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Fátima e a Paixão da Igreja

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O EVENTO DE 2010 : O FUNESTO VATICANO II EXORCIZADO!

(publicado em www.agerecontra.it. 20.12.2019)

 

 

Vaticano II Exorcizado por Don Floriano Abrahamowicz

Don Floriano Abrahamowicz

Sobre a praga purulenta do Vaticano II a última notícia deste 2010 vem do P. Serafino Lanzetta, sacerdote do Instituto dos Franciscanos da Imaculada, pároco da Igreja de S. Salvador em Ognissanti (Florença) professor de teologia dogmática no Instituto Teológico “Immacolata Mediatrice” (Cassino – Frosinone) e diretor da revista teológica “Fides Catholica”. Colabora também com diversos periódicos de caráter cultural e teológico e cuidou até hoje da realização de duas conferências teológicas no “Cenacolo del Ghirlandaio”, Florença, com relativas publicações. Nestes dias publicou um artigo a propósito. Vejamos o que escreveu para esse congresso da semana passada.

 

«O VATICANO II É UM PROBLEMA?»


Vaticano IIO congresso “num clima ardente de um crescente debate, sinal que aqui  se esconde um problema ligado a uma esperança. Deseja-se clarificar a verdadeira natureza do Concílio, o que o Concílio quis ser, amiúde equivocado, para fazer do Vaticano II ou o único concílio dogmático do cristianismo ou um “concílio-meteórico”, a ser simplesmente descartado. Até há pouco tempo, a simples ideia de colocar-se criticamente diante do Vaticano II parecia uma cripto-heresia devido à cortina de silêncio, que necessariamente devia reinar, cobrindo-o só com louvores e elogios. No entanto, após mais de quarenta anos, deparamo-nos com o fato inegável: a ruptura e o espírito do Concílio, isto é, um modo de descontextualizá-lo da Tradição bimilenar prevaleceu e a Igreja |?] foi secularizada lenta e progressivamente,  Em certo sentido o mundo venceu a Igreja |?] aquele mundo que a Igreja |?] quis alcançar de todo modo. O Vaticano II é um problema? Sim, no sentido que o furor pós-conciliar não está só no pós-concílio. O pós-concílio não encontra razão em si mesmo. Logo, é preciso remontar, por amor à Igreja e pelo futuro da fé no mundo, à raiz do problema… Os problemas da ruptura não são reconhecíveis apenas depois do Concílio, mas dentro do próprio Concílio e, se quisermos, numa teologia já delineada no pré-concílio: a teologia que preteria o método metafísico-escolástico pelo das ciências humanas e da filosofia moderna (Rahner).

«Ora, as questões surgidas que exigem uma resposta clara são duas:  por que prevaleceu a ruptura? E onde se acha o pretexto para dogmatizar a ruptura? A ruptura prevaleceu servindo-se de uma escassa clareza dogmática do Concílio, pelo fato, óbvio, deste se pôr como concílio pastoral, mas que, necessariamente, quer e deve abordar também problemas e dados doutrinais. Desejou-se fazer avançar a doutrina da fé, mas com um discurso pastoral: reapresentar o discurso dogmático, como se entendia antes, era considerado anacrônico. Isso se viu na total renúncia dos esquemas já preparados.

«O preterir à metafísica a aproximação mais discursiva e a pastoral originária do Concílio são dois elementos necessários para entender o teor geral dos 16 documentos conciliares e a possibilidade de interpretá-los de modo sub-reptício, quando não lidos à luz da perene Tradição da Igreja justificando tal pretensão infelizmente em nome do Concílio.

«Assim, chegamos à segunda questão: seria possível apelar-se ao Vaticano II para formular mesmo doutrinas errôneas ou trair o magistério, porque os documentos, enquanto formulados com uma abordagem de tipo pastoral e não para definir uma doutrina de fé ou moral, se deixariam ver, quando absolutizados, como um patrimônio que se sustenta por si, como modo novo de pronunciar a doutrina de sempre.

«Aqui se esconde outro grande problema: o lema “pastoral” sofreu uma forte evolução, tornando-se, em alguns teólogos, a maneira prática de mudar, com uma nova linguagem, com uma nova teologia, o modo de expor a doutrina e, finalmente, a própria doutrina. A pastoral lida, no entanto, de um modo completamente novo e mesmo revolucionário tornou-se o metro da teologia, que muda em razão das épocas e dos tempos: isso [o modernismo] teria sido justificado pelo Concílio. Obviamente, aqui se dobra o Concílio – que se prestaria a isso só se alienado de seu contexto e da Tradição – aos desejos de «aggionarmento», não da piedade cristã e da fé pessoal, mas da fé entendida como um depósito que evolui e pode mudar. A razão aqui é o ingresso da categoria “história” na fundação da Revelação. A fé, assim, é subordinada ao “evento Vaticano II”, terminando por crer no evento mais que na Igreja-mistério.

«De tudo isso resulta que o Concílio Vaticano II deve necessariamente ser interpretado. Mas para a interpretação correta são basicamente necessárias três coisas: 1) ter em conta a natureza pastoral do concílio e dai de um progresso ou regresso doutrinal, quando o novo é entendido como ruptura; 2) ter em conta o teor dos documentos do Concílio: os documentos como um todo são expressão de um magistério solene e ordinário autêntico; infalível apenas de reflexo, quando se recorda uma doutrina já definida ou uma doutrina definitiva sendo conservada, cuja segurança é expressa pelo próprio magistério. O progresso dogmático do Concílio Vaticano II, que pode indicar uma eventual continuidade/descontinuidade, deve ser avaliado à luz da teologia e medido com os instrumentos teológicos, pelo fato de estarmos diante de um magistério ordinário e não definitório. A teologia neste caso atua como serva do Magistério;

3) é necessário, enfim, contextualizar o Vaticano II, lendo também o contexto histórico que o condicionou: a crise modernista do início do século XX; o grande desenvolvimento teológico e o novo método usado em teologia, nem sempre, porém, em conformidade com o sentir da Igreja; a passagem da modernidade à pós-modernidade como crise dos próprios apogeus conquistados pela razão iluminada e pela vontade de se rebelar contra toda instituição — a contestação entrou também na Igreja [?]  — com a revolução cultural de 68. É preciso ter em conta, em outros termos, de um mundo que mudou forte e repentinamente, hoje já diferente daquele presente no Concílio e previsto na análise da Gaudium et Spes. Daí a necessidade de uma análise crítica construtiva para uma interpretação adequada do dado conciliar. A Igreja não começa com o Concílio, mas com Jesus Cristo. A medida última da avaliação da fé, na verdade, não é o Concílio, mas a Tradição da Igreja… Se a Igreja [?] mudou não foi por causa do Concílio em si, mas de uma visão errada da “conciliaridade” e, por conseguinte, da própria Tradição da Igreja. A Igreja [?] convocou e aprovou este Concílio…» [informações: http://catholicafides.blogspot.com/]

 

Todos os relevos são nossos e já «explicam», mesmo sem a necessidade de um congresso, que no caso do Vaticano II se trata da doença letal do modernismo. Este não afetou a verdadeira Igreja, mas somente a tal «Igreja conciliar» ecumenista, à qual estes autores por hora querem pertencer! Isto, embora seja a igreja que o mundo venceu depois do furor conciliar, que mudou e onde entrou a contestação. Este texto mostra, portanto, que o autor crê no progresso e não no regresso causado pelo Vaticano II, apesar de conhecer e não poder ocultar a falsidade e erros desta perfídia clerical.

Quer examinar de modo crítico os pontos onde estas falcatruas podem ter se infiltrado, como se fossem fatos locais e não radicais, para depois propor outra incrível hermenêutica do Vaticano II à luz da fé de sempre! É isso que se propõem, sem distinguir a Igreja católica da nova igreja [?] conciliar.

Em todo caso, estamos diante de uma novidade, mesmo porque, ao lado desta falsa «reação», houve aquela da Missa, para a qual este grupo pediu a ordenação de seus seminaristas a fim de celebrarem no Rito de São Pio V em todo o mundo. O que significa que, pelo menos quanto ao Santo Sacrifício, sabem que devem remediar para não perderem suas almas.

 

A CRÍTICA DEPRECIATIVA DO VATICANO II DE R. De MATTEI

A «nova crítica» do livro do Roberto De Mattei, autor do «Cruzado do século XX, Plínio Corrêa de Oliveira», repropõe a discussão sobre o Vaticano II, que este seu mestre classificou como «uma das maiores calamidades, senão a maior da história da Igreja».

Foi logo atacado, porém, por ex amigos conservadores, por exemplo, pelo máximo perito em sortilégios religiosos Introvigne. Isto porque, segundo este membro da coorte conciliar-traicionalista, ele denuncia o Vaticano II em evidente ruptura com a Tradição, ousando desmentir o grande profeta do sortilégio conciliar, Ratzinger, acusador das posições anti-conciliares da  «hermenêutica da ruptura»! Assim, este ensaio de De Mattei, estaria do lado da posição acusada agora por Bento XVI (cf. Avvenire, 1.12.2010).

Na verdade, são justamente os discursos deste, justificando o Vaticano II, a demonstrar que o erro e o engano não estão nunca na «hermenêutica da descontinuidade e da ruptura», que aponta diante do Magistério precedente, mas ao contrário, na forçada tentativa de confirmar as ambíguas perfídias conciliares na ficção da «hermenêutica do renovamento na continuidade»!

A coorte dos defensores desta contradição diz que durante décadas uma hermenêutica da ruptura (com o espírito do concílio) foi principalmente proposta por um «progressismo errado» (tipo hanskung). Mas que de recente, apareceram também diversas obras que indicam a hermêneutica da ruptura em chave anti-conciliarista, revalorizando a figura emblemática do acusador do Luterano II, Dom Marcel Lefebvre com a de outros. Desta mesma ruptura trata este livro Il Concilio Vaticano II. Una storia mai scritta do De Mattei (632 pagine), obra que gostaria de ser uma verdadeira summa anti-conciliarista. Mas ela mantêm distância com o «excomungado» Lefebvre e outros, relevando um «tradicionalismo» acusador dos absurdos conciliares, mas fiel aos promotores coroados destes desvarios.

O livro encobre o atraso de décadas na assunção dessa posição crítica ao Vaticano II, tempo em que muitos se ocuparam mais de política, afirmando que dessa posição o Bispo francês só estava em primeira linha por ser «a expressão mais vistosa alimentada pelos mass-media»!

Isto denota, mais uma vez, como a única posição viva e visível, para o justo testemunho, se concentra no problema da autoridade na Igreja. Criticar o Vaticano II ao mesmo tempo em que se beija os «sagrados chinelos» dos seus autores «pontifícios», não é só inútil e ridículo, é infiel à verdadeira defesa da Fé na Igreja. Mas de recente houve outras importantes reações semelhantes, dispostas a discutir as rupturas e inversões do Vaticano II.

 

UM DISCURSO A FAZER: OS DELÍRIOS DO LUTERANO II ?

 

No ano passado apareceu outro importante escrito com atenção acadêmica sobre o modo sub-reptício com o qual se planeou contaminar a verdade com a fétida praga conciliar-modernista. Mas continuava na ilusão que a cura possa vir através de qualquer sinal de arrependimento ou mesmo de dúvida, como pareceu para tantos tradicionalistas a preocupação de Paulo VI com a “autodemolição” da “fumaça de Satã” que ele fez entrar na sua igreja. Alusões confusas sobre efeitos desligados de suas causas; de causas ligadas justamente às ousadas aberturas modernistas iniciadas com a ideia pérfida de João XXIII: abrir as portas e janelas da Igreja ao mundo adverso! Com tais freios surgiu o tão comentado libro do tão louvado Mons. Brunero Gherardini «Concilio Vaticano II. Un discorso da fare».

Nele se indaga sobre a qualidade desses fumos “invisíveis”, dos quais todos sentem o efeito infeccioso, mas ficam no discurso… ainda a fazer, depois de mais de quatro décadas! Tais reações espasmódicas bem refletem o efeito do devastador vírus mental inoculado pelo Vaticano II sobre eruditos que identificam os «sagrados chinelos com a autoridade de Jesus Cristo». Sim, porque os tais discursos a fazer não se referem jamais a esta dúvida, mas à eventual «geração espontânea de vírus» surgidos para o aggiornamento iluminista da Igreja, produtos do acaso e não dos «papas conciliares»!

Como pensam estes doutores de enfrentar a virose partindo da hipótese que esta não poderia ser nunca consequência do abuso sacrílego da autoridade vicária de Jesus Cristo; de clérigos que de altas posições são besuntadores da peste modernista? Não é justamente sobre estes que devem ser feitos os discursos de defesa da Fé e debitados os danos de seus frutos já neste mundo? Qual outra pode ser a origem destes males ocultados no seio da Igreja? Pois bem, se antes estes foram inoculados de modo sub-reptício, hoje isto é imposto através nada menos que de uma «hermenêutica de renovação na continuidade»! Isto, enquanto um mundo progressista, mais agitado que Ratzinger, braveja: “ecumenistas sim, deficientes não! E agora também o engessado mundo conservador murmura: “fiéis sim, cretinos não!

Como poderia alguém ministrar tantos males letais, receitando-os até aos muçulmanos (discurso de 21.12.2006)! com autoridade divina? Foi com tal artifício que João XXIII, enquanto convidava todos a olhar para a lua, deu inicio à mutação eclesial, que explica na ordem histórica o que seja a autodemolição e a emissão de fumo satânico, não só na Igreja, mas em todos os âmbitos da vida humana. Tal aggiornamento continua, como antes, mais que antes, com Bento XVI. Ainda não chegou a hora de dizer basta?

Ninguém percebe que estes chegam mesmo a julgar as «faltas de Deus»?

Bento XVI na sua visita a Auschwitz perguntava: “Onde estava Deus naqueles dias?” “Porque Ele calou? Como pode tolerar este excesso de destruição, este triunfo do mal?”. Quem se apresentava ali como Vigário de Cristo, recitou então incrivelmente o protesto do Salmo 43 (44) o lamento de Israel sofredor: “não traímos a tua aliança (18)… Levantai! Porque dormes oh Senhor?”. Isto foi dito a Deus que encarnou para reparar com o Seu Sacrifício as misérias dos homens, mas foi então recusado, e hoje o Seu Cristianismo é demolido para agradar aos judeus e ao mundo!

 

PEDIRÃO PERDÃO PELOS DESVÁRIOS DO LUTERANO II?

O vaticanista Sandro Magister noticiou depois depois da difusão do livro lembrado, uma nova iniciativa em defesa da Fé: “Suplicamos ao papa que condene “ex cathedra” os erros do Vaticano II”. Um novo livro de Romano Amerio reforçava a súplica. Mas Bento XVI não concordou! Et pour cause!

O livro dessa ocasião foi o «Zibaldone» das edições Lindau que publica a obra de Romano Amerio, autor do famoso ensaio “Iota unum: estudo das variações da Igreja católica no século XX”, que causou o isolamento de Amerio num mundo religioso contaminado pelo Luterano II.

Hoje em dia parece que os muros do isolamento começam a ruir enquanto são abaladas as bases do «colosso conciliar», que demonstra cada vez mais sua execrável natureza ecumeno-modernista, causadora do colapso católico! Amerio acusava um magistério de «teólogos» intento a abater o Magistério da Chiesa, concluindo: “Esta arrogância dos teólogos é o fenômeno mais evidente da auto-demolição”. Sim, mas faltou incluir o nome de Ratzinger.

Explica Magister: “Desta sua análise fortemente crítica, que aplicava também ao Vaticano II, Amerio deduzia aquilo que Enrico Maria Radaelli, seu fiel discípulo e curador da publicação das obras do mestre, chama o “grande dilema de fundo da cristandade de hoje”. Sim, o pseudo dilema se entre o magistério da Igreja antes e depois do Vaticano II há continuidade ou ruptura. No caso da ruptura, se esta fosse de tal ordem, ao ponto de que também a Igreja “perdesse a verdade”? Mas de qual Igreja estes falam?

Até aqui as visões e os limites de quem, falando de “dilemas”, “variações”, “obediência”, se sente impedido de professar a inteira verdade da Igreja e de bem interpretar as promessas de nosso Senhor: “As portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16, 18) e “Estarei convosco todos os dias até o fim dos séculos (Mt 28, 20)”. De fato, era convicção de Amerio – e Radaelli quer explicá-lo no seu amplo posfácio ao “Zibaldone” – que tal certeza garantida por Jesus Cristo à sua Igreja vale só para as definições dogmáticas “ex cathedra” do magistério, não para os ensinamentos incertos, fugidios, opináveis, “pastorais” do Vaticano II das décadas sucessivas. Ao juízo deles, esta é a causa da crise da Igreja conciliar e pos-conciliar, uma crise que a levou muito perto da sua “impossível, mas quase realizada perdição por ter querido renunciar a um magistério imperativo, às definições dogmáticas – inequívocas na linguagem, certas no conteúdo, obrigatórias na forma, como compete aos ensinamentos de um Concílio”.

Logo, a Igreja, com as suas «variações», na verdade inversões e «avarias», etc., teria chegado à beira da perdição! Com que facilidade se atribui à Igreja católica o que é próprio só à Igreja conciliar e ao seu falso magistério!

 

O VERDADEIRO TESTEMUNHO: O EVENTO DO ANO 2010

Estas promessas de nosso Senhor não se ajustam ao «quase» perdida e tanto menos à nova Igreja, que continua impertérrita na sua estrada de perdição ecumenista, abertamente iluminista e mundialista. Logo, tal igreja conciliar variada é, à luz da Fé e da lógica, uma outra entidade pseudo católica e intrinsecamente incapaz de representar a Voz de Cristo e de pronunciar o Magistério de Sua Igreja, com a qual contrasta. A sua ambígua linguagem pastoral é fruto do novo evangelho contrário à verdade e às conversões.

Por isto, o justo modo para interpretar as promessas de nosso Senhor é: “As portas do inferno (com a sua fumaça maçônica, modernista e ecumenista conciliar) não prevalecerão contra Ela”; “Estarei convosco (que resistis aos falsos Cristos e falsos profetas) todos os dias até o fim dos séculos”.

Em Roma, todavia, prevalecem ainda as elucubrações semi-conciliares. De fato, no dia 17 de dezembro, no tal congresso realizado a dois passos da Basílica de São Pedro, e com a presença desses autores, um bispo propôs nada menos que ressuscitar o magistério infalível da Igreja em chave local e no meio do ensurdecedor silêncio da grande comunicação.

Se trata de Mons. Athanasius Schneider, bispo auxiliar de Karaganda, Kazakistan, que invoca um novo Syllabus!

Mons. Athanasius Scheneider

Um Sillabus conciliar que deveria condenar infalivelmente “os erros da [má] interpretação do Vaticano II” à luz da tradição católica [que o Vaticano tentou arrasar], de modo que seria Ratzinger [profeta do antisílabo) a proclamar urbi et orbi onde os opostos certamente coincidem, segundo ele! Tudo para a paz do seu «admirável novo mundo clerical», que depois desta, de ideias mais iluminadas e hegelianas não vai poder ser capaz!

IL FUNESTO LUTERANO II ESORCIZZATO!


 

Versão Oficial: http://all.gloria.tv/?media=104982

Aqui está o video do ato religioso do ilustre Padre Floriano. Este ato foi além de todos estes livros e discursos sobre o condenável Luterano II; ultimou a obra vacilante dos Bispos e dos autores repudiados, perseguidos e isolados porque testemunharam a sua fé a tempo e contra tempo, das igrejas, capelas ou dos tetos, contra a fumaça maléfica do Vaticano II. Este deve ser exorcizado, com todas as suas pompas, obras e falsos profetas, por todo o «resto» do mundo ainda verdadeiramente católico. Os textos conciliares são intrinsecamente perversos porque vindos do «complô» para a «liquidação» do Papa com todo o seu séquito católico, como está na visão da terceira parte do Segredo de Fátima. Esta seria mais clara em 1960, justamente quando o Vaticano II já fora convocado como resultado da eleição de Roncalli, pois ambos estavam programados pelos vértices maçônicos (veja Nichitaroncalli p. 62).

A Profecia de Fátima tornou-se realidade, e foi também por longo tempo censurada e manipulada. Rezemos para que a sua promessa breve se cumpra para o triunfo da imaculada Verdade da Igreja Católica Apostólica e Romana, para a qual conversão de todos a Mãe de Deus e nossa intercede.

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