Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

PROFECIA SOBRE O PODER DE ISRAEL EM ROMA  

Arai Daniele

  • Da conversão de Saulo, pintada por Caravaggio

«Israel voltou a constituir um estado na terra prometida

O Cardeal Billot escreveu: “Vemos como a História do mundo se move, com velocidade constantemente acelerada, justamente, na direção e no sentido das verdadeiras profecias do Antigo como do Novo Testamento, e vemos como se estão realizando ante nossos olhos”.

Aqui é repetido sempre que, diante da situação de uma Igreja, Nova Israel, que se encontra de tal modo abatida que os católicos até duvidam de Sua sucessão Apostólica, nossa força de resiliência está na Profecia.

De fato, nesta vemos que tudo na História está submetido aos desígnios de Deus, e entre estes esplende o da eterna permanência de Sua Igreja. Até os eventos destrutivos acontecem para confirma-lo em situações extremas como a atual.

Por isto nos interessa falar da realização deste evento na sua relação com Roma e Fátima.

Este evento epocal deve ser visto como o quarto sinal de relevante evidência dado por Jesus para o fim dos tempos, que corrobora os três anteriores nessa contagem decrescente, por ser a condição para o cumprimento deste; da pregação do Evangelho em todo o mundo, da apostasia geral e da extrema corrupção moral.

Se, por acaso, ainda restava alguma dúvida sobre a realização dos outros três sinais precedentes,o cumprimento manifesto deste último deve fazê-la desaparecer.

«De fato, temos Israel regressado a seus antigos lares formando um Estado soberano com unidade política, que compreende todas as tribos ou descendentes de Jacob, unidade ausente por mais de 27 séculos.

«Esse Estado de Israel foi proclamado dia 14 de Maio de 1948 e Jerusalém caiu sob seu poder em Junho de 1967, na chamada guerra dos seis dias.

«Devido à evidência deste fato-sinal, previsto e cumprido, me propus (é o prof. Tomás Tello Corraliza que escreve) analisá-lo e expô-lo com a maior extensão e profundidade que os demais, por considerá-lo um sinal chave. Poderia dizer como Virgílio ao começar a segunda parte da Eneida: «Maius opus movem». Assim é; se trata da empresa de maior envergadura do meu trabalho.

«Os dados disponíveis são inúmeros.

 «AS PROFECIAS – Deve-se esclarecer, em primeiro lugar, que as profecias referentes ao retorno de Israel à sua herança – à terra prometida – para constituir-se como Nação-Estado, forma um bloco com a sua futura conversão. São os dois lados da mesma moeda. É o eixo do mistério da economia da salvação. São Paulo, referindo-se a conversão dos judeus, no fim dos tempos, diz: “Não quero, irmãos, que ignoreis este mistério”. As profecias sobre estes factos, em íntima conexão, são inumeráveis. Os autores – Benjamin Martín Sánchez e Nicolás Gonzáles Ruiz – aduzem muitos textos; mas muitíssimos mais podem ser vistos. Um exame da Bíblia, do início ao fim, em busca de textos, surpreende. Preenchi mais de 20 páginas só com citações. E não só dos profetas – 75% deles –, mas de profecias encontradas em toda classe dos livros bíblicos, Pentateuco, Livros Históricos, Didáticos ou Sapienciais, no Novo ou no Antigo Testamento. Muitos textos, associam-se explicitamente – implicitamente pode-se encontrar em todos – a futura conversão dos judeus e sua volta à Terra prometida, para formar um Estado soberano. Esta circunstância deu lugar a uma exegese confusa, através dos séculos, com resultados díspares e contraditórios, que só a exegese empírica pode harmonizar.

«Qual a razão porque estes feitos se cumprem – explicita ou implicitamente – em íntima conexão? Eis um texto que nos pode dar a chave de interpretação. O capítulo 26 do Levítico termina, depois de terríveis ameaças de castigo pelas suas infidelidades: “Humilharão seu coração incircunciso e reconhecerão suas iniquidades e EU, então, me lembrarei de minha ALIANÇA com Jacó, Isaac e Abraão e me recordarei de sua TERRA”… “Lembrar-me-ei de minha ALIANÇA”.

«É a base, o «leitmotiv», a Aliança é, segundo a expressão dos comentaristas da Companhia de Jesus, «eixo do desígnio providencial». Mas, em que termos foi formulada a dita Aliança e qual é seu conteúdo?

«O ponto de partida está na vocação de Abraão, a quem Deus ordenou sair de sua pátria e do meio de seus familiares para dirigir-se a uma região desconhecida, que Ele mostraria. Tendo chegado – em Siquém – foi-lhe dito “À tua descendência darei esta terra” (Gn. 12, 7). Esta promessa Deus a reitera várias vezes. Por último, se estabelece solenemente o pacto: “E estabelecerei meu pacto, como pacto perpétuo, para que eu seja Deus para ti e para tua descendência depois de ti. Dar-te-ei, além disso, a ti e à tua descendência toda a terra de Canaã como propriedade perpétua e serei o seu Deus” (Gn. 17, 7-8). “À heróica fé-obediência de Abraão é oferecida, como prémio, a promessa divina de sua proteção e bênção e uma nova pátria definitiva, CANAÃ; terra de privilégio, reservada por Deus para um povo de privilégio”

(Comentários dos Professores da Companhia de Jesus). E continuam: “Ponto de partida dessa bênção é a promessa de fazer de sua descendência uma GRANDE NAÇÃO… A base para ela é a posse da Terra prometida.”

“A Palestina, como terra prometida a Israel, enquanto descendência patriarcal, caminhará, desde agora, inseparavelmente unida, pelo vínculo comum do Monoteísmo Javista… Essa posse, prometida como perpétua, por parte de Deus, só se verá interrompida temporariamente pela infidelidade”… “Javé ratifica sua promessa e fala do ‘meu pacto’; pois, ainda que seja bilateral, o pacto é de Deus; Somente Ele, Ser Absoluto, o oferece gratuitamente, determina as condições, e impõe a obrigação ao homem e, em virtude da sua fidelidade, se obriga a cumpri-lo. Este pacto, perpétuo por parte de Deus, há de ser também por parte de Abraão e da sua descendência”.

«Até aqui, o comentário dos professores da Companhia de Jesus. Vemos como a Aliança entranha, da parte de Deus, como prémio à fidelidade, o estabelecimento de um marco geográfico concreto, em possessão perpétua à descendência de Abraão, desde que se Lhe renda culto e se cumpra Sua santa Lei. Embora o povo hebreu se veja, mais de uma vez, privado e expelido de sua herança, por causa de suas prevaricações, Deus, fiel à sua palavra, recorda e reitera, insistentemente, aos antigos patriarcas a solene promessa de dar, como posse perpétua, a terra de Canaã a seus descendentes. Renova sua promessa a Isaac: “… manterei o juramento que fiz a teu pai… e darei à tua descendência todas estas terras” (Gen 26, 3-5); assim como a Jacob. (Vid. Gen. 28,4 e 13; 35,12; 48,21). Como já foi dito, a profecia se repete, recorrente, em toda classe de Livro de ambos os Testamentos.

«Oferece-se, em seguida, uma seleção de textos, que profetizam o retorno de Israel à Terra prometida, para formar um estado soberano, com descendentes de todas as tribos, prescindindo, por hora, das profecias sobre a sua futura conversão, assim como da conquista de Jerusalém. Recordou-se sempre de sua Aliança e da promessa decretada por mil gerações; o pacto feito com Abraão e seu juramento a Isaac que confirmou a Jacó com lei firme… dizendo: “EU te darei a terra de Canaã como lugar de vossa propriedade” (Sl. 104, 8-10). “Ele é nosso Pai, pelos séculos dos séculos. Açoita-nos por nossas iniquidades, porém, logo, se compadece, e nos reunirá das nações em que nos dispersou” (Tb. 13, 5). No Eclesiástico, se roga pela restauração de Israel:

“Apressai o tempo e lembra-te de tuas promessas. Reuni as tribos de Jacó e dai-lhes a herança como outrora” (36, 10-13). Vaticínios dos profetas em ordem cronológica. Amós: “Eu farei retornar aos cativos de Israel… Hei de colocá-los em sua terra e jamais serão arrancados da terra que lhes dei” (9, 15). Oséias: “Os filhos de Judá e os de Israel se juntarão e se darão um chefe único…” (1, 11). Isaías: “Naquele dia a mão do Senhor de novo redimirá o resto do povo… e reunirá os dispersos de Israel e juntará os dispersos de Judá dos quatro cantos da terra e cessará a inveja de Efraim e serão destruídos os inimigos de Judá” (11, 11) “Ele mesmo deitou a sorte entre eles e sua mão a repartiu com a linha de medir, a possuirão para sempre e a habitarão de geração em geração” (34, 17). Miquéias: “Eu te reunirei, Jacó, todo inteiro, Eu reunirei os restos de Israel” (2, 12). Abdías: “Todavia, no monte Sião, haverá uma porção salva,… e a casa de Jacó despojará os que a despojaram… Ocuparão os de Negueb a montanha de Esaú e os da planície, o país dos Filisteus e ocuparão a campina de Efraim e o campo da Samaria…, e os cativos de Jerusalém, que estão em Sefarad ocuparão as cidades do sul” (17-21). Jeremias: “Vive Javé que tirou e trouxe a casa de Israel das terras do Norte e de todos os países aos que os atirou e os fez habitar em sua própria terra” (23, 8). «Jeremias repete a profecia anterior, em sua essência, em vários outros lugares (cf. cap. 30-33 e o 41). Ezequiel: “E sabereis que Eu sou Javé, quando vos conduzir à terra de Israel, a terra que, erguendo a mão, jurei dar aos vossos pais” (20,42). Profecias similares podem ler-se nos capítulos 36 e 37. Neste último a partir do versículo 15, profetiza-se, mediante uma sugestiva parábola, a união de ambos os reinos, o de Israel e o de Judá, em um só povo. “E farei dele… um só povo e todos terão um só rei; nunca mais serão reinos distintos” (v. 22). E o mais curioso é que Ezequiel traça as fronteiras do novo Estado de Israel nos últimos tempos. E estas são, precisamente, as que caíram sob seu domínio, exceto pela Cisjordânia. Israel, na antiguidade ocupou também a Transjordânia; mas nas novas e definitivas fronteiras traçadas por Ezequiel, a Transjordânia fica descartada; marca o limite oriental o rio Jordão e o Mar Morto. O novo Estado de Israel, desde sua constituição, jamais tentou apoderar-se de um palmo da Transjordânia. (Ezequiel no capítulo 47 traça as fronteiras). Quanto ao feito concreto da tomada de Jerusalém e sua posse perpétua, há aqui os textos mais interessantes.

«Joel: “Todavia, Judá será sempre habitada e Jerusalém por gerações e gerações” (3, 20). O profeta que mais insiste na recuperação de Jerusalém é Zacarias. “E os trarei e habitarão Jerusalém» (8, 8).

«E Jerusalém será de novo habitada em seu lugar” (12, 6).

«São Lucas fala do que determina o tempo em que Jerusalém seria reconquistada: “Cairão ao fio da espada e serão levados cativos entre todas as nações e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que se cumpram os tempos das nações” (21, 23-24).»

Até aqui o prof. Tello lembra as profecias antigas para chegar à atual e lembra a íntima conexão entre elas, do fato da recuperação da Terra prometida com a futura conversão em massa da Israel Antiga, à Nova Israel, a Igreja de Jesus Cristo.

Essa futura conversão de Israel, como povo, está à margem de qualquer dúvida. Os textos que a profetizam são numerosos e inequívocos. «Deuteronômio: “Nos últimos tempos, te converterás a Javé, teu Deus e O ouvirás; porque Javé, teu Deus, é misericordioso. Não te rejeitará, nem te destruirá totalmente, nem se esquecerá da Aliança que jurou aos teus pais” (4, 30-31). Oséias: “… porque muito tempo estarão os filhos de Israel sem rei, sem chefe, sem sacrifício… Logo voltarão os filhos de Israel e buscarão a Javé… e se apressarão em vir temerosos a Javé e a sua bondade NO FIM DOS DIAS”.

«Ezequiel: “Eu lhes darei outro coração e porei, neles, um espírito novo; tirarei do seu corpo seu coração de pedra e lhes darei um coração de carne, para que sigam meus mandamentos… e sejam meu povo e EU o seu Deus” (11, 19-20). Jeremias: “Naquele tempo… serei o Deus de todas as tribos de Israel e eles serão meu povo” (31, 1).

«Zacarias: “E os trarei e habitarão em Jerusalém e eles serão meu povo e Eu serei o seu Deus em verdade e em justiça” (8, 8).

Enfim, São Paulo em tudo o que se refere à conversão dos judeus: “Pela defeção dos Judeus, chegou a salvação aos gentios… Os Judeus voltarão a ser reimplantados em seu próprio tronco santo… A cegueira de Israel durará até que venha a plenitude dos gentios. Então TODO ISRAEL SERÁ SALVO” (Rm. 11).

A EXEGESE dessas profecias do retorno são difíceis, mas hoje só pode ser feita diante de um fato.

O Cardeal BILLOT, ilustre Teólogo do século XX, sobre os vaticínios do retorno de Israel a Palestina, diz: “… Fica ainda um último ponto, que se encaixa em nossas reflexões: a futura conversão do povo judeu, no fim dos tempos…”. E comentando a Epístola aos Romanos (11), diz: “São Paulo anuncia sua futura conversão, a qual foi considerada por toda a tradição como um dos mais característicos sinais do fim do mundo. Mas… como poderia ser possível que o povo judeu, enquanto povo, se convertesse em totalidade, estando espalhado pelo mundo?” Depois de algumas reflexões, termina perguntando-se: “Não existe, em nossos dias um acontecimento significativo, que indique estar próximo o cumprimento de São Paulo? Penso nos sinais que anunciam o restabelecimento do Estado de Israel. Pois, seguramente, uma conversão massiva do povo judeu não seria possível enquanto estivessem dispersos entre as nações. Se devem converter-se, finalmente, a Cristo, enquanto povo (autónomo) então, devem estar reunidos em um Estado enquanto tal povo”. Vemos como ao fio dos acontecimentos Billot faz uma exegese abrangente. Ele conhecia o Movimento sionista, fundado por Theodor HERZL, em 1885. O Cardeal Billot devia conhecer, do mesmo modo, a declaração de Balfour (1917) de simpatia pelo Sionismo; no qual manifestava que o governo de sua Majestade era favorável ao restabelecimento na Palestina de um Lar Nacional para o povo judeu e que empregaria todas as suas forças para a realização deste projeto.

Ao escrever sobre a profecia de Fátima para os nossos tempos, que são aqueles para o “fim dos tempos dos gentios” (Lc 21, 24), e o retorno de Jerusalém para os judeus, parece que na Mensagem de Fátima não há lugar para a conversão dos judeus, pelo menos de modo explícito, senão pela coincidência do 1917l. Isso não parece ser de interesse sem enquadrar a profecia nos jogos de poder para destruir o Cristianismo: os eventos das duas Grandes Guerras e a Revolução Russa, ponto de viragem ruinosa para o Cristianismo que hoje pode razoavelmente fazer entender que o tempo dos gentios se cumpriu e depois se completou com a reviravolta religiosa dos anos sessenta com Vaticano 2, que reconheceu a presença da revelação divina em muitas religiões e a Aliança eterna dos Judeus.

Passando para a questão política, porque no mesmo ano das aparições de Fátima havia “Declaração Balfour” o, a carta de 2 de Novembro de 1917 na qual o secretário do Exterior britânico, Lord Balfour, deu a conhecer que a Federação Sionisla é vista com bons olhos Sua Majestade. A carta foi dirigida a Sir Lionel Rotschild, e é considerado o documento de fundação do Estado de Israel. Naqueles dias de 1917, o exército de Allenby marchou sobre Jerusalém e a liberou dos otomanos. Era o início dos últimos tempos “.

«A respeito do seu vaticínio, Abdias diz que judeus e israelitas devem entender-se, não em sentido carnal, isto é, Israel étnico ou racial, senão no sentido da influência espiritual sobre os que crêem em Cristo; a Cristandade futura. Devem dominá-la «espiritualmente»? Porque não há dúvida que hoje, não com o espírito religioso, mas financeiro dominam o mundo depois de um progresso iniciado praticamente cem anos atrás, em 1917, quanto a Israel como Estado.

Sir Arthur  era uno espiritualista e teósofo e foi um dos fundadores do Quatuor Coronati, centro ainda ativa da Maçonaria. Nutria ideias messiânicas sobre o futuro do Império Britânico. Para entender essa influência na América veja: https://promariana.wordpress.com/2016/11/22/para-onde-leva-o-americanismo-ecumenista-atual-com-os-british-israelites-2/.

Mas o mais incrível dessa influência operou-se na Roma de João 23 em diante, quando os  adversários históricos do Cristianismo conseguiram infiltrar-se na sua Capital tanto que ali se justificou até que Católicos e Judeus devem se unir para esperar juntos o Messias! Veja https://promariana.wordpress.com/2013/12/17/os-piores-inimigos-de-deus-dos-homens-e-dos-mesmos-judeus/

Como se os que crêem na vinda de Jesus e os que a negam possam comungar na Sua próxima vinda  – para julgar o mundo! Nesse sentido, como diz São Paulo, estão irmanados sim mas, no pecado. Então, depois da grande tribulação, talvez muitos perceberão o que fizeram e se apelarão a Jesus Cristo clamando: – bendito o que vem em Nome do Senhor!

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3 Respostas para “PROFECIA SOBRE O PODER DE ISRAEL EM ROMA  

  1. mailnewpass88!! julho 30, 2017 às 11:41 pm

    É impressionante como tudo acontece de acordo com as profecias! Isso deve servir de alento para a nossa Fé.

  2. henrique julho 30, 2017 às 11:42 pm

    É impressionante como tudo acontece de acordo com as profecias! Isso deve servir de alento para a nossa Fé.

  3. henrique julho 30, 2017 às 11:53 pm

    Como lhe chamassem a atenção para a construção do templo feito de belas pedras e recamado de ricos donativos, Jesus disse:
    Dias virão em que destas coisas que vedes não ficará pedra sobre pedra: tudo será destruído.
    Então o interrogaram: Mestre, quando acontecerá isso? E que sinal haverá para saber-se que isso se vai cumprir?
    Jesus respondeu: Vede que não sejais enganados. Muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu; e ainda: O tempo está próximo. Não sigais após eles.
    Quando ouvirdes falar de guerras e de tumultos, não vos assusteis; porque é necessário que isso aconteça primeiro, mas não virá logo o fim.
    Disse-lhes também: Levantar-se-ão nação contra nação e reino contra reino.
    Haverá grandes terremotos por várias partes, fomes e pestes, e aparecerão fenômenos espantosos no céu.
    Mas, antes de tudo isso, vos lançarão as mãos e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, levando-vos à presença dos reis e dos governadores, por causa de mim.
    Isto vos acontecerá para que vos sirva de testemunho.
    Gravai bem no vosso espírito de não preparar vossa defesa,
    porque eu vos darei uma palavra cheia de sabedoria, à qual não poderão resistir nem contradizer os vossos adversários.
    Sereis entregues até por vossos pais, vossos irmãos, vossos parentes e vossos amigos, e matarão muitos de vós.
    Sereis odiados por todos por causa do meu nome.
    Entretanto, não se perderá um só cabelo da vossa cabeça.
    É pela vossa constância que alcançareis a vossa salvação.
    Quando virdes que Jerusalém foi sitiada por exércitos, então sabereis que está próxima a sua ruína.
    Os que então se acharem na Judéia fujam para os montes; os que estiverem dentro da cidade retirem-se; os que estiverem nos campos não entrem na cidade.
    Porque estes serão dias de castigo, para que se cumpra tudo o que está escrito.
    Ai das mulheres que, naqueles dias, estiverem grávidas ou amamentando, pois haverá grande angústia na terra e grande ira contra o povo.
    Cairão ao fio de espada e serão levados cativos para todas as nações, e Jerusalém será pisada pelos pagãos, até se completarem os tempos das nações pagãs.
    Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra a aflição e a angústia apoderar-se-ão das nações pelo bramido do mar e das ondas.
    Os homens definharão de medo, na expectativa dos males que devem sobrevir a toda a terra. As próprias forças dos céus serão abaladas.
    Então verão o Filho do Homem vir sobre uma nuvem com grande glória e majestade.
    Quando começarem a acontecer estas coisas, reanimai-vos e levantai as vossas cabeças; porque se aproxima a vossa libertação.
    Acrescentou ainda esta comparação: Olhai para a figueira e para as demais árvores.
    Quando elas lançam os brotos, vós julgais que está perto o verão.
    Assim também, quando virdes que vão sucedendo estas coisas, sabereis que está perto o Reino de Deus.
    Em verdade vos declaro: não passará esta geração sem que tudo isto se cumpra.
    Passarão o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão.
    Velai sobre vós mesmos, para que os vossos corações não se tornem pesados com o excesso do comer, com a embriaguez e com as preocupações da vida; para que aquele dia não vos apanhe de improviso.
    Como um laço cairá sobre aqueles que habitam a face de toda a terra.
    Vigiai, pois, em todo o tempo e orai, a fim de que vos torneis dignos de escapar a todos estes males que hão de acontecer, e de vos apresentar de pé diante do Filho do Homem.
    Lucas 21:5-36

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