Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

TRÊS GERAÇÕES SEM A SANTA MADRE IGREJA

dantejohnxxiii

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

Escutemos o Papa Pio XI, em passagens da sua encíclica “Divini Illius Magistri”, promulgada em 31 de Dezembro de 1929:

«O fim próprio e imediato da educação Cristã é cooperar com a Graça Divina na formação do perfeito e verdadeiro cristão, isto é, formar o mesmo Cristo nos regenerados pelo Baptismo, segundo a viva expressão do Apóstolo:” Meus filhinhos a quem eu trago no meu coração, até que seja formado em vós Cristo” (Gl 4,19). Pois que o verdadeiro cristão deve viver a vida Sobrenatural em Cristo: “Cristo que é a vossa vida”(Cl 3,4); e manifestá-la em todas as suas acções: “A fim de que também a vida de Jesus se manifeste na vossa carne mortal”.

Precisamente por isso, a educação cristã abraça toda a extensão da vida humana, sensível, espiritual, intelectual e moral, individual, doméstica e social, não para diminuí-la de qualquer maneira, mas para a elevar, regular e aperfeiçoar, segundo os exemplos e a Doutrina de Cristo; ou antes, servindo-nos da expressão agora em uso, o verdadeiro e completo homem de carácter. Pois que não é qualquer coerência e rigidez de procedimento, segundo princípios subjectivos, o que constitui o verdadeiro carácter, mas tão sòmente a constância em seguir os Eternos Princípios da Justiça, como confessa o próprio poeta pagão quando louva inseparàvelmente o “Homem justo e firme no seu propósito”(Horácio, Odes, livro III, colecção 3, v.1). POR OUTRO LADO NÃO PODE HAVER JUSTIÇA PERFEITA SENÃO DANDO A DEUS O QUE É DE DEUS, COMO FAZ O VERDADEIRO CRISTÃO.

(…) Por consequência, o verdadeiro cristão, em vez de renunciar às obras da vida terrena ou diminuir as suas faculdades naturais, antes as desenvolve e aperfeiçoa, coordenando-as com a vida Sobrenatural, de modo a enobrecer a mesma vida natural, e a procurar-lhe utilidade mais eficaz, não só de ordem espiritual e eterna, mas também material e temporal. Isto é provado por toda a História do Cristianismo e das suas instituições, a qual se identifica com a História da verdadeira civilização e do genuíno progresso até aos nossos dias; e particularmente pelos santos de que é fecundíssima a Santa Igreja, e só ela, os quais conseguiram em grau perfeitíssimo o fim ou escopo da educação cristã, e enobreceram e elevaram a convivência humana em toda a espécie de bens. De facto,os santos foram, são e serão sempre os maiores benfeitores da sociedade humana, como também os modelos mais perfeitos em todas as classes e profissões, em todos os estados e condições de vida, desde o camponês simples e rude até ao sábio e letrado, desde o humilde artista até ao general do exército, desde o particular pai de família até às rainhas e imperatrizes. E que dizer da imensa obra, mesmo em prol da felicidade temporal, dos missionários evangélicos que juntamente com a luz da Fé levaram e levam aos povos bárbaros os bens da Civilização, dos fundadores de muitas e variadas obras de caridade e de assistência social, da interminável série de santos educadores e santas educadoras que perpetuaram e multiplicaram a sua obra, nas suas fecundas instituições de educação cristã, para auxílio das famílias e benefício inapreciável das Nações?

São estes os frutos benévolos, sob todos os aspectos, da educação cristã, PRECISAMENTE PELA VIDA E VIRTUDE SOBRENATURAL EM CRISTO QUE A SANTA IGREJA DESENVOLVE E FORMA NO HOMEM; POIS QUE JESUS CRISTO, NOSSO SENHOR, MESTRE DIVINO, É IGUALMENTE FONTE E DOADOR DE TAL VIDA E VIRTUDE, E AO MESMO TEMPO, MODELOS UNIVERSAL E ACESSÍVEL A TODAS AS CONDIÇÕES DO GÉNERO HUMANO, COM O SEU EXEMPLO, PARTICULARMENTE À JUVENTUDE, NO PERÍODO DA SUA VIDA OCULTA, LABORIOSA, OBEDIENTE, AUREOLADA DE TODAS AS VIRTUDES, INDIVIDUAIS, DOMÉSTICAS E SOCIAIS, DIANTE DE DEUS E DOS HOMENS.»

 

É um facto! São já três as gerações privadas da Santa Madre Igreja, do Santo Sacrifício da Missa, dos Sacramentos, do Sagrado Magistério, da própria presença benfazeja do Romano Pontífice, Vigário de Cristo, Fonte de Luz Sobrenatural, para confirmar na Fé os seus irmãos. A primeira geração vítima dessa desdita foi aquela à qual pertence o autor destas linhas, pois quando chegou à adolescência já não encontrou o Pão da sã Doutrina, e em 1969 ficou mesmo sem o Santo Sacrifício da Missa. Ora, a adolescência é a fase da vida em que é mais absolutamente necessária uma vigorosa e profunda direcção religiosa e moral, sobretudo para os rapazes.

Argumentar-se-á: Mas nos nossos países laicizados, também já não era possível uma grande assistência religiosa. Sem dúvida, no que concerne a uma acção do Estado. Mas a simples existência da Santa Madre Igreja como realidade social e cultural, com as suas paróquias, os seus Bispos, a sua vida regular, já constitui o maior motivo de credibilidade que pode haver. Os motivos de credibilidade produzem, ou devem produzir – sob a acção da Graça Actual – em nós a convicção da plausibilidade da Revelação Sobrenatural, e consequentemente, da obrigação moral e religiosa estrita de investigar mais profundamente a questão; só ulteriormente se alcançará, com o auxílio de Deus, o acto de Fé pròpriamente dito, QUE É, ASSINALE-SE: UM ACTO DA VONTADE SOBRENATURALIZADA SOBRE RIQUEZAS COGNITIVAS APRESENTADAS PELA INTELIGÊNCIA, TAMBÉM SOBRENATURALMENTE ELEVADA. Cumpre assinalar, que por vezes todas as fases deste processo encontram-se perfeita e Sobrenaturalmente unificadas num só momento temporal, O QUAL JÁ INCLUI O ACTO DA CARIDADE; E O COROLÁRIO SERÁ A INFUSÃO NA ALMA DA GRAÇA SANTIFICANTE E DOS HÁBITOS DAS VIRTUDES TEOLOGAIS E MORAIS, BEM COMO DOS DONS DO ESPÍRITO SANTO.        

Deste quadro conceptual se infere que o desaparecimento da Santa Madre Igreja como realidade social e cultural, SÓ POR SI, CONDENA AO FOGO ETERNO MILHÕES DE ALMAS; porque ninguém se iluda, a nossa civilização pós-Cristã encontra-se numa situação essencialmente pior do que, no século XVI, as civilizações pré-Colombianas e os povos da China, India e Japão; porque estes ainda conservavam uma certa potencialidade Sobrenatural, ao passo que esta civilização pós-Cristã já exauriu todas as suas potencialidades neste campo, e está arruinada igualmente na Ordem Natural.

É certo que Deus Nosso Senhor pode dispensar a Sua Graça mesmo sem os Sacramentos, mesmo sem a pregação Doutrinal, mesmo sem o Santo Sacrifício da Missa – MAS ESTA CONSTITUI UMA SITUAÇÃO EXCEPCIONAL. Pois se ao longo dos séculos, nos Países Católicos, em plena pujança das instituições cristãs, quando quase toda a gente era baptizada; na realidade, a grande maioria dos cristãos era mimética-nominalista, e vivia, sobretudo os homens, habitualmente em pecado mortal, frequentando a Igreja fundamentalmente por razões sociais; COMO SERÁ AGORA?

A Tese de que os homens, nos séculos medievais, eram todos de uma grande Fé e piedade, é demolidoramente desmentida por estudos, Históricos, Teológicos e Filosóficos, realmente profundos sobre a matéria. São Tomás explana, com rigor, o facto da grande massa humana ser cega para a Ordem Sobrenatural, precisamente pela realidade desta, infinitamente acima da natureza: Quanto mais se ascende na hierarquia do ser mais difícil se torna cumprir as exigências inerentes a essa mesma ordem de ser, e mais escasso é o número daqueles que o conseguem.   

Mas depois da geração do autor destas linhas, que nasceu em 1953, já existem mais duas gerações, para as quais a Fé Católica, Apostólica, Romana, NÃO REPRESENTA MAIS DO QUE UM MONUMENTO ARQUEOLÓGICO. Mas enquanto para a minha geração a recepção do Santo Baptismo era absolutamente válida; já não se pode afirmar o mesmo para as gerações subsequentes. Porque este Sacramento foi-se transformando progressivamente num rito de admissão numa seita festivaleira e pândega – LOGO DEIXOU DE SER SACRAMENTO!

Em 1976, já Monsenhor Lefebvre previa que muito em breve se produziria um terrível hiato civilizacional, em consequência do eclipse histórico da Santa Madre Igreja.

É fundamental reconhecer o que este eclipse, por si só, representa na RADICAL INVERSÃO DO PADRÃO DE REACÇÃO DAS NOVAS GERAÇÕES, o que já é perfeitamente visível. E Não se argumente afirmando que noutros tempos as massas pouco ligavam à Santa Igreja, PORQUE TAL NÃO ALTERAVA ESSENCIALMENTE O PARADIGMA CIVILIZACIONAL; e não alterava, porque a Santa Madre Igreja, mesmo perseguida, mesmo mais ou menos ignorada, existia como realidade social e cultural, e agora não! ESSA EXISTÊNCIA DA SANTA MADRE IGREJA IRRADIAVA, EM SI MESMA, OBJECTIVAMENTE, UM REFRIGÉRIO ESPIRITUAL, COMO MOTIVO ACTUANTE DE CREDIBILIDADE, MESMO NOS DESCRENTES.

E não olvidemos, que com a revolução conciliar, todo um Património extremamente vasto de instituições escolares e de assistência, caíram na apostasia, passando a envenenar positiva e premeditadamente, a alma das crianças e adolescentes que lhes estavam confiados, pelas famílias, ou pelo próprio Estado. E este terrível naufrágio processou-se em todo o mundo.    

Esta fraude do Vaticano 2, é tão monstruosa, tão atroz, que intelectuais não crentes, mas respeitadores, já estão edificando modelos de análise civilizacional nos quais a seita conciliar permanece altamente desfavorecida. E porquê? Porque assim como a Santa Igreja Católica, enquanto Pessoa Moral, Sobrenatural, de Direito Divino, Sociedade Perfeita em sentido eminente, era e É a plenitude do Ser, a mil vezes amaldiçoada seita conciliar, tendo sido a coveira da face humana do Corpo Místico, é e traduz, concomitantemente, A RUÍNA TOTAL E DEFINITIVA, NÃO APENAS DA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL, MAS DE TODO O GÉNERO HUMANO.

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 31 de Janeiro de 2017

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

IN THE PROPHECY OF FATIMA … THE MYSTERIES OF A DREADFUL CENTENARY

Pio XII contestado

Arai Daniele

“He that abideth in me, and I in him, the same beareth much fruit: for without me you can do nothing. 6 If any one abide not in me, he shall be cast forth as a branch, and shall wither, and they shall gather him up, and cast him into the fire, and he burneth. 7 If you abide in me, and my words abide in you, you shall ask whatever you will, and it shall be done unto you. 8 In this is my Father glorified; that you bring forth very much fruit, and become my disciples.” (Jo 15, 5-8, Douay-Rheims translation.)

Our Lady when she says and repeats: “If you do what I ask of you …. Otherwise …”
We know that this Prophecy was a response to the universal supplication of the Church in the desperate times of war, and was subsequently confirmed by the miracle of the Sun, «so that all may believe». The prophecy has already contained everything important showing that it offers an extremely important and miraculous aid to the Church and to the world.
Perhaps there might have been some difficulties on the natural level to figure out everything our Heavenly Mother wanted to transmit through the children. But this was possible and a prudent thing to do. Since the necessary graces were lacking, and Providence even permitted compliance to be impeded.
Years have passed until these words could have yielded any results. Even today it is veiled by silence and confusion. It was the beginning of a tragic century for the Church and the world.
It is then always timely to return to the historic lesson furnished by the Prophecy, which very few care to understand, let alone relate to the words of Jesus, like any prophecy did not come from the Lord of time and history.
On this centenary of Fatima and at this dark moment of history can one persist to refuse to understand this, and hence to continue to have some catastrophic consequences on the horizon? Let us, therefore recapitulate the events starting from 1917, which still indelibly mark our days.
-The arrival of the Americans to Europe to defeat the German and the Austro-Hungarian Empire, Europe was being Americanized, even in the realm of religion, where the Americanist ecumenism unfortunately dominates.
-The Bolshevik revolution in Russia, which spread its errors throughout the world; these are some falsehoods against Christianity that even after the fall of the Soviet Empire are being spread by other malign entities.
-The green signal of the English Crown to Zionism, i.e. the Balfour declaration which did not disguise the intention to precipitate the end time prophecies related to the ending of the time of the nations.
-The shameful peace treaty that has inevitably caused the Second World War. Therefore, in order to deal with the beasts of the French Republic, the hyenas of the City and the jackals of Wall Street, the Germans have unleashed Hitler, greedy enough to devour the world.
-The foreseen and prophesied war which was worse, resulted in more victims and ended with the perfidious treaty of Yalta to divide the world, which in turn unexpectedly gave more power to the brutal Stalin.
-The deterioration of the Papacy, which did not follow the great feat of Pope St. Pius X, nor did it paid due attention to the Fatima Prophecy, and gave some contradictory solutions to the human issues at hand, that ended in the debacle that followed Pope Pius XII.

It was then fulfilled what St. Gregory the Great has predicted:
“The Church in the last days will be deprived of her powers. The prophetic spirit will hide from her, she will lose the necessary graces to discharge her public office, the grace of abstinence will be diminished, her teaching powers will vanish, even if not completely, and so will the power of miracles and prodigies. An army of apostate priests will be prepared to the Antichrist. In the end times there will be a perfect unity of the evil, while between the just there will be division and discord.” (Book XXXV on Job c.1. Epistles 1 v, 1, XVIII). But let us see:
Pope Benedict XV, who invoked the aid of the Mediatrix and then did not acknowledge It, has finished his reign without saying a single word about Fatima and Communism, the two events that highlighted his pontificate.
Pius XI took up the challenge of so many Concordats, trying even to come to terms with the Soviet Union, but the Fatima demands were all but forgotten while his encyclical condemning communism as intrinsically perverted, waited fifteen long years in the making.
Pius XII, the Pope of Fatima, has tried to comply with the request, but only halfway, and allowed the words of the Blessed Mother to be perverted for political purposes. It was he who has promoted the future wreckers of the Church.
Because punishment must be meted out wherever the delict has been committed, and since these three popes were the ones leaving the door open to a “modernist papacy”, assenting to the construction of a new order to substitute the Christian Order, masonic and Zionist, altering the words of Our Lord and rendering them powerless as are many other ideologies, the Papacy has collapsed after Pius XII.
Hence, politicians and the clergy, who have reduced Christianity to a naught, did not give any indications of awareness that today´s disaster will end in a total collapse, a dead end. In fact, Order and Common Good has always depended on the Christian spirit, the very same they so nefariously have attacked or abandoned.
The Key Question: the Perfidy of a False Papacy
It is obvious that the root of all problems is the lack of a Catholic Papacy on which all Christianity hinges. The awareness of the central importance of this truth, commonly unknown, if not denied by a clerical world living happily in its fatal heedlessness, is also lacking. They devise crooked theories about the impossibility of any human solution, cunningly coining the lofty term of “conclavism” as if the main problem were not the false popes elected by conclaves that must be declared null and void, but those attesting to this nefarious vacancy and demand a true Pope.
As long as the return of a true pope is desired, without inventing a church not needing a Vicar of Christ for clarifying the issues of Faith and morals, the legitimate aspiration for all Catholics, and even a chief duty for the clergy is to do everything in their power to convene a «conclave» to elect a legitimate pope. Hence, the Catholic who prays for this, wills it. Of course, one should be aware of a «wild conclavism», a ridiculous act of a group purporting to create a universal religious authority out of thin air. However, one must recall that the most pernicious «conclavism» repudiates a fundamental assumption of a true conclave, namely that it can only elect a tried and true Catholic to receive his powers directly from God and not from the conclave to which should not be imputed an absolute authority as some did in the case of John 23.
Therefore, the impasse at hand remains to be the following: when and where will be possible to elect a pope by an atomized Church? This is not really as difficulty as it seems, once the invalidity of the conclaves electing modernists and masons becomes widely recognized. Until then everything remains thwarted due to an erroneous vision of the true apostolic succession.
The consequence is that today the religious life, without the legitimacy of the Sacraments, the ordinary jurisdiction of bishops and priests, who should be under Christ through His Vicar, is muddled up in the absence thereof. Theories that call this ridiculous «wild conclavism» an absolute evil add more to the confusion. This leaves many frozenly inert and even worse, leads them into an «absolute conclavism» which through absurd propositions purports to impose the legitimacy of some «materialiter» antichrists; whose authority, for being elected by an apparently canonical conclave cannot be challenged, even if they profess a «defective faith» in a modernist and masonic goodness. Hence, according to them, such «conclaves» would be absolutely binding, notwithstanding the full legislation of the Church.

To clarify the pertinent ecclesiastical law, following the Magisterial teaching on the subject, one must say that the pope-elect should profess the right faith and this must be morally certain and not incur any impediments laid down by the bull “Cum ex apostolates officio”; impediments in whose presence the cleric can only be elected by mistake, by a conclave which has deviated from the faith, even if this can only be ascertained afterwards. It will be said that it was impossible to know such an intention of the fake “papabile” which therefore did not hinder the electors to elect, in this case, Roncalli.
As a matter of fact this could have been recognized by the watchful prelates. But even for Card. Ottaviani, who knew the dossier of Roncalli, suspect of modernism and hence banned from teaching, and still voted for him, Roncalli’s defectiveness has been subsequently made manifest by his acts. In these acts was not possible to explain away any of his perverted ambiguities.
To focus on Roncalli, who, among the other deviant modernist «conciliar popes» was the least conspicuous, is to focus on the beginnings of a process attempting the protestantization and opening of the Church to the world, as it is elaborately proven in another article on the «ecumenical conciliar church»
The most recommended readings about Roncalli are the vast studies of Fr. Francesco Ricossa. To give a flavor of his broad and elaborate workmanship, here we translate from Italian the final part of his analysis published in the number 42 of “Sodalitium”, 19th episode: GIOVANNI XXIII E LA MASSONERIA.
«Masonry and ecumenism
I will demonstrate the relationship between these two following the book of Marsudon: “Ecumenism as Seen by a Mason of Tradition”, the thesis of an intimate friend of John XXIII, who (according to the masonic rituals) is, perfectly ecumenical: «Ad dissipata colligenda: to reunite what has been dispersed» (pg. 59). It can be seen that ecumenism is the legitimate brainchild of Masonry, by which it unites all religions, as a man-centered super-tradition … «We think, for example- writes Marsaudon- of the famous bull of excommunication by Clement XII, fulminating against our predecessors (…). Today we know what the true reasons of its promulgation were. Clement XII has simply denied our predecessors the possibility to receive adepts of several different religions. In our times, our brother Franklin Roosevelt has extended the possibility to adore God following their own principles and according to their own convictions. Behold toleration and even ecumenism! We, Masons of the Tradition, allow ourselves to paraphrase and transpose these words of a distinguished statesman adapting them to the circumstances; the names Catholic, Orthodox, Protestant, Israelite, Moslem, Hindu, Buddhist, free thinkers and free believers are, for us, but names; the surname is Mason (pg. 126). «We even say that Pius IX, Leo XIII are, as we hesitate to call them condemned, particularly forgotten. In the beginning of this essay we quoted R. P. Lépiecier, a defunct cardinal, fierce persecutor of heretics. Today one does not speak of a reconciliation, but of freedom of conscience, so dear to John XXIII. We think that not even a Mason worthy of the name, who has endeavored more than the others to practice tolerance could boast of any of the irreversible results of the Council, regardless of the momentary conclusions. It was obvious that even the most dogmatic Church should one day adapt or disappear, and in order to adapt, must return to the Sources. Joined by the truly sincere Christians, we can but hope: hope that John XXIII did not live, worked, prayed, suffered and died in vain (pg. 119-120).
Perhaps the fact that the first vociferous gesture of John XIII on ecumenical matters was praised by a mason, was not a mere coincidence. This was the reception of the Anglican primate, Geoffrey F. Fisher «Archbishop of Canterbury, received in the Vatican on December 2nd, 1960. Of Fisher, former Grand Master Gamberini writes: “Initiated in the Old Reptonian Lodge, number 3725 of the Grand Lodge of England in 1916”, “in 1939, in this Grand Lodge of the world had the role of Great Chaplain, designated as ‘Great Orator’ in the Latino-Catholic lodges (78). P. Esposito asks: did he have a role in starting of the Rome-London dialogue, whose idea originates from Fisher himself, given that he had been active, and might still be active, in the Lodge?
NOTES: 78) GIORDANO GAMBERINI, Mille volti di massoni, Roma, Erasmo, 1975, pag. 229, cit. da R. ESPOSITO, Santi e massoni…, op. cit., pag. 214. 79) R. ESPOSITO, Santi e massoni …, op. cit., pg. 213. 80) Esposito cites some studies supporting that in 1955 there were 17 Anglican “bishops” and 500 “prelates” of the highest masonic ranks! (op. cit., pg. 214).
The next issue at hand is that of a cleric, a putative pope despite his notorious masonic activity. What evidence could be more relevant and pertinent to detect the masonic intentions of a «papabile»- after he has been elected- if not his actions, including the ecumenical «robber council», so cherished by Masonry, that he has foisted on the Church? Fortunately the Church has already promulgated an infallible statement about this subject of a conclave electing someone who has defected from the faith, as discovered a posteriori. Namely, the Bull «Cum ex apostolates» of Pope Paul IV who, defining the issue, declares the election null and void.
6. The invalidity of all promotions of those who have defected from the Faith
In addition, [by this Our Constitution, which is to remain valid in perpetuity We enact, determine, decree and define:] that if ever at any time it shall appear that any Bishop, even if he be acting as an Archbishop, Patriarch or Primate; or any Cardinal of the aforesaid Roman Church, or, as has already been mentioned, any legate, or even the Roman Pontiff, prior to his promotion or his elevation as Cardinal or Roman Pontiff, has deviated from the Catholic Faith or fallen into some heresy:
(i) the promotion or elevation, even if it shall have been uncontested and by the unanimous assent of all the Cardinals, shall be null, void and worthless;
(ii) it shall not be possible for it to acquire validity (nor for it to be said that it has thus acquired validity) through the acceptance of the office, of consecration, of subsequent authority, nor through possession of administration, nor through the putative enthronement of a Roman Pontiff, or Veneration, or obedience accorded to such by all, nor through the lapse of any period of time in the foregoing situation.
7. The faithful may not obey but must avoid those who have defected from the Faith
Those thus promoted or elevated shall be deprived automatically, and without need for any further declaration, of all dignity, position, honor, title, authority, office and power; … the faithful shall be permitted at any time to withdraw with impunity from obedience and devotion to those thus promoted or elevated and to avoid them as warlocks, heathens, publicans, and heresiarchs (the same subject persons, nevertheless, remaining bound by the duty of fidelity and obedience to any future Bishops, Archbishops, Patriarchs, Primates, Cardinals and Roman Pontiff canonically entering).»
In conclusion: Given that the authority of a Pope comes directly from God, one can understand the worry of a Catholic Pope that anyone should follow a deviant, who putatively received from a human conclave of cardinals such a power; this document comes as godsent. Therefore, it is maliciously presumed to be as a root of the Church´s ills. No. All claimants from Roncalli to Bergoglio must be considered heresiarchs coming from an invalid conclave. They can deceive man, but not God.
The election of a true and valid Pope, positively willed by God, will only be possible when the small renmant finally unites and witnesses to these facts. This would be a fervent wish for the Fatima centenary.
[1]Sir Oliver Locker-Sampson, alto esponente conservatore nel Parlamento di Lon­dra. Intervistato sui motivi della costante politica inglese a favore del Sionismo e dello Stato d’Israele, egli rispose: «Winston (Churchill), Lloyd George, Balfour e io siamo stati allevati come protestanti inte­grali, credenti nell’avvento di un nuovo Salvatore quando la Palestina ritornerà agli ebrei».

These are some implicit phrases in the prophecy of Fatima given by Our Lady when she says and repeats: “If you do what I ask of you …. Or else …”

We know that this Prophecy was a response to the universal supplication of the Church in the desperate times of war, and was subsequently confirmed by the miracle of the Sun, «so that all may believe». The prophecy has already contained everything important showing that it offers an extremely important and miraculous aid to the Church and to the world.

Perhaps there might have been some difficulties on the natural level to figure out everything our Heavenly Mother wanted to transmit through the children. But this was possible and a prudent thing to do. Since the necessary graces were lacking, and Providence even permitted compliance to be impeded.

Years have passed until these words could have yielded any results. Even today it is veiled by silence and confusion. It was the beginning of a tragic century for the Church and the world.

It is then always timely to return to the historic lesson furnished by the Prophecy, which very few care to understand, let alone relate to the words of Jesus, like any prophecy did not come from the Lord of time and history.

On this centenary of Fatima and at this dark moment of history can one persist to refuse to understand this, and hence to continue to have some catastrophic consequences on the horizon? Let us, therefore recapitulate the events starting from 1917, which still indelibly mark our days.

-The arrival of the Americans to Europe to defeat the German and the Austro-Hungarian Empire, Europe was being Americanized, even in the realm of religion, where the Americanist ecumenism unfortunately dominates.

-The Bolshevik revolution in Russia, which spread its errors throughout the world; these are some falsehoods against Christianity that even after the fall of the Soviet Empire are being spread by other malign entities.

-The green signal of the English Crown to Zionism, i.e. the Balfour declaration which did not disguise the intention to precipitate the end time prophecies related to the ending of the time of the nations.

-The shameful peace treaty that has inevitably caused the Second World War. Therefore, in order to deal with the beasts of the French Republic, the hyenas of the City and the jackals of Wall Street, the Germans have unleashed Hitler, greedy enough to devour the world.

-The foreseen and prophesied war which was worse, resulted in more victims and ended with the perfidious treaty of Yalta to divide the world, which in turn unexpectedly gave more power to the brutal Stalin.

-The deterioration of the Papacy, which did not follow the great feat of Pope St. Pius X, nor did it paid due attention to the Fatima Prophecy, and gave some contradictory solutions to the human issues at hand, that ended in the debacle that followed Pope Pius XII.

It was then fulfilled what St. Gregory the Great has predicted:

The Church in the last days will be deprived of her powers. The prophetic spirit will hide from her, she will lose the necessary graces to discharge her public office, the grace of abstinence will be diminished, her teaching powers will vanish, even if not completely, and so will the power of miracles and prodigies. An army of apostate priests will be prepared to the Antichrist. In the end times there will be a perfect unity of the evil, while between the just there will be division and discord.” (Book XXXV on Job c.1. Epistles 1 v, 1, XVIII). But let us see:

Pope Benedict XV, who invoked the aid of the Mediatrix and then did not acknowledge It, has finished his reign without saying a single word about Fatima and Communism, the two events that highlighted his pontificate.

Pius XI took up the challenge of so many Concordats, trying even to come to terms with the Soviet Union, but the Fatima demands were all but forgotten while his encyclical condemning communism as intrinsically perverted, waited fifteen long years in the making.

Pius XII, the Pope of Fatima, has tried to comply with the request, but only halfway, and allowed the words of the Blessed Mother to be perverted for political purposes. It was he who has promoted the future wreckers of the Church.

Because punishment must be meted out wherever the delict has been committed, and since these three popes were the ones leaving the door open to a “modernist papacy”, assenting to the construction of a new order to substitute the Christian Order, masonic and Zionist, altering the words of Our Lord and rendering them powerless as are many other ideologies, the Papacy has collapsed after Pius XII.

Hence, politicians and the clergy, who have reduced Christianity to a naught, did not give any indications of awareness that today´s disaster will end in a total collapse, a dead end. In fact, Order and Common Good has always depended on the Christian spirit, the very same they so nefariously have attacked or abandoned.

The Key Question: the Perfidy of a False Papacy

It is obvious that the root of all problems is the lack of a Catholic Papacy on which all Christianity hinges. The awareness of the central importance of this truth, commonly unknown, if not denied by a clerical world living happily in its fatal heedlessness, is also lacking. They devise crooked theories about the impossibility of any human solution, cunningly coining the lofty term of “conclavism” as if the main problem were not the false popes elected by conclaves that must be declared null and void, but those attesting to this nefarious vacancy and demand a true Pope.

As long as the return of a true pope is desired, without inventing a church not needing a Vicar of Christ for clarifying the issues of Faith and morals, the legitimate aspiration for all Catholics, and even a chief duty for the clergy is to do everything in their power to convene a «conclave» to elect a legitimate pope. Hence, the Catholic who prays for this, wills it. Of course, one should be aware of a «wild conclavism», a ridiculous act of a group purporting to create a universal religious authority out of thin air. However, one must recall that the most pernicious «conclavism» repudiates a fundamental assumption of a true conclave, namely that it can only elect a tried and true Catholic to receive his powers directly from God and not from the conclave to which should not be imputed an absolute authority as some did in the case of John 23.

Therefore, the impasse at hand remains to be the following: when and where will be possible to elect a pope by an atomized Church? This is not really as difficulty as it seems, once the invalidity of the conclaves electing modernists and masons becomes widely recognized. Until then everything remains thwarted due to an erroneous vision of the true apostolic succession.  

The consequence is that today the religious life, without the legitimacy of the Sacraments, the ordinary jurisdiction of bishops and priests, who should be under Christ through His Vicar, is muddled up in the absence thereof. Theories that call this ridiculous «wild conclavism» an absolute evil add more to the confusion. This leaves many frozenly inert and even worse, leads them into an «absolute conclavism» which through absurd propositions purports to impose the legitimacy of some «materialiter» antichrists; whose authority, for being elected by an apparently canonical conclave cannot be challenged, even if they profess a «defective faith» in a modernist and masonic goodness. Hence, according to them, such «conclaves» would be absolutely binding, notwithstanding the full legislation of the Church.

To clarify the pertinent ecclesiastical law, following the Magisterial teaching on the subject, one must say that the pope-elect should profess the right faith and this must be morally certain and not incur any impediments laid down by the bull “Cum ex apostolates officio”; impediments in whose presence the cleric can only be elected by mistake, by a conclave which has deviated from the faith, even if this can only be ascertained afterwards. It will be said that it was impossible to know such an intention of the fake “papabile” which therefore did not hinder the electors to elect, in this case, Roncalli.

As a matter of fact this could have been recognized by the watchful prelates. (Attention here, I was not 100% sure what to do.) But even for Card. Ottaviani, who knew the dossier of Roncalli, suspect of modernism and hence banned from teaching, and still voted for him, Roncalli’s defectiveness has been subsequently made manifest by his acts. In these acts was not possible to explain away any of his perverted ambiguities.

To focus on Roncalli, who, among the other deviant modernist «conciliar popes» was the least conspicuous, is to focus on the beginnings of a process attempting the protestantization and opening of the Church to the world, as it is elaborately proven in another article on the «ecumenical conciliar church» (see if I understood this correctly).

The most recommended readings about Roncalli are the vast studies of Fr. Francesco Ricossa. To give a flavor of his broad and elaborate workmanship, here we translate from Italian the final part of his analysis published in the number 42 of “Sodalitium”, 19th episode: GIOVANNI XXIII E LA MASSONERIA.

«Masonry and ecumenism

I will demonstrate the relationship between these two following the book of Marsudon: “Ecumenism as Seen by a Mason of Tradition”, the thesis of an intimate friend of John XXIII, who (according to the masonic rituals) is, perfectly ecumenical: «Ad dissipata colligenda: to reunite what has been dispersed» (pg. 59). It can be seen that ecumenism is the legitimate brainchild of Masonry, by which it unites all religions, as a man-centered super-tradition … «We think, for example- writes Marsaudon- of the famous bull of excommunication by Clement XII, fulminating against our predecessors (…). Today we know what the true reasons of its promulgation were. Clement XII has simply denied our predecessors the possibility to receive adepts of several different religions. In our times, our brother Franklin Roosevelt has extended the possibility to adore God following their own principles and according to their own convictions. Behold toleration and even ecumenism! We, Masons of the Tradition, allow ourselves to paraphrase and transpose these words of a distinguished statesman adapting them to the circumstances; (attention here, I wasn´t sure of the original) the names Catholic, Orthodox, Protestant, Israelite, Moslem, Hindu, Buddhist, free thinkers and free believers are, for us, but names; the surname is Mason (pg. 126). «We even say that Pius IX, Leo XIII are, as we hesitate to call them condemned, particularly forgotten. In the beginning of this essay we quoted R. P. Lépiecier, a defunct cardinal, fierce persecutor of heretics. Today one does not speak of a reconciliation, but of freedom of conscience, so dear to John XXIII. We think that not even a Mason worthy of the name, who has endeavored more than the others to practice tolerance could boast of any of the irreversible results of the Council, regardless of the momentary conclusions. It was obvious that even the most dogmatic Church should one day adapt or disappear, and in order to adapt, must return to the Sources. Joined by the truly sincere Christians, we can but hope: hope that John XXIII did not live, worked, prayed, suffered and died in vain (pg. 119-120).  

Perhaps the fact that the first vociferous gesture of John XIII on ecumenical matters was praised by a mason, was not a mere coincidence. This was the reception of the Anglican primate, Geoffrey F. Fisher «Archbishop of Canterbury, received in the Vatican on December 2nd, 1960. Of Fisher, former Grand Master Gamberini writes: “Initiated in the Old Reptonian Lodge, number 3725 of the Grand Lodge of England in 1916”, “in 1939, in this Grand Lodge of the world had the role of Great Chaplain,  designated as ‘Great Orator’ in the Latino-Catholic lodges (78). P. Esposito asks:  did he have a role in starting of the Rome-London dialogue, whose idea originates from Fisher himself, given that he had been active, and might still be active, in the Lodge?

NOTES: 78) GIORDANO GAMBERINI, Mille volti di massoni, Roma, Erasmo, 1975, pag. 229, cit. da R. ESPOSITO, Santi e massoni…, op. cit., pag. 214. 79) R. ESPOSITO, Santi e massoni …, op. cit., pg. 213. 80) Esposito cites some studies supporting that in 1955 there were 17 Anglican “bishops” and 500 “prelates” of the highest masonic ranks! (op. cit., pg. 214).

The next issue at hand is that of a cleric, a putative pope despite his notorious masonic activity. What evidence could be more relevant and pertinent to detect the masonic intentions of a «papabile»- after he has been elected- if not his actions, including the ecumenical «robber council», so cherished by Masonry, that he has foisted on the Church? Fortunately the Church has already promulgated an infallible statement about this subject of a conclave electing someone who has defected from the faith, as discovered a posteriori.   Namely, the Bull «Cum ex apostolates» of Pope Paul IV who, defining the issue, declares the election null and void.

  1. The invalidity of all promotions of those who have defected from the Faith

In addition, [by this Our Constitution, which is to remain valid in perpetuity We enact, determine, decree and define:] that if ever at any time it shall appear that any Bishop, even if he be acting as an Archbishop, Patriarch or Primate; or any Cardinal of the aforesaid Roman Church, or, as has already been mentioned, any legate, or even the Roman Pontiff, prior to his promotion or his elevation as Cardinal or Roman Pontiff, has deviated from the Catholic Faith or fallen into some heresy:

(i) the promotion or elevation, even if it shall have been uncontested and by the unanimous assent of all the Cardinals, shall be null, void and worthless;

(ii) it shall not be possible for it to acquire validity (nor for it to be said that it has thus acquired validity) through the acceptance of the office, of consecration, of subsequent authority, nor through possession of administration, nor through the putative enthronement of a Roman Pontiff, or Veneration, or obedience accorded to such by all, nor through the lapse of any period of time in the foregoing situation.

  1. The faithful may not obey but must avoid those who have defected from the Faith

Those thus promoted or elevated shall be deprived automatically, and without need for any further declaration, of all dignity, position, honor, title, authority, office and power; … the faithful shall be permitted at any time to withdraw with impunity from obedience and devotion to those thus promoted or elevated and to avoid them as warlocks, heathens, publicans, and heresiarchs (the same subject persons, nevertheless, remaining bound by the duty of fidelity and obedience to any future Bishops, Archbishops, Patriarchs, Primates, Cardinals and Roman Pontiff canonically entering).»

In conclusion: Given that the authority of a Pope comes directly from God, one can understand the worry of a Catholic Pope that anyone should follow a deviant, who putatively received from a human conclave of cardinals such a power; this document comes as godsent. Therefore, it is maliciously presumed to be as a root of the Church´s ills. No. All claimants from Roncalli to Bergoglio must be considered heresiarchs coming from an invalid conclave. They can deceive man, but not God.

The election of a true and valid Pope, positively willed by God, will only be possible when the small renmant finally unites and witnesses to these facts. This would be a fervent wish for the Fatima centenary.

[1]Sir Oliver Locker-Sampson, alto esponente conservatore nel Parlamento di Lon­dra. Intervistato sui motivi della costante politica inglese a favore del Sionismo e dello Stato d’Israele, egli rispose: «Winston (Churchill), Lloyd George, Balfour e io siamo stati allevati come protestanti inte­grali, credenti nell’avvento di un nuovo Salvatore quando la Palestina ritornerà agli ebrei».

QUANDO O JURAMENTO RELIGIOSO NÃO SIGNIFICA ABSOLUTAMENTE NADA

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Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

Escutemos o Papa Leão XIII, em excertos da sua encíclica “Humanum Genus”, promulgada em 20 de Abril de 1884:

«Contudo, julgando conveniente ao nosso ministério indicar-vos alguns dos meios mais oportunos, a primeira coisa a fazer É DESMASCARAR A SEITA MAÇÓNICA de suas falsas aparências, e manifestar o que realmente é, ensinando aos povos, de viva voz, e com cartas pastorais, os artifícios dessas sociedades para abrandar e aliciar, e a perversidade das doutrinas e a desonestidade das obras.  Como declararam mais vezes os nossos predecessores, todos os que cuidam da Profissão Católica e da sua salvação, NUNCA PENSEM EM PODER INSCREVER-SE, SEM CULPA, NA SEITA MAÇÓNICA. Ninguém se deixe iludir pela honestidade simulada; com efeito, pode muito bem parecer a alguém que os maçons não imponham nada de abertamente contrário à Fé e à moral; mas, por serem essencialmente malvadas a finalidade e a natureza de tais seitas, nunca pode ser lícito inscrever-se nelas, nem ajudá-las de qualquer forma.

Em segundo lugar, é necessário transmitir ao povo, com frequentes discursos e exortações, o amor e o zelo na instrução religiosa; para isso recomendamos encarecidamente, que se expliquem com reciocínios oportunos, pelas palavras e os escritos, os princípios fundamentais daquelas verdades santíssimas nas quais consiste a Sabedoria Cristã.

A finalidade disso é curar as mentes com a instrução, e premuni-las contra as múltiplas formas de erro e os vários aliciamentos dos vícios, especialmente nesta grande licença de escrever e insaciável avidez de aprender.(…)

Também sabemos que os nossos esforços não serão suficientes para erradicar esta semente perniciosa do campo do Senhor, se o Celeste Padroeiro da Vinha não nos socorrer ampla e abundantemente. Precisamos, pois, implorar com fervor ardente e ansioso, sua poderosa ajuda, proporcionada à gravidade do perigo e à grandeza da necessidade. Ensoberbecida pelos seus grandes sucessos, a maçonaria torna-se insolente, e parece não querer mais pôr limites à sua pertinácia. Em todos os lugares, como que unidos por entendimento iníquo e unidade oculta de propósitos, seus seguidores ajudam-se recìprocamente, e estimulam-se entre si a serem mais ousados no mal. A um assalto tão forte, deve-se opor defesa não menos vigorosa – QUEREMOS DIZER QUE TODOS OS BONS SE DEVEM UNIR NUM GRANDÍSSIMO ENTENDIMENTO DE ACÇÃO E ORAÇÃO. Portanto, pedimos-lhes duas coisas: A primeira, que unânimes e de fileiras cerradas, com pé firme, resistam ao ímpeto crescente das seitas; a segunda, que levantando, com muitos gemidos, as mãos suplicantes a Deus, implorem insistentemente que o cristianismo prospere e cresça vigoroso; que a Santa Igreja obtenha a liberdade necessária; que os transviados voltem à saúde; que os erros dêem lugar à verdade e os vícios à virtude.» joao-xxiii-bronze

 

Uma das maiores misérias humanas, decorrentes do pecado original, é o culto das aparências sem conteúdo, dos rituais sem forma substancial, do verbo exterior privado do correspondente significado e intenção. Desde sempre as sociedades viveram nesta base, nesta ilusão; e a tal ponto, que os Profetas Bíblicos, nos seus Divinos oráculos, proclamaram clamorosamente o anátema do Senhor contra os que honram a Deus com os lábios e num pendor social, mas cujos corações estão muito longe d’Aquele que fingem adorar. O próprio Nosso Senhor Jesus Cristo, n’O Qual encarna o zénite da Revelação, pronunciou a Sua mais vigorosa e veemente condenação, precisamente contra os fariseus hipócritas, e não contra os adúlteros.

Mesmo a maçonaria internacional, na sua obra de destruição do catolicismo, não duvidou mascarar os seus mais torpes desígnios com a nomenclatura e as referências culturais cristãs.

Evidentemente que a Fé Católica, e a Santa Madre Igreja sua depositária por Direito Divino, possuem, necessàriamente, carácter social; o próprio Direito Canónico possui como objectivo constituir e conservar o ordenamento jurídico-social exterior da Mãe Igreja. Todavia a essência Sobrenatural da Fé Católica ultrapassa infinitamente as estruturas terrenas da sua face humana. Exactamente por isso é que a Pessoa Moral de Direito Divino permanece intangível – NA SUA UNIDADE, INDEFECTIBILIDADE E INFALIBILIDADE – perante as usurpações de que foi vítima a sua mesma face humana.

A grande tragédia do povo baptizado, ao longo dos séculos, e em todas as latitudes, reside na incapacidade quase total de se elevar da organização eclesial, no que ela tem de humano, até aos mais excelsos horizontes Sobrenaturais, que constituem o Princípio e o Fim de toda a nossa peregrinação terrena. Tal igualmente explica a forma como a grande massa nem esboçou qualquer reacção perante a monstruosa implantação da maçonaria internacional nas estruturas materiais usurpadas da Santa Madre Igreja.

Vem isto a propósito da cerimónia de Juramento do novo Presidente dos Estados Unidos. O que se jurou ali? A que Deus se referiu?  

É conhecido como após o apogeu da Escolástica, fundamentalmente do Tomismo, logo no seguiu um período de dissolução, de desintegração. Marsílio de Pádua (1270-1343) foi um verdadeiro laicista medieval; concebia a Santa Igreja em moldes estritamente humanos, embora lhe reconhecesse, vagamente, origem Divina; negava à mesma Igreja toda a autoridade exterior, mesmo na ordem espiritual, afirmando a origem popular de todo o poder político e religioso.

À MEDIDA QUE AS CONCEPÇÕES TEOLÓGICAS MEDIEVAIS SE OBLITERAVAM, SUBVERTIA-SE PARALELAMENTE O SENTIDO PROFUNDO DE DEUS E DA ORDEM SOBRENATURAL; A DENOMINADA REFORMA CONSTITUIU A PRIMEIRA GRANDE EXPLOSÃO DESSE NOVO ESPÍRITO; A REVOLUÇÃO DE 1789 CONSUBSTANCIOU A SEGUNDA EXPLOSÃO; A REVOLUÇÃO COMUNISTA A TERCEIRA. A SÍNTESE FINAL DE TODAS ESTAS REVOLUÇÕES, E QUE A TODAS SUPEROU EM SATANISMO – FOI O DANADO CONCÍLIO VATICANO 2.

Neste quadro conceptual, o ponto fundamental que pretendo abordar É A CORRUPÇÃO PROGRESSIVA DO CONCEITO DE DEUS!

Efectivamente, o “deus” de Lutero é que não é o verdadeiro Deus Católico. O estilhaçar da pregressa unidade na multiplicidade das seitas, ao longo dos séculos, mais não conseguiu senão pulverizar qualquer recordação de Ordem Sobrenatural, com graves consequências na Ordem Natural. O deísmo, o cartesianismo, o espinosismo, o modernismo, constituem lógico corolário desta trágica evolução. Porque todos estes “ismos” possuem em comum algo de essencial: A LIQUIDAÇÃO DA RECTA CONCEPÇÃO DE DEUS, E O COROLÁRIO DA DESTRUIÇÃO DA ORDEM SOBRENATURAL, COM GRAVE LESÃO DA ORDEM NATURAL.

Consequentemente, o juramento da tomada de posse do novo Presidente Americano, como aliás de todos no passado, foi realizado em nome de uma sombra totalmente indeterminada, confrangedoramente cega e aniquilantemente estéril; exactamente como o foram as nunca suficientemente amaldiçoadas cerimónias ecuménicas de Assis. Porque o princípio base do protestantismo, e logo do modernismo, é precisamente que cada um projecte a sombra “divina” a seu modo e segundo o seu capricho; e só deste modo enriquecerá a sociedade e a cultura.

Porque qualquer alma que deixe penetrar em si os princípios do mundo, perderá, na mesma proporção, o recto conceito de Deus, subvertendo toda a Santíssima Religião.

Se alguém defende, como é o caso de Ratzinger, que a “fé” para ser fé deve acolher uma face de dúvida, para que assim assimile ambas as vertentes do problema, quem afirma isso, É, NO MÍNIMO, PROFUNDAMENTE AGNÓSTICO, SENÃO MESMO ATEU; MAS ESSE É O REINO DO VATICANO 2.

Um juramento deste tipo, no plano pseudo-religioso, não compromete ninguém a nada, como pode, aliás, comprometer a tudo – POIS A INDETERMINAÇÃO, COMO AFIRMÁMOS, É TOTAL!

No plano político-constitucional, é conhecido como dentro da democracia, nomeadamente da americana, cabe quase tudo, incluindo a falsificação do verdadeiro E MAIS PROFUNDO sentir da sociedade civil, mediante o cancro da plutocracia e dos lobbies. Se há um “deus” na América, este é com certeza – O DINHEIRO!

Exactamente aqui cabe a explicação do facto do laicismo proibir terminantemente, nos países de antiga Tradição Católica, o juramento religioso para cargos públicos, ao passo que ele se mantém nos países protestantes, precisamente PORQUE O “deus” PROTESTANTE NÃO É O VERDADEIRO DEUS CATÓLICO.

Os Estados Unidos da América foram constituídos pelo protestantismo e pela maçonaria, a qual é como que o braço político-estratégico do primeiro. O materialismo americano é, por vezes, mais torpe e mais amargo, até, do que o materialismo comunista, pois este último, pelo menos em teoria, não subordina a saúde pública às negociatas desreguladas dos privados.

O bom católico, por mais anti-comunista e anti-socialista que seja, e deve sê-lo, jamais deve olvidar os crimes do capitalismo liberal, e fundamentalmente deverá recordar-se que esses dois infernais materialismos são consequência do protestantismo.

O grande abismo, moral, social, político e económico, para que o mundo caminha, e em que já está parcialmente imerso, segundo a observação dos mais lúcidos, mesmo não-católicos, é em grande parte consequência do Vaticano 2 e do ABORTO ESPIRITUAL QUE ESTE DELIBERADAMENTE PROVOCOU. Grande parte dos males já causados SÃO IRREVERSÍVEIS. Todavia, sabemos que o imenso mal que há no mundo, não é querido por Deus Nosso Senhor em si mesmo, mas sòmente integrado na IDEIA ETERNA E GLOBAL DO MUNDO QUE DEUS QUIS, EFECTIVAMENTE, CRIAR. O MAL DO MUNDO SÓ PODE SERVIR, E SERVE REALMENTE, PARA A EXALTAÇÃO SOBERANA DO BEM, E CONSEQUENTEMENTE DA GLÓRIA DE DEUS, A QUAL SE OBTÉM IGUALMENTE COM A EXEMPLAR PUNIÇÃO DOS MAUS, MESMO NESTE MUNDO.

Neste quadro conceptual, nunca olvidemos que só levaremos deste mundo para a Eternidade os BENS SOBRENATURAIS que houvermos acolhido e acalentado – MAIS NADA! Porque neste paupérrimo mundo só possuem verdadeiro resplendor as riquezas que nos levarem a participar eternamente da Intimidade da Sagrada Família, A Qual é absolutamente indissociável da Família da Santíssima Trindade.           

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 23 de Janeiro de 2017

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

POURQUOI NOTRE-DAME A-T-ELLE DIT QUE LE 3EME SECRET DE FATIMA SERAIT PLUS CLAIR EN 1960 ?

 MULHER vestida de sol

 

 

 

         Maurice de Mas   

Supposons que Notre-Dame ait permis la divulgation du 3eme Secret de Fatima durant la période couvrant les pontificats de Pie XI et Pie XII, entre 1922  et 1958. A cette époque, qui aurait compris le sens réel de la tuerie d’un pape et de sa suite fidele ? Tout le monde aurait pensé qu’il s’agissait d’un drame concernant un futur pape et l’on aurait tourné la page dans l‘attente de sa réalisation, laquelle, pour tout le monde ou presque, s’est produite quelques décennies plus tard lors de l‘attentat visant Wojtyla.

Seulement voila, Wojtyla n’en est pas mort ni aucune personne de sa suite I Par conséquent, ou la prophétie reste en attente ou il faut lui trouver une autre explication. Cela est d’autant plus nécessaire et urgent que les occupants du siège de Pierre âpres Pie XII sont des apostats, des destructeurs, des intrus. D’eux, Mgr M. Lefebvre a justement dit qu’ils sont des « antichrists ».

Tout catholique sait que pour être éligible au souverain pontificat, le « papabile » doit être catholique dans tous les sens du terme. Hélas ! Cette condition nécessaire et impérative est foulée aux pieds par tous y compris par les traditionalistes. Aujourd’hui, si Luther, hérésiarque, ennemi de la religion catholique et de I ‘Eglise était élu, la grande majorité lui donnerait généreusement du « très saint Père » I Affirmation gratuite et désobligeante, pensez-vous ? Voire !

Jorge Bergoglio n’a-t-il pas intronise la statue de Luther au Vatican, précisément le 13 octobre 2016, jour anniversaire du grand miracle du soleil a la Cova da Iria ? Cela équivaut a lever sa condamnation par le Concile de Trente et par les papes.

C’est scandaleux, n’est-ce pas ? En effet, il se montre ainsi ouvertement un disciple et même un émule de Luther! Mais qui en tire la consequence ? Qui, parmi ceux qui se piquent de defendre la religion catholique et i’Eglise, declare clairement et hautement qu’un tel personnage ne peut pas etre pape ? Qui ?

 

On cherche des échappatoires mensongères.

Les uns disent: «Jusqu’au dernier instant du dernier jour précédant le retour du Christ, les hommes bénéficieront des sacrements qui assurent le salut, donc il y aura forcement un pape de qui seul découle toute juridiction.1»

Un antichrist ne peut être le Vicaire du Christ. Entre le Christ et Satan I ‘inimitié est totale et irréductible. Sans Pierre, point de juridiction, point de sacerdoce, point de sacrements. Sommes-nous dans les derniers jours du monde ? Une chose est évidente : I’Eglise est éclipsée dans son gouvernement, sa juridiction, son magistère. Ceux-là le savent bien dont I’un d’eux avoue que sa Fraternité est née dans « I’Eglise particulièrement nocive »2. Une « Eglise nocive » n’est pas la sainte Eglise qui, elle, bien que composée de justes et de pécheurs est dirigée, gouvernée par un successeur de Pierre, représentant du Christ sur la terre, porte-clés du paradis. Le mot secte satanique serait plus juste. Tous ceux qui en sortent sont atteints de sa tare congénitale, qu’ils le veuillent ou non, qu’ils en aient conscience ou non ; tous ceux qui y retournent participent a I’oeuvre destructrice de Satan, se trompent et trompent les âmes sous le voile de la « tradition ».

D’autres disent: Les papes conciliaires sont validement et légitimement élus mais, parce qu’ils ne gardent pas le bon Dépôt et n’œuvrent pas pour le bien de I’Eglise, ils sont prives de I’Autorite3.

Pour soutenir cette étrange proposition du pape en trompe-l’œil, il faut affirmer la légitimité des conclaves conciliaires en faisant fi de la trahison de Roncalli qui a engage, enchape, entraine a sa suite toute la hiérarchie.

1  Abbe Emmanuel du Chaland de Taveau, Le courrière Rome,
2  Abbe Paul Barrere, Prieur a Unieux, Le Pélican, n° 84, juillet-aout 2014.
3   Thèse du Père Gérard des Lauriers reprise notamment par les abbés de Verrua Savoia (Italie) qui sont aussi impliques dans la multi-secte thuciste.
Son premier acte fut un mensonge : il aurait reçu la grande inspiration subite de convoquer un concile. On ne peut ignorer que cette inspiration lui était venue, bien avant son élection, de son ami franc-maçon, le baron Marsaudon, lequel lui avait « prophétise » qu’il serait le prochain pape 4 ! Le deuxième acte fut une forfaiture historique : les schémas préparatoires patiemment élabores dans un esprit traditionnel furent jetés au rebut sur son ordre des les premiers jours de I’assemblee5. La suite est connue.

Au reste, ce n’est pas du collège cardinalice réuni en conclave que provient l’Autorite. C’est un mode d’élection. L’Esprit-Saint influence-t-il positivement le choix ? Si oui, il serait responsable de I ‘élection des faux papes conciliaires et de leurs œuvres funestes I Ce n’est pas non plus de (‘acceptation de I’éiu par I’Eglise universelle. C’est seulement un signe. Non. L’Autorité est conférée directement par Dieu a I ‘élu catholique et, avec celle-ci toutes les prérogatives de Pierre.

Un pape légitimement élu mais prive de I ‘Autorité est une absurdité non moins qu’une hérésie.

Enfin, la lignée de Mgr Thuc qui compte de par le monde beaucoup de prêtres et d’évêques dont les ordinations et les sacres sont certainement invalides, ainsi que plusieurs papes.

Ce patchwork n’est pas catholique, n’est pas I’Eglise universelle. II est I’avatar de la secte conciliaire: une prolifération de clochetons que ne domine pas le Dôme de Saint-Pierre. A Chaque vagus, groupuscules, associations ou fraternités, sa propre autorité, sa propre juridiction. Sans Pierre, règnent la division, la concurrence, la confusion.

4  Compte Franco Bellegrandi, camérier de cape et d’épée de Roncalli, NikitaRoncalli.
5   Voir, en prémices a l’actuelle réhabilitation de Luther, la main tendue aux sectes protestantes par Roncalli qui« a donne aux Protestants une nouvelle image de I’Eglise catholique », In Le Rhin se jette dans le Tibre, de Ralph M. Wiltgen, p. 120, DMM, 1992

 

Roncalli est le premier faux pape conciiiaire. Avec la mort de Pie Xli, c’est donc la Papauté qui est atteinte, c’est-à-dire la pierre, le lien de I ‘unité, la fidélité. La Papauté et sa suite fidele, c’est-à-dire tous les catholiques fideles a la Foi, a la Morale, a la Loi gardées par la Chaire de saint Pierre depuis 2000 ans.

Du coup on comprend pourquoi Notre-Dame à fixe a 1960 la date de la révélation du 3eme Secret. Des cette date, on pouvait et on devait le comprendre.

En dépit de ses erreurs sur le plan des relations de I’Eglise avec la démocratie et les différents Etats non chrétiens ou athées, Pie Xil avait maintenu fermement le gouvernail de I’Eglise, du moins autant qu’il le pouvait et que les circonstances le lui permettaient. « Que ceiui qui retient, retienne, jusqu’a ce qu’il soit rejete6. » Trop fermement au regard d’une partie notable des cardinaux.-Ceux-ci désiraient maintenant un pape de transition, donc d’un âge avance, plus souple, maniable et ouvert. Roncalli semblaient avoir ces avantages. Les conservateurs Ottaviani et Tardini eurent un entretien avec lui pour s’en assurer quoiqu’ils possédassent sur lui un dossier compromettant. L’habile Roncalli, dont la carrière pouvait encore gravir I ‘échelon suprême et qui savaient etre soutenus par les « Frères », prit le dossier et écrivit dessus : « Je ne suis pas moderniste». Nos deux prudents cardinaux furent rassures, obtinrent que Tardini serait choisi comme Secrétaire d’Etat et ils décidèrent de voter pour lui et de favoriser le vote sur son nom.

Le puissant cardinal Alfredo Ottaviani avait mise sur un calcul humain. Etant Président de la Commission de théologie lors des débats dans I ’aula conciliaire, il put en jauger la valeur lorsque, défendant I ‘intégrité de la Messe contre les innovations envisagées, il fut copieusement humilie par le cardinal Alfrink qui commanda la fermeture du micro, aux applaudissements de joie de I ‘assemblée.

sIIThess„ II, 6.
Dès 1959, par une disposition de la Providence pour I ‘éclairer et en vue du bien de I’Eglise, il avait lu le 3eme Secret. Avait-il compris I’avertissement de la Reine du clergé et Reine des prophètes, ou passa-t-il outre, persistant dans son calcul humain ? Au dire du frère Michel de la Sainte Trinite, lui et Tardini avaient des apparitions de Fatima une connaissance tres approximative, ce qui laisse supposer I’ignorance du mystère profond de Fatima. Quoi qu’il en fut, il demeura loyal envers celui qui s’était donne la mission maçonnique de «dépoussiérer» la Sainte Eglise. Les événements ne I ‘éclairèrent pas, il ne remit pas son pape en cause et cette erreur devint commune.

« … le démon a obscurci leurs intelligences… » (N-D de la Salette)

Voici un extrait capital (§ 6) de la Bulle Cum ex apostolatus de Paul IV, du 15 février 1559, pour laquelle le Pape avait engagé son Autorité apostolique et voulu, décrété I’observance perpétuelle de ses prescriptions :

  • « De plus, si jamais un jour il apparaissait qu’un Evêque, faisant même fonction d’Archevêque, de Patriarche ou de Primat; qu’un Cardinal de I’Eglise Romaine, même légat; qu’un Souverain Pontife lui-même, avant sa promotion et élévation au Cardinalat ou au Souverain Pontificat, déviant de la Foi catholique est tombé en quelque hérésie, sa promotion ou élévation, même si elle a eu lieu dans la concorde et avec l’assentiment unanime de tous les Cardinaux, est nulle, sans valeur, non avenue. Son entrée en charge, consécration, gouvernement, administration, tout devra etre tenu pour illégitime.
M. Wiltgen, Op. at, p. 28.
  • S’il s’agit du Souverain Pontife, on ne pourra prétendre que son intronisation, adoration (agenouillement devant lui), I ‘obéissance a lui jurée, le cours d’une durée quelle qu’elle soit (de son règne), que tout cela a convalldé ou peut convalider son Pontificat, celui-ci ne peut être tenu pour légitime jamais et en aucun de ses actes.
  • De tels hommes, promus Evêques, Archevêques, Patriarches, Primats, Cardinaux ou Souverain Pontife, ne peuvent etre censés avoir refui ou pouvoir recevoir aucun droit d’administration, ni dans le domaine spirituel, ni dans le domaine temporel. Tous leurs dits, faits et gestes, leur administration et tous ses effets, tout est dénue de valeur et ne confère, par conséquent, aucune autorité, aucun droit a personne. Ces hommes ainsi promus seront donc, sans besoin d’aucune déclaration ultérieure, prives de toute dignité, place, honneur, titre, autorité, fonction et pouvoir, même si tous et chacun de ces hommes (promus par le prétendu pape) n’a dévie de la foi, tombant dans le schisme ou l‘hérésie, qu’âpres son élection, soit en suscitant, soit en embrassant (ces erreurs).12»

Après une lecture attentive de ce seul extrait, le lecteur impartial et réfléchi conviendra que sont réduites a néant toutes les justifications de ceux qui reconnaissent la légitimité des papes conciliaires, celle de leur hiérarchie, soit en leur faisant allégeance soit même en leur déniant l‘autorité. Rappelons que cette Bulle n’a jamais été abrogée ni même modifiée ou atténuée puisqu’ elle est insérée dans le Code de Droit Canon preparé par saint Pie X et promulgué par Benoît XV en 1917.

Bull. Rom. tome 4, 1, pp.354-357.  Codicis Juris Canonici Pontes, cura emi. card. Gaspari editi

La Révolution conciliaire a-t-elle éclatée comme un coup de foudre dans un ciel d’azur, au point que personne parmi les prélats n’aurait été capable de comprendre le 3eme secret en 1960 ? Depuis plus de cent ans, la Mère de Dieu avait prévenu les prêtres et les Princes de I’Eglise (au grand scandale de certains) qu’ils étaient engages sur la voie du déclin conduisant a la perte, a la destruction de la foi avec des conséquences inouïes pour I’institution ecclésiastique. Ils n’ont pas écoute les avertissements ni réalise les demandes de Notre-Dame.

Comme les en ménageait Notre-Seigneur, ses ministres ont suivi les rois de France dans leur malheur.

« … Dieu va vous livrer à son ennemi, parce que les lieux saints (les âmes) sont dans la corruption… » (N-D de la Salette)

Une preuve supplémentaire de la scélératesse de Roncalli et de sa culpabilité initiale dans la Révolution conciliaire est-elle encore nécessaire ? Je laisse le Père Maurice Avril vous la donner:

« Ouvrir I’Eglise au monde ! », odieux tintamarre de Roncalli, alors que saint Jacques s’égosille a crier depuis 2000 ans:

« Adultères, ne savez-vous pas que I’amour du monde, c’est la haine de Dieu ? Celui-là donc qui veut etre ami avec le monde se rend ennemi de Dieu ! » (Jacq. IV, 4) […]

 

« Le Concile : un concile est réuni pour décider de questions de doctrine et de discipline, pour définir des articles de foi et condamner des hérésies. Or, Vatican II a supplante intégralement la religion du Christ pour implanter la religion intégrante du monde et par conséquent de son Prince. Les nouveautés conciliaires ne sont que les erreurs déjà souvent condamnées par I’Eglise. Ce concile n’est pas, ne veut pas etre un concile, mais un convent qui officialise et légalise I ‘intégralité de la charte satanique. Aussi, non possomus, nullam partem.

« L’Eglise – Ouverte au monde, elle s’est fermée à Jésus-Christ. N’étant pas ainsi intégralement pour le Christ, c’est intégralement qu’elle est contre le Christ. N’étant pas I’Eglise, elle n’est qu’une secte. Née du concile satanique, elle n’est qu’une secte satanique – ayant pris comme base les principes révolutionnaires, elle est maçonnique. Par son œcuménisme, elle a perdu les quatre signes distinctifs : unité, sainteté, catholicité et apostolicité – affirmant le salut inconditionnel de tous les humains, elle a perdu la foi. En proposant une doctrine contraire au Dépôt révèle et a la Tradition, elle est devenue le bourreau de la Sainte Eglise. Aussi, non possomus, nullam partem.

Le Pape – la Sainte Reine de I’Eglise I’a divulgue a la Salette : « L’Eglise sera éclipsée, Rome perdra la foi et deviendra le siège de I ‘antéchrist. » Si I’Eglise est éclipsée, le pape aussi est éclipse, cela fait partie du mystère de I’Eglise et du Credo. […)

« La contre-église, elle, ne peut pas et ne veut pas avoir de pape. Le pape, docteur infaillible, ne peut accepter ni enseigner I ‘erreur. Le Pape, pierre fondamentale de I’Eglise, ne peut diriger la secte conciliaire hérétique et schismatique. Le Pape, chef suprême, ne peut démolir I’Eglise ni anéantir la foi et les mœurs. Le Pape, législateur suprême, ne peut légiférer contre la vérité, la foi et le bien spirituel des âmes. Le Pape, gardien du Dépôt révèle, ne peut pas déclarer I’Eglise de toutes les religions. Le Pape, tenant de la juridiction universelle, ne peut pas précipiter les âmes en enfer. Aussi, non possomus, nullam partem.

« Dans ces conditions, les fideles, eux aussi sont éclipses, comme leur mère, la Sainte Eglise. Ils ne craignent rien, qu’ils fidèlement, intégralement et a jamais fideles dans les entrailles et dans le cœur de leur Mère, la Sainte Eglise sacramentelle.

Ils ont la grace quoddam modum sufficientem. Qu’ils vivent et qu’ils meurent saintement et obstinément dans le sein de I’Eglise une, sainte, catholique apostolique et romaine, ils seront assurément reçus dans la Sainte Eglise, souffrante, puis à jamais triomphante. »

Que voilà une belle justification du 3eme Secret !

 

 

A VERDADEIRA LIBERDADE RESIDE NA SANTIDADE

santidade

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

Escutemos o Papa Leão XIII, em excertos da sua encíclica “Libertas”, promulgada em 20 de Junho de 1888:

«Ora o princípio de todo o racionalismo é a supremacia da razão humana, QUE RECUSANDO A OBEDIÊNCIA DEVIDA À RAZÃO DIVINA E ETERNA, e pretendendo não depender senão de si mesma, se arvora em princípio supremo, fonte e Juiz da verdade. Tal é a pretensão dos sectários do liberalismo, de que falamos: Não há, na vida prática, nenhum poder Divino ao Qual se tenha de obedecer, mas cada um é para si a sua própria lei. Daí procede essa moral que se chama independente, e que sob a aparência da liberdade, afastando a vontade da observância aos preceitos Divinos, conduz o homem a uma licença ilimitada.

E o que, finalmente, resulta disto, principalmente nas sociedades humanas, é fácil ver; porque uma vez fixada essa convicção no espírito de que ninguém tem autoridade sobre o homem, a consequência é de que a causa eficiente da comunidade civil e da sociedade deve ser procurada, não num Princípio exterior ou superior ao homem, mas na livre vontade de cada um e que o poder político dimana da multidão como sendo a sua primeira fonte; além disso, o que a razão individual é para o indivíduo, a saber, a única lei que regula a vida particular; a razão colectiva deve sê-lo para a colectividade na ordem dos negócios públicos;  daqui se segue que o poder pertence ao número, e as maiorias criam o direito e o dever.

Mas, ainda, tal doutrina traz o maior dano tanto ao indivíduo quanto à sociedade. Realmente, se o homem  faz depender só e ùnicamente do Juízo da razão humana o Bem e o mal, SUPRIME A DIFERENÇA ESSENCIAL ENTRE O BEM E O MAL, O HONESTO E O DESONESTO JÁ NÃO DIFEREM NA REALIDADE, MAS SÒMENTE NA OPINIÃO E NO JUÍZO DE CADA UM: O QUE AGRADA SERÁ PERMITIDO. Desde que se admita semelhante doutrina moral, QUE NÃO BASTA PARA REPRIMIR OU PACIFICAR OS MOVIMENTOS DESORDENADOS DA ALMA, DÁ-SE ACESSO A TODAS AS CORRUPÇÕES DA VIDA. Nos negócios públicos, o poder de governar separa-se do princípio verdadeiro e natural que lhe deu toda a sua força para procurar o bem comum: A Lei que determina o que se deve fazer, e o que é necessário evitar, é abandonada aos caprichos da maioria, que é o mesmo que procurar o caminho à dominação tirânica. Quando se repudia o poder de Deus sobre o homem e sobre a sociedade humana, É NATURAL QUE A SOCIEDADE DEIXE DE TER RELIGIÃO, E TUDO O QUE TOCA À RELIGIÃO TORNA-SE OBJECTO DA MAIS COMPLETA INDIFERENÇA. ARMADA POIS DA IDEIA DE SOBERANIA, A MULTIDÃO FÀCILMENTE ENTRARÁ NO CAMINHO DA SEDIÇÃO E DAS DESORDENS, NÃO EXISTINDO JÁ O FREIO DO DEVER E DA CONSCIÊNCIA, NADA MAIS RESTA DO QUE A FORÇA.»

 

Será possível que absolutamente ninguém, neste nosso tempo, possua a verdadeira definição do conceito de liberdade? Definição Católica, Tomista, aplicável na Ordem Filosófica e na Ordem Teológica: A LIBERDADE CONSISTE NA FACULDADE DE SE MOVER NA VERDADE E NO BEM, ISTO É, NO SER, E ASSIM ORDENAR-SE PARA DEUS NOSSO SENHOR.

Evidentemente, que na Ordem Teológica, este movimento para Deus Nosso Senhor possui o seu fundamento em Deus mesmo e na Sua Graça – É DEUS QUEM FAZ OS SEUS SANTOS.

Na Ordem Filosófica, numa Religião puramente natural, que aliás nunca existiu, não haveria Graça nem visão Beatífica, e as almas seriam atraídas para Deus através das perfeições naturais do mundo e das almas; todavia, a liberdade constituiria, sempre e em qualquer caso, um movimento no seio da Verdade e do Bem.

A LIBERDADE É SER, PRECISAMENTE PORQUE APENAS SE PODE MOVER NO SER. UMA “LIBERDADE”, TRANSVIADA, TRESLOUCADA, REVOLUCIONÁRIA, É UMA PRIVAÇÃO DE SER, E PORTANTO UMA PRIVAÇÃO DE LIBERDADE. A razão profunda para este facto filia-se na realidade da Criação constituir uma manifestação extrínseca, contingente e finita das Perfeições Incriadas. O ser do mundo não se pode adicionar ao ser de Deus, como não se adiciona a sabedoria de um livro à do seu autor. Tudo na Criação reflete, necessàriamente, a Sabedoria da Lei Eterna, e esta é constitutiva da própria Natureza Divina. Consequentemente, a Verdade de Deus é a Verdade da Criação; as Leis Morais NÃO SÃO ARBITRÁRIAS, PORQUE SÃO INTRÌNSECAMENTE CONFORMES À VERDADE E AO BEM. Assim se compreende como o cumprimento da Verdade Moral constitui um acréscimo de ser, muito especialmente na Ordem Sobrenatural, pois que nesta ordem não há Bem Moral Formal sem a Graça de Deus, sem a participação na Natureza Divina, na Inteligência Divina, na Caridade Divina. A elevação ao Estado Sobrenatural significa que a Criação não será mais apenas um reflexo da Verdade e da Beleza Incriada, passando a constituir UMA PARTICIPAÇÃO ACIDENTAL, MAS REAL, DESSA VERDADE E DESSA BELEZA.

A movimentação das faculdades da alma no seio mesmo do ser, só se compreende, só se pode compreender, como CAMINHO PARA A SANTIDADE. Efectivamente, quanto mais santa é uma alma mais livre é; e a razão profunda radica-se no facto do movimento interior da alma, em si mesma, e por si mesma, sob a direcção Divina da Graça, constituir uma perfeição dessa mesma alma; perfeição tanto mais fecunda quanto mais copiosamente participar no Fundamento Absoluto de todos os Bens.

O Caminho da Santidade, sempre com o auxílio de Deus Nosso Senhor, no quadro da Predestinação Sobrenatural, constitui assim, como já se referiu, um crescimento de ser que nobilita extraordinàriamente a alma, ao olhar de Deus, e ao olhar de quem a contempla ilustrado pelo Lume Divino.  

E acontece esta coisa maravilhosa: A alma plenamente santificada, permanecendo libérrima, torna-se moralmente impecável, não por si mesma, mas pela Graça de Deus. Tal sucedeu com Maria Santíssima, de modo especialíssimo, com privilégio único, de forma que ela foi confirmada em Graça, aliás, neste caso, como os Apóstolos. Mas em muitos outros santos, a plenitude da Graça Santificante, edificava um abismo moral infranqueável entre eles e o pecado, e concomitantemente conferia-lhes a maior mobilidade interior na inteligência e na vontade, mas sempre navegando nas dulcíssimas e transparentes águas Sobrenaturais da Verdade e do Bem.

No Céu, a nossa liberdade será como que cristalizada, com os méritos Sobrenaturais que possuía no momento da morte; consequentemente, não poderá mais merecer. Também não poderá mais pecar, não só por razões de ordem moral, pela Infinita amplitude da Visão Beatífica, mas também, fìsicamente, por necessidade da própria fixação na Eternidade.

Como este paupérrimo mundo é ignorante. Nas suas técnicas assombrosas, mas também perigosíssimas, este mundo despreza O ÚNICO SABER NECESSÁRIO – E O MAIS RIDICULARIZADO E ODIADO VÍNCULO RELIGIOSO CONSTITUI PRECISAMENTE A ÚNICA SENDA DA SALVAÇÃO. Este mundo não sabe o que é a liberdade, porque não possui a menor ideia da Verdade, nem o menor conceito de Deus,  mesmo só na Ordem Natural. E A COMEÇAR PELA SEITA ANTI-CRISTO, A HORRÍVEL E MONSTRUOSA MAFIA LIDERADA POR BERGOGLIO. Em vez de navegar no ser da Verdade e do Bem, esta seita navega no nada, no niilismo, no anarquismo, a que são conduzidos todos aqueles que se desviam odiosamente do fulgor Santíssimo de Nosso Senhor Jesus Cristo e da Sua Santa Madre Igreja.

Uma “liberdade” concebida ao modo revolucionário, isto é, como faculdade de fazer tudo o que não prejudique outrem, não passa de ateísmo niilista; exactamente por isso, esta definição constava da declaração dos direitos do homem de 26 de Agosto de 1789, e constituía uma perfeita síntese de dois séculos e meio de protestantismo e um século de iluminismo. Ora o malfadado Vaticano 2 oficializou esta concepção de liberdade, introduzindo-a sub-reptìciamente na face humana do Corpo Místico. Foi esta concepção de liberdade que gerou o nazismo, o estalinismo, o genocídio do Cambodja em 1975, e os cinco biliões de bébés assassinados no ventre de suas mães, só nos últimos cem anos.

O limite do “não prejudicar outrem”, mesmo que estabelecido por Lei, é uma fraude, porque não só não tem em conta o pecado original, como é perfeitamente ateu, não considerando as ofensas a Deus “por comum acordo”. Porque esta tese do “não prejudicar outrem” é totalmente positivista, com o corolário lógico de só considerar os seres humanos, CONCRETAMENTE, existentes como titulares do direito à vida e ao bem estar.

Por esta via, alcança-se com celeridade a morte legal de bébés já nascidos com alguma doença incurável, ou simplesmente não desejados pelos pais, ou pela sociedade; e até mesmo a eutanásia dos doentes mentais, e no limite, dos velhos, desses mesmos a quem a Sagrada Escritura apelida de baluartes de Sabedoria.

OS LIMITES DA VIDA HUMANA, BEM COMO DOS PREJUÍZOS A ELA INFLIGÍVEIS, TÊM QUE SER ESTABELECIDOS TOTALMENTE A MONTANTE, ISTO É, NA LEI ETERNA.           

E não duvidemos: O princípio ateu da liberdade religiosa e a concepção revolucionária de liberdade identificam-se plenamente; foi neste quadro conceptual que afirmámos há pouco que o maldito e hediondo Vaticano 2 oficializou plenamente a revolução com todas as suas consequências; só não o vê quem não quer ver, e não existe pior cego do que aquele que não quer ver.

A concepção revolucionária de liberdade é um vazio imenso, suicida, completamente aniquilante. O seu maior teórico terá sido Jean-Paul Sartre que coerentemente assinalou: “Se não há Deus, tudo é permitido”. E na realidade o século XX, como afirmava Gustavo Corção, foi bem O SÉCULO DO NADA, o século em que o Género Humano chegou a ser tratado como uma espécie zoológica como outra qualquer, em que seres humanos foram exterminados como ratos; FOI TUDO CONSEQUÊNCIA DA REVOLUÇÃO E SUAS FALSAS CONCLUSÕES FILOSÓFICAS.    

É fácil demonstrar como as teses consistentemente contra-revolucionárias, CATÓLICAS, INTEGRISTAS, são as únicas a ser excluídas, por princípio, dos orgãos de comunicação social, e isto em toda a civilização ocidental pós-cristã. Na realidade, tal só prova a Verdade e a Bondade dessas teses, O SEU CARÁCTER OBJECTIVAMENTE IRREFUTÁVEL, O SAPIENTE FASCÍNIO E A ATRACÇÃO ORDENADAMENTE IRRESISTÍVEL QUE IMPÕEM A QUEM QUER QUE, SENDO SINCERO, SEJA POR DEUS NOSSO SENHOR CHAMADO A SER OBJECTIVAMENTE RECTO.

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 19 de Janeiro de 2017

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral   

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