civilização entre as Nações bárbaras. Enfraquecidos e restritos ao máximo os seus benéficos institutos, dispersos e ludibriados os seus ministros, reduzindo a sua importância, deixando-os na inércia, fechou-se-lhes ou ficaram-lhes extremamente difíceis as vias da ciência e do magistério, especialmente ao distanciá-los gradualmente da instrução e educação dos jovens – foram postas em dificuldade todas as obras católicas de utilidade pública; ESCARNECIDOS, PERSEGUIDOS, OU DEPRIMIDOS TAMBÉM OS LEIGOS, ABERTAMENTE CATÓLICOS – ESPÉCIE DE CLASSE INFERIOR OU REJEITADA – ATÉ QUE CHEGUE O DIA – QUE JÁ ESTÁ PRESTES A CHEGAR – EM QUE, ATRAVÉS DE LEIS SEMPRE MAIS INÍQUAS E COM PROVIDÊNCIAS QUE OS DEFINEM COMO INIMIGOS DO ESTADO, SÃO POSTOS DE LADO, TAMBÉM DAS ÚLTIMAS MANIFESTAÇÕES SOCIAIS.»

Vivemos, desgraçadamente, num mundo onde há lugar para tudo, absolutamente tudo, menos para a Verdade e o Bem. Nos tempos em que a Santa Madre Igreja existia como realidade social e cultural, todas as forças anti-Cristo, desde os protestantes aos judeus, dos comunistas aos liberais e capitalistas, todos se uniam numa frente comum anti-Católica e anti-Santa Madre Igreja. Por mais feroz que fosse essa guerra anti-Igreja, era contudo nítido, um indissimulável temor reverencial que nutriam pela Fé Católica, UM TEMOR CONSTITUTIVO DA PRÓPRIA TRANSCENDÊNCIA OBJECTIVA DESSA FÉ, NA SUA UNICIDADE, NA SUA DIVINDADE, NA SUA SANTIDADE, DA SUA IRREVOGABILIDADE.

Demolida a Santa Madre Igreja, como realidade social e cultural, conquistada e usurpada a face humana do Corpo Místico pela própria maçonaria internacional, gerou-se um novo tabu político e religioso, o qual impede, por imperativo gerado na dita maçonaria, que os orgãos de comunicação social, bem como os titulares de cargos políticos, produzam a menor referência a essa usurpação, continuando a comunicar e a agir exactamente como se a Santa Madre Igreja ainda existisse, pujante e incólume, como realidade social e cultural, e não a torpe maçonaria com aparências de Igreja. Trata-se de um verdadeiro tabu, porque como é evidente, é absolutamente impossível que pessoas com um mínimo de inteligência e cultura não realizem a passagem aos antípodas doutrinais, nos últimos sessenta anos, da instituição, que exteriormente, aparece como Igreja Católica. A razão profunda para tudo isto é fundamentalmente de ordem política e social, pois mesmo os aspectos religiosos são reconduzidos a interesses sociais e políticos. Convém sobremaneira aos agentes políticos relacionarem-se com uma instituição que aparece exteriormente como Igreja Católica, SENDO ELA NA REALIDADE A MAÇONARIA INTERNACIONAL; NÃO APENAS EM PORTUGAL, MAS EM TODOS OS PAÍSES DE ANTIGA TRADIÇÃO CATÓLICA.

É exactamente por isso que a Internet, com todos os seus males, surgiu como uma benção, pois permite ao que resta da Resistência Católica – COMUNICAR; mais ainda: Foram as novas tecnologias que permitiram salvar da completa extinção, a longo prazo, os tesouros literários da Sabedoria Católica. Assim se prova, concretamente, que embora Deus Nosso Senhor tenha colocado à disposição da inteligência e da habilidade dos homens os bens da Criação, o seu mau uso depende ùnicamente da miséria moral humana e jamais desses bens em si mesmos.

Efectivamente, salvo por crassa ignorância, só a má fé pode iludir o facto dos heresiarcas maçons disfarçados de católicos, utilizarem as referências culturais cristãs tal como Luís de Camões utilizou nos “Lusíadas” a mitologia da Antiguidade Clássica. Porquanto tais referências, utilizadas materialmente, ou seja, privadas da absoluta e necessária objectividade, privadas da Ordem Sobrenatural, TRANSFORMAM-SE EM AUTÊNTICOS E ESPECIALMENTE HORRÍVEIS CONTOS DE FADAS; como se vê, particularmente, no caso das cerimónias de Fátima, realizadas pela maçonaria internacional, com capa eclesiástica. Mas até mesmo o ateu comunista libertino Bergoglio, na sua missão de explicitar a apostasia do Vaticano 2, necessita de cultivar certas aparências e certos ornamentos.

As cerimónias da seita anti-Cristo, aureoladas da respeitabilidade do poder civil, para que o engano seja completo, necessitam desesperadamente que alguém grite que: “O REI VAI NU”! Mas como tal poderia constituir o princípio do fim da monstruosa mistificação, exactamente por isso, os orgãos de comunicação social, totalmente obedientes à maçonaria e às forças anti-Cristo, instauraram um bloqueio integral aos mensageiros da Verdade e do Bem.  

Num mundo sem pecado original e sem pecados actuais, não haveria qualquer tabu; porque estes provêm, NÃO DO BEM, MAS DO MAL! O erro, o pecado, o mal, é que gera o tabu; porque este consubstancia tudo o que é preciso, ocultar, disfarçar, ornamentar, porque não deve ser conhecido como tal, sendo pois constitutivo da hipocrisia, tara que Nosso Senhor Jesus Cristo amaldiçoou como pior do que os pecados da carne. Ora, nós sabemos  que a hipocrisia constitui o cimento de todas as sociedades, e que é directamente proporcional à indigência moral dessas mesmas sociedades. Neste enquadramento, todas as sociedades possuem o seu rol de tabus, sendo que o mais importante, o mais grave, é sempre aquele que manifesta e incorpora um maior afastamento da Lei de Deus.

O Magistério público de Nosso Senhor Jesus Cristo constituiu um combate diuturno contra os tabus dos fariseus; QUE DIZIAM MAS NÃO FAZIAM; QUE COLOCAVAM CARGAS PESADAS PARA OS OUTROS LEVAREM, MAS ELES PRÓPRIOS RECUSAVAM TAIS CARGAS; QUE SIMULAVAM MAS NÃO ERAM. Ora, assim como procedeu Nosso Senhor no Seu Magistério, assim deve proceder, e procede, o Magistério da Santa Madre Igreja, um Magistério de Verdade e de Santidade, que permanece nos antípodas absolutos da palhaçada, imunda, asquerosa, deicida, da seita conciliar, que é, como se disse, a própria maçonaria internacional.

Fátima é terra da mais pura Verdade e Santidade, com um Lume Sobrenatural dulcíssimo, de uma transparência caracterizadamente Evangélica. Fátima é ANTI-COMUNISMO, mas é igualmente ANTI-LIBERALISMO e ANTI-MODERNISMO, e tem sido uma grande erro insistir na nota do anti-comunismo olvidando o anti-liberalismo; e foi isso que se fez durante a época pré-conciliar.

A maior aberração posta a circular pela seita anti-Cristo, foi a de que a Rússia se tinha convertido com a queda do comunismo; e o pior é que muitas boas almas acreditaram. Tudo serve para arruinar a verdadeira Fé Católica, até as maiores mentiras.

A grande lição das Aparições de Fátima é o ênfase Sobrenatural colocado na Eterna oposição: Igreja Santa – mundo pecador; alma piedosa – mundo perseguidor. Enquanto este paupérrimo mundo existir, a alma fiel a Deus Nosso Senhor só possuirá a certeza de que à sua volta se formará uma clareira árida cristalizada no sentimento de EXCLUSÃO; e isto na melhor das hipóteses. A vida dos Santos aí está para o demonstrar.

O mal existe, jamais como um fim em si mesmo, mas para maior exaltação do Bem, na provação ascética e mística dos bons, para que de uma Caridade mais acrisolada Deus Nosso Senhor receba mais Glória extrínseca.

O bloqueio imposto pelos poderes deste mundo àqueles que querem denunciar a maior fraude, o maior crime, a maior monstruosidade, da História Universal, constitui a maior prova da Verdade da Fé Católica e da Santidade da Santa Madre Igreja, mas testemunha igualmente a verdade e a santidade da tese sedevacantista, e o como esta tese corresponde integralmente à Mensagem das Aparições de Nossa Senhora de Fátima, em ordem a uma regeneração qualitativa da Mãe Igreja, na reconstituição da linhagem dos Sucessores de Pedro.

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 5 de Maio de 2017

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

THE GREAT WONDER OF THE FATIMA PROPHECY

 

  • “Fatima is the piercing cry of a Mother who sees her children at the brink of an unfathomable abyss.”(Cardinal Patriarch of Lisbon D. Manuel Gonçalves Cerejeira, Marian Congress, Madrid, May, 1948 

The event of Fatima, in the Christian modern era, is the extraordinary event that is, at the same time, the most marvelous and the most misunderstood. When the world entered the catastrophic period of two world wars and the heinous onslaught of communism, claiming tens of millions of victims, Almighty God in His mercy performed a great miracle and offered to bring about an amazing conversion of a powerful empire in order to spare humanity from a self-destruction process.

The offer of divine help was in response to the Church’s prayers called for by Pope Benedict XV, the Vicar of Christ, who carried the responsibility to guarantee the Catholic faith, which is essentially a faith in divine in­tervention on Earth.

Yet the offer was declined.

Today, after that period of catastrophic violence, we live amidst the moral and religious squalor caused by the world’s tragic contempt for the faith; a faith which is itself threatened with annihila­tion at the hands of its materialistic and modernistic enemies.

The Secret of Fatima, as a prophecy of peace and salvation for our time, is always an appeal to this faith and a warning of what can be expected as a consequence of a spiritual blindness which re­fuses its only remedy: conversion to the rule and love of God.

My book on Fatima in Portuguese with the title “Between Fatima and the Abyss”, (“Entre Fátima e o Abismo”, T. A. Queiroz, S. Paulo) was edited in 1988 in Brazil and intended to make people aware of the close connection between History and the Faith, which Fatima represents and which awareness is required in order to pull the world back from the abyss of a moral disaster and a religious deceit.

It was my intention to show how the Fatima proph­ecy is in the line of all biblical prophecies, from the book of Genesis to that of Apocalypse; from the original revolt against the divine mandate given to Adam and Eve, until the final masonic ecumenical revolution.

This blend of secular and religious ideas to replace the law of God in the human conscience should be seen as the Revolution par excellence, the one that resumes all the others, aiming at the radical autonomy of consciences from the Creator’s Word and at the elimination of the divine authority on earth, acted in the Christian era by the Pope.

This is the mystery of iniquity, which was in force from the begin­ning, but bound by the power of the natural and divine Law. With the escalade of human iniquity (MT 24, 12), however, the Pontiff’s power was upset (ib. 29) and its key used to open the pit of all liberties (Ap 9, 1).

My book was translated in English, but it still wait for an Editor. In it I recall the basic confrontation of Revolution to Prophecy, of Masonry to the Church, of Satan to Our Lady but all this has a root in a much deeper and obscure conflict. This conflict is almost forgotten nowadays, it is between the conscience righteously formed by the Word of God, and the idea of a false “righteous conscience” guided by its own good will.

This freedom of conscience to judge what must be the truth and the good was breathed from the beginning by the wicked seducer: “Ye shall be like gods, knowing good and evil” (Gn 3:5), and is today whispered by Masonry, as the very solution for peace on earth, on the plan for a new world order. Here, therefore, is the premise of the great apostasy in which we are living today.

John 23 was elected pope to install a Vatican 2 project of peace depending on that masonic plan which, based on men’s dignity, proclaims the freedom of conscience. This is the very idea inspired by the spirit of Vatican 2’s revolution, which Paul 6 concluded with inconceivable sympathy for the cult of man; for a “religion of man made god”; man judging with free conscience, good and evil.

Could the Third Secret of Our Lady not reveal, in its allegorical “elimination” of the Catholic pope, the climax of this revolution to demolish the Holy See? The fact is that this dire “spirit” has been ruling the Vatican after the death of Pius XII.

Too many things have been changed in the Church, and in the world, after 1958: deception was multiplied everywhere.

In 2000 John Paul 2º decided to have the entire “Secret” published. For this, my book in English comes now as a replication and as a new version from the original published in Portuguese. Replication, because it is always dealing with the same historical war between Revolution and Prophecy; new version, because it up-dates this primordial conflict in connection with the third part of the Fatima Secret. The reason is simple: human history is written by a rebellion that has grown in a revolution always aiming at the abolition of God’s authority on earth, in His Son, in His Vicar, in His prophets. The only change is the obscure way to perpetrate this. In this book I expose why I believe the «Third Secret» published by the Vatican is authentic; question already exposed in this same blog:

https://promariana.wordpress.com/2012/11/01/2567/.

FELLAY – O AMIGO DO MUNDO!

  • ALMAS ADÚLTERAS, NÃO SABEIS QUE A AMIZADE DO MUNDO É INIMIZADE DE DEUS? AQUELE, PORTANTO, QUE  QUER SER AMIGO DO MUNDO, CONSTITUI-SE INIMIGO DE DEUS.   Epístola de São Tiago 4,4

 

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

Escutemos o Papa São Pio X, num trecho da sua encíclica “Communium Rerum”, promulgada em 21 de Abril de 1909:

«Embora já denunciada, e enfim, desmascarada pelos excessos dos seus fautores, essa sementeira de erros e de perdições (que adquiriu vulgarmente, dada sua mania de maldosa novidade, o nome de modernismo) não cessa de ser gravíssimo e profundo mal. Esse latente covil, como veneno, nas vísceras da sociedade moderna, ALIENANDO-SE DE DEUS E DA SUA IGREJA, serpenteia como câncer no meio das novas gerações, naturalmente mais inexperientes e superficiais. Isso afinal não é consequência de estudos sérios e de ciência verdadeira, já que não pode haver dissensão verdadeira entre razão e Fé; mas é efeito do orgulho intelectual e do AR CONTAMINADO que se respira, da ignorãncia, do conhecimento tumultuado do que diz respeito à Religião, misturado à estulta presunção de falar e discutir.

Tal infecção maléfica é fomentada PELO ESPÍRITO DE INCREDULIDADE E DE REBELIÃO A DEUS; onde alguém é alcançado por essa cega ânsia de novidade, PRETENDENDO BASTAR-SE A SI MESMO, RETIRAR DE SI, ABERTAMENTE, OU HIPÒCRITAMENTE, QUALQUER TIPO DE AUTORIDADE DIVINA, FORMANDO A SEU CAPRICHO UMA VAGA RELIGIOSIDADE, NATURALÍSTICA, INDIVIDUALISTA, QUE DO CRISTIANISMO SIMULE O NOME E A PROCEDÊNCIA, NÃO POSSUINDO, DE FACTO, A VERDADE E A VIDA.

Em tudo isso não é difícil reconhecer uma das tantas fórmulas da guerra eterna que se conbate contra a Verdade Divina, e que agora se movimenta tanto mais perigosamente, quanto mais insidiosas são as armas paliativas da nova religiosidade, sentimento religioso, sinceridade, consciência, em que homens tagarelas apressam-se em buscar conciliação entre as coisas mais disparatadas: Entre o delirar da ciência humana e a Fé Divina, entre a incerteza frívola do mundo e a digna constância da Santa Igreja.

Mas se tudo isso vedes e connosco amargamente deplorais, veneráveis irmãos, nem por isso desanimais, nem perdeis a vossa Esperança. Vós não ignorais quão graves lutas impuseram outros tempos ao povo cristão, ainda que esses tempos tenham sido diferentes dos actuais. Basta que retornemos ràpidamente o pensamento à época em que viveu Santo Anselmo, tão repleta de dificuldades, como o demonstram os anais da Igreja. Foi necessário então lutar pela Religião e pela Pátria, isto é, PARA A SANTIDADE DO DIREITO PÚBLICO, pela liberdade da Igreja, pela civilização e Doutrina, DAS QUAIS SÓ A SANTA IGREJA ERA MESTRA, E REIVINDICAVA DAS NAÇÕES; foi necessário rebater a violência dos princípios, QUE SE ARROGAVAM CONCULCAR OS DIREITOS MAIS SAGRADOS, de erradicar os vícios, a ignorância, a rudeza dos povos, ainda não totalmente destituídos da antiga barbárie, e frequentemente recalcitrantes da obra educativa da Santa Igreja; enfim, de se realçar uma parte do clero, indolente e desregrado em sua conduta, COMO O QUE ERA ESCOLHIDO POR CAPRICHO, ATRAVÉS DE ELEIÇÃO ARBITRÁRIA, POR PRÍNCIPES, POR ESTES DOMINADO E A ELES SUBMISSO EM TUDO.»

 

Uma das realidades constitutivas da Fé Católica é a sua total incompatibilidade com o espírito maléfico do mundo, bem como a perseguição universalmente prosseguida por este a todos os que adoram a Nosso Senhor Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. Quem quer que professe a bendita Fé Católica conhece tal inimizade, como que por instinto Sobrenatural, sobretudo se possuir a Graça Santificante e a Caridade.

Porque é que os actuais chefes da Fraternidade, QUE FOI DE SÃO PIO X, não suportam sequer a ideia de se verem proscritos por esse mesmo mundo? E por isso resolveram vender de novo a Pessoa adorável de Nosso Senhor Jesus Cristo pelos trinta dinheiros de uma posição socialmente favorável face ao mundo ateu e atrozmente corrompido. Porque quem sacrifica a Fé Católica nas aras do espírito mundano, COMETE NOVO DEICÍDIO, aliás agravado em relação ao primeiro deicídio de Judas o Iscariotes, e ao segundo, concretizado pelos heresiarcas do Vaticano 2 chefiados pelos falsos papas comissionados pela maçonaria internacional. Porque quanto mais se conhece e ama a Nosso Senhor Jesus Cristo, e mais Este é traído, mais grave se torna nova traição.

Quando Fellay afirma que “O papa Francisco possui uma Fé profunda” demonstra perfeitamente que ele próprio, Fellay, não possui, em absoluto, a Fé Católica, a qual vem macaqueando, sabe Deus, desde há quanto tempo.

Em 30 de Junho de 1988, data das Sagrações, Fellay já seria um maçon infiltrado na Fraternidade? Muito possìvelmente, o que significaria que o seu episcopado e até o seu presbiterado seriam inválidos. E os outros Bispos, que garantias possuimos hoje da sua ortodoxia? Porque se calam, quando está em curso um crime monstruoso, hediondo, atroz? Efectivamente, graves são as consequências do pecado original, e escassíssima a coragem moral entre os homens. Não sabem que quem se envergonhar de Jesus Cristo será condenado no Juízo Final? Não existe maior vergonha do que a de ser condenado a Inferno Eterno.

Porque apresenta Fellay a essência da missão histórica da Fraternidade, QUE FOI DE SÃO PIO X, como puramente acessória e acidental, exprimindo um sentimento puramente estético de pessoas caprichosas? Muito pelo contrário, a Missão constitutiva da Fraternidade, a missão que define a sua identidade específica, para além da salvaguarda do Sacerdócio, da Doutrina Católica e do Santo Sacrifício da Missa, É UMA MISSÃO DE COMBATE POSITIVO E SEM TRÉGUAS CONTRA A SEITA ANTI-CRISTO QUE BROTOU DO AMALDIÇOADO VATICANO 2. E ESSA OPUGNAÇÃO DEVE CONCRETIZAR-SE NUMA DENÚNCIA PERMANENTE, VIGOROSÍSSIMA E UNIVERSAL DO SATANISMO DA SEITA CONCILIAR, DA BASE À CÚPULA, SEM RESPEITOS HUMANOS.

Mas Fellay jamais condenou essa seita! Sòmente proclamou um pequeno cambiante de opinião em relação a ela, O QUAL ANULA E INUTILIZA À PARTIDA A IDENTIDADE ESPECÍFICA DA FRATERNIDADE, A SUA FUNÇÃO, OS SACRIFÍCIOS DO SEU CLERO E DOS SEUS FIÉIS.

Fellay é um segundo Montini, também na ominosa hipocrisia, na sibilina e abjecta ambiguidade ao serviço de satanás, no desprezo profundo e asqueroso pelas almas do bom clero e dos bons fiéis.

E na realidade, os meios de comunicação social, em geral, há muito que deixaram de atacar violentamente a dita Fraternidade: SINAL INFALÍVEL DE OPRÓBRIO, DE DOENÇA MORTAL, DE CARIZ RELIGIOSO E MORAL, QUE CARCOME A DITA. Efectivamente, os orgãos de comunicação social procuram até estimular a política de rendição incondicional, pois sabem QUE TAL CORRESPONDE A UMA VERDADEIRA APOSTASIA.

Durante a Guerra do Pacífico, era dito aos soldados americanos pelos seus superiores: Se tiverem que correr riscos para fazer um prisioneiro – NÃO O FAÇAM! Assim seja o nosso combate anti-modernista.

Que a grande maioria dos sacerdotes da Fraternidade estão contra o Superior – Geral? Mas então que actuem varonilmente, sem louvaminhas e sem pieguices ou falsos respeitos, porque um apóstata da Fé Católica, que tal é Fellay, só merece ser apodado de mil vezes de homem torpe, traidor, mentiroso e heresiarca infiel. Não é um Superior, porque perdeu, ou nunca ocupou, o seu cargo, pelo nefando crime de apostasia, deicídio e corrupção total do raciocínio funcional.  

Mas só o facto do dito traidor Fellay pontificar livremente na Fraternidade desde 1994 – embora, evidentemente, só gradualmente tenha manifestado a sua apostasia (tal como sucedeu na face humana do Corpo Místico)- demonstra bem o baixo grau de preparação, Religiosa, intelectual e moral, ministrado, desenvolvido e assimilado pelos seminaristas e sacerdotes da dita Fraternidade (exactamente como os bispos do “establishment”eclesiástico presentes no Vaticano 2). A apostasia não surge repentinamente; vai fermentando DE CEDÊNCIA EM CEDÊNCIA, DE NEGLIGÊNCIA EM NEGLIGÊNCIA; assim foi  no processo conciliar, assim está sendo na neo-Fraternidade.

Roncalli e Montini também foram “amigos do mundo”, e para eles, como para Fellay, a Igreja Católica só o será, verdadeiramente, quando constituir o fermento ecuménico e globalizador de todo o sentimentalismo pseudo-religioso, de toda a vitalidade cultural, humana, terrestre e naturalista.

Para Fellay, a Fraternidade possui um enquadramento e uma missão essencialmente ILUMINISTA, por isso ele aceita, e até solicita, que a “sua” Fraternidade entre a fazer parte do panteão de Bergoglio. Ora este panteão do demónio representa o corolário derradeiro da História do desenvolvimento do espírito maçónico, configurando, no sentir da seita, uma humanidade decididamente “ADULTA”. Só que esse panteão já existe há cinquenta anos, desde a promulgação do letal princípio da liberdade religiosa; Bergoglio apenas o está explicitando, nada mais! E a neo-Fraternidade, já iluminada, com os Dogmas, a Moral, e a sã Filosofia colapsados, é ideal para fechar com chave de ouro, definitivamente, o programa iluminista, iniciado já no século XIV, aprofundado na Renascença e na Reforma, revigorado na Revolução de 1789 e revoluções suas derivadas, a última das quais, laicizando e iluminando a face humana do Corpo Místico. É este o programa de Fellay e seus apaniguados, EXACTAMENTE O MESMO PROGRAMA DE BERGOGLIO, EMBORA COM TEMPEROS DIFERENTES, MAS NECESSÁRIOS, À INSTAURAÇÃO PLENA NA TERRA DO REINO ANTI-CRISTO, PRÉ-ESCATOLÓGICO AO TRIUNFO DA PARÚSIA FINAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO. Com a vantagem específica, para os ímpios, de todo o processo final haver sido realizado com cobertura integral da aparente “autoridade” e em modo subliminal, ou quase subliminal, consequentemente, com qualificadas garantias de aceitação pacífica e legal, NA QUAL SE PERDE A FÉ QUASE SEM DAR POR ISSO, OU MESMO SEM DAR POR ISSO. Assim satanás coroa a sua tenebrosa intervenção no mundo dos homens, para castigo dos nossos pecados, permissão de Deus, e triunfo final da Verdade e do Bem, aos quais o mal, facultará, embora em negativo, um muito maior resplendor, para maior Glória de Deus e Salvação dos Eleitos.

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 12 de Julho de 2017

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral  

A MARCA HEDIONDA DO ANTICRISTO NO VATICANO

 

Arai Daniele

A decadência do mundo contemporâneo é geral e profunda, atinge todos os campos a todos os níveis: da família ao estado, da justiça à política. Onde não há guerras iníquas há violência e corrupção infrene. Convive-se com a imoralidade e o delito. Nunca a autoridade foi tão necessária; nunca tão ausente. Jamais houve controles tão potentes, jamais tal desgoverno. No plano dos fatos a tentação moderna a substituir a ordem natural por uma nova ordem redunda num descalabro: não há mais como recorrer a poderes humanos para conter desordens nacionais e massacres internacionais. Ignorada a origem divina da ordem e da autoridade nas consciências, a sociedade humana não ficou mais livre, mas degradou-se.

Quando foi que essa alteração da ordem natural nas consciências começou?

Como a degradação descrita tem origem espiritual e incrementou-se em modo exponencial na épocas da revoluções e na nossa época a partir dos anos Sessenta na Igreja, deve-se constatar que o degrado corresponde à perda da noção da origem divina da autoridade nas consciências. De fato, o degrado segue a falta de uma autoridade que seja guia para o bem das consciências e freio para o seu desvio no mal; o que define a Autoridade universal Católica. Mas trata-se de situação muito pior do que de uma simples ausência; trata-se da adulteração da razão de sua presença; uma suprema autoridade não mais ocupada em vincular ao bem, mas em liberar no mal.  E nisso há que entender sua natureza de extremo castigo, previsível quando se manifesta na sociedade humana uma vasta incredulidade na existência da Ordem de origem divina.

Qual a relação causa-efeito entre a fé em Deus e a desordem social?

O bem do ser humano e de sua sociedade é conexo com sua razão de ser: com o seu princípio e fim. Como poderíamos conhecer o nosso bem durável, desconhecendo o nosso fim último? E como poderia o bem da sociedade humana ser alheio ao fim último de seus membros? Os homens podem distinguir um bem de um mal imediato, mas não podem conhecer por si mesmos o próprio bem permanente, ligado ao fim da vida humana. Eis que precisamos do Logos, do Princípio de todo conhecimento, para discernir o nosso fim último e acolher o bem e afastar o mal para que a sociedade humana se governe na certeza da justiça.

Ao ignorar pois a existência da Verdade absoluta, o Princípio de todo bem, o homem se priva do essencial para a distinção entre o bem e o mal, e torna mendaz sua detecção do mal que, como uma infecção na vida humana, se alastra causando crises de consciência morais e mentais que degeneram numa desordem universal de desfecho letal para a sociedade. Tudo isto foi dito para lembrar que as consciências devem ser formadas na Verdade. É esta a missão da Igreja, transmitindo a revelação recebida. O contrário è a ilusão da consciência autônoma.

Sim porque a verdade e os princípios são perdidos antes de tudo, nas consciências, justamente numa rebelião das consciências, que julgam podem atingir a verdade e distinguir a raiz mesma do bem e do mal por si mesma. Assim, a partir da sua consciência o ser humano pode seguir direções opostas: a direção da Ordem revelada, ou de uma liberdade desvinculada do Bem. Mas o livre arbítrio humano, tem um vínculo crucial na mesma consciência, visto que não há quem ignore que à própria liberdade não corresponde um proporcional conhecimento.

Isto significa a liberdade de fazer aquilo de que não se conhecem as últimas conseqüências. Por isto, o homem, criado livre, precisou desde o início ter uma norma indubitável gravada na consciência. Esta, ao mesmo tempo que indica o seu fim transcendente, está vinculando a sua liberdade no bem. Isto é descrito no livro da Gênesis (2, 15-17)

– O Senhor Deus colocou o homem no paraíso de delícias, para que o cultivasse e guardasse. E deu-lhe este preceito, dizendo: Come de todas as árvores do paraíso, mas não comas do fruto da árvore da ciência do bem e do mal; porque, o dia que comeres dele, certamente morrerás -. Os elementos da formação das consciências estão todos aí. O seu motor é a felicidade, dada para ser cultivada e guardada segundo a Palavra divina. Esta é o alimento da vida espiritual diante de cujo bem o homem é livre em tudo menos que julgá-la um mal. Este seria um juízo contrário à vida, de auto-demolição de seu fim e portanto de morte.

Também os elementos para o desvio das consciências estão todos ai; os mesmos alterados. A felicidade assume as feições do prazer concupiscente da carne, do possuir e do dominar, como deuses. A liberdade é aplicada ao comércio e à criatividade no mal, na ilusão da autonomia da Palavra divina; da impossível conciliação dos contrários. Isto leva a consciência ao devastador engano de equiparar o mal com o bem e a colher, pelo abuso culposo da liberdade, frutos do mal. Eis que as consciências seguindo falsas direções, condicionam a História da humanidade.

“Assim, na cidade terrestre, os sábios, vivendo segundo o homem, procuraram somente os bens do corpo, ou aqueles do espírito ou ambos. E mesmo os que puderam conhecer a Deus, não o glorificaram como Deus, nem Lhe renderam graças, mas perderam-se em seus vãos pensamentos e suas mentes insensatas ficaram ofuscadas. Declarando-se sábios (isto é, deixando-se dominar pela soberba e elevando-se em sua sabedoria) tornaram-se estultos e substituíram a glória do incorruptível Deus por imagens representando homens corruptíveis, aves, quadrúpedes e serpentes (arrastaram ou seguiram os povos aos altares da idolatria) e serviram a criatura antes que ao Criador que é bendito nos séculos (Rom. I, 21-25).

Então voltamos à questão acima, da necessidade para o bem dos indivíduos e das sociedades de quem guie no bem transcendente ao homem, e afaste, freando a atração ao mal. E a falta desse guia e desse freio, que São Paulo escrevendo sua segunda Carta aos Tessalonicenses, deu o nome de «obstáculo» (katéchon), é o pior mal. De fato, tirado do meio o obstáculo ao mal, este será substituído por quem se faz deus: o anticristo, para operar a «abominação da desolação». Nos tempos cristãos entendeu-se que tal «obstáculo» transcendental ao mal das sociedades era o representante de Jesus Cristo; o Papa. O Vigário de Cristo é o único homem investido do poder para constituir barreira ao mal operado pelo Anticristo!

A ordem humana deve ligar-se diretamente à Palavra do Criador. Só no Verbo divino tudo encontra sua razão de ser, sua ordem e seu bem. Eis a ordem do Ser, em que se reconhece que o ser humano com sua consciência provem do Ser divino como todo efeito de uma causa; do Princípio que revelou o Seu nome como origem e fim de todo ser e portanto de todo conhecimento, dizendo: Eu sou Aquele que è (Êx 3, 14). Mas nisto vai inserir-se a rebelião à dependência natural ao Verbo criador; a consciência que, na sua ânsia de poder criar com o pensamento, quer a liberdade de auto-criar a sua razão de ser. E aqui se insere a «revelação»  do espírito do mal cujo sussurro insinua que somente no mal o homem se emancipa!

Eis o engano da liberdade que pretende julgar o bem e o mal, livre de todo vínculo divino; sem a «humilhação» de uma dependência; é o termo revolucionário da «liberdade de consciência». Não mais a liberdade das consciências, predicado humano dado por Deus ao homem criado à Sua Imagem e semelhança, mas uma liberdade de consciência autônoma e individual, que vai ser exercida para impor verdades que dita, como fizeram os líderes de atrozes ideologias.

É necessário fixar bem este ponto crucial porque dele irradiam todos os impulsos humanos para a domínio do mundo material, da ciência e da existência segundo a religião do homem que se faz deus, opondo-se ao Deus ‘tirano’ que se fez homem. Neste ponto se unem todas as rebeliões pessoais e revoluções sociais, toda religião humana e fraternidade maçônica, todo saber e arte nascidos do naturalismo, racionalismo e existencialismo filosófico; por fim, até um novo «cristianismo» retocado para animar uma união religiosa para uma nova ordem mundial.

Com isto foi traçado o «identikit» do Anticristo; promotor da liberdade de consciência. Se o faz desde a Sede suprema do Pontífice apostólico, constituído por Jesus Cristo justamente para vincular à Palavra divina, estamos diante da maior abominação, só possível no maior engano. E hoje, ainda no mundo não se vê a gravidade dessa extrema impostura, que faz com que a guia espiritual dos povos, que seguem e ouvem quem tem o poder das chaves – o papa – desvincule da Palavra divina para demonstrar a liberdade de consciência que leva à liberdade de Religião.

Era a meta de toda revolução maçônica e liberal, introduzida sorrateiramente na Igreja por Roncalli, João 23. Um momento tremendo para toda a História humana, dos quais dois haviam sido os momentos culminantes dessa recusa rebelde da Palavra divina:

– o da transgressão original de Adão e Eva, que causou a queda do ser humano, para cuja redenção houve a Encarnação e a Paixão do Verbo de Deus.

– A recusa do acolhimento do Verbo encarnado da parte do Povo eleito para esse fim.

Era a segunda recusa histórica, que precedeu a terceira disfarçada mas abissal, a mais grave das precedentes recusas, pois a Igreja e o Papa existem para essa obra de Redenção de Jesus Cristo. Todavia, em seu Nome declara-se o direito à obra de rebelião do Anticristo. Isto deve fazer reconhecer a imensa gravidade da disfarçada recusa conciliar em nome da liberdade e de uma operação ecumenista que põe todas as religiões ao mesmo nível!

O Papa Pio VII definiu o que previu como pior conseqüência da revolução francesa, nos dias da revolução napoleônica: “Sob a igual proteção de todos os cultos, esconde-se e disfarça-se a mais perigosa perseguição, a mais astuciosa que seja possível imaginar, contra a Igreja de Jesus Cristo e, infelizmente, a melhor combinada para nela lançar a confusão e mesmo destruí-la, se possível fosse às forças e astúcias do inferno prevalecer contra ela”.

Parecia previsão da abertura da Igreja ao liberalismo que, dando livre curso ao erro, persegue a única antagonista que lhe se opõe: a Verdade. Eis o que fez a declaração Dignitatis humanae, da “liberdade religiosa”, aprovada pelo Vaticano 2, cujas referências estão na «Pacem in terris» de João 23. Temos assim identificados os piores perseguidores internos da Igreja de Deus. Enquanto esta existe, instituída por Nosso Senhor Jesus Cristo para a reparação e redenção da fatal liberdade de consciência dos primeiros pais diante da Palavra divina, estes proclamam a liberdade de consciência diante da Verdade, como sendo direito natural humano…!

E isto significa o “direito” de ensinar o mal come se fosse bem. Se os “papas conciliares” não o declararam diretamente, o fizeram declarando o “direito” a essa liberdade de perdição: a marca hedionda do Anticristo, encarnando o tentador original, sedutor do ser humano com a idéia de ser como Deus.  Pode-se ilustrar em abundância a gravidade da recusa ecumenista de “uma só Fé, um só Batismo, uma só Igreja Católica e Apostólica”, que são palavras de Nossa Senhora de Fátima para lembrar a unicidade de nossa Religião, mas com a grande apostasia essa Fé é perdida.

Daí seguir a liberdade das falsas religiões segundo convite conciliar de seus falsos papas, de João 23 a Bergoglio. Passa a ser natural para multidões que amam esse mundo das verdades relativas, abandonar a unicidade que define a verdadeira Igreja.

“A última perseguição revestirá o aspecto de uma sedução.” (Père Emmanuel). Parecerá uma escolha de liberdade, igualdade e fraternidade, mas será rendição ao erro, ao ódio e ao caos, porque só há amor e fraternidade para os filhos dos que têm por Pai, Deus Uno e Trino.

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