Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

AS GRANDES MARAVILHAS SOBRENATURAIS DOS MISTÉRIOS DA FÉ CATÓLICA

Escutemos o Papa Pio XII, num trecho da sua encíclica “Le Pèlerinage de Lourdes”, promulgada em 2 de Julho de 1957:

«Ainda hoje nos volvemos para o célebre Santuário, que se prepara para acolher nas margens do Gave a multidão dos peregrinos do centenário. Se desde há um século, ardentes súplicas, públicas e privadas, pela intercessão de Maria, ali têm obtido de Deus tantas Graças de cura e de conversão, temos a firme confiança  de  que, neste ano jubilar, Nossa Senhora quererá ainda com largueza corresponder à expectativa dos seus filhos, mas temos, sobretudo, a convicção de que ela nos exorte a recolhermos as lições espirituais das Aparições e a enveredarmos pelos  caminhos que Nossa Senhora, tão claramente, nos traçou.

Essas lições, eco fiel da mensagem evangélica, fazem ressaltar, de maneira impressionante, O CONTRASTE QUE OPÕE OS JUÍZOS DE DEUS À VÃ SABEDORIA DESTE MUNDO. Numa sociedade que não tem muita consciência dos males que a corroem, numa sociedade que vela as suas misérias e as suas injustiças sob aparências prósperas, brilhantes e descuidadas, a Virgem Imaculada, por quem o pecado jamais roçara, manifesta-se a uma menina inocente. Com compaixão maternal, percorre com o olhar este mundo redimido pelo Sangue do Seu Filho, onde, infelizmente, o pecado  faz cada dia mais devastações, e por três vezes lança o seu apelo premente: “PENITÊNCIA! PENITÊNCIA! PENITÊNCIA!”Gestos expressivos são mesmo pedidos: “Ide beijar a terra em penitência pelos pecadores”. Tal como no tempo de São João Baptista, tal como no início do Ministério de Jesus, a mesma injunção, forte e rigorosa, dita aos homens o caminho do regresso a Deus: “ARREPENDEI-VOS!”(Mt 3,2;4,17)). E quem ousaria dizer, que esse apelo à conversão do coração perde, nos nossos dias, a sua actualidade?

Mas poderia a Mãe de Deus vir a seus filhos como mensageira do perdão e da esperança? Já a água lhe jorra aos pés: “Ó vós todos que tendes sede, vinde às águas e recebereis do Senhor a salvação. Àquela fonte, onde, dócil, Bernardete foi a primeira a ir beber e lavar-se, afluirão todas as misérias da alma e do corpo. LÁ FUI, “LAVEI-ME E VI” (Jo9,11), poderá responder, como o cego do Evangelho, o peregrino agradecido. Mas tal como para as turbas, que se comprimiam em volta de Jesus, a cura das chagas físicas ali fica sendo, ao mesmo tempo que um gesto de misericórdia, o sinal do poder que o Filho do Homem tem de perdoar os pecados (Mc 2,10). Junto à gruta bendita, a Virgem nos convida, em Nome do seu Divino Filho, à conversão do coração e à esperança no perdão. ESCUTÁ-LA-EMOS?

E se na sua solicitude, Maria se curva, com alguma predilecção, sobre alguns dos seus filhos, não é, caros filhos e veneráveis irmãos, sobre os pequenos, sobre os pobres, e sobre os doentes, os quais Jesus tanto amou? “Vinde a Mim, vós todos, que estais cansados e onerados, e Eu vos aliviarei”, parece ela dizer com seu Divino Filho (Mt 11,28). Ide a ela, vós, a quem a miséria material esmaga, vós, sem defesa ante os rigores da vida e a indiferença dos homens; ide a ela, vós, a quem ferem os lutos e as provações morais; ide a ela, caros doentes e enfermos, que em Lourdes sois verdadeiramente recebidos e honrados como membros padecentes de Nosso Senhor; ide a ela, e recebei a Paz do coração, a força do dever quotidiano, a alegria do sacrifício oferecido.»

Uma das grandes responsabilidades que impende sobre a grande massa dos maus católicos, daqueles que o são apenas de Baptismo e nominalmente, em todas as épocas e lugares, é o péssimo exemplo que oferecem àqueles que são oficialmente inimigos da Santa Madre Igreja: VENDO ESTES O QUÃO MALVERSADO E DESPREZADO É, POR AQUELES MESMOS QUE SE DIZEM CRENTES, O PATRIMÓNIO DA RELIGIÃO CATÓLICA – MAIS SE OBSTINAM NA IMPIEDADE E NO ÓDIO À SANTA IGREJA.  

A maior tragédia pessoal desses pseudo-católicos é O SEU DESCONHECIMENTO ABSOLUTO E CULPÁVEL DA  MARAVILHOSA LUZ QUE IRRADIA DOS MISTÉRIOS SOBRENATURAIS.

Poderá alguém objectar que é impossível fazer-se luz de um mistério, ou seja de algo que se não compreende, enquanto tal,  ou enquanto se não compreende inteiramente. Mal tal representa o corolário de pensarmos em termos puramente humanos. Efectivamente, um Mistério Sobrenatural, que portanto se relaciona, essencialmente, com a nossa salvação, sendo revelado, e situando-se, fìsicamente, fora do alcance da inteligência humana, NÃO CONTRADIZ JAMAIS ESSA MESMA INTELIGÊNCIA, MAS TRANSCENDE-A, SIM, INFINITAMENTE. Consequentemente, essa deficiente compreensão dos Mistérios é inerente À CONTINGÊNCIA HUMANA – E TAMBÉM ANGÉLICA – FACE À ASSEIDADE DIVINA; A PRIMEIRA NÃO É, NEM PODE SER, O SEU SER; AO PASSO QUE DEUS INFINITO É, E NÃO PODE DEIXAR DE SER, O SEU SER. Daí procede a referida Luz Sobrenatural, precisamente, PORQUE DEUS NOSSO SENHOR, SITUANDO-SE, METAFÌSICAMENTE, INFINITAMENTE ACIMA DA SUA CRIATURA, DELA SE APROXIMA COM GRANDE INTIMIDADE, ONTOLÒGICAMENTE, PELA BONDADE DA REVELAÇÃO, PELA ENCARNAÇÃO, PELA REDENÇÃO, PELA GRAÇA E PELA SACRATÍSSIMA EUCARISTIA.

É neste enquadramento Teológico, que os bons católicos devem haurir, nos Mistérios Sobrenaturais, as maiores maravilhas, QUE NÃO SÃO DESTE MUNDO, porque constituem fonte da única, perene e verdadeira felicidade que é possível na Terra, daquela felicidade que não fatiga, constituindo real penhor da felicidade Eterna no Céu. Os bens da Terra, por mais legítimos que possam ser, chega a um ponto que saturam, exigindo a diversificação de estímulos exteriores; NÃO ASSIM OS BENS CELESTES, QUE MESMO POSSUÍDOS NESTE MUNDO, EM GERME, JÁ INCORPORAM A ETERNIDADE E A ASSEIDADE DAS INEFÁVEIS COISAS DE DEUS.

Alguns argumentarão, que quem perde a Graça Santificante, de alguma forma, se fatigou dos bens celestes. Só que quanto maior for a nossa santidade, mais tendencialmente inamissível ela é. E muitos santos gozaram do privilégio de serem confirmados em Graça, como Santa Bernardete e os próprios pastorinhos de Fátima.

Quem ama Sobrenaturalmente a Deus sobre todas as coisas e ao próximo por amor de Deus, em geral, aborrece tendencialmente as coisas deste mundo, mesmo as legítimas; não por serem moralmente más, MAS PORQUE SÃO TOTALMENTE OFUSCADAS PELO LUME SOBRENATURAL DA GRAÇA DIVINA, DOS DONS DO ESPÍRITO SANTO, DAS VIRTUDES TEOLOGAIS E MORAIS. É que os santos, extasiados com os caminhos da Eternidade, logravam tudo Sobrenaturalizar, até mesmo algumas realidades puramente naturais, mas legítimas, que referimos há pouco. Consequentemente, embora, como mortais, diversificassem necessàriamente o objecto da sua atenção, esses santos assim procediam, MAS SEMPRE, SOBRENATURALMENTE, EM DEUS, COM DEUS E PARA DEUS.

Pode colocar-se a questão de saber se há mistérios na Ordem Natural. Primeiro que tudo, a Humanidade jamais viveu numa Ordem puramente natural; além disso, o conhecimento que filosòficamente podemos possuir dos “Preambula Fidei” nunca será estritamente natural, porque a Graça Medicinal, Preternatural, jamais pode ser excluída, na exacta medida em que possui como missão cicatrizar a ferida na natureza. É possível, contudo, conceber-se a existência, na Ordem Natural, de mistérios em sentido impróprio, fundamentados na contingência da criatura e na Necessidade absoluta da Causa Primeira, bem como de princípios filosóficos e morais imperantes por si mesmos, retirando o seu ser da Verdade inconcussa que é Deus, que É por Si mesmo (Asseidade); tudo conceitos perfeitamente acessíveis à inteligência humana, na Ordem Natural, MAS SEMPRE COM UM RESÍDUO DE MISTÉRIO. Assinale-se que a Ordem Natural que referimos não pode conceber-se jamais como consequência da apostasia da Ordem Sobrenatural, porque desta defecção só pode surgir o anti-natural. 

O grande Mistério apenas surge com a elevação da criatura espiritual à Ordem Sobrenatural, CHAMADA A PARTICIPAR DA NATUREZA DIVINA, DA INTELIGÊNCIA DIVINA, DA SANTIDADE DIVINA, DA VIDA DIVINA DA SANTÍSSIMA TRINDADE. Porque se definirmos mistério como um problema (tudo aquilo que resiste à penetração da inteligência) que implica directamente com os fins do homem, a nível individual e social, então a assunção gratuita e predestinante do estatuto de filhos de Deus consuma-se no maior Mistério da nossa vida sobre a Terra.

O mundo recua e sempre recuou perante os Mistérios Sobrenaturais – QUE O ESMAGAM; PORQUE É CULPÀVELMENTE INCAPAZ DE OS ACOLHER, E ESPIRITUALMENTE INCAPAZ DE OS AMAR.

Exactamente por isso, as seitas do mundo, SENDO A PIOR A SEITA CONCILIAR, QUE É A MAÇONARIA INTERNACIONAL, as falsas religiões do mundo, seja o Islão, sejam os diversos paganismos, eles todos ODEIAM O SOBRENATURAL, E RENEGANDO-O, SUBVERTEM IGUALMENTE A ORDEM NATURAL. Daí o terrenismo hediondo das seitas: O comércio com “deus” de bens pecaminosos; o “milagre” feito espectáculo público; as bençãos aos “casamentos” sodomitas, também já praticada, oficialmente, pela seita conciliar; o denominado “sacerdócio feminino” que  não se pode dizer que exista na seita conciliar, PORQUE ESTA NÃO TEM, EM ABSOLUTO, SACERDÓCIO; a fragmentação e sub-fragmentação das seitas, O QUE DESGRAÇADAMENTE JÁ ACONTECE IGUALMENTE NO MUNDO PRETENSAMENTE FIEL À TRADIÇÃO – FERRETE MONSTRUOSO E INILUDÍVEL DA AUSÊNCIA DE PAPA, AUSÊNCIA DA GRAÇA SANTIFICANTE E PRESENÇA DO DIABO.

O único “mistério” que se pode admitir na seita conciliar é precisamente o da acção de satanás, que agora conclui todo o processo da sua deletéria traição e do seu deicídio através da História, PERMITIDO POR DEUS PARA PROVAÇÃO E MAIOR SANTIFICAÇÃO DOS BONS E PARA CASTIGO DA MALDADE HUMANA.

Será teològicamente correcta a referência a um mistério do mal? Sim, mas só com necessário enquadramento no Bem e na Santidade. Porque Deus Nosso Senhor não quer o mal enquanto tal, apenas o permite para, no conjunto, obter um Bem maior e uma Santidade mais acrisolada. Deus não quis o pecado de Judas em si mesmo e positivamente; mas permitiu-o no quadro global do mundo que efectivamente quis criar, para DELE EXTRAIR A SUA MAIOR GLÓRIA, E SUBORDINADA A ESTA, A SALVAÇÃO DOS ELEITOS.           

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 17 de Junho de 2019 Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

MAIS VALE UM ÚNICO BOM SACERDOTE DO QUE MIL MEDÍOCRES

Escutemos o Papa Pio XI, num trecho da sua encíclica “Ad Catholici Sacerdotii”, promulgada em 20 de Dezembro de 1935:

«Não será difícil, aos olhos vigilantes e experimentados de quem dirige o Seminário, de quem segue e estuda amorosamente, um a um, os jovens a ele confiados e suas inclinações, não será difícil, dizemos, dar-se conta de quem tem, ou não, verdadeira vocação sacerdotal. Esta, como bem sabeis, veneráveis irmãos, mais do que em um sentimento do coração, ou em um atractivo sensível, que às vezes podem faltar, SE REVELA NA RECTA INTENÇÃO DE QUEM ASPIRA AO SACERDÓCIO, unida àquele conjunto de dotes físicos, intelectuais e morais, que o fazem idóneo para tal estado. Quem se dirige ao sacerdócio ùnicamente pelo nobre motivo de consagrar-se ao serviço de Deus e à salvação das almas, e juntamente possui, OU AO MENOS, ESFORÇA-SE POR ADQUIRIR UMA SÓLIDA PIEDADE, UMA PUREZA DE VIDA A TODA A PROVA, UMA CIÊNCIA SUFICIENTE, ESTE MOSTRA QUE FOI CHAMADO POR DEUS AO ESTADO SACERDOTAL. Quem, pelo contrário, incitado talvez por pais mal aconselhados, quisesse abraçar este estado diante da perspectiva de vantagens temporais e terrenas, entrevistas ou esperadas no sacerdócio, COMO OCORRIA MUITO FREQUENTEMENTE NO PASSADO; quem é habitualmente refractário à submissão e disciplina, pouco inclinado à piedade, pouco amante do trabalho e pouco zeloso das almas; quem especialmente está inclinado à sensualidade, e através de uma larga experiência não demonstrou sabê-la vencer; quem não tem aptidões para o estudo, de modo que se lhe possa  fazer ver, de antemão, a impossibilidade de seguir os cursos normais – TODOS ESTES NÃO FORAM FEITOS PARA O SACERDÓCIO! (…)

“Não basta – diz o santo Bispo e Doutor Afonso Maria de Ligório – que o Bispo não conheça nada de mau naquele que se ordena, MAS DEVE ESTAR CERTO DA SUA PROBIDADE POSITIVA.”

“As Ordens Sacras – diz São Tomás de Aquino – exigem prèviamente a santidade, e por isso, o peso das Ordens deve impor-se a paredes, que pela santidade, já estejam dessecadas do humor dos vícios”.

E não se deixem comover, tanto os Bispos como os Superiores Religiosos, pelo temor que esta severidade, necessária, venha a diminuir o número de sacerdotes da Diocese ou do Instituto. O Doutor Angélico, São Tomás, estudou esta dificuldade, e respondeu com sua habitual lucidez e sabedoria:”DEUS NÃO ABANDONA NUNCA A SUA IGREJA, ATÉ AO PONTO QUE SE NÃO ENCONTREM SACERDOTES IDÓNEOS EM NÚMERO SUFICIENTE PARA AS NECESSIDADES DO POVO, SE  SE ACEITAM OS DIGNOS E REPELEM OS INDIGNOS.” Ainda que, como bem observa o santo doutor, referindo quase literalmente as graves palavras do quarto concílio de Latrão: “Se não se pudessem encontrar tantos ministros como os que existem na actualidade, MELHOR SERIA TER POUCOS MINISTROS BONS QUE MUITOS MAUS”.

O primeiro e mais natural jardim onde devem germinar e brotar, quase espontaneamente, as flores do Santuário é sempre a família verdadeira e profundamente cristã. A maior parte dos santos Bispos e sacerdotes, “cujos louvores celebra a Igreja”(Eccl.44,15) devem o começo da sua vocação religiosa e de sua santidade aos exemplos e ensinamentos de um pai cheio de Fé Cristã e de virtude sólida, de uma mãe casta e piedosa, de uma família em cujos membros reinava, com a pureza de costumes, a Caridade de Deus e do próximo.

As excepções a esta regra da Providência são raras e não fazem mais do que confirmar a mesma regra. Quando em uma família, os pais, a exemplo de Tobias e de Sara, pedem a Deus uma numerosa posteridade “na qual se bendiga Eternamente o Nome do Senhor” (Tb 8,9) e a recebem com gratidão, como Dom Celestial, e como precioso depósito, e se esforçam em inculcar aos filhos, desde os mais tenros anos, o santo temor de Deus, a piedade cristã, uma terna devoção a Jesus Sacramentado e à Virgem Imaculada, o respeito e a veneração aos Lugares e às Pessoas Sagradas; quando os filhos vêem nos pais o modelo de uma vida honesta, laboriosa e pia, quando só vêem o amar-se santamente no Senhor, frequentar durante o ano os Sacramentos, obedecer não só às Leis da Igreja sobre a abstinência e o jejum, como também ao espírito da voluntária mortificação cristã, quando os vêem rezar em casa, reunindo em torno de si toda a família, para que a oração em comum se eleve mais ao Céu; quando os vêem compadecer-se das misérias alheias e repartir com os pobres o muito ou o pouco que possuem, é bem difícil que, enquanto tratam todos de imitar os sentimentos paternos, algum dos tais filhos deixe de ouvir o convite do Divino Mestre: “SEGUE-ME E EU FAREI DE TI PESCADOR DE HOMENS” (Mt 4,19).»    

Sabemos bem como a Divina Constituição da Santa Madre Igreja não prevê a impecabilidade – com exclusão também do pecado venial – para ninguém, nem mesmo para o Romano Pontífice. Tal acontece, fundamentalmente, porque Deus Nosso Senhor não governa o mundo mediante milagres, o que,  aliás, seria até contraditório com o conceito de milagre. A ressurreição de um morto é um milagre, porque constitui excepção absoluta, mas a Ressureição Final, estritamente falando, não será um milagre, porque o fenómeno da Ressurreição constituirá a regra geral da Parúsia, a qual se encontra já para além da História. Se Papas e Bispos fossem todos impecáveis, tal seria, até certo ponto, contraditório com a regra geral da Humanidade, que é o pecado. Seria, até certo ponto, uma banalização da santidade, consequentemente, tal implicaria, de certa forma, menos santidade.

Mas entre a impecabilidade estrita e a devassidão habitual há lugar para um ideal de virtude pròpriamente sacerdotal e religiosa, que deve excluir o pecado mortal habitual. Efectivamente, uma alma, habitualmente, em pecado mortal irradia uma aura infernal, a qual, como que refracta essencialmente todo o seu agir e todas as suas palavras. Inclusivamente, e mesmo tendo em conta a Graça de estado, essa ausência de Caridade e de Graça Santificante na alma, pode refractar bastante o exercício da Jurisdição episcopal e religiosa, perturbando mesmo a administração do Sacramento da Penitência. É CLARO QUE REFRACTAR NÃO É SINÓNIMO DE INVALIDAR, MAS SÒMENTE UMA ALTERAÇÃO, MAIS OU MENOS SIGNIFICATIVA, NO RACIOCÍNIO E NO COMPORTAMENTO DOS MINISTROS DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO. Um sacerdote, ou um Bispo em pecado mortal habitual NÃO TEM ESPÍRITO VERDADEIRAMENTE SOBRENATURAL, visto que a Fé informe que possui é deficientemente Sobrenatural. Consequentemente, a privação habitual da Graça Santificante e da Caridade exaure o sacerdote, o Bispo, ou o religioso, da força Sobrenatural absolutamente necessária para combater e sofrer pela Fé. Exactamente por isso, é que no amaldiçoado Vaticano 2, os Bispos da maioria, não maçons, mas também, habitualmente, sem a Graça Santificante e a Caridade, encontravam-se dispostos a votar tudo o que interessasse aos modernistas, tudo o que fosse necessário, para poderem regressar, o mais ràpidamente possível, à sua diocese e à sua zona de conforto.

Além disso, um sacerdote, um Bispo, ou um religioso, habitualmente em pecado mortal, NÃO DISPÕEM DA FORÇA SOBRENATURAL ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIA PARA LUTAR CONTRA GRANDES TENTAÇÕES CONTRA A CASTIDADE E CONTRA A HUMILDADE E SOBRIEDADE DE VIDA.

É, assim, que a entrada no Seminário deve ser barrada a todos aqueles rapazes e homens vividos, porque esses, salvo milagre moral, já não terão emenda. É muito menos penoso para um varão casto manter essa mesma castidade, do que a um carnalão rectificar inteiramente a sua conduta.

Outro aspecto particularmente hediondo, até mais grave que o anterior, porque aniquila pela raiz toda e qualquer actividade pastoral profícua, são a hipocrisia, a soberba e a prepotência. Nosso Senhor anatematizou de tal modo o fariseísmo que o colocou mesmo abaixo da impureza: “Publicanos e prostitutas preceder-vos-ão (aos fariseus) no Reino dos Céus” (Mt 21,31).

O sacerdote soberbo É A NEGAÇÃO EXPRESSA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, POIS FECHA-SE À LUZ SOBRENATURAL DE VERDADE E SANTIDADE QUE IRRADIA DA FACE DE JESUS.

Sabemos bem, como as misérias morais constituem um feixe, de modo que os hábitos maus de alguma forma se exigem uns aos outros, embora com intensidade diferente. Consequentemente, quem é soberbo, quase sempre é também hipócrita e vice-versa. A explanação profunda para tal reside no facto de que a Verdade e o Bem constituem propriedades transcendentais do Ser, as quais, diversificadas pelas vicissitudes do quotidiano, apresentam uma extremamente rígida proporção de todas as virtudes, mais das virtudes Sobrenaturais, porque mais perto da Suprema Unidade Incriada, do que das virtudes naturais;  portanto, a sua privação qualificada pelo mal moral, diversifica-se necessàriamente numa unidade sempre menor que a das virtudes, e que só a dura experiência do quotidiano concreto faz realmente dispersar, desagregando miseràvelmente a unidade do espírito e debilitando extraordinàriamente a liberdade interior, A QUAL DEVE SEMPRE CONSTITUIR UMA FACULDADE DE SE MOVER NA VERDADE E NO BEM; NA ORDEM NATURAL, COM O AUXÍLIO DA GRAÇA MEDICINAL, PRETERNATURAL, E NA ORDEM SOBRENATURAL, COM O AUXÍLIO DA GRAÇA ACTUAL, E NO MEIO PROPORCIONADO PELA GRAÇA SANTIFICANTE, PELAS VIRTUDES TEOLOGAIS E MORAIS, E PELOS DONS DO ESPÍRITO SANTO.      

É conhecido como Monsenhor Lefebvre, sem culpa sua, jamais possuiu a perspicácia necessária para avaliar as qualidades e defeitos dos seminaristas e ordinandos. Sabe-se que sofreu graves desgostos neste campo. O Bispo nestas condições deve saber rodear-se de eclesiásticos de idade madura e reconhecida proficiência no que concerne à apreciação qualificada dos caracteres humanos. Ninguém pode possuir todas as qualidades e desenvolver todos os aspectos da inteligência; MAS A GRAÇA DE DEUS E OS DONS DO ESPÍRITO SANTO INTENSIFICAM EXTRÌNSECAMENTE, DE FORMA NOTÁVEL, A INTELIGÊNCIA NATURAL, E FAZEM-NO DE MODO EXTRAORDINÁRIO, EMBORA NÃO MILAGROSO.

A qualidade é, quase sempre, absolutamente preferível à quantidade. Infelizmente, o próprio Monsenhor Lefebvre reconheceu que no início da Fraternidade São Pio X, naqueles santos entusiasmos da constituição e propagação de uma obra que devia ser, fundamentalmente, de suprimento, haviam sido ordenados homens, que para tal não eram dignos. Já em Dakar, Monsenhor Lefebvre procedera a análogo juízo.

A Santa Madre Igreja começou com doze homens, instruídos primeiramente por Nosso Senhor Jesus Cristo, e ulteriormente, num plano estritamente Sobrenatural, pelo próprio Espírito Santo. Foram, sem dúvida, auxiliados pela ciência infusa, em si mesma não milagrosa, porque ancorada em Dons internos semelhantes aos do Espírito Santo, só que comunicados para edificação da Santa Madre Igreja e não para santificação pessoal. Foram os Apóstolos também auxiliados pelos carismas, que eram dons externos, ordenados à edificação da Santa Igreja, e não internos como a ciência infusa. Estes Dons já implicavam a existência de milagres, em sentido impróprio, ou seja, como o Dom das línguas, realizados pelos Anjos, sob ordens de Deus; mas também em sentido próprio, como as ressurreições, o que só Deus pode realizar.

É certo que hoje a ressurreição qualitativa da Santa Madre Igreja já não se processará com Carismas e com Ciência Infusa, porque esse tempo acabou; actualmente, e no futuro, serão homens com dons naturais e Sobrenaturais muito elevados que serão chamados a plenamente justificar a Santidade, a Indefectibilidade, a Infalibilidade, e em última instância, a Divindade da Mãe Igreja; o que não exclui, bem pelo contrário, a consecução de um verdadeiro milagre moral, necessário para que ressurja, mesmo qualitativamente, uma Instituição completamente reduzida a cinzas na sua face humana e terrena.   

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 13 de Junho de 2019

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

DEUS NOSSO SENHOR COMO NORMA ABSOLUTA DE TODA A OBJECTIVIDADE

Escutemos o Papa Leão XIII, num excerto da sua encíclica “Libertas”, promulgada em 20 de Junho de 1888:

«O princípio de todo o racionalismo é a supremacia da razão humana, QUE RECUSANDO A OBEDIÊNCIA DIVINA À RAZÃO DIVINA E ETERNA, E PRETENDENDO NÃO DEPENDER SENÃO DE SI MESMA, SE ARVORA EM PRINCÍPIO SUPREMO, FONTE E JUIZ DA VERDADE. Tal é a pretensão dos sectários do liberalismo, de que falamos: Não há, na vida prática, nenhum poder Divino ao qual se tenha de obedecer, MAS CADA UM É PARA SI A SUA PRÓPRIA LEI. Daí procede essa moral que se chama independente, e que sob a aparência da liberdade, afastando a vontade da observância dos preceitos Divinos, conduz o homem a uma licença ilimitada.

E o que, finalmente, resulta disso, principalmente nas sociedades humanas, é fácil ver; porque uma vez fixada essa convicção no espírito, a de que ninguém possui autoridade sobre o homem, a consequência é a de que a causa eficiente da comunidade civil e da sociedade deve ser procurada, NÃO NUM PRINCÍPIO EXTERIOR E TRANSCENDENTE AO HOMEM, MAS NA LIVRE VONTADE DE CADA UM; E QUE ALÉM DISSO, O PODER PÚBLICO DIMANARÁ DA MULTIDÃO, COMO DA SUA PRIMEIRA FONTE. Anàlogamente, o que a razão individual é para o indivíduo, a saber, a única lei que regula a vida particular, a razão colectiva deve sê-lo para a colectividade, na ordem dos negócios públicos; daí, dizem os racionalistas, o PODER PERTENCE AO NÚMERO, E AS MAIORIAS CRIAM O DIREITO E O DEVER.

Mas a oposição de tudo isso com a razão ressalta suficientemente do que dissemos. Efectivamente, pretender que não haja nenhum laço entre o homem, ou a sociedade civil, e Deus Criador, e por conseguinte, Supremo Legislador de todas as coisas, repugna absolutamente à natureza, e não sòmente à natureza do homem, mas à de todo o ser criado; pois todo o efeito está necessàriamente unido por algum laço à causa de que procede; e convém a toda a natureza, e pertence à perfeição de cada uma, que permaneça no lugar e no plano que lhe é assinalado pela Ordem Natural, isto é, que o ser inferior se submeta e obedeça àquele que lhe é superior.

Mas tal doutrina comporta ainda o maior dano, tanto ao indivíduo como à sociedade. Realmente, se o homem faz depender, só e ùnicamente, do Juízo da razão humana, o Bem e o mal; O HONESTO E O DESONESTO JÁ NÃO DIFEREM NA REALIDADE, MAS SÒMENTE NA OPINIÃO E NO JUÍZO DE CADA UM – O QUE AGRADA SERÁ PERMITIDO. Desde que se admita semelhante doutrina moral, QUE NÃO BASTA PARA REPRIMIR OU PACIFICAR OS MOVIMENTOS DESORDENADOS DA ALMA, DÁ-SE ACESSO A TODAS AS CORRUPÇÕES DA VIDA. Nos negócios públicos, o poder de governar separa-se do princípio verdadeiro e natural que lhe deu toda a sua força para procurar o bem comum: A Lei que determina o que se deve fazer e o que é necessário evitar é abandonada AOS CAPRICHOS DA MAIORIA, que é o mesmo que preparar o caminho para a dominação tirânica. Quando se repudia o poder de Deus sobre o homem e sobre a sociedade humana, É NATURAL QUE A SOCIEDADE DEIXE DE TER RELIGIÃO, E TUDO O QUE TOCA À MESMA RELIGIÃO VOLVE-SE OBJECTO DA MAIS COMPLETA INDIFERENÇA. ARMADA, POIS, DA IDEIA DE SOBERANIA, A MULTIDÃO FÀCILMENTE ENTRARÁ PELO CAMINHO DA SEDIÇÃO E DAS DESORDENS; E NÃO EXISTINDO JÁ O FREIO DO DEVER E DA CONSCIÊNCIA, NADA MAIS RESTA DO QUE A FORÇA, QUE É BEM FRACA, POR SI SÓ, PARA CONTER AS PAIXÕES POPULARES. Temos a prova disso, nessas lutas, quase diárias, empenhadas contra os socialistas e outras seitas sediciosas que trabalham, há tanto tempo, para destruir o Estado, até aos seus alicerces.»

O terrível cancro lançado pelo protestantismo sobre as sociedades, ampliado que foi pela maçonaria, como desenvolvimento político- estratégico do primeiro, verdadeiro terramoto antropocêntrico, colocou, tendencial, mas firmemente, todos os atributos do Criador na criatura.

O Deísmo, aberração que é consequência da denominada Reforma, o qual nega, obstinadamente, a Revelação e a Santa Providência, logo também a Santíssima Trindade e a Encarnação, termina por considerar “deus” como UM FANTASMA MONSTRUOSO, cuja existência ou não existência não produz qualquer consequência, teórica ou prática, para a vida humana. Mas o simples facto de se negarem os atributos de Deus, mesmo aqueles que estão ao alcance da razão natural, degenera logo na tendência, filosòficamente patológica, de os fazer incorporar sobretudo na humanidade (antropoteísmo) ou também no conjunto do Universo (panteísmo, o qual pode ser estático [Espinosa], ou dinâmico-evolutivo, com fluxo e refluxo emanatista interno [Plotino, Teilhard de Chardin, Karol Wojtyla], ou ainda dialéctico [Hegel]).

A explicação profunda para esta incorporação reside na própria contingência da criatura racional, no sinete metafísico da finitude, avassalando essencialmente a condição humana, quer os homens queiram, quer não. Efectivamente, o selo imposto pelo acto criador exige, metafìsicamente, teològicamente, a contrapartida do reconhecimento, rectamente objectivo, do próprio Criador pela Sua criatura. Caso assim não aconteça, a consequente aberração produzirá uma total subversão na inteligência e na vontade da criatura, que então congeminará outras aberrações comensuráveis com a primeira, como, por exemplo, o politeísmo, o culto dos “extra-terrestres”, dos ídolos do desporto, ou do espectáculo, e o panteísmo. Porque se o selo da contingência não é convenientemente objectivado, CONSAGRARÁ À CRIATURA O QUE DEVIA DEDICAR A DEUS NOSSO SENHOR. E ASSIM, FICARÁ PRIVADO DA ÚNICA E SUPREMA NORMA OBJECTIVA QUE DEVERIA GOVERNAR-LHE A PEREGRINAÇÃO TERRESTRE; ISTO QUER A NÍVEL PESSOAL, QUER A NÍVEL COLECTIVO, NACIONAL E INTERNACIONAL.

Mas foi precisamente esse o amaldiçoado trabalho do Vaticano 2 e de todo o pós-concílio, e é, hoje, também a tarefa da ex-fraternidade: SUBVERTER ESSENCIALMENTE A OBJECTIVIDADE METAFÍSICA E TEOLÓGICA DO SINETE DA CONTINGÊNCIA. Exactamente, porque a proclamação do princípio da liberdade religiosa constitui uma tentativa de sonegação da condição dependente de criatura, da sua intrínseca limitação, quer ontológica, quer moral, pelo simples facto de que a criatura NÃO É, NEM PODE SER, O SEU SER. O problema é que toda a impiedade julga, de alguma forma, poder facultar à criatura A PROPRIEDADE DE SI MESMA. Ora, nós não somos proprietários nem do nosso próprio corpo, dele sendo apenas os usufrutuários; e o usufrutuário é obrigado a usar do usufruto RESPEITANDO RIGOROSAMENTE A SUA NATUREZA, AS SUAS LEIS, BEM COMO AS SUAS FINALIDADES. No que concerne ao Género Humano, a sua natureza, as suas leis, bem como as suas finalidades são conhecidas pela Revelação, com a máxima e absoluta fidelidade.

A Constituição Apostólica “Dei Filius”, emanada do Sagrado Concílio Vaticano I, certifica-nos com a Autoridade do Magistério Extraordinário da Santa Madre Igreja, também fundamentado em São Tomás de Aquino, que muito embora os “Preambula Fidei”, como a existência, ou melhor, o Ser de Deus, Sua Natureza e Atributos, bem como a espiritualidade e imortalidade da alma humana, possam,  FÌSICAMENTE, ser conhecidos com segurança pela inteligência humana; do ponto de vista MORAL, seriam muito difíceis, ou mesmo impossíveis, de ser alcançados pela grande maioria da humanidade, entrando até em linha de conta com as trágicas consequências do pecado original. Neste quadro conceptual, a Revelação Sobrenatural de Verdades em si mesmas atingíveis pela inteligência humana, apresenta-se-nos como extremamente conveniente.

Mesmo assim, mesmo com a Revelação Sobrenatural, o espectáculo oferecido pela História da Humanidade é verdadeiramente lúgubre: Só uma pequena parte da Humanidade professou, ao longo dos séculos, a Fé Católica, e mesmo assim, noventa e nove por cento destes professou-a apenas nominalmente e por mimetismo social – SÃO MISTÉRIOS DA PROVIDÊNCIA E DA PREDESTINAÇÃO!

COMO É QUE É POSSÍVEL QUE A ESMAGADORA MAIORIA DA HUMANIDADE DESCONHEÇA INTEIRAMENTE QUE A “ABALEIDADE” ISTO É: A REALIDADE DO HOMEM NÃO POSSUIR EM SI A RAZÃO DO SEU SER; EXIGE METAFÌSICAMENTE A “ASSEIDADE”, ISTO É: A REALIDADE DE DEUS UNO E TRINO POSSUIR EM SI A RAZÃO DO SEU SER. E Quem possui em Si mesmo a razão do Seu Ser, possui a razão de tudo, a começar no Anjo e no homem. Toda a legítima hierarquia de objectividades tem de ser aferida pela objectividade Absoluta e Incriada.

Esta asserção deve ser produzida, porque não é suficiente um conceito aberrante de Deus, como um fantasma, ou como uma entidade físico-matemática. Ora, a experiência prova-nos que a esmagadora maioria mesmo daqueles que não são mimético-nominalistas, tais como as pessoas mais cultas, nutrem um conceito de Deus realmente monstruoso. São pessoas muito cultas segundo o mundo, mas totalmente analfabetos nas coisas de Deus Nosso Senhor.

Os amaldiçoados chefes da ex-fraternidade, outorgando validade e respeitabilidade a uma seita ateia e sodomita, obliterando a objectividade, e o alcance político e social, da Verdade e da Santidade, lança clero e fiéis, aceleradamente, no agnosticismo e no ateísmo, que é o que a maçonaria quer.

Rezemos para que cada vez mais sacerdotes da ex-Fraternidade concluam que estão sendo miseràvelmente enganados pela maçonaria, usurpadora das chefias da dita Fraternidade, e ferventes de coragem, DENUNCIEM PÙBLICAMENTE ESSA SITUAÇÃO, RECONQUISTANTO, SE POSSÍVEL, O CONTROLE DA MESMA FRATERNIDADE.                 

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 9 de Junho de 2019

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

SEM NOSSO SENHOR JESUS CRISTO NÃO VALE A PENA VIVER

Escutemos o Papa Leão XIII, na sua encíclica “Inscrutabili Dei Consilio”, promulgada em 21 de Abril de 1878:

«Com efeito, desde os primórdios do nosso Pontificado, apresenta-se ao nosso olhar o triste espectáculo dos males, que de toda a parte, afligem o Género Humano: Esta tão UNIVERSAL SUBVERSÃO DOS PRINCÍPIOS, DOS QUAIS, COMO DE FUNDAMENTO, É SUSTENTADA A ORDEM SOCIAL; A TEIMOSIA DAS INTELIGÊNCIAS INTOLERANTES A TODA SUBMISSÃO LEGÍTIMA; O FOMENTO PERENE ÀS DISCÓRDIAS, DAS QUAIS SURGEM AS CONTENDAS INTESTINAS, E AS GUERRAS CRUÉIS E SANGRENTAS; O DESPREZO A TODA A LEI DE MORALIDADE E JUSTIÇA; A COBIÇA INSACIÁVEL DOS BENS CADUCOS E O MENOSPREZO DOS BENS ETERNOS, ESTIMULA O LOUCO FUROR QUE LEVA TANTOS INFELIZES A PROCURAR A MORTE; A ADMINISTRAÇÃO INCONSIDERADA, O ESBANJAMENTO,  A MALVERSAÇÃO DOS BENS PÚBLICOS; E ATÉ A IMPUDÊNCIA DAQUELES QUE COM PÉRFIDO ENGANO QUEREM SER TIDOS COMO DEFENSORES DA PÁTRIA, DA LIBERDADE E DE TODO O DIREITO; ENFIM, AQUELE MAL ESTAR LETAL QUE SERPENTEIA ENTRE AS FIBRAS MAIS RECÔNDITAS DA SOCIEDADE HUMANA, TORNA-A INQUIETA E AMEAÇA ENVOLVÊ-LA NUMA CATÁSTROFE TERRIFICANTE.

A causa principal de tantos males, encontra-se, estamos disso convencidos, no desprezo e na recusa daquela santa e augustíssima autoridade da Igreja que, em Nome de Deus, preside ao Género Humano e é vingadora e tutela de todo o poder legítimo. Os inimigos de toda a ordem pública, conhecendo perfeitamente isso,  não encontraram meio mais odiento para abalar seus fundamentos do que atacar constantemente a Igreja de Deus, aversando-a com calúnias injuriosas, como se ela se opusesse à verdadeira civilização, e enfraquecendo cada vez mais, com novos ferimentos, a sua autoridade e força, e abatendo o  poder supremo do Pontificado Romano, guarda e vingador sobre a Terra dos Princípios Eternos e Imutáveis da Verdade e da Justiça.

Daí se originaram as leis subversivas da Constituição da Igreja Católica que, com dor imensa, vemos promulgadas em múltiplos estados; daí o desprezo da autoridade Episcopal, bem como os obstáculos ao exercício do Ministério Eclesiástico; a dispersão das famílias religiosas, o confisco dos bens destinados ao sustento dos Ministros da Igreja e dos pobres; a emancipação dos institutos públicos de caridade e beneficência da salutar direcção da Igreja; a liberdade desenfreada do ensino público e da imprensa, ao mesmo tempo que, de toda a forma, se pisoteia e oprime o direito que a Santa Igreja possui de instruir e educar a juventude. E a usurpação do principado civil, que a Providência Divina concedeu, há tantos séculos, ao Romano Pontífice, para poder exercer livremente e sem impedimentos, o poder conferido por Cristo para a salvação Eterna dos povos, não visa a outra coisa.

Quisemos, veneráveis irmãos, apontar-vos este cúmulo funesto de males, não para aumentar em vós a tristeza que essa lastimável condição de coisas procura à vossa alma, mas para que estejais plenamente conscientes da gravidade daquilo que deve ser objecto do nosso ministério e do nosso zelo, e com quanto empenho nos devemos dedicar a defender e tutelar, como podemos, a Igreja de Cristo, e a dignidade do Pontificado Romano, atacadas com calúnias indignas, especialmente nestes tempos calamitosos.»

Todas as inúmeras monstruosidades da História Universal, a começar pelo próprio pecado original, devem ser atribuídas à ausência de conhecimento Sobrenatural do verdadeiro Deus Uno e Trino. Poder-se-á argumentar que Adão e Eva possuíam esse conhecimento e contudo pecaram. Todavia, tal raciocínio é errado, na exacta medida, em que se é verdade que, de princípio, Adão e Eva possuíam um conhecimento privilegiado de Deus, não é menos certo que a sua vontade LUTOU, POSITIVAMENTE, CONTRA ESSE CONHECIMENTO E CONTRA A RESPECTIVA LEI MORAL; UM COMBATE DURO E DIFÍCIL, PORQUE NO PARAÍSO TERRESTRE TUDO DEVIA CONDUZIR, FÁCIL E ESPONTANEAMENTE, À VIRTUDE, E A CADA VEZ MAIOR VIRTUDE.

Os modernistas, a começar por Karol Wojtyla, consideram que Jesus Cristo veio ao mundo para “mostrar o homem ao homem”; porque para os modernistas, e na melhor das hipóteses, Jesus Cristo é apenas “o primeiro crente”, ou seja, um puro homem, mas com uma sensibilidade “religiosa” imanentista tão privilegiada, que lhe era perfeitamente evidente que o homem é, e só pode ser, “deus”, e que “deus” só pode realizar-se, ontològicamente, no próprio homem e pelo homem, o qual não foi criado, mas emana panteísticamente de “deus”. Sabe-se, aliás, que Teilhard de Chardin, o coveiro-mor da Fé Católica, aos dez anos, já adorava o ferro. Todas as pseudo- encíclicas de Karol Wojtyla, tão suicidária e estùpidamente louvadas pelos ditos conservadores, convergem para este ponto da identificação final entre “deus” e o homem, ainda que com notáveis (e perigosíssimas) aparências cristãs. São, aliás, essas aparências subliminais que tornam Karol Wojtyla (João Paulo II) pior do que Bergoglio.

Quando Karol Wojtyla foi aluno do Padre Reginaldo Garrigou-Lagrange (1877-1964), grande teólogo, combatente anti-modernista e grande místico, este censurava-lhe a incapacidade de conceber objectivamente a Deus. Pena foi que Wojtyla não tenha sido imediatamente excluído, não só das Ordens, mas da própria Igreja.

Na realidade, Nosso Senhor Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, veio ao mundo, entrou no tempo e na História, como o zénite da Revelação, para revelar aos homens o Mistério da Santíssima Trindade, para consolidar o conhecimento da elevação do Género Humano à Ordem Sobrenatural, e para aprimorar nos homens o sentido mais excelso e mais escatológico da sua peregrinação sobre a Terra. Efectivamente, sem a Luz da Verdade, da Santidade e da Eternidade, que brota do Evangelho, a vida sobre a Terra volve-se um túnel de trevas brutais e um vazio tremendo de nada e de absurdo. Nosso Senhor Jesus Cristo não é um salva-vidas, em sentido puramente negativo, para os fracassados deste mundo, não; Nosso Senhor é um Sol Sobrenatural, eminentemente positivo, Cujo Magistério nos assegura que a Sua Lei constitui a única fonte possível de dignidade e de felicidade neste mundo; PORQUE NÓS SOMOS APENAS O QUE FORMOS AOS OLHOS DE DEUS – E É ESSA REALIDADE QUE NOS DEVE CONDUZIR POR ENTRE OS ESCOLHOS DA EXISTÊNCIA.

Os ímpios gostam imenso de apontar os verdadeiros católicos como uns falhados, que para legitimarem o seu naufrágio e a sua incompetência, se tornam religiosos. Porém a realidade é bem outra. Não se nega que certas fatalidades da vida constituam uma espécie da graça natural, que Deus aproveita como condição extrínseca providencial da Graça Sobrenatural, que essa sim, elucida-nos e certifica-nos, com uma elevação que não é deste mundo, para que assimilemos bem a grande verdade de que neste mundo só vale a pena amar e servir, sobrenaturalmente, a Deus Nosso Senhor. Dizia Santa Teresa de Ávila: “Repara bem como os homens mudam e como podemos confiar pouco neles. Agarra-te, pois, a Deus que é imutável, e que jamais te abandonará quando todos te tiverem abandonado.”

As pessoas do mundo ufanam-se de considerar que a mudança, a evolução, a insegurança, constituem prova de inteligência, e que portando o espírito Dogmático é, por definição, atrasado. Muito pelo contrário, sabemos bem que Deus é Imutável, que a Eternidade é intrìnsecamente imutável, porque não tem passado nem futuro. Logo o Princípio fundamental da Fé Católica só pode ser a Imutabilidade, como incoacção à Eternidade já neste mundo. ORA O AMALDIÇOADO VATICANO 2 DESTRUIU, PREMEDITADAMENTE, ESSE PRINCÍPIO DE IMUTABILIDADE, SUBSTITUINDO-O PELA MUTABILIDADE RELATIVISTA, EM QUE QUALQUER VALOR SÓ PODE SUBSISTIR COMO CONDIÇÃO DO PRÓPRIO ANIQUILAMENTO.

Só pode governar bem a sua vida, neste paupérrimo mundo, quem for guiado por princípios imutáveis. Como diziam os filósofos da Antiguidade: “Eu não poderia saber que mudo se não houvesse em mim algo que não muda”. Anàlogamente, se o mundo nos surge na sua mutabilidade contingente, é porque foi criado por Deus Imutável. O fundamento, quer da nossa vida psicológica, que do nosso agir exterior, sendo a Fé Católica, garante o estarmos perfeitamente ancorados em princípios absolutamente imutáveis; que em última análise, POSSUEM EM SI MESMOS A RAZÃO DO SEU SER; e é precisamente aqui que o bom católico TRIUNFA DE FORMA ESMAGADORA, MORALMENTE, SOBRE A MUTABILIDADE RELATIVISTA DO MUNDO, SOBRE O OCEANO NEGRO DE ERROS E DE PECADOS QUE É ESTE MUNDO.

Porque uma coisa é a verificação da RELATIVIDADE DA EXISTÊNCIA, consequência necessária da sua contingência, tal como Deus a quis, criando; outra coisa é O RELATIVISMO DA EXISTÊNCIA SATANICAMENTE PRIVADA DA NECESSÁRIA SOBERANIA DE DEUS UNO E TRINO E DA CRUZ DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO.

O nunca suficientemente amaldiçoado Vaticano 2, foi, depois do pecado original e do repúdio judeu a Nosso Senhor, A TERCEIRA, E ÚLTIMA, MARCA INFAMANTE NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE; MAS COM A SINISTRA E ÚNICA PARTICULARIDADE, DE PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA, PRIVAR O GÉNERO HUMANO DE QUALQUER REFERÊNCIA INSTITUCIONAL À VERDADE E AO BEM.

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 6 de Junho de 2019 Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

THE ENIGMA OF THE FATAL STAR ACCORDING TO POPE GREGORY XVI

«PRM: A chapter by Arai Daniele, from his book ‘Secret of Fatima or Apostasy in Rome’. Translation approved by the author while alive, in 2012.»

Apocalypse 9 (1-3): And the fifth angel sounded the trumpet, and I saw a star fall from heaven upon the earth, and there was given to him the key of the bottomless pit. And he opened the bottomless pit: and the smoke of the pit arose, as the smoke of a great furnace; and the sun and the air were darkened with the smoke of the pit. And from the smoke of the pit there came out locusts upon the earth … Their king was the Angel of the Abyss.

Over the centuries the Divine signs were transmitted to all: to Jews and Ninevites, to kings and slaves, in a secular sequence, from mountain to mountain and from prophet prophet, all in view of the Incarnation of the Word: The Great Sign to guide men in the natural order, which prepares the supernatural one.
Heavenly signs are given to men of good will. If, before the Advent, they announced the Savior, then they continued to remind of Him as Lord of history. The Star of Bethlehem was seen by the wise kings of distant countries as it was seen by the shepherds of the vicinity of the cave. To witness to the greatest Sign and the following signs of the times, Jesus established the Church and the Papacy, the very signs of God’s authority on earth.
The main issue of faith is God’s intervention in life. What else is Revelation, the Incarnation and the Divine institution of the Church? What are the sacraments, miracles and apparitions, but signs of grace, to confirm our faith? The Church of Christ bears witness of His supernatural signs, whereas fake Christs strive to emphasize the “signs of the times” that cater to naturalism of the world and its ‘ephemeral cults’.
We are well in the center of the presented vision, because we are sure that our time too, overwhelmed with evils, has received a signal proportional to them. In fact, a few days before the worst revolution in history, which killed tens of millions and corrupted the mentality of the world due to the errors disseminated by Russia, communism was announced by the Mother of God, pointing out exactly the day and the hour by a cosmic miracle, for anyone willing to understand the importance of the message given to avoid evil; a miracle that was witnessed by a large number of people, even unbelievers and atheists, but this did not convince the Roman Catholic prelates.  In those times, however, in that capital of Christendom a clerical inversion has made inroads that would produce a new “papacy” indifferent to Divine purposes and signs, but dedicated instead to the “signs of the times”, as behoves the “stars” fallen from Heaven to earth!
It is impossible to speak of Angelo Roncalli, who became «Pope» John XXIII, without recalling his decision to hide the third part of that message for our time. The “Third Secret of Fatima”, the great sign for our times, the devastating world wars and the terrible communist revolution in Russia, had signaled a crucial time, and this would be “clearer in 1960.” John XXIII did not say he does not believe that the Secret is a Divine sign, but has censored it in order not to hinder Vatican II, of changes and great openings!
Was thus not prowen to us as that ‘a sign within a sign’ was given to us, before an unprecedented devastation of the Church?
This was demonstrated once and continues today as an undisputable historical fact. Can anyone say that he missed this “sign”? At this point all Catholic attention should have been focused on the person believed to sit on the throne of St. Peter. This did not happen, but instead, this person came to be praised by the mainstream media as the “Good Pope”!
The great “sign”, authenticated by the peerless miracle of the sun, unique in the entire history of the Church, had been eclipsed!

Is it possible to recognize the truely Divine signs and to divorce them from the present reality, as if they had no note of urgency? This is certainly a contradicion, but has happened because the ‘holder’ of the Secret indirectly made it clear that this was not for his time! Clearly, this excuse raises suspicions especially if uttered by one who was steeped in the modernist and Masonic naturalism.
Today one must return to the prophecy authenticated by a great sign.
In this prophecy one can find the supernatural power to uncover the feats that are contrary to the Divine warnings and can only come from the insidious plans paving the way for the Antichrist.
Jesus Christ, however, is a ‘sign of contradiction’ unto the resurrection and the ruin of many (Luke 2, 34), a Divine Sign for the destiny of everybody who has the freedom of conscience to respond with yes or no to His appeal to salvation. Here lies the crucial puzzle of this book: the discarded Divine sign! Can the signs of Providence be ignored with impunity? Make no mistake: this issue is truly universal: if the signal for our times was not properly received by the leaders of the Church to which it was entrusted, this facilitated a deviation pointed out by those who are attracted to the false signs of the times and intend to force upon a disorderly world a new order that makes others to follow the abysmal errors to change the times and laws (Dan. 7, 25).
This disorder in a de-Christianized world does not seem to have troubled the utopian dreams and the ambitions of the modernist Angelo Roncalli. However, since human history proves to be a sequence of continuous alienating rebellions grown and multiplied according to the objectives of the revolution that will culminate in the advent of the Antichrist, we are already in the framework of the Apocalypse, where Marian signs are manifestly present. These have been already manifested in our times, and, at LaSalette, seven decades before the apparitions of Fatima, Our Lady gave the astonishing warning: “Rome will lose faith and will become the seat of the Antichrist”.
The message was about the apostasy, about the Pope who will face the final aversion against raising men to God, but who up to a certain historical moment has hindered the mystery of the iniquity.
The obstacle, or “katechon” according to the Scriptures ([1]), is related to the Divine Law revealed and regulated by religious and civil authority based on the natural order. This


[1]             – The Katéchon: the obstacle that will be eliminated in the end, according to St. Paul (II Ts), for St. Thomas depends on the union with and submission to the Roman Church, seat and centre of the Catholic Faith. As long as society remains faithful to the spiritual Roman Empire, successor of the temporal Roman empire, the Antichrist cannot aepear. This is the barrier and the obstacle. By the grace of God, besides this obstacle in the civil order, there is someone entrusted to uphold it, watching over the principles guiding societies; this guardian is the Pope, Vicar of Jesus Christ. As long as he is recognized, respected, obeyed, the obstacle will subsist, the society will be faithful to the spiritual Roman Empire operating on the grounds of the Catholic Faith. When this guardian, the Pope, is  eliminated, the obstacle disappears and the Antichrist surfaces.

therefore could be identified with the Roman Empire, and later with the Church and her Pope. This was the obstacle that prevented the freedom of disorder and alienating iniquity of the spiritual Christian empire, as St. Thomas said, was the Holy Roman Empire rather than the materialistic empires, which destroy the lives of both souls and nations.
All of this is the consequence of the fall which in the Revelation is the true “original alienation” of the Word of God. One can recognize this decadent clergy, which censored the Third Secret of Fatima, being concerned about religious leaders that should control the mass demonstrations and contributions of millions inspired by the Marian apparitions, but are obfuscating their messages. According to them, Our Lady had appeared only to ask for prayer and penance. With this She would have fulfilled Her role, as the grand inquisitor of Dostojevskij said about Our Lord. Then, it would behoove the high priests to lead the people according to their “signs of the times” revealed perhaps by modern psychology and sociology in synchron with the demands of progress. Is it not precisely this the platform of Vatican II that emptied the churches and multiplied the sects?
Which were then the true signs of the times? Jesus reprehended the Jews who ignored His miracles: “You know how to read the features of the sky and do not know how to distinguish the signs of the times?” (Mt. 16, 4). A heavenly gift is a sign that calls for the attention of the faithful. It has no end in itself, but its end is revealed in the light of the Divine will which is a means for the salvation of souls. This is why the fact, that they recognize a heavenly sign but ignore its Divine purpose because they consider it inconvenient or spurious, is emblematic!
And here a disturbing scenario is revealed to the faithful, because this was the attitude of John XXIII, who will be remembered in the history of the Church for having censored a sign of the times of Divine origin to open the Church to a new “conscience” conformed to the modern democracy.
Behold a great “fall” of religion accompanied by the impressive accumulation of evils of a dechristianized social reality of our times, evils that always have spiritual causes. Yes, because if it is logical that no problem can be solved without treating its cause, our religion teaches that no cause is unrelated to the absolute Cause that was revealed and is being revealed by extraordinary signs in history. Such signs, like Fatima, may seem to be enigmas, but beyond them there are some answers relevant for the Faith.
The book of the Apocalypse, describing the ending of human history, contains encrypted visions and signs for each time period. If these have been revealed, it means that it is meant to be known that they are veiled, and they will only be fully understood as the actual events unfold. The fall of man from the supernatural sphere to the natural world, as he is attracted by seductions to enjoy his own freedom as he pleases, is a danger hidden in the depth of the human soul and is the real drama of all times.
Today, in order to understand where the destination of the current epochal falls, that mark destiny – these are truly of an apocalyptic order – one should resort to a wise interpretation of the dramatic passages of the Holy Book. The magisterial interpretation we will recall here indicates how the cause of the devastating moral horrors of the world that abuses its freedom, is the fatal power of the “key” – that is also the strength of the laws – that open the abyss of iniquity.
This papal exegesis refers to the one that has the key of the legal principles that inculcate false freedom in the consciences, freedom against moral goods: this is the religious power. This seems to be present only in the empty words in this apocalyptic time, since these words no longer influence any human law. This interpretation of the recent past comes exactly from the one who had the pontifical power of the keys. And the term “key” has a fundamental meaning in clarifying the enigma of the Catholic faith.
This is the power of the Pope and the one who refers to the disaster of its disappearance is Pope Gregory XVI, who, in his encyclical “Mirari vos” (08/15/1832) says: “The constraints that used to keep men on the right path having been removed, men, who by their nature are prone to evil are attracted to the precipice, we can truly say that in fact the bottomless pit has been opened, from which St. John saw a smoke coming out that obscured the sun, a smoke from which countless locusts came out to destroy the earth.” This is mentioned in the book of the Apocalypse (9, 1): “And the fifth angel sounded the trumpet, and I saw a star fall from heaven upon the earth, and there was given to him the key of the bottomless pit. And he opened the bottomless pit … “
In the encyclicalMirari vos Pope Gregory XVI complains: “The delusion of religious indifference … by which the soul may achieve eternal salvation by the profession of any faith, conforming to what is just and honest”, ” the most venomous error, that to everyone must be conceded and guaranteed the right to opine, the freedom of conscience, above religion … “. This is the concept of freedom even in the presence of Truth. This seal was ‘broken’ and sanctioned in the realm of the Faith and of conscience proclaimed by Vatican II and since then the Church is open to all dangers the Popes denounced: At this point the ‘star’, a star fallen from heaven is the authority that opened Christianity to the idea of ​religious freedom: a false prophet who opened the City of God to demolition by the world, so that the Christian act of testimony of fidelity and penance were eliminated in favor of a pastoral peace based on justice and peace of the UN!
This is the effect of a policy inspired by a naturalist and agnostic Enlightenment, infesting the world and inducing religious indifference and ecumenical relativism, a real attack on the unity of Divine revelation.
In this way several different religions, even contradictingones, would be divine and God would deceive the believers! This is a blasphemy of the ecumenical kind.
The papal exegesis of Gregory XVI has forseen the abysmal ruin caused by the abuse of freedom in every respect, especially in the field of religion, which is the worst among all, that was continually denounced by the Magisterium of the Church. However, today, everything that was condemned by the Popes, is justified by “religious freedom”, precisely the opposite of what has been defined by the Magisterium, this is done in the name of the very same papal power of the keys meant to fend off the evil; in the name of the katechon of the Bible – while the true Pope, whose power of the Keys was meant to keep “all men on the way of truth” – was actually “eliminated”. His “key” was used to open the abyss and to remove the barriers that contained the false freedom of evil. Thus the sacred text indicates four interdependent facts: 1st – he who opens this abyss by using the key, is certainly not the declared enemy, who is always ready to do it, but he is lacking the power of the fallen star; of the authority that holds the key to the abyss.
2nd – The opening is of the «citadel» of a See that is a holder of the truths that are necessary to maintain order in human life and on the earth.
3rd – This opening corresponds to the use of freedom as a weapon whose explosive ammunition are errors, deception and human iniquitates.
4th – This freedom has a personal and a collective dimension; it is about consciences of individuals and of crowds led by the ideas spread by the media.
In the Book of the Apocalypse and in the Magisterium of the Vicar of Christ one finds the the answers to: 1 – the «star of the key»; 2 – the «bottomless pit», 3 – the meaning of term «opening the pit»; 5th – the personal and collective effect of this «opening».

1 – Who was the star fallen from heaven to earth, and received the key?



To find out who is the ‘star’ in question, it suffices to read the passage of the same book of the Apocalypse that was interpreted by our Lord.
At the beginning of the book we find the words of Christ about the letters to the angels of the seven churches: their bishops. This is explained in the first chapter: “I am the First and the Last. And alive, and was dead, and behold I am living for ever and ever, and have the keys of death and of hell. Write therefore the things which thou hast seen, and which are, and which must be done hereafter. The mystery of the seven stars, which thou sawest in my right hand, and the seven golden candlesticks. The seven stars are the angels of the seven churches. And the seven candlesticks are the seven churches” (Apoc. 1, 17-21).
The Fathers of the Church explained that the symbol ‘star’ is the source of light that shine from heaven and guide high, ie, the spiritual vertex of faith.
The angel of a church is its bishop. This is confirmed in the 8th chapter (10-11) about the four trumpets, when some “stars” fell from heaven to earth wrecking an immense spiritual havoc: “The third angel has sounded the trumpet and a great star fell from heaven, blazing like a torch, and poisoned a third of the rivers and fountains of waters … turned bitter”. Would this be a fiction?
One can not deny the historical reality of the harmful effects of many clerics falling from the spiritual world to the mundane one, an occurence which poisoned the waters of faith in Christianity with heresy. The fall of the spiritual dimension (in its terminal phase), could only be perpetrated in an obscure and hidden fashion, so those who remain faithful must have a full commitment to decipher this, despite the enormity of deceptions of our time! This is the purpose of the Divine signs revealed in the form of extraordinary and arcane secrets, so that “Beware lest any man cheat you by philosophy, and vain deceit; according to the tradition of men, according to the elements of the world, and not according to Christ” (St. Paul warning the Colossians, 2, 8).
The ‘burning stars’ or could be bishops consecrated, but without the key. The bishop that received the power of the key is the Pope! Note, however, that he received this key after falling from Heaven, i.e. divine power, and thus this is a power received later and after he fell to from Heaven. The unavoidable conclusion is that this is an earthly power of forgery.
About the deceits the most serious warning for the end times comes from Jesus: “Take heed that no man seduce you: For many will come in my name saying, I am Christ: and they will seduce many” (Matt. 24: 4).  These are the imposters who in the Name of God, Christ and the Apostles, assume the authority to ensnare people and consciences. Such “others” received as sent by Christ, will use His key to open the Church to the world and the greatest rebellion and tribulation of all time.

2 – What is the “bottomless pit”, and where does one find it in the Apocalypse?
“And I saw an angel coming down from heaven, having the key of the bottomless pit, and a great chain in his hand. And he laid hold on the dragon the old serpent, which is the devil and Satan, and bound him for a thousand years. And he cast him into the bottomless pit, and shut him up, and set a seal upon him, that he should no more seduce the nations, till the thousand years be finished. And after that, he must be loosed a little time. … And when the thousand years shall be finished, Satan shall be loosed out of his prison, and shall go forth, and seduce the nations, which are over the four quarters of the earth, Gog, and Magog, and shall gather them together to battle, the number of whom is as the sand of the sea. And they came upon the breadth of the earth, and encompassed the camp of the saints, and the beloved city. And there came down fire from God out of heaven, and devoured them; and the devil, who seduced them, was cast into the pool of fire and brimstone, where both the beast And the false prophet shall be tormented day and night for ever and ever.” (Ap, 20, 1-10).
Then follows the judgment of nations. And here, many fall into the “millennialism.”
To us a historical allusion suffices: meaning the thousand years that the spiritual empire of the Christian nations prevailed over the allurements of worldly powers, and was placed under the dominion of the laws of Jesus Christ. This was the broad outline of history between the IVth to the XIVth century. From then on began the passion of Christianity, which now reaches its climax of deception by seducing by the utopia of the new world order, following the Enlightenment and ecumenism.
The pit had been sealed to prevent the freedom to seduce people with false beliefs, but was treacherously opened. Who could have done this, if not the false “authority” which opens this citadel coming in the name of the truth and morality of Christ, but updating it according to modern times?

3 – The meaning of open pit: if the Truth of the Word of Jesus had been protected against errors, hatred and deceit, exposing and sealing these under the power of natural and Divine Law, entrusted to the “restrainer” (i.e. the kathecon) presiding his Church, than in this case the ‘opening’ means the freedom to give free course to any interpretation of what has been defined already, to condemn and abolish the civil and religious life, strengthened by the grace stemming from the Worship pleasing to God. This means – to make the long story short – to atribute a “right” to freedom of judging, to determine whether it is right or wrong, everything that was already defined in the Law and Divine Worship of the Citadel.
Pope Gregory XVI says: “From the most contaminated source of indifferentism comes the absurd and erroneous conviction, in fact a delusion, that freedom of conscience must be given and guaranteed to all  (in the external forum), which is the right to freedom enshrined as “law”, to the detriment of the Church and State. Hence it obviously follows that having been removed the seals that contain the arsenal against truth, countless men prone to evil, after the bottomless pit has been open, come out to destroy the earth. (Cf. Apocalypse).
What could be more deadly to the soul than freedom of error? Note that here the Pope did not  allude to visions similar to horror movies, but explained a doctrinal issue of utmost gravity and relevance for human life, individual and social, although symbolically represented; this is the issue of abusing freedom, which in the modern world has become amazingly real because it is implemented in every field: political, moral and religious.

4 – The personal and collective effect of this ‘opening’; an opening to complete freedom, was the emergence of lethal ideologies in the name of that very same liberty of conscience of some to decide about the life of all, as was described when we spoke of Lenin, Hitler, Stalin, Pol Pot and other tyrants, who have imposed the “good” what by the virtue of the freedom of their consciences decided for all. But the worst came when “false Christs and false prophets” and declared that freedom, even in religion – the domain of truth – was a right. It was then that they used the “right” to change the “conscience of the Church”, given by Jesus, the Incarnate Word, according to their own ideas as falsely elevated prelates. In fact, these prelates are “stars” fallen away from the Faith of the revealed Religion, fallen to the earth of faulty sociology; theirs was a belief and the cult of man who turns into god and distinguishes between good and evil “justified” by the obscure “authority” of a clergy who, once fallen from the spiritual realm they receive occult powers and the key to this abyss.

Would this be a fiction? The fact is that, starting from the election of Roncalli, the use of freedom, instead of being contained by the justice and the keys of the Christian principles and law, always confirmed by the See of Peter, has taken a reverse course protecting more the rights of the criminal, the rebel, the offender, than the right of those who respect the law and of judges and of people in power. Individual liberty has been exalted at the expense of the whole order and morals of society. But as these depend on a higher order, religion, one understands the symbolism of St. John and the Pope invoking the apocalyptic prophecy for the end times. The evil abyss of demonic errors and deception is described in the same book of the Apocalypse. What do we say about this tremendous puzzle of modern times? We saw the papal encyclicals with respect to the abuse of freedom. In the past men were submitted to a law whose principles they recognized as being of a divine origin: Natural Law, to which they conformed their life and mentality. Some gnosticism existed but it was purely speculative. One can understand this considering the urge of man to know himself: what is he, where he comes from and what is his ultimate goal?



While explaining certain physical phenomena is said that nature abhors a vacuum, likewise one can also say that human consciousness abhors ignorance of itself. So it will fill that void with explanations of the essential thing as his imagination goes beyond mere science. Hence the advance of ideas derived from a human gnosis, which attempts to answer something that humans yearn to know in order to govern themselves.
This is what Freemasonry attempts to do, that starting from a hidden and esotheric knowledge, belonging to an elite of ‘wise’ people, which pretend to be at the top of the ladder of a mysterious “wisdom” to govern men. But what governs men if the origin and the head of this power are unknown? A legitimate question indeed, if this is the same mysterious of power that attracts people deprived of faith. Doing away with the very idea of God, such powers are to dictate laws and impose a new order without people realizing the advancement of this very obscure process: of a “human knowledge” about what transcends man himself.
Gnostic utopias instill in the mind the presumption of a human ability to define ‘good’ and hence the social ‘order’, based on concepts and ideologies in line with the times; ignoring the origin, the present state and the ultimate end of man, however, they intend to govern the world, inciting a cult of self-evolution. It is the Gnostic and Masonic idea which inculcates in the conscience a sense of power to achieve with the help of his own science and intuitions of initiation the arcane truths. It is the genesis of ideologies that seek to govern social life with hermetical powers and uncertain scientology. Hence come the attacks on revealed faith in a realm where one can identify two irreconcilable positions of thought: the Faith and several Gnosticisms. Therefore one can not be a true Catholic and cultivate ideas and positions that are openly Masonic and illuministic, as it happened in the case of John XXIII and his successors who elaborated a plan to update the conscience of the Church. This plan was the aggiornamento!
With Vatican II they attempted to create a new conscience for the Church, as if she did not already have one, infused by her Master and Founder. And without considering the question of human conscience it is impossible to understand any revolution especially the religious one that has been introduced into the Catholic Church to open and transform her through the “star fallen from heaven to earth”. The Abyss that this “star” opened with the key received on earth, concerns the truth/freedom relation of conscience.
The Conciliar Church is founded following the plan to instill a “new conscience of the Church”! But could the conscience create its own truth as if it had a light of its own of itself and of the world; could it posess the right to choose what should be the true religion, when its light is just a spark of a spiritual soul accountable before the Creator? Is it not true that the conscience should remain subordinated to the knowledge of the revealed good in order to act properly? Without this, how could it make decisions about the moral value of its actions? Could the conscience decide on the reason for its being, its condition in the world, its ultimate goal?
Is there is any authority on earth that can open the doors of the Church to the human right of freedom to judge what the truth is?
However, the “star fallen from Heaven to earth” opened the Church to this freedom!
Who was this star that opened the human conscience to its own freedom regarding transcendent truths? Because it comes down to liberating consciences of the unique truth.  As we said, this star was a bishop. A bishop who after falling from Heaven to earth was given the key.
And the bishop with the power of the keys is the pope!
The question now is how did this opening of the “conscience of the Church” to the new prophets of the “religious freedom” happen.
The purpose of this book is to solve this puzzle by identifying the “fatal star” of apocalyptic times.

All human history is centered around this dilemma: to accept the revealed truth or to make up another, about good or evil, thinking that we have the knowledge and power, “like gods”!  However, no knowledge is more certain for the conscience than its own ignorance and helplessness regarding the realities of life and death.
Conscience must be educated in truth; this is the only way it can become free (John 8, 31). However, the opposite idea has been spread; namely that the very same conscience is the norm of truth; a delusion propagated by modernism, by which Roncalli was saturated with, and magically became pope!
St. Pius X was the pope who fully refuted this mental and religious iniquity with his Encyclical “Pascendi” where he explains: “What is the Church [for modernists]? The birth of the collective conscience! […] Here is the crux of the matter: they equate the divine revelation to conscience”!

Thus, between the time when John XXIII censored the secret, until the time that it has been manipulated by John Paul II, who has started the largest demolition of the Church and the largest devastation of Christendom according to the the declaration of the freedom of conscience so that some may dictate what the “new conscience of the Church” that should guide the consciences of men must be.
The key of the true enigma is in the human conscience
This book is about the “signs of the times”, not in the way the world understands or as John XXIII understood, but as it was taught by Jesus Christ in the Divine Revelation; of supernatural signs, which are essential to guide men through the labyrinth of life. They were never absent. The Scriptures record them, especially for the end times in their last book, the Apocalypse of St. John. Would this be not the case today, while the world is concerned about a hypothetical global warming, that another sign is give to us, a much more real and serious, since it concerns for the survival of the conscience of the whole man, as created by God, and subdued by the ‘collective conscience’ ? Indeed it is so, but this sign remains forgotten because men now have the freedom of choosing their own revelation as a norm of good and evil!
Here lies the real cause of the great religious and civil collapse of our time! Let us stress again the evil deception of such  a “freedom”: this is not a universal freedom of every conscience, but  of some some intellectuals who impose their own vision of a utopia concocted in their minds in view of the ‘common good’; a personal ‘freedom’ above truth, which is meant to be mandatory! On what grounds can they claim this? Their starting point is the idea that if Christianity does not solve the problems of the world, one must invent a system that, following the evolution of modern life, will adjust Christianity to a new awareness!
Therefore the alternative would be to update Christianity to our times!

To recapitulate what we described: historically there are three crucial revolutionary moments of this “freedom of conscience”: – the Protestant Reformation and later the Anglican Revolt, – the liberal Revolution and Enlightenment, which followed, – the ecumenical ‘aggiornamento’ of Vatican II, which completed both in the field of religion. The first one was the replacement of the medieval conscience with the modern conscience, the key figures being Erasmus and Luther who concocted the same idea that ​​truth is entirely contained in the conscience, though having their different ways to state this.
The second revolutionary moment was discussed while describing the crisis of the “enlightment” of the European consciousness, by the historian Paul Hazard; an intention that characterized the history of modern times as it has been related in order to understand the final bid of Vatican II and its modernis prophets. They orchestrated the opening of the bottomless pit, declaring a complete freedom under the name of “freedom of religious conscience,” which at that time followed the plan of aggiornamento.
The devastation in modern society and in the Church
The third revolutionary opening was a consequence of the latest revolutions that claim to be the outgrowth of the very same collective conscience. This is manifested, oddly enough, both in the Communist and the ‘conciliar’ revolution, which pretends to be the revealer of the “new conscience of the Church”.
Here we saw that the silent ‘Conciliar revolution’ has some affinity with the devastating revolution of communism because in both cases the important thing is no longer the personal conscience, created to be raised up to God, but of a collective conscience conceived by the intelligentsia that is liberal or socialist for the society and modernist for religion; claiming that one has a progress inherent to the man, who is finally a grown up and emancipated!

Today we have the final contradiction: if people were more learned and mature to conceive an



enlightened system for the future of mankind, how it happens that now there is no one to turn to for justice and peace? It is enough to see the increasing world disorder to conclude that the revolutions of the Enlightenment, emancipated from the Principles of Faith have failed!

We live in a de-Christianized society, void of real authority.
The corrosive feat that the doctrinal aggiornamento of Vatican II is, the concilium malignantium (cf. Ps. 21), diffusing its poison in every field. The goal is the final humiliation of the Catholic Church with a mea culpa for its bimillennial history, in the name of the Church, but only to cover up and justify the general wickedness. A complete humiliation of Catholic witnesses has been prophesised before: “And their bodies shall lie in the streets of the great city, which is called spiritually, Sodom and Egypt, where their Lord also was crucified” (Apocalypse 11, 8). The great city is Rome, the New Jerusalem, but the other is the same Jerusalem, where Jesus died and where some plan to beat their chest in the name of the Church, as an act of restoring the authority to discern the truth to the Jews; this is the treachery of the third historical alienation, after the original and Jewish alienations, it is the “Christian” one, of the end times!
Another name of this “alienation” is “apostasy”, an event that today, due to the religious freedom declared by Vatican II, seems meaningless. In fact, what religion would be abandoned if each one keeps his own?
Indeed this is precisely this idea that impregnated Rome, the perfidy because of which its present occupants are the greatest enemies of all mankind and especially the Israelites, whom they do not intend to convert, though this is the mission of those consecrated to Jesus Christ (see PRM, 09.04.2010).




Veritati Catholicæ

Non Habemus Papam. Em defesa da verdadeira Igreja Católica. Contra a falsa igreja ecuménica de Mário Bergoglio

Novus Ordo Watch

Fátima e a Paixão da Igreja