Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

O xeque-mate final à natureza humana: transhumanismo

por Brites Anes de Santarém

Neste artigo apresentam-se alguns dos componente das injecções covidianas, analisando algumas possibilidades inusitadas da Biologia Digital e da Biologia Sintética, áreas inovadoras da Biologia que a maioria das pessoas desconhece e que estão a ser usadas para “piratear” a natureza humana, com a finalidade de chegar ao transhumanismo e à escravização total do ser humano.

À distância de alguns meses, já podemos reflectir sobre os eventos mundiais ocorridos em 2020, uma vez saídos daquela atmosfera de insanidade global onde nos vimos mergulhados desde que deram início ao espetáculo pandémico. Podemos, à vista dos acontecimentos, perceber que dois objectivos foram cumpridos pela elite maligna que governa ocultamente o mundo: o passaporte digital e a “vacinação” massiva. 

É também evidente que estes dois objectivos fazem parte de uma espécie de xeque-mate global à humanidade, como instrumentos fundamentais da instauração de uma ditadura sanitária mundial, com a finalidade de escravizar definitivamente o ser humano, no seu corpo e na sua alma. As injecções covidianas foram concebidas como uma terapia experimental para o controlo definitivo da raça humana através de alterações profundas na biologia humana. A alma e o corpo são visados pelos nossos inimigos, afinal de contas o ser humano consiste nessa união entre a alma e o corpo, na qual a alma “chefia” e aprende, pela doutrina católica, a respeitar e submeter o corpo, sempre com vista à maior glória de Deus.

O espectáculo pandémico montado pelos meios de comunicação, pelas instituições científicas globais serviu para instaurar o medo e a desconfiança, para justificar o caos. Algumas pessoas podem ter adoecido, vítimas de irradiação, como expliquei em artigos anteriores; outras, que se dirigiram aos hospitais podem ter morrido vítimas de entubação injustificada e de medicamentos antivirais como o remdesivir, que tecnicamente não são mais do que o veneno da cobra-rei, injectado em todos os hospitais, incluindo nos hospitais portugueses. Quem tiver dúvidas sobre este assunto, aconselho que faça as suas próprias pesquisas na Internet.

De agora em diante, assistiremos à destruição progressiva da sociedade sob vários pretextos: pandemias cada vez mais mortíferas, em resultado da “vacinação” massiva; crise económica e fim do dinheiro físico, acabando com a liberdade que lhe é inerente; emergências climáticas capazes de justificar novos confinamentos, à medida que se tornam indisfarçáveis as alterações climáticas que acompanham a inversão magnética, segundo explanei em artigos anteriores.

No meio de todo este caos, as pessoas encontar-se-ão cada vez mais fracas e doentes pois as maleitas de cada um vão sendo agravadas pela “vacinação”, que promove um estado inflamatório generalizado no organismo, levando assim ao agravamento das patologias individuais, mas com particular ênfase para a patologia cardíaca, oncológica e imunitária. As sequelas, por vezes, não são imediatas. Por isso, se ninguém alertar o seu próximo, por um acto cristão de caridade, muitas pessoas nunca associarão as sequelas às “vacinas”.

No último artigo abordei um pouco as consequências espirituais da “vacina”, porque as há de facto. Recordo, por exemplo, as palavras da Celeste Solum, que trabalhou na FEMA, dizendo ela própria que após a vacinação as pessoas iriam ficar mais susceptíveis ao mundo espiritual, sobretudo às entidades malignas, porque uma substância presente nas vacinas teria “propriedades mágicas”. A que se referiria ela? Hoje acredito que estaria a referir-se ao grafeno, indiscutivelmente presente nas injecções covidianas, tal como comprovado pelo Dr. Campra e divulgado, por exemplo, no site ou canal do Telegram “La Quinta Columna”.

O grafeno é um material novo, que tem causado grande alarde na comunidade científica devido às suas propriedades incríveis: é leve e ultra-resistente, capaz de segurar um avião numa “teia de aranha” de grafeno estendida entre dois prédios, por exemplo. Formado por carbono, o elemento número 6 da Tabela Periódica, organizado em estrutura hexagonal, o que parece ter algo de simbólico. O grafeno faz ressonância com as frequências eletromagnética usadas no 5G, amplificando-as, o que significa que uma pessoa injectada com as injecções covidianas emite mais radiação do que a radiação que sai da antena de telemóvel, pois o grafeno presente no corpo da pessoa vai amplificar o sinal eletromagnético. Deixo a ressalva que apesar de ainda estar a ser implementado o 5G em Portugal, em Espanha o 6 G já está em estado experimental. Para a criação da “Internet dos Corpos”, ou seja, para o controlo completo da funções orgânicas das pessoas a nível mundial, será preciso o 6 ou 7 G. Para lá caminhamos rapidamente.

O grafeno, dizem os especialistas, virá a ser tão frequente como os plásticos são para nós hoje em dia. De facto, já está a ser usado, justificada e injustificadamente em inúmeros produtos, desde dispositivos médicos e dentários, no soro fisiológico, nas anestesias dentárias, em alimentos, em filtros de água, no processamento do leite sem lactose… começa a ser omnipresente. Pela leitura dos factos, parece que o objectivo é contaminar o mais possível o corpo humano com grafeno, pois só assim se consegue o comando do ser humano à distância, através da radiação eletromagnética. Acontece que o organismo humano tem a capacidade de desintoxicar do grafeno, sobretudo se auxiliado por algumas terapias naturais de desintoxicação. Por isso, a “vacinação” terá de ocorrer mais ou menos de 6 em 6 meses. Só assim, asseguram, entre outras coisas, a estabilidade dos níveis de grafeno no sangue. Efectivamente, o grafeno consegue estabelecer uma interface digital com os neurónios, permitindo assim o sabotamento do cérebro humano por meios informáticos. 

Para isso, estão a ser usadas técnicas inovadoras da Biologia Digital, das quais ninguém fala e nas quais ninguém acredita, se ouvissem falar. É que os maçons, nas suas reuniões, dizem que, mais importante do que esconder a verdade é torná-la inverossímel. Infelizmente têm razão.

A Biologia Digital utiliza nanotecnologia, ou seja, tecnologia à escala nanométrica, isto é, faz uso de instrumentos cuja medida é um milionésimo do milímetro. A esta escala é possível por dispositivos inimagináveis a passar por uma agulha. Por exemplo, estão a colocar nano-routers no corpo das pessoas, injectando-o juntamente com o grafeno e outros ingredientes. As pessoas estão, assim, a receber o sinal eletromagnético e a prova disso é que cada pessoa emite um código MAC, tal como sucede com todos os aparelhos smart, que contém um chip capaz de interagir de forma wireless, ou sem fios, com a Internet. Isto pode ser comprovado com qualquer telemóvel que tenha activada a função de identificação de dispositivos bluetooth. Este facto também pode ser comprovado pelas pesquisas particulares do leitor. Sugiro o site C0r0na2Inspect, que tem sido ferozmente acossado em todas as plataformas informáticas, mas cujo trabalho científico permanece irrefutável. Estes cientistas comprovaram mesmo a instalação de nano redes eléctricas no corpo das pessoas através das injecções covidianas.

Através do controlo digital da biologia humana, incluindo o controlo da mente, vamos assistir ao download de informação para o cérebro a substituir a tradicional aprendizagem, será possível o upload de memórias pessoais para a cloud; o controlo artificial das emoções; isto para além da monitorização e controle absoluto de todas as funções orgânicas, como a respiração, os batimentos cardíacos, a digestão, a reprodução.. a panóplia de possibilidades é quase inesgotável.

Para além do grafeno e da nanotecnologia, as injecções covidianas fazem uso de uma técnica nunca antes usada em Biologia, algo que nunca foi usado em humanos, em nenhuma vacina convencional (vacinas essas que aliás, nada trazem de positivo para a saúde das pessoas, antes são uma invenção recente, implementada um Portugal a partir dos anos 60, e com péssimos resultados, já que a erradicação das doenças a nível mundial em nada se deve às vacinas, embora não possa agora divergir para este outro assunto).

Enquanto que as vacinas convencionais introduzem o antigénio no corpo das pessoas a fim de produzir uma memória imunitária em relação àquele agente específico, as injecções covidianas fazem com que as células do corpo humano produzam, elas próprias, o antigénio que vai induzir a resposta imunitária. Se os vírus existissem, (e como vimos em artigos anteriores, não existem, são antes exossomas, que são morfologicamente idênticos aos vírus) diríamos que em vez de as injecções covidianas introduzirem o “vírus”, ou parte dele, no organismo, desta vez fizeram com que as células do organismo produzam uma parte do vírus de modo a desencadear a resposta imunitária. Assim, é gerada uma inflamação constante em relação a algo que está a ser continuamente produzido pelas células humanas. Ora, esta é a definição de uma doença auto-imune. Esta “vacina” anti-covid baseia a sua acção na indução da auto-imunidade que consiste no ataque desenfreado do sistema imunitário contra um órgão, um tecido ou uma estrutura do próprio organismo.

Mas os problemas não ficam por aqui. Como é que se consegue induzir uma célula a produzir algo de forma contínua? “Pirateando” o seu “órgão de comando central” o núcleo celular, essa estrutura resguardada com uma dupla membrana e que encerra o DNA, o código da vida, que encerra toda a informação genética hereditária. Essa molécula fascinante e misteriosa, em cujas cadeias as ligações químicas se estabelecem segundo uma sequência numérica, cuja tradução alfabética reproduz o nome de Deus em hebraico.

Assim, as injecções covidianas usam a tecnologia do mRNA para introduzir informação no nossos material genético; uma marca usa mesmo a molécula de DNA, que é introduzida no nosso próprio DNA. Desta forma, e segundo as informações da Dr. Carrie Madej, o nosso DNA, que traz em si a “assinatura” do Criador vai passar a expressar, usando o seu código de quatro “letras” que são as bases azotadas, verdadeiras blasfémias ou o nome do proprietário. Sim, o nome do proprietário. Recentemente, um tribunal dos Estados Unidos tornou possível a patente de seres humanos transgénicos, uma vez, que o seu material genético já não é natural. Só o facto de algo ser natural a impede de ser patenteada. Então, milhões de pessoas em todo o mundo estão em vias de perder a sua liberdade, pois estão a ser monitoradas dia e noite, visto que emitem um código MAC que as identifica de forma eletrónica, e poderão até ser já propriedade privada.

Acresce que nas injecções covidianas foi também detectada uma criatura aparentemente viva, que permanece por identificar e por compreender, segundo o trabalho da Dr. Carrie Madej e do Dr. Franc Zalewski. Trata-se de uma forma de vida baseada em carbono, alumínio e bromo, ou seja, trata-se de uma forma de vida sintética, artificial pois todas as biomoléculas dos seres vivos naturais se baseiam antes em carbono, oxigénio, hidrogênio e azoto. É uma criatura com três tentáculos, que eclode a partir de ovos, em muito poucos dias quando o líquido injectável é colocado à temperatura ambiente. 

A refrigeração das injecções covidianas justifica-se, pois, tanto quanto se sabe, pela necessidade de estabilizar o grafeno dentro dos frascos visto que este demora alguns meses a organizar-se em redes dentro do corpo das pessoas, à temperatura ambiente. Aconselho a visualização de algumas imagens deste processo obtidas por microscopia, pois é deveras impressionante.  A refrigeração é também importante para manter os ovos desta enigmática criatura aparentemente viva.

Também foram detectados dentro dos frascos das “vacinas” parasitas causadores de malária, o que é insólito porque são organismos quase inexistentes no hemisfério norte, onde supostamente as “vacinas” são produzidas.

Para já, especialistas honestos em todo o mundo, procuram descortinar o complexo conteúdo das injecções covidianas, investigando as inúmeras possibilidades que o Mal dispõe, a partir da profanação da parte mais “sagrada” da nossa biologia- o nosso material genético. É difícil perceber tudo o que a nanotecnologia poderá operar, agora que se conseguiu o impensável, com um número mínimo de mortes. Não, o objectivo não é só matar. Por isso, as “vacinas” inoculadas aos mais novos até já trazem adicionada uma substância habitualmente receitada para evitar problemas cardíacos, como os que muitas vezes decorrem da “vacinação”. O amigo de Klaus Schwab, Yuval Harari e mesmo Elon Musk já se referiram, em vídeos, várias vezes, a esta agenda transhumanista.

Qual será o objectivo final? Que plano diabólico é este? A realidade avança mais depressa do que aquilo que dela se pode compreender. Mas o que já se sabe deve ser divulgado porque todos temos direito à verdade, nomeadamente quando está em causa a última fronteira da nossa privacidade: o nosso corpo.

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