Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

TERÁ O VATICANO 2 QUEBRANTADO A SUCESSÃO APOSTÓLICA DA SANTA MADRE IGREJA?

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

Escutemos o Papa Pio XII, num trecho da sua carta encíclica “Ad Apostolorum Principis”, promulgada em 29 de Junho de 1958:

«Com efeito, os cânones Sagrados, clara e explìcitamente, estabelecem que pertence ùnicamente à Sé Apostólica julgar da idoneidade de um eclesiástico para a dignidade e missão episcopal, e pertence ao Romano Pontífice nomear livremente os Bispos. E mesmo quando, como em determinados casos, na escolha de um candidato ao episcopado, é admitido o concurso de outras pessoas ou entes, isto acontece legìtimamente sòmente em virtude de uma concessão – expressa e particular – feita pela Sé Apostólica, a pessoas ou corpos morais bem determinados, com condições e em circunstâncias bem definidas. Isso posto, deriva que os Bispos não nomeados nem confirmados pela Santa Sé, e até escolhidos e consagrados contra suas disposições explícitas, não podem gozar de nenhum poder de magistério nem de jurisdição; pois a jurisdição vem aos Bispos ùnicamente através do Romano Pontífice, como já tivemos ocasião de lembrar na carta encíclica “Mystici Corporis”: “Os Bispos…no que diz respeito à sua Diocese, são verdadeiros pastores que guiam e regem em Nome de Cristo o rebanho a eles confiado. Ao fazer isso, não são completamente independentes, pois estão submetidos à autoridade do Romano Pontífice, mesmo gozando do poder ordinário de jurisdição, que lhes é comunicado directamente pelo próprio Sumo Pontífice”. Doutrina que tivemos ocasião de relembrar ainda na carta “Ad Sinarum gentes”que vos foi sucessivamente dirigida: “O poder de jurisdição, que é conferido directamente ao Sumo Pontífice por Direito Divino, deriva aos Bispos pelo mesmo Direito, mas sòmente mediante o sucessor de São Pedro, ao qual estão constantemente submetidos, e ligados pelo obséquio da obediência e pelo vínculo da unidade, não sòmente os simples fiéis, mas também todos os Bispos.(…)

Pelo exposto, DERIVA QUE NENHUMA OUTRA AUTORIDADE, A NÃO SER A DO PASTOR SUPREMO, PODE REVOGAR A INSTITUIÇÃO CANÓNICA ATRIBUÍDA A UM BISPO; NENHUMA PESSOA OU ASSEMBLEIA, QUER DE SACERDOTES QUER DE LEIGOS, SE PODE ARROGAR O DIREITO DE NOMEAR BISPOS; NINGUÉM PODE CONFERIR LEGÌTIMAMENTE A SAGRAÇÃO EPISCOPAL, SEM ANTES TER A CERTEZA DO APÓSITO MANDATO APOSTÓLICO.

É verdadeiramente doloroso, que enquanto pastores zelosos sofrem tantas tribulações, se tome justamente ocasião das suas dores, para insediar nos seus lugares pastores falsos, para subverter a organização hierárquica da Igreja, para rebelar-se contra a autoridade do Romano Pontífice.»

 

A Santa Madre Igreja, no seu Sagrado Magistério, sempre ensinou ser ela própria dotada de quatro notas fundamentais, as quais a distinguem, formalmente, de toda e qualquer seita, de toda e qualquer organização puramente humana e terrena:

A Unidade – a Santa Igreja é una com uma unidade Divina, ainda que possua elementos humanos. Nosso Senhor Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, hauria a Sua Unidade precisamente da Pessoa Divina, conquanto Se revestisse de uma Natureza Humana. A Unidade da Santa Igreja, Pessoa Moral de Direito Divino, exige, constitutivamente, que a SUA DOUTRINA, O SEU SANTO SACRIFÍCIO DA MISSA, OS SEUS SACRAMENTOS, SEJAM PERFEITAMENTE UNOS, OU SEJA, IDÊNTICOS E IMUTÁVEIS, NÃO SÓ NO ESPAÇO, MAS IGUALMENTE NO TEMPO. EXIGE, ESSENCIALMENTE, QUE A UNIDADE DA IGREJA NÃO SEJA A UNIDADE DO GÉNERO HUMANO. Sabemos, efectivamente, que o mundo evolui e se transforma nas suas permanentes vicissitudes, visto ser uma realidade natural e humana, ainda para mais, ferida gravemente pelo pecado original e pelo horrível oceano negro dos pecados actuais. Não assim a Santa Madre Igreja, que sendo depositária da Revelação Sobrenatural, é, ela mesma, Sobrenatural, pois detém o Princípio e os Meios que devem conduzir os homens à Eterna Beatitude. Consequentemente, a Santa Madre Igreja tem de permanecer, essencialmente, com coesão Divina, sempre a mesma, através dos séculos e até ao fim do mundo.

A Santidade – A Santa Madre Igreja é Santa, porque Deus Nosso Senhor é Santo, e quer que nós o sejamos também. Certamente, a face humana do Corpo Místico é composta por homens que a História Eclesiástica demonstra haverem sido, frequentemente, medíocres e até maus. Todavia, A Santidade da Igreja advém-lhe, não apenas da SANTIDADE SUBSTANCIAL DO SEU FUNDADOR, CUJO SACRIFÍCIO DE VALOR INFINITO A MESMA IGREJA RENOVA INCRUENTAMENTE NOS ALTARES, mas também da Revelação Sobrenatural, no seu conjunto, bem como dos santos Sacramentos, dos quais a Santa Madre Igreja é fiel depositária como instrumentos das Graças Celestes, sempre conferidas em ordem à Santidade.

A Catolicidade – isto é, a universalidade, de direito e de facto; na exacta medida, em que a Verdade da Igreja, que é a Verdade de Deus, está transcendental e ontològicamente proporcionada às faculdades de todos os homens, de todas as épocas, de todas as civilizações, quaisquer que sejam os progressos materiais e sociais que ocorram. Na realidade, sendo o homem criado por Deus Nosso Senhor, e suposta a elevação ao estado Sobrenatural, o conteúdo da Revelação positiva do Criador à criatura constituirá, por definição, sempre e permanentemente, um benefício espiritual e moral de valor infinito, fecundando não apenas e intrìnsecamente os bens da alma, mas até mesmo, e extrìnsecamente, a vida temporal. No plano de facto, sabemos que até ao desastre diabólico do Vaticano 2, o Evangelho foi proclamado em todo o orbe; embora muito poucas sejam as almas, que verdadeiramente, com toda a sua alma – seja em que época for- conheceram e amaram Sobrenaturalmente a Deus sobre todas as coisas.

Apostolicidade – Significa o vínculo de Direito Divino Sobrenatural, que liga o Sacerdócio e a Autoridade dos Apóstolos, a todos os Bispos que se lhes sucederam hieràrquicamente ao longo de todas as épocas e de todos os lugares, sob a chefia do Romano Pontífice, ele próprio sucessor de São Pedro. Logo os Bispos são sucessores dos Apóstolos, pois herdaram, por Direito Divino, a sua Autoridade e o seu Carácter da Ordem. Assinale-se, contudo, que os Apóstolos eram, cada um por si, infalíveis; procedendo com prerrrogativas funcionais extraordinárias, não limitadas no espaço e no tempo, o que não sucede com os Bispos, que não são infalíveis, possuindo um poder Ordinário, ou seja, constituído normalmente segundo o Direito, que SERÁ O DIREITO CANÓNICO MODERADO PELO DIREITO DIVINO SOBRENATURAL. Todavia, a realidade episcopal em si mesma, É DE DIREITO DIVINO, embora se exerça mediante a Autoridade do Romano Pontífice.

Existe assim uma hierarquia da Ordem e uma hierarquia da Jurisdição, A SUA DISTINÇÃO É DE DIREITO DIVINO. Os ordodoxos cismáticos, em geral, sobretudo aqueles que mantêm a Fé, não quebraram a sucessão apostólica NO QUE CONCERNE AO CARÁCTER DA ORDEM, MAS ARRUINARAM ESSA SUCESSÃO NO ATINENTE À JURISDIÇÃO. Note-se contudo que circula uma heresia grave na Ortodoxia, que é aceitarem a dissolução do matrimónio por adultério. Todavia, tal heresia não é suficiente para elidir a transmissão do carácter da Ordem, embora possa destruir o Hábito da Fé, fundamentalmente se for professada, positiva, formal e doutrinàriamente. Todavia, questionar-se-á: E o pecado do cisma não influirá na transmissão do Carácter da Ordem? É conhecido como NÃO EXISTE UNIDADE NA ORTODOXIA, as várias Igrejas são autocéfalas; logo, algumas terão caído na heresia formal de negar a instituição do Papado por Nosso Senhor Jesus Cristo, e nessa base desaparece o Hábito da Fé, e em certos casos, mas não sempre, a transmissão do Carácter da Ordem.  Não sempre, porque a profissão da Fé Teologal NÃO É TEOLÒGICAMENTE EXIGIDA PARA A RECEPÇÃO VÁLIDA DO CARÁCTER DA ORDEM. Não é exigida da parte do Bispo ordenante, pois basta possuir a intenção objectiva e formal de fazer o que faz a Santa Madre Igreja, e fazê-lo concretamente, para a ordenação ser válida. Da parte do ordinando, desde que não haja rejeição positiva e obstinada de um Dogma, o que já implicaria uma contra-intenção sacramental, a transmissão do Carácter da Ordem é válida. Mas também existem correntes na Ortodoxia pròpriamente cismáticas e não heréticas, pois a sua recusa de submissão à Cátedra de São Pedro CONSTITUI MAIS UMA QUESTÃO DE FACTO DO QUE UMA QUESTÃO DE DIREITO. ENQUANTO CISMÁTICOS FORMAIS, NEM UNS NEM OUTROS, POSSUEM OU PODEM POSSUIR A CARIDADE SOBRENATURAL.  

A Apostolicidade da Santa Madre Igreja é constitutiva da sua unidade essencial, porque a Autoridade e o Sacerdócio conferido por Nosso Senhor Jesus Cristo, TÊM QUE SER EXACTAMENTE OS MESMOS EM TODA A VIDA DA IGREJA, EM TODAS AS ÉPOCAS E EM TODOS OS LUGARES. Nosso Senhor, Cabeça do Corpo Místico, SÓ POSSUI UMA LINHAGEM, SACERDOTAL, MAGISTERIAL E JURISDICIONAL – NO TEMPO, E JÁ GLORIFICADA NA ETERNIDADE. Porque só a Linhagem Sacerdotal de Nosso Senhor pode, actuando pelo Seu ministro, renovar o Seu Santo Sacrifício d’O qual irradiam os santos Sacramentos. Só a linhagem Magisterial de Nosso Senhor pode enriquecer as almas com os Tesouros Celestes que o Verbo Encarnado nos mereceu. Só a linhagem jurisdicional de Nosso Senhor pode governar a Santa Madre Igreja, afastando-a da corrupção do mundo, MAS SUPERANDO E FECUNDANDO ESSENCIALMENTE ESSE MESMO MUNDO COM A VERDADE E SANTIDADE DIVINA.

Deste quadro conceptual, é perfeitamente legítimo inferir que a seita conciliar, ENQUANTO TAL, PORTANTO SÒMENTE ENQUANTO APARÊNCIA, QUEBRANTOU A SUCESSÃO APOSTÓLICA, NO QUE CONCERNE AO MAGISTÉRIO, À JURISDIÇÃO E AO CARÁCTER DA ORDEM. Tal sucedeu, porque em primeiro lugar, a Igreja conciliar NÃO É A IGREJA CATÓLICA, MAS UMA USURPAÇÃO, UMA ATROZ MISTIFICAÇÃO, REALIZADA PELA MAÇONARIA INTERNACIONAL, COM APARÊNCIAS DE IGREJA CATÓLICA. Nosso Senhor prometeu a infalibilidade, a indefectibilidade e a intangibilidade à Sua Igreja, enquanto tal, intrìnsecamente; mas não prometeu à Sua Igreja UMA IMUNIDADE A UM ATAQUE ESPIÃO A PARTIR DO EXTERIOR, COM APARÊNCIAS CRISTÃS. Assim se compreende como é falsíssima e blasfema a asserção de que foi quebrada a sucessão apostólica da Santa Madre Igreja – TAL QUEBRA PROCESSOU-SE SIM, MAS NA APARÊNCIA DESSA SUCESSÃO APOSTÓLICA, PORQUE A REALIDADE DESSA SUCESSÃO ESTÁ PROTEGIDA PELA INDEFECTIBILIDADE DA IGREJA, SUSTENTADA PELA OMNIPOTÊNCIA E SABEDORIA E PROVIDÊNCIA DE DEUS. MESMO REDUZIDA À EXPRESSÃO MAIS INCRÌVELMENTE SIMPLES, A IGREJA CONTINUA. O Dogma da indefectibilidade da Santa Igreja não garante uma visibilidade exterior e social igual em todas as épocas da História. Até ao século IV, essa visibilidade estava bastante diminuída. O que Nosso Senhor garante é UMA VISIBILIDADE DE DIREITO, isto é, aquela que se torna disponível para todas as almas de boa vontade que a querem encontrar. Estamos reduzidos, no nosso mundo Ocidental, a uma situação MUITO INFERIOR àquela em que, ao longo dos séculos, em países de missão, as almas boas procuravam insistentemente a Luz de Deus no meio das trevas deste mundo iníquo.

Insista-se na grave desonestidade que consiste em utilizar o Direito Canónico na argumentação atinente à resolução da tragédia que vivemos. O Direito Canónico foi constituído para épocas de vida eclesiástica normalmente organizada. Na época que vivemos O DIREITO DIVINO SOBRENATURAL PASSA À FRENTE DO DIREITO CANÓNICO. Aliás, o cânon 188 constitui como que a necessária fronteira comunicante entre ambos os Direitos.

Quando Monsenhor Lefebvre sagrou Bispos em 30/6/1988, atravessou claramente essa fronteira, no seu conceito de Instituições de Suprimento, as quais já se integram no Direito Divino Sobrenatural – Implìcitamente, tàcitamente, constituiu uma declaração de Sedevacantismo.

Também não se afirme que a situação actual é equivalente àquela em que um papa acaso se encontrasse em coma profundo. Não é equivalente, visto que um papa em coma profundo CONTINUARIA PAPA, DE DIREITO, E ATÉ À MORTE, SEM PODER SER EXONERADO DO CARGO, FOSSE DE QUE MANEIRA FOSSE. E ACTUALMENTE NÃO HÁ PAPA, MAS SIM UM ANTI-PAPA, UM PAPA DO DIABO, UM ANTI-CRISTO.

Argumentar-se-á: Mas se é possível a transmissão do Carácter da Ordem sem Fé, porque não será possível um papado sem Fé?

O Carácter da Ordem, muita gente não sabe, mas pode ser administrado, válida mas ilegìtimamente, a um recém-nascido, logo após a recepção do Santo Baptismo; e se mais tarde esse sujeito tivesse vocação, não necessitaria de ser ordenado. Por sua vez, o Santo Baptismo pode ser administrado, válida mas ilegìtimamente, a adultos que FORMALMENTE, SÈRIAMENTE, COM CONHECIMENTO DE CAUSA E RESPEITO PELA SANTA MADRE IGREJA, o queiram receber, mesmo que não possuam ainda o Hábito da Fé. MAS EXISTE UMA DISTÂNCIA IMENSA, UMA DISTÂNCIA ABSOLUTA, ENTRE NÃO TER A FÉ E SER CONTRA A FÉ. OS HERESIARCAS MODERNOS SÃO CONTRA A FÉ, CONSPIRAM PARA DESTRUÍ-LA, PARA ANIQUILÁ-LA TOTALMENTE; E JÁ O CONSEGUIRAM EM TERMOS SOCIAIS E CULTURAIS. E DE QUALQUER MANEIRA, A PRERROGATIVA FUNCIONAL DA INFALIBILIDADE EXIGE QUE O ROMANO PONTÍFICE POSSUA INTERIORMENTE O HÁBITO DA FÉ. Consequentemente, não há comparação possível.

Portanto, não houve, nem podia haver, qualquer rotura, qualquer solução de continuidade, na Unidade, na Santidade, na Catolicidade, na Apostolicidade, da Santa Madre Igreja, que é intrìnsecamente Intangível, Indefectível e Infalível.

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 31 de Julho de 2017

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral            

      

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2 Respostas para “TERÁ O VATICANO 2 QUEBRANTADO A SUCESSÃO APOSTÓLICA DA SANTA MADRE IGREJA?

  1. henrique agosto 1, 2017 às 11:28 pm

    “Insista-se na grave desonestidade que consiste em utilizar o Direito Canónico na argumentação atinente à resolução da tragédia que vivemos. O Direito Canónico foi constituído para épocas de vida eclesiástica normalmente organizada. Na época que vivemos O DIREITO DIVINO SOBRENATURAL PASSA À FRENTE DO DIREITO CANÓNICO.”

    Esse é o recurso dos tradicionalistas, que apesar de conhecerem bem as causas da presente crise, insistem em aceitar que homens abertamente comprometidos com a destruição da Igreja possam ser seus chefes, e empregam argumentos canônicos para sustentar um tal absurdo.

    A que isso se assemelha? A aferrar-se ao código de conduta do navio quando ele está sob ataque, pegando fogo e quase naufragando. Neste cenário, alguns marinheiros se recusam a acordar o capitão, que está dormindo no alojamento, porque este lhes havia dito que não perturbassem o seu descanso, e fazer de outro modo seria rebeldia.

    O que falta a esses tradicionalistas não é erudição, que têm bastante. Falta é BOM SENSO, o amor singelo pela Verdade que deveria ser o ponto de partida da atividade intelectual. Daí que, embora conheçam os documentos da Igreja nos seus menores detalhes, chegam a conclusões absurdas.

    Com tantos anos de tradicionalismo e da imbecil posição chamada “reconhecer e resistir”, tudo o que conseguiram foi atrasar a formação de uma verdadeira resistência católica e, em consequência, maximizar a obra de destruição dos anticristos.

  2. henrique agosto 2, 2017 às 9:45 am

    “Quando Monsenhor Lefebvre sagrou Bispos em 30/6/1988, atravessou claramente essa fronteira, no seu conceito de Instituições de Suprimento, as quais já se integram no Direito Divino Sobrenatural – Implìcitamente, tàcitamente, constituiu uma declaração de Sedevacantismo.”

    Todos os tradicionalistas já são sedevacantistas, ainda que não o reconheçam. Qual a diferença entre um papa que pode ser habitualmente questionado, desobedecido, e mesmo insultado, e um papa inexistente?

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