Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

O DESCOMUNAL PECADO DA MENTALIDADE CONTRACEPTIVA

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

Escutemos o Papa Pio XII, num trecho  da sua alocução ao Congresso da União Católica Italiana das parteiras, acerca das questões morais da vida matrimonial – 29 de Outubro de 1951:

«Uma das exigências fundamentais da recta ordem moral É QUE AO USO DOS DIREITOS CONJUGAIS CORRESPONDA A SINCERA ACEITAÇÃO ÍNTIMA DA FUNÇÃO E DOS DEVERES DA MATERNIDADE. Nesta condição a mulher avança no caminho traçado pelo Criador para o fim que Ele assinou à Sua criatura, tornando-a, pelo exercício dessa função, PARTICIPANTE DA SUA BONDADE, DA SUA SABEDORIA E DA SUA OMNIPOTÊNCIA, SEGUNDO A PALAVRA DO ANJO:”CONCIPIES IN UTERO ET PARIES”= CONCEBERÁS EM TEU SEIO E DARÁS À LUZ (Lc 1,31).

Se tal é pois o fundamento biológico da vossa actividade profissional, o objecto urgente do vosso apostolado será: Actuar para manter, despertar, estimular, o sentido e o amor da função da maternidade!

Quando os cônjuges estimam e apreciam a hora de suscitar uma nova vida cujo aparecimento esperam com santa impaciência, é bem fácil o vosso papel: Basta cultivar neles esse íntimo sentimento; a disposição para acolher e sustentar aquela vida nascente segue então como por si. Muitas vezes, porém, não acontece assim. É frequente que a criança não seja desejada; pior, seja receada. Como poderia, em tais condições, existir ainda a prontidão no dever? É aí que o vosso apostolado deve exercer-se de modo efectivo e eficaz; antes de tudo, negativamente, repelindo qualquer cooperação imoral, e depois também positivamente, aplicando com delicadeza os vossos cuidados em dissipar os preconceitos, as diversas apreensões, ou os pretextos pusilânimes, em afastar, quanto possível, os obstáculos, mesmo exteriores, que possam tornar penosa a aceitação da maternidade. Se apenas se recorre aos vossos conselhos e ao vosso auxílio para facilitar a procriação de uma nova vida, para a proteger e encaminhar ao seu pleno desenvolvimento, podereis, sem hesitar, prestar a vossa cooperação; mas em quantos outros casos se recorre, ao contrário, a vós para impedir a procriação e a conservação dessa vida, sem nenhum respeito pelos preceitos de ordem moral? Aceder a tais pedidos, seria rebaixardes o vosso saber e a vossa experiência, tornando-vos cúmplices de uma acção imoral; SERIA PERVERTERDES O VOSSO APOSTOLADO. ISSO EXIGE UM “NÃO”, SERENO, MAS CATEGÓRICO, QUE NÃO DEIXA TRANSGREDIR A LEI DE DEUS E O DITAME DA CONSCIÊNCIA. É por isso que a vossa profissão vos obriga a possuir claro conhecimento dessa Lei Divina, para a fazer respeitar, sem ficardes aquém, nem irdes além dos seus preceitos.(…)

Se já na conclusão do matrimónio, ao menos um dos cônjuges, tivesse tido a intenção de restringir aos tempos de esterilidade o próprio Direito matrimonial, e não apenas o seu uso, de modo que nos outros dias o outro cônjuge não possuiria sequer o direito de reclamar o acto, ISSO IMPLICARIA UM DEFEITO ESSENCIAL DO CONSENTIMENTO MATRIMONIAL, QUE IMPORTARIA A INVALIDADE DO PRÓPRIO MATRIMÓNIO, PORQUE O DIREITO DERIVADO DO CONTRATO MATRIMONIAL É UM DIREITO PERMANENTE, ININTERRUPTO, E NÃO INTERMITENTE, DE CADA UM DOS CÔNJUGES RELATIVAMENTE AO OUTRO.»

 

Salvo por motivos religiosos, a rejeição positiva da maternidade constitui aberração tìpicamente pagã. Porque se os noivos verificarem que de nenhuma maneira há possibilidade, por motivos de saúde ou económicos, de gerar prole, ENTÃO AS PESSOAS EM CAUSA DEVEM ABSTER-SE DE CONTRAIR MATRIMÓNIO, O QUAL ALIÁS SERIA INVÁLIDO SE A RECUSA DA PROLE FOSSE NO PLANO DE DIREITO; E SE JÁ SÃO CASADOS, ENTÃO DEVEM CONSERVAR PERPÈTUAMENTE A CASTIDADE CONJUGAL.

Então e os métodos naturais? Estes são legítimos para espaçar a prole, não para a excluir em absoluto, como acontece em determinadas situações médicas muito graves. Também não é legítimo, podendo mesmo ser pecado mortal, aproveitar certas cirurgias realizadas por motivos estritamente médicos, mas que esterilizam a mulher, para se lançar numa sexualidade infrene. É certo, que o auxílio mútuo entre os cônjuges, e o remédio da concupiscência, constituem fins secundários do matrimónio, MAS POR ISSO MESMO, NÃO PODEM IR CONTRA O FIM PRIMÁRIO QUE É A PROCRIAÇÃO.

A mentalidade contraceptiva da mulher viola profunda e gravemente a Ordem Natural, e muito mais ainda a Ordem Sobrenatural, revelando-se até muito mais grave do que idêntica mentalidade no homem; e a razão é simples: Tudo, no organismo, como na psicologia da mulher, está naturalmente orientado para a gestação, alimentação, cuidado e educação da criança.

A maçonaria apostou e conspirou sempre na corrupção da mulher. Porque, de certa maneira, o homem já lhe pertencia. Ora uma mulher de mentalidade contraceptiva É UMA MULHER ALTAMENTE CORROMPIDA. Note-se que mentalidade contraceptiva define-se como o querer gozar dos prazeres da carne, fora ou dentro do matrimónio, mas afastando, de Direito, qualquer possibilidade de prole. Tal como refere Pio XII, tal invalida o matrimónio.

Neste quadro conceptual, o Bispo deve proibir, no uso do seu poder governativo, os matrimónios entre um jovem e uma anciã, ou entre dois anciãos. É certo, que segundo o Direito Canónico, só a impotência de um dos cônjuges invalida o matrimónio, definindo esta como a ausência de orgãos reprodutores, ou impossibilidade mecânica de realizar o coito. Mas uma esterilidade de direito, absoluta e irreversível, que em pessoas extremamente idosas é equiparável à impotência, justifica perfeitamente tal decisão do Bispo.

O nosso D. Francisco Manuel de Melo, na sua “Carta de guia de casados”, escrita no século XVII, apelidava o casamento do jovem com a anciã como “O CASAMENTO DO DIABO”.

Evidentemente, que desde o pecado original, sempre existiu uma forte mentalidade contraceptiva, mas só nos últimos cem anos, em virtude das novas invenções técnicas nesse domínio, a referida mentalidade se efectivou em expressões concretas devastadoras.

A França, tendo sofrido na Primeira Guerra Mundial um fortíssimo abalo demográfico com a morte de dez por cento da sua população masculina válida – o que se deve considerar um castigo pelos pecados anti-Cristãos dessa Nação – estabeleceu em 1920 uma série de Leis anti-aborto e anti-contracepção. Mas sòmente a Lei Sobrenatural de Nosso Senhor Jesus Cristo, sob a custódia da Santa Madre Igreja, pode vincular moralmente as consciências, revelando-lhes, definitivamente, objectivamente, os Bens Eternos. As penalidades humanas, oriundas de um estado laico, são completamente inúteis nestas matérias. Porque os estados modernos, mesmo os não constitucionalmente laicos, como a Espanha de Franco, foram deficientemente sustentados sobre uma extremamente profunda descristianização da sociedade, que na prática, anulava as boas intenções dos dirigentes católicos.

Mas a maior e mais ingente ratificação conferida à  mentalidade contraceptiva promanou do amaldiçoado concílio Vaticano 2, controlado que foi pela maçonaria internacional. Efectivamente, proclamando o princípio da liberdade religiosa, a maçonaria destruiu em simultâneo o Dogma e a Moral, porque um tal princípio tudo nivela pelo ateísmo, ou pelo agnosticismo mais entranhado. Com essa declaração foi demolido, genèricamente, o matrimónio católico, com todo o seu enquadramento Dogmático e Moral Sobrenatural. Especìficamente, o mesmo matrimónio católico foi arruinado pela expressa inversão das finalidades do casamento na Gaudium et Spes. Perante tal eversão, tudo se tornou legítimo para obliterar a prole, não apenas pròpriamente a contracepção, mas o aborto. A diabólica e nunca suficientemente anatematizada teoria do género provém formalmente da mentalidade absolutamente contraceptiva. Tal teoria é pré-escatológica e configura o derradeiro castigo temporal infligido por Deus Nosso Senhor à Humanidade.

Insiste-se: O GÉNERO HUMANO JÁ PERDEU DEFINITIVAMENTE TODAS AS POUCAS POTENCIALIDADES SOBRENATURAIS QUE LHE RESTAVAM DEPOIS DA REVOLUÇÃO DE 1789.  

Quando Nossa Senhora, a nossa querida Mãe do Céu, declarou em Fátima, que “haveriam de vir umas modas que ofenderiam muito a Nosso Senhor”, referia-se, sem dúvida, à quase completa generalização da mentalidade contraceptiva, incluindo o tremendo aperfeiçoamento técnico dos contraceptivos, englobando também aqueles que são propagandeados e vendidos como contraceptivos, MAS QUE NA REALIDADE SÃO ABORTIVOS, POIS IMPEDEM A FIXAÇÃO DO OVO NA MUCOSA UTERINA.

Assinale-se, que para uma mentalidade consistentemente contraceptiva, tanto faz o aborto como a contracepção pròpriamente dita. Na realidade, e a um nível mais profundo e trágico, é que se há liberdade religiosa, portanto, se Deus Nosso Senhor, verdadeiramente, não existe – ENTÃO TUDO É INDIFERENTE! E dependerá apenas da volúpia do momento.  

Quando Montini, na “Humanae Vitae”, em 1968, procurou salvaguardar certas aparências de ortodoxia, fê-lo para acalmar as hostes integristas, exactamente a razão pela qual já tinha visitado Fátima. MAS JÁ TINHA A SUA AUTORIDADE DESTRUÍDA, QUER AOS OLHOS DO EPISCOPADO MODERNISTA, QUER AOS OLHOS DE MUITOS TRADICIONALISTAS. Sabe-se hoje que Montini era francamente favorável à pílula anti-concepcional.

Efectivamente, se há liberdade religiosa, qualquer ascese, seja ela qual for, é perfeitamente estúpida e inútil.

Mas o que é facto, é que quase sessenta anos de liberalismo eclesiástico anestesiaram de tal modo os espíritos, que para a esmagadora maioria dos homens e das mulheres do nosso tempo, seita conciliar incluída, tomar a pílula é como tomar um café; e submeter-se a um aborto é como tirar um dente.

Frequentemos o nosso Catecismo, é necessário nutrirmos sobrenaturalmente a nossa alma, e não olvidemos que existe uma analogia extrínseca muito profunda entre a Ordem Natural e a Ordem Sobrenatural. A leitura de bons livros religiosos é muitas vezes ocasião para Deus Nosso Senhor nos favorecer com a Sua Graça, aqui incluídos os Dons do Espírito Santo, que para maior Glória de Deus, nos fazem sentir como se já estivéssemos na Eternidade.

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 14 de Junho de 2017

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

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A LEI DIVINA DA IGREJA E A DECADÊNCIA CLERICAL

Pro Roma Mariana

Papa Paulo IV

Vejamos aqui algumas considerações e reflexões do Professor Tomás Tello Corraliza sobre aspectos legais, canônico-teológicos, críticos, históricos… aplicáveis à BulaCum ex apostolatus officio.

«Esta Bula é documento eclesiástico de importância capital para a salvaguarda da Fé – função primordial do sucessor de Pedro – e apta em modo insuperável a evitar crises, como a presente, se a tivessem considerado, observando zelosamente «ad unguem», como São Pio V prescreveu. A meu juízo, aqui está a chave do Mistério da Iniqüidade, anunciado por São Paulo. Por isso, é mais que oportuno refletir sobre este documento excepcional, mas subestimado durante séculos, como indicarei na bibliografia básica de autores de diversos países e de tendências, mesmo diametralmente opostas.

 «I – Aspecto Legal “In Genere”

«Nesta parte se considera a Cum ex apostolatus officio(Cum ex)na sua condição de lei. A Bula de Paulo IV institui uma lei. É uma lei…

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NATIVIDADE DA SANTÍSSIMA VIRGEM MARIA

Pro Roma Mariana

Na Festa de Nossa Senhora e Mãe, nove meses após a Imaculada Conceição de 8 de dezembro, o antigo e o novo povo de Maria canta na Igreja a aurora da Redenção, invocando-A: «Causa de nossa alegria»!

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A FACE JURÍDICA DA SANTA IGREJA E SUA MISSÃO SOBRENATURAL

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

Escutemos o Papa Pio XII, num trecho da sua encíclica “Mystici Corporis”, promulgada em 29 de Junho de 1943:

 

«A Santa Igreja, sociedade perfeita no seu género, não consta só de elementos sociais e jurídicos. Ela é muito mais excelente do que qualquer outra sociedade humana, as quais excede quanto a Graça supera a natureza, quanto as coisas imortais se avantajam às mortais e caducas. As comunidades humanas, sobretudo a sociedade civil, não são para desprezar, nem para serem tidas em pouca conta; MAS A IGREJA NÃO ESTÁ TODA EM REALIDADES DESTA ORDEM, COMO O HOMEM TODO NÃO É SÓ CORPO MORTAL. É verdade que os elementos jurídicos em que a Santa Igreja se estriba, e de que se compõe, NASCEM DA DIVINA CONSTITUIÇÃO QUE CRISTO LHE DEU, E SERVEM  PARA CONSEGUIR O FIM SOBRENATURAL; contudo, o que eleva a sociedade cristã a um grau absolutamente superior a toda a ordem natural, é o Espírito do Redentor, que como Fonte de todas as Graças, Dons e Carismas, enche perpètua e ìntimamente a Igreja e nela opera. O organismo do nosso corpo é por certo obra-prima do Criador, mas fica imensamente aquém da excelsa dignidade da alma; assim a constituição social da república Cristã, embora apregoe a sabedoria do seu Divino Arquitecto, é, contudo, de ordem muitíssimo inferior, quando se compara aos Dons espirituais de que se adorna e vive, e à Fonte Divina de onde eles dimanam.

De quanto até aqui expusemos, veneráveis irmãos, é evidente que estão em grave erro os que arbitràriamente fingem uma Igreja como que escondida e invisível; e não menos aqueles que a consideram como simples instituição humana, com determinadas leis e ritos externos, mas sem comunicação de vida Sobrenatural.  Ao contrário, assim como Cristo, Cabeça e Exemplar da Igreja, não é todo Ele, se se considera apenas a Sua Natureza Humana, visível… ou sòmente a Natureza Divina invisível… MAS É UM DE AMBAS E EM AMBAS AS NATUREZAS… ASSIM O SEU CORPO MÍSTICO, POIS QUE O VERBO DE DEUS ASSUMIU A NATUREZA HUMANA PASSÍVEL, PARA QUE, UMA VEZ FUNDADA E CONSAGRADA COM O SEU SANGUE A SOCIEDADE VISÍVEL, O HOMEM FOSSE RECONDUZIDO PELO GOVERNO VISÍVEL ÀS REALIDADES INVISÍVEIS.

Graças celestes pelo Espírito Paráclito. O Eterno Pai quis que ela fosse “o Reino do Seu Filho muito amado”(Cl 1,13); mas realmente um Reino em que todos os fiéis prestassem homenagem plena de entendimento e de vontade, e com humildade e obediência se conformassem Àquele que por nós Se fez obediente até à morte (Fl 2,8).

Portanto, NENHUMA OPOSIÇÃO OU CONTRADIÇÃO PODE HAVER ENTRE A MISSÃO INVISÍVEL DO ESPÍRITO SANTO E O MÚNUS JURÍDICO DOS PASTORES E DOUTORES RECEBIDO DE CRISTO; POIS QUE AS DUAS COISAS, COMO EM NÓS O CORPO E A ALMA, MÙTUAMENTE SE COMPLETAM E APERFEIÇOAM E PROVÊM IGUALMENTE DO ÚNICO SALVADOR NOSSO, QUE NÃO SÓ DISSE AO EMITIR O SOPRO DIVINO:”RECEBEI O ESPÍRITO SANTO”(Jo 20,22), MAS EM VOZ ALTA E CLARA ACRESCENTOU: COMO O PAI ME ENVIOU A MIM, ASSIM EU VOS ENVIO A VÓS”(Jo 20,21), E TAMBÉM:”QUEM VOS OUVE A MIM OUVE”(Lc 10,16).»

 

As teses de muitos anti-sedevacantistas consubstanciam-se no princípio, segundo o qual, se pode e deve separar a Igreja, enquanto Edifício Jurídico, da Igreja enquanto movimento espiritual e sacramental ordenado à salvação das almas. É suficiente proceder à leitura do texto do Papa Pio XII, acima transcrito, para verificar o quanto tal tese é profundamente, não apenas herética, mas apóstata. Efectivamente, a Santa Madre Igreja foi querida e fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo, como uma Instituição de Direito Divino Sobrenatural, CUJA PERFEIÇÃO JURÍDICA É ABSOLUTAMENTE INDISSOCIÁVEL DA SUA FINALIDADE PRIMEIRA DO ANÚNCIO DA GLÓRIA EXTRÍNSECA DE DEUS, BEM COMO DA SALVAÇÃO DAS ALMAS. Aliás, essa mesma perfeição jurídica, na ordem constitucional, posiciona-se como OBJECTO PRIMÁRIO DA INFALIBILIDADE DA SANTA IGREJA, PRECISAMENTE PORQUE INTEGRA O PATRIMÓNIO DA REVELAÇÃO. O Direito Constitucional da Santa Igreja, antes da sua Codificação Canónica, É DIREITO DIVINO SOBRENATURAL. As mesmas disposições, pròpriamente de Direito Eclesiástico, constituem OBJECTO SECUNDÁRIO DA INFALIBILIDADE DA IGREJA. Tudo isto sucede assim, porque na Santa Madre Igreja, toda a sua Ordem Jurídica encontra-se Sobrenaturalmente orientada para a sua MISSÃO SOBRENATURAL, e de tal forma, que sem essa missão, tal Ordem Jurídica volve-se, de imediato, obra do demónio.

O grande absurdo, a grande apostasia, é considerar que esse maravilhoso edifício jurídico possa estar, LEGALMENTE, ao serviço do modernismo, enquanto a Fé Católica passou às catacumbas, erradicada que foi da face da Terra, como realidade social e cultural. O simples facto da aceitação desta tese pelos chefes da neo-Fraternidade, demonstra ostensivamente a sua apostasia, o seu agnosticismo, o seu ateísmo, o seu naufrágio, mesmo num plano intelectual natural.

Porque todo o edifício jurídico, não constitucional, da Santa Madre Igreja, encontra-se virtualmente contido nos princípios de Direito Divino Sobrenatural, os quais são, por isso mesmo, constitucionais. Neste contexto, a seita conciliar (QUE NÃO É A IGREJA CATÓLICA), proclamando o princípio da liberdade religiosa, destruiu todo o Direito Público Eclesiástico, que mais não é do que o Direito Constitucional externo da Santa Madre Igreja.

Conclui-se, desta forma, que para os chefes da neo-Fraternidade, A IGREJA É UMA INSTITUIÇÃO PURAMENTE HUMANA, SENDO QUE A SUA MISSÃO ESPIRITUAL POSSUI CARÁCTER, ESSENCIALMENTE, IMANENTISTA. É exactamente o que a Sagrada encíclica “Pascendi” anatematiza, quando refere que para os modernistas, Jesus Cristo, neste caso um puro homem, teria sido também o “primeiro crente”, quer dizer, um homem de consciência imanentista extremamente privilegiada na captação do “divino”; o qual depois teria transmitido à “sua Igreja”, cuja missão, precisamente, seria irradiar histórica e socialmente esse “divino” pseudo-redentor, como fermento de “divinização” da própria Humanidade: É A SÍNTESE DO MODERNISMO, AGORA PROFESSADO POR AQUELA QUE FOI A FRATERNIDADE SÃO PIO X, MAS QUE AGORA, AO MENOS NA PESSOA DOS SEUS CHEFES, NÃO PASSA DE UM MISERÁVEL AFLUENTE DA GRANDE CORRENTE DAS FORÇAS ANTI-CRISTO.    

Consequentemente, aquele edifício jurídico a que se referem as forças anti-sedevacantistas, POSSUIRIA IGUALMENTE UM CARÁCTER PURAMENTE HUMANO E HISTÓRICO, PODENDO CONSTITUIR SUPORTE E VEÍCULO DE QUALQUER RELIGIÃO OU QUALQUER IDEOLOGIA, SEGUNDO AS CONDIÇÕES HISTÓRICAS, SOCIAIS E CULTURAIS, DA PRÓPRIA EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE.

A Santa Madre Igreja é uma Sociedade Perfeita em sentido Eminente, ao passo que os estados são sociedades perfeitas em sentido deficiente; exactamente, porque estes devem receber, formalmente, da Santa Madre Igreja o seu Fundamento e o seu Fim Sobrenatural. Como Sociedade Perfeita, o Edifício Jurídico da Santa Igreja TEM QUE SER PERFEITO, tanto mais que ela deve comunicar aos estados todos os seus alicerces constitucionais.

Quando se diz que todo o Poder, eclesiástico e civil, promana de Deus Nosso Senhor, afirma-se que, embora respeitando a autonomia temporal dos estados, necessàriamente se enxerta esta, caracterizadamente, na estirpe de Direito Divino Sobrenatural Revelado, personificado na Cátedra de São Pedro. Neste quadro conceptual, o próprio Direito comum dos Estados Católicos, quando é excelente, na perfeição da sua forma religiosa, política e coactiva – PROCEDE VIRTUALMENTE DO DIREITO DIVINO SOBRENATURAL.

A grande tragédia, já não digo dos modernistas, mas dos semi-modernistas, é que não acreditam na Divindade da Santa Madre Igreja, como Sociedade Perfeita e Corpo Místico de Cristo, e em última análise, duvidam mesmo da Divindade de Cristo e da realidade Objectiva e Transcendente de Deus Uno e Trino.

Assim se comprova, que também para os chefes da neo- Fraternidade, em última análise, “deus” encontra a sua verdadeira expressão no homem, e o edifício jurídico da Santa Madre Igreja, mais não constitui do que uma dinâmica antropoteísta ao serviço da revolução mundial totalmente controlada pela maçonaria. Porque o plano por esta desenvolvido para a destruição da Santa Madre Igreja, previa, precisamente, a usurpação da sua face humana, do seu complexo material e cultural, da sua nomenclatura, e logo, da sua importantíssimo estrutura jurídica, através da qual, as metástases do corpo canceroso seriam disseminadas, com a aparência da autoridade de Deus, por todo o Orbe.

Que nunca se cesse de repetir: Os chefes da neo-Fraternidade, são do mais hediondo, do mais asqueroso, que já se viu à superfície da Terra. São piores do que judas, e em certo sentido, piores do que os heresiarcas do Vaticano 2, pois são DUPLAMENTE TRAIDORES. A pena de morte é muito pouco para eles; por muito menos Giordano Bruno foi executado, em 1600, pela Inquisição Romana.

E aqueles membros da neo- Fraternidade, que não reagirem vigorosamente, ou pelo menos não abandonem esta instituição, tão repugnantemente atraiçoada, também não poderão ser futuramente escusados de cumplicidade com tão vil reincidência na apostasia.

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 3 de Setembro de 2017

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral  

             

O FIM DO ANTI-CLERICALISMO E O ECLIPSE DA SANTA MADRE IGREJA

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

Escutemos o Papa Pio XI, em excertos da sua encíclica “Non Abbiamo Bisogno”, promulgada em 29 de Junho de 1931:

«Já por várias vezes, veneráveis irmãos, da maneira mais explícita, e assumindo toda a responsabilidade do que dizíamos, explicámos e protestámos contra a campanha de falsas e injustas acusações, que precederam a dissolução das associações juvenis e universitárias da Acção Católica. Dissolução esta efectuada por vias de facto, e com processos tais que davam a impressão de se estar perseguindo uma vasta e perigosa associação de delinquentes. Trata-se, entretanto, de jovens e crianças que, por certo, são os melhores entre os bons e em favor dos quais temos a satisfação e a ufania de mais uma vez fazer este depoimento. Os executores desses métodos, não direi todos, mas muitos deles, tiveram idêntica impressão, e não a ocultaram, procurando suavizar o cumprimento da ordem com palavras e expressões, pelas quais pareciam escusar-se e querer obter o perdão do que se lhes obrigava a fazer. Tivemos em consideração tal conduta reservando para eles bençãos especiais.

Mas, em dolorosa compensação, quantas crueldades, quantas violências, até aos golpes e a efusão de sangue! Quantas irreverências da imprensa, por palavras, e por actos contra os objectos e as pessoas, sem excluir a nossa, precederam, acompanharam e seguiram a imprevista medida policial! E esta, por ignorância, ou por zelo diabólico, estendeu-se com frequência a certas associações e instituições que nem sequer estavam incluídas nas ordens superiores, como sejam os oratórios de crianças, e as piedosas congregações das Filhas de Maria.

Todo este conjunto lamentável de irreverências e violências realizou-se com ingerência tal de membros de diversos partidos, COM UNANIMIDADE TAL DE UM EXTREMO AO OUTRO DE ITÁLIA, COM CONDESCENDÊNCIA TAL DAS AUTORIDADES E DAS FORÇAS DE SEGURANÇA, QUE JÁ NOS FAZIAM NECESSÀRIAMENTE PENSAR EM DISPOSIÇÕES VINDAS DO ALTO. Foi fácil admitir, como se podia prever, que essas disposições podiam e até mesmo deviam ser exageradas. Tivemos que recordar estes acontecimentos antipáticos e dolorosos porque se procurou fazer querer ao público e ao mundo que a deplorável dissolução das associações, que nos são tão caras, se realizara sem incidentes e como uma coisa normal.

Mas na realidade, em muito maior medida, se tentou contra a verdade e a justiça. Se não todas, certamente as principais falsidades e verdadeiras calúnias, difundidas pela imprensa hostil do partido – a única livre, e com frequência mandada, ou quase obrigada, a tudo enunciar e ousar – foram coligidas numa mensagem, embora não oficial, (qualificação cautelosa) e subministradas ao público pelos meios mais potentes de difusão que os tempos modernos conhecem. A História dos documentos exarados, NÃO PARA SERVIR A VERDADE E A JUSTIÇA, MAS SIM PARA OFENDÊ-LAS, é bem vasta e triste; e nós devemos dizer com a mais profunda mágoa que, em muitos anos de bibliotecário, raras vezes se nos deparou um documento tão tendencioso e tão contrário à verdade e à justiça, com respeito à Santa Sé, à Acção Católica, e mais particularmente às Associações Católicas, tão duramente castigadas. SE CALÁSSEMOS, SE DEIXÁSSEMOS PASSAR, ISTO É, SE PERMITÍSSEMOS FAZER CRER TODAS ESTAS COISAS, TORNAR-NOS-ÍAMOS MAIS INDIGNOS DO QUE SOMOS DE OCUPAR ESTA AUGUSTA SEDE APOSTÓLICA, indignos da filial e generosa devoção com que nos têm sempre consolado e ainda continuam a confortar-nos, hoje mais do que nunca, os nossos queridos filhos da Acção Católica, e em especial aqueles nossos queridos filhos e filhas, Graças a Deus tão numerosos, que por sua religiosa fidelidade aos nossos mandados e normas directivas, tantos padecimentos sofreram e continuam a sofrer.

Com isso honram, na escola em que se formaram, TANTO O MESTRE DIVINO, COMO O SEU INDIGNO VIGÁRIO, ao demonstrar brilhantemente, com sua atitude cristã, perante as ameaças e as violências, com quem está a VERDADEIRA DIGNIDADE DE CARÁCTER, a VERDADEIRA FORTALEZA DE ALMA, O VERDADEIRO VALOR, E A VERDADEIRA CIVILIZAÇÃO.»

 

Numerosos historiadores e sociólogos profanos não duvidam em afirmar, resolutamente, que o anti-clericalismo desapareceu completamente nos últimos sessenta anos; mas apresentam-se como perfeitamente incapazes de discernir as causas e as razões últimas para tal insólito acontecimento.  Efectivamente, o anti-clericalismo, em suas diversas formas, constitui uma constante histórica. Devemos distinguir entre um anti-clericalismo em sentido estrito, que é constitutivo dos últimos 250 anos, e um anti-clericalismo em sentido lato, que penetra toda a História do Cristianismo. Na realidade, o anti-clericalismo, em sentido lato, mais não é DO QUE A AVERSÃO OBSTINADA DO MUNDO A NOSSO SENHOR JESUS CRISTO. Essa aversão não é acidental, nem secundária, MAS POSSUI FUNDAMENTO DOGMÁTICO E ESSENCIAL, POIS PROCEDE DA CONDIÇÃO DO HOMEM PERTINAZMENTE HEREGE E PECADOR FACE À LUZ INCRIADA E DULCÍSSIMA DA VERDADE E DA SANTIDADE, CUJO RESPLENDOR MAGOA E ENVERGONHA OLHOS ÍMPIOS.

Nosso Senhor Jesus Cristo insistiu imenso na oposição fulminante entre a Sua Pessoa, a Sua Igreja, e o mundo mau e amigo das trevas. Essa oposição é constitutiva da identidade

Sobrenatural da Santa Igreja, bem como do Nome Católico.

São Tomás explica que as leis da Natureza, quanto mais básicas são, mais infalìvelmente operam, cumprindo a verdade da sua essência. Vemos isso nas leis da física, as quais não sofrem desvio, na regularidade dos movimentos astronómicos, e mesmo na vida das plantas e no instinto dos animais. No homem, na ordem natural, embora a ferida na natureza seja grande, por vezes é possível conservar, ainda que com imensos defeitos, uma certa ordem material. Já na Ordem Sobrenatural, o número de homens que logra o cumprimento pleno dos Mandamentos Divinos, durante toda a sua vida, É NECESSÀRIAMENTE MUITO PEQUENO. Não acontece assim com os Anjos, precisamente por serem puros espíritos, com leis próprias, que diferem muito das dos homens.

A identidade da Santa Madre Igreja É ESPECÌFICAMENTE ANTI-MUNDO, NECESSÀRIAMENTE IMPEDITIVA DE UMA CIVILIZAÇÃO UNIVERSAL, ECUMÉNICA, ALICERÇADA NOS DIREITOS DO HOMEM E NUMA FRATERNIDADE SEM PAI – Daí o anti-clericalismo, em sentido lato. Enquanto o mundo for mundo, os homens, em geral, revoltar-se-ão contra tudo o que a Santa Igreja representa, seja de que forma for, individualmente ou em grupo, procurando mascarar e sofismar as exigências supremas e invioláveis da Lei Divina. Se nos recordarmos das lutas da Santa Igreja contra a tirania do Império Romano, das lutas contra o paganismo dos denominados povos bárbaros, da luta contra as conversões puramente nominais. O século X, chamado de ferro, aquele que mais envergonhou a Santa Igreja, nos papas indignìssimos, e até frequentemente inválidos, nos assassínios, nas misérias eclesiásticas sem conta. Neste caso era o mundo, com todas as suas seduções, que investia contra a Igreja, logrando decepar-lhe bastantes dos seus membros, conspurcando a própria Cátedra de São Pedro.

O Humanismo naturalista do século XV edificou-se, essencialmente, contra a Santa Igreja, e pelo regresso ao paganismo greco-romano, na exaltação do homem, como que reposicionado num estado puramente natural, que aliás jamais existiu. Aqui também observamos um anti-clericalismo já bastante concreto.

A reforma operou uma dilaceração dogmática, moral e filosófica, irreversível, que de uma forma muito especial afrontou a identidade específica da Santa Madre Igreja, no que esta possui de mais inefável, mais Sobrenatural, mais imprescritível, mais medularmente constitutiva.

Para compreender isto, é necessário aquilatar convenientemente, o quanto a Santa Madre Igreja É A ÚNICA INSTITUIÇÃO SOBRE A TERRA QUE DETÉM, CONSTITUTIVAMENTE, A CUSTÓDIA DOS BENS SOBRENATURAIS; É A ÚNICA INSTITUIÇÃO QUE É VERDADEIRA E SUBSTANCIALMENTE, HUMANA E DIVINA – DAÍ O ANTI-CLERICALISMO!

Jamais se pense que o anti-clericalismo é dirigido,  concretamente, contra as pessoas dos sacerdotes, em virtude de possíveis escândalos no meio eclesiástico – não, de modo nenhum! Os sacerdotes e Bispos, e até fieís, são perseguidos   PELA SUA FIDELIDADE A CRISTO. Os escandalosos, os apóstatas, os trânsfugas, são sempre bem acolhidos pelos perseguidores.

A apostasia universal actual possui as suas raízes na dita Reforma, porque foram os ventos anárquicos por esta soprados que incubaram, nos séculos XVII e XVIII, os princípios iluministas e revolucionários, que mais não constituem do que o desenvolvimento político das ideias da dita Reforma. Não olvidemos que, em 1648, a Paz de Vestefália reconhecera o protestantismo como religião de direito público do Império, laicizando a sociedade internacional.

O maior triunfo do anti-clericalismo moderno, em sentido estrito, concretizou-se na DISSOLUÇÃO DAS ORDENS RELIGIOSAS, NOS PAÍSES DE ANTIGA TRADIÇÃO CATÓLICA. Efectivamente, as Ordens constituem os pára-raios da Justiça Divina. Quantos castigos teriam tombado sobre o mundo, sem o ministério propiciatório destes homens e destas mulheres, ocultos com Cristo, nos conventos e mosteiros. Ao expulsar as Ordens Religiosas, os maçons abalaram sensìvelmente a força Sobrenatural da face humana do Corpo Místico, com as ondas de choque a repercutirem-se por todo o século XIX e século XX. No Dogma da Comunhão dos santos, se alguém se alegra, (sobrenaturalmente) todos se alegram; se alguém sofre, (sobrenaturalmente)todos sofrem. Neste quadro conceptual, a ruína irreparável das Ordens Religiosas debilitou e prejudicou toda a espiritualidade da face humana do Corpo Místico, podendo ser considerada causa remota da tragédia conciliar que vivemos. O mundo não atribui importância alguma à vida regular – PORQUE É ATEU! Mas os anti-clericais bem sabiam que o ataque às Ordens Religiosas deveria constituir parte primeira e integrante do seu pleno de destruição da Santa Madre Igreja.

Mas o que os sociólogos e historiadores modernos não atingem, juntamente com a esmagadora maioria dos católicos nominais, é que o anti-clericalismo, sim, desapareceu, porque o amaldiçoado vaticano 2, governado pela maçonaria, OBLITEROU PREMEDITADAMENTE A IDENTIDADE SOBRENATURAL ESPECÍFICA DA SANTA MADRE IGREJA, USURPANDO E ESFACELANDO A FACE HUMANA DO CORPO MÍSTICO. É evidente que, como insistimos em repetir, a Pessoa Moral de Direito Divino é, em si mesma, inviolável e intangível. Já afirmámos que a identidade Sobrenatural da Santa Madre Igreja possui perfeita unicidade, pois supera infinitamente tudo o que é humano e terreno. MAS A EXPRESSÃO HISTÓRICA, SOCIAL E CULTURAL, DESSA IDENTIDADE INSTITUCIONAL FOI COMPLETAMENTE DESTRUÍDA, POIS QUE A SUA BASE MATERIAL PASSOU A PROPAGAR O ATEÍSMO REVOLUCIONÁRIO, COM APARÊNCIAS SUBLIMINAIS DE IGREJA CATÓLICA. Compreende-se que as forças anti-Cristo, anti-clericais, hajam cessado o seu combate anti-Igreja – POIS SÃO ELES PRÓPRIOS QUE AGORA COMANDAM A USURPADA FACE EXTERIOR DA MESMA IGREJA.

Mas os historiadores e sociólogos apenas alcançam o que é humano e terreno, não advertem que estão sendo testemunhas DA MAIOR TRAGÉDIA, DA MAIOR FRAUDE, DA HISTÓRIA UNIVERSAL. E não só: Porque a atitude dominante do mundo face à seita conciliar É DA MAIOR E MAIS PROFUNDA INDIFERENÇA; e a razão para isso radica no facto do mundo, no seu juízo superficial, não compreender a utilidade social daquilo que para ele surge como apenas MAIS UMA SEITA, sem advertir do Bem Infinito que perdeu, pois actualmente só as pessoas na casa dos oitenta anos se recordam directamente da verdadeira Santa Madre Igreja.   

A hostilidade positiva do mundo contra a Santa Madre Igreja, o anti-clericalismo sob as mais variadas vertentes, CONSTITUÍA A PROVA DE QUE OS HOMENS DE IGREJA ESTAVAM, NO ESSENCIAL, CUMPRINDO A SUA MISSÃO, ERA A PROVA DA SUA FIDELIDADE AO MÚNUS SOBRENATURAL DA DILECTA ESPOSA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO.

“O Verbo estava no mundo, e o mundo foi feito por Ele, MAS O MUNDO NÃO O CONHECEU.

Veio para a Sua Casa, mas os Seus NÃO O RECEBERAM.

Mas a quantos O receberam, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus.” (Jo 1, 10-12)

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 24 de Agosto de 2017

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

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