Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

O APROFUNDAMENTO DA FÉ TEOLOGAL

theological virtues

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

Escutemos o Papa Leão XIII, em passagens da encíclica “Aeterni Patris”, promulgada a 4 de Agosto de 1879:

«Igualmente, a razão declara que a Doutrina do Evangelho, desde a sua primeira origem,  brilhou por meio de sinais admiráveis, argumentos infalíveis de Verdade segura, e que os que crêem no Evangelho não o fazem imprudentemente como se fossem seguidores de “fábulas subtis” (IPd 1,16), mas sujeitam o intelecto e seu Juízo à Autoridade Divina com obséquio absolutamente razoável. Nem se deve substimar que a razão põe às claras que a Santa Igreja, fundada por Cristo,  como afirmou o Sagrado Concílio Vaticano I:”Pela sua admirável propagação, santidade eminente e fecundidade inexaurível em todo o Bem, pela sua unidade católica e estabilidade inabalável, é em si mesma grande e perene motivo de credibilidade, e testemunho irrefragável da sua Missão Divina”(Constituição Dogmática Dei Filius).

Estabelecidos assim esses fundamentos firmíssimos, requer-se também o uso contínuo e múltiplo da filosofia, para que a Teologia Sagrada tome natureza, forma e carácter de ciência verdadeira. Com efeito, nesta disciplina nobilíssima entre todas as outras, É SUMAMENTE NECESSÁRIO  QUE AS MUITAS E DIVERSAS PARTES DAS DISCIPLINAS CELESTES SE FUNDAM COMO NUM SÓ CORPO, DE FORMA QUE COLOCADAS ORDENADAMENTE NOS SEUS LUGARES E DEDUZIDAS DOS SEUS PRINCÍPIOS, ESTEJAM ENTRE SI EM HARMONIA BELA E ESTREITA; E FINALMENTE QUE TODAS E CADA UMA SEJAM CONFIRMADAS COM ARGUMENTOS PRÓPRIOS E INCONFUTÁVEIS.

Nunca se deve calar ou descuidar do conhecimento mais cuidadoso e amplo das verdades em que cremos, e da inteligência um pouco mais clara, no que for possível, dos mistérios da Fé, que Agostinho e os outros Padres louvaram e se esforçaram por conseguir, e que o próprio Sagrado Concílio Vaticano I julgou frutuosíssima; não há dúvida de que chegam mais larga e fàcilmente a este conhecimento OS QUE À INTEGRIDADE DE VIDA E AO AMOR ARDENTE DA FÉ, acrescentam uma mente erudita nas ciências filosóficas; tanto mais que segundo os ensinamentos do mesmo concílio Vaticano: “A inteligência desses Dogmas se deve conseguir quer da analogia das coisas que se conhecem naturalmente, quer pelo nexo dos mesmos Mistérios entre si e com os Fins últimos do homem.”

Finalmente, pertence à filosofia defender religiosamente as verdades reveladas, e opor-se aos que ousarem confutá-las.

Por isso é grande glória da filosofia ser considerada sustentáculo da Fé e baluarte firme da Religião. “A Doutrina do Salvador – no dizer de São Clemente Alexandrino – é certamente perfeita em si mesma, e não necessita de nenhum auxílio, sendo o Poder e a Sabedoria de Deus. Unindo-se a ela, A FILOSOFIA GREGA NÃO TORNA MAIS FORTE A VERDADE; MAS ENFRAQUECENDO AS ARGUMENTAÇÕES DOS SOFISTAS CONTRA ELA, FOI CHAMADA CERCA DA VINHA E TRINCHEIRA DE DEFESA”. Na verdade, como os inimigos do Nome Católico, querendo combater a Religião, o mais das vezes tomam da filosofia as armas de guerra, assim os defensores da Doutrina Sagrada tomam muitas coisas da filosofia em defesa das verdades reveladas. E não se deve julgar pequeno triunfo para a Fé Cristã, que as armas inimigas custosamente encontradas pela razão humana, para prejudicá-la, sejam fácil e desembaraçadamente rechaçadas pela própria razão. »

 

 

A inteligência humana, quer individual, quer sobretudo na sua progressão ao longo dos séculos, e até mesmo a inteligência angélica, não pode compreender o Infinito, nem na Ordem Natural, nem na Ordem Sobrenatural. Além disso, a inteligência criada não pode exaurir o conhecimento das mesmas realidades criadas; neste campo, quanto mais aprofunda, mais território ontognoseológico se apresenta como inexplorado. O problema torna-se verdadeiramente dramático, quando, como agora, as fronteiras da ciência procuram tocar a essência última da origem e dos limites do Universo, no espaço e no tempo; ou seja, questões que parecem concorrer directamente com a Filosofia e a Religião. Uma coisa é certa: Nem a inteligência angélica mais poderosa possui, ou pode possuir, um conhecimento científico, simultaneamente particular e totalizante, do Universo; PORQUE ESSE, SÓ DEUS! Porque só a Inteligência Incriada possui a chave das Essências. Consequentemente, e ao contrário do que poderia julgar-se: A inteligência contingente e finita NÃO PODE EXAURIR O FINITO.

Uma tal conclusão pode ser inferida a partir da Teologia e da sã filosofia.

Deus Nosso Senhor não pretendeu ensinar ao homem, na Sagrada Escritura e na Sagrada Tradição, a constituição íntima das coisas visíveis; todavia, a partir de premissas Sobrenaturalmente reveladas e premissas concernentes ao conhecimento natural e experimental, podem-se deduzir ou induzir as denominadas conclusões teológicas; a tese acima definida constitui exactamente uma conclusão teológica.

É necessário muito cuidado com as falsas e espectaculares asserções das ciências modernas sobre a evolução da vida na Terra, sobre a idade do Universo, sobre a vida extra-terrestre; porque aqui, quer se queira, quer não, já estamos calcorreando terreno religioso. Se se admite que o Planeta Terra tem quatro biliões de anos, caímos em heresia, pois tal contradiz expressamente a Sagrada Escritura e a Tradição; porque se é certo que Deus Nosso Senhor não pretendeu comunicar aos homens noções científicas, enquanto tais, exprimindo-Se segundo o modo corrente e natural de verbalização – É IRREFUTÁVEL QUE AQUI EXISTE CONTRADIÇÃO FLAGRANTE DA HIPÓTESE CIENTÍFICA COM A VERDADE REVELADA, QUALQUER QUE SEJA O GÉNERO LITERÁRIO EM QUE ESTA SE EXPRIMA, E QUALQUER QUE SEJA O ALCANCE SEMÂNTICO DOS TERMOS. O mesmo se deve afirmar daqueles que defendem a existência de vida inteligente extra- terrestre; pois que a Revelação nos manifesta, nìtidamente, que a Criação, neste ponto, só comporta -Anjos e Homens. Assinale-se que a Santa Madre Igreja sempre ensinou que as maravilhas extra-terrestres do Universo, onde o homem jamais chegará, não foram criadas inùtilmente, pois que os Anjos as contemplam, através das espécies inteligíveis infusas, concriadas com eles, e que são representativas do Universo físico.

Existem pois limites metafísicos para o aprofundamento da realidade científica.

E a Fé Teologal, também possuirá limites?

Recordemos o que já foi afirmado: A inteligência contingente

não pode compreender o Infinito, NEM MESMO NA ETERNIDADE BEATÍFICA. TAL JAMAIS PODE CONSTITUIR MOTIVO DE PENA POIS É UMA NECESSIDADE METAFÍSICA.

Em termos sintéticos podemos afirmar QUE A MEDIDA DO APROFUNDAMENTO MERITÓRIO DA FÉ É A SANTIDADE. A MEDIDA DO APROFUNDAMENTO INSTITUCIONAL NORMATIVO DA FÉ É A CÁTEDRA DE SÃO PEDRO. POR SUA VEZ, A ASCENSÃO DA ALMA NOS CAMINHOS DA SANTIDADE SÓ É POSSÍVEL NA SUBMISSÃO PLENA AO MAGISTÉRIO PETRINO.

É conhecido como a Fé informe é imperfeitamente Sobrenatural, mas é verdadeira Fé, embora não conduza à Salvação Eterna. Sòmente a Graça Santificante, que é um Hábito Sobrenatural Entitativo, e a Caridade, que é um Hábito Sobrenatural operativo, sòmente estas realidades FORMAM VERDADEIRAMENTE A FÉ, E ELEVAM A ALMA À PARTICIPAÇÃO NA NATUREZA DIVINA, NA INTELIGÊNCIA DIVINA, NA SANTIDADE DIVINA. Por sua vez, os Dons do Espírito Santo aperfeiçoam as Virtudes Teologais e Morais, contribuindo imensíssimo para a nossa santificação.

Evidentemente que todos os Bens sobrenaturais são tão absolutamente necessários à salvação, como são absolutamente gratuitos.

O aprofundamento da Fé, é, e só pode ser perfeitamente homogéneo, sempre segundo o mesmo Princípio, o mesmo sentido, e a mesma expressão. Não é só o Dogma que não muda, nem pode mudar, É TAMBÉM O SEU ENUNCIADO, seja em que língua for. Exactamente também por isso, a conservação da Língua Latina é indispensável para obter um glossário e uma sintaxe normativa QUE NÃO ESTEJA SUJEITA ÀS VARIAÇÕES DO MUNDO E DA RUA.

Quanto mais aprofundamos a nossa Fé, pela intensificação da Graça Santificante, MAIS PARTICIPAMOS SOBRENATURALMENTE DA NATUREZA DIVINA, DA INTIMIDADE DIVINA, DAS RIQUEZAS INFINITAS DA VERDADE INCRIADA. Mas exactamente por isso, por estarmos tão unidos a Deus, começamos a contemplar este pobre mundo a uma luz totalmente diferente, inacessível, em absoluto, a quem não ama a Deus Nosso Senhor, sobrenaturalmente, sobre todas as coisas.

Mas como foi reafirmado, a santificação da alma só se pode processar sob a soberania da Cátedra de São Pedro. Ora uma das prerrogativas  desta Cátedra de Verdade e de Bem, é precisamente explicitar o Sagrado Depósito de Fé, o qual não sendo susceptível de progresso objectivo, pode e deve, contudo, ser aprofundado no conhecimento que podemos possuir dele.  Evidentemente, o Romano Pontífice socorre-se do trabalho dos teólogos e do conselho dos Cardeais e Bispos, mas ele, e só ele, apoiado na Graça de Deus, bem como na sua Infalibilidade funcional, pode e deve decidir, COMO JUIZ SUPREMO, se uma determinada verdade se encontra, formalmente, contida no Tesouro da Revelação, e em caso positivo, da necessidade ou oportunidade da sua definição. Na exacta medida em que nem todas as verdades de Fé Divina, ou seja, incorporadas na Sagrada Escritura ou na Tradição, são, ou devem ser, também verdades de Fé Católica definida. A maior parte dos episódios Bíblicos são objectivamente revelados, e portanto de Fé Divina, mas não são de Fé Católica, definida ou não. O limbo das crianças é um exemplo de Verdade de Fé Católica, não definida.

A Santificação da alma é uma realidade EMINENTEMENTE OBJECTIVA. Os elementos cognitivos da Fé Teologal, NÃO SÃO DESTE MUNDO, E COMO TAL SÓ NOS PODEM SER COMUNICADOS POR DEUS NOSSO SENHOR. Por mais profunda que seja a Fé Teologal, permanece sempre transcendentalmente vinculada à Revelação Sobrenatural e ao Magistério da Santa Madre Igreja cujo orgão supremo é a Cátedra de São Pedro. Deste quadro conceptual se infere que os elementos cognitivos da Fé Teologal, enquanto é Sobrenatural, superam infinitamente as coordenadas da inteligência e da cultura puramente humana e terrena.

O aprofundamento da filosofia tomista, como filosofia da verdade e do Bem, edificada pelo lume natural da inteligência humana, EXTRÌNSECAMENTE AUXILIADA PELO ORGANISMO SOBRENATURAL, só pode verdadeiramente conseguir-se em plena homogeneidade, também extrínseca, com o aprofundamento da Fé operado nos caminhos da Santidade. São Tomás, além de grande teólogo, foi também um grande filósofo – PORQUE FOI ACIMA DE TUDO UM GRANDE SANTO.

Alguns santos, como Santo Afonso Rodriguez (1526-1617), possuíam poucos estudos, segundo os padrões do mundo, e mesmo segundo os padrões eclesiásticos; todavia muitos doutores e bispos acorriam de longe só para o ouvir falar de Deus.

Na realidade, o nosso exame para a Eternidade só incidirá sobre os Bens Sobrenaturais, que comunicados por Deus Nosso Senhor, possam em nós haver frutificado. Sem nunca olvidarmos, QUE ATÉ O CORRESPONDERMOS À GRAÇA TEMOS DE AGRADECER A DEUS.

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 14 de Agosto de 2016

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

 

22 DE AGOSTO  – IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

Coração Imaculado

Depois de ter em plena guerra consagrado o gênero humano ao Imaculado Coração de Maria para o colocar por este modo debaixo da particular proteção da Mãe do Salvador. S. Santidade Pio XII decretou que todos os anos se celebrasse doravante na Igreja inteira uma festa especial em honra do Coração Imaculado no dia 22 de Agosto. Pio XII nesta data designou-lhe como principal intenção pedir, por intercessão da SS. Virgem, a «paz para os povos, liberdade da Igreja, a conversão dos pecadores, o amor da pureza e prática da virtude » (Dec. de 1 de maio de 1941).

MISSA. — Intróito. Hebr. 4, 16  Vamos confiadamente ao trono da graça a pedir misericórdia e encontraremos graça e misericórdia e auxílio oportuno. Sl. 44, 2. Saiu do meu coração uma palavra boa: consagrarei ao rei todo o meu ser. t. Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre e por todos os séculos dos séculos. Amém.

Oração. — Ó Deus eterno e onipotente, que Vos dignastes preparar digna morada para o Espírito Santo no Coração da SS. Virgem, fazei por Vossa misericórdia que, celebrando devotamente a solenidade do Seu Coração Imaculado, vivamos conformes ao Vosso Coração. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho e Senhor nosso, que como Deus que é, convosco vive e reina em unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.

FÁTIMA E A DESCRISTIANIZAÇÃO CAUSADA POR UM CATOLICISMO POSTIÇO

Valinhos

 

Arai Daniele

Neste mês de agosto, Fátima não é lembrada no dia 13, mas no 19. De fato no dia 13 os pastorinhos estavam retidos em Ourém pelo administrador mação Artur de Oliveira Santos que queria ouvir deles o «segredo», ainda que fosse sob ameaças. Nada obteve, mas o fato, que pertence à história de Fátima, pode nos fazer meditar sobre a descristianização galopante, que já então avançava num país de grande tradição católica como Portugal. Por exemplo: o administrador foi de certo batizado e provavelmente casado na Igreja, antes de tornar-se um mação roxo que pôs na sua filha o nome de «Democracia»! Isto consta nas efemérides: 4 de janeiro de 1908 – Em Vila Nova de Ourém, realizou-se o registo civil de baptismo de uma filha de Artur de Oliveira Santos que recebeu o nome de Democracia. Ora, toda a história desse País no século XX é constituída de uma série de atos revolucionários de descristianização. Poderia o Céu não intervir através de Maria a Medianeira de Deus? Pois aí começa o Evento de Fátima.

Há que lembrar, porém, que estas aparições de Nossa Senhora na Cova da Iria e em agosto nos Valinhos, vêm na sequência de outras aparições marianas em vésperas de atos revolucionários contrários à vida e ação da Igreja de Deus. Nesse sentido, Fátima é a aparição culminante das intervenções divinas na história da política moderna, e isto é claro em Portugal, sacudido nesse tempo pelo regicídio de 1908 e o advento da república maçônica e abertamente anticlerical em 1910, iniciando anos de perseguições religiosas e desordens que levaram a Nação ao caos. Este só começou a dissipar-se nos anos da Aparição e depois do assassinato de Sidónio Pais.

Aqui interessa salientar a realidade de uma descristianização que vai muito além do âmbito português; é universal e vai acentuar-se depois da Iª Grande Guerra e disparar depois da 2ª, não só no mundo dito ocidental, mas na mesma Igreja já antes da catástrofe do Vaticano 2. Esta é a história que tentei descrever à luz de Fátima nos meus «Entre Fátima e o Abismo» e mais recentemente em italiano no livro «Nella Profezia di Fatima il Mistero dell’Altra Roma».

A este ponto, é feita a tentativa de descrever uma decadência civil e religiosa que assume dimensões apocalípticas; de fim dos tempos. E tudo enquanto a profecia contida no «Segredo de Fátima» aparece como suspenso, indefinível e indecifrável, apesar de sua clareza singela. Há um vasto mundo católico que não a quer entender, assim como não ousa enfrentar o mal presente que se apresenta nada menos que com o aspecto de uma série de «papas hereges»!

Na data de 1960, que como se apurou pelas memórias da Irmã Lúcia, recentemente publicadas pelo Carmelo de Coimbra, foi pronunciada por Nossa Senhora mesma, um evento decisivo para a Igreja e a Cristandade ficava simbolicamente descrito. Era a «liquidação» do Papa católico, junto a todo o seu séquito fiel; acontecimento «epocal», que não se quer ver.

Esta visão profética foi censurada justamente no seu tempo, isto é quando seria mais clara, e justamente por quem era chamado em causa, pois ocupava a sede do Papa católico abatido. Trata-se de João 23, o modernista filo-mação eleito em 1958 para convocar o infido Vaticano 2 destinado à tentativa de mudar tortuosamente a Doutrina e tudo o mais na Igreja de Deus. É claro que a este ponto, se antes mencionaram-se atos revolucionários de descristianização no mundo, com isto temos a revolução no seio clerical para cobrir a descristianização global.

Falta um aviso profético sobre o maior mal presente?

Segue a pergunta lógica: poderia o Céu não intervir para amparar a fé dos católicos nesse passo de extremo mal, sob o extremo engano de um «papado» contrafeito? Se com Fátima veio esta ajuda, como pode ser que esses «papas» demonstrem um espírito mariano?

Na verdade, não só pode ser abertamente contestado que os clérigos em questão possam alegar verdadeiro espírito mariano, como que já esta falha espiritual disfarçada possa indicar aquela real inimizade na fé lembrada por São Luis Maria Grignion de Montfort revelada pelos «papas conciliares» de João 23, Roncalli, até Jorge Bergoglio, alheios à Tradição, à integridade do mesmo Papado e da Fé professada pura e inalterada desde sempre pela santa Igreja.

Vamos ver o que há de verdade nisto através do espírito de verdadeira devoção a Maria. Inútil iniciar pelos promotores do Vaticano 2, porque este foi abertamente anti-mariano, tendo, para agradar os protestantes, em modo deliberado cancelado o esquema da Mediação de Maria!

Vejamos como pensava Karol Wojtyla, João Paulo 2º, sobre a posição revelada da «Mulher», que sabemos pela Igreja e pela História ser Maria, a Mãe de Jesus Cristo.  De fato, Pio IX, na definição dogmática da Imaculada, mais de uma vez refere-se ao poder da Mulher imaculada sobre Satã; começa por citar Gn 3,15: «Porei inimizade entre ti e a Mulher, entre a tua estirpe e a Sua; Ela pisar-te-á a testa e tu lhe ameaçarás o calcanhar». O Papa lembra-o também na introdução à Bula de definição com as seguintes palavras: “Certamente era conveniente que uma Mãe tão venerável resplendesse sempre ornada do esplendor da santidade mais perfeita, e, imune inteiramente da mancha do pecado original, obtivesse o mais perfeito triunfo sobre a antiga serpente». No fecho da Bula o Papa Pio IX evoca ainda a oposição fundamental, cujo êxito final foi a vitória de Cristo para a salvação dos homens, na qual a Virgem Mãe cooperou; o Papa acentua a luta perene de Cristo revelada na Genesis e a parte de Maria, nova Eva, nela; participando na Encarnação com a sua «mediação materna» e aperfeiçoando-a sob a Cruz, ápice dessa luta, ou seja no coração mesmo do mistério de sua Ora.

Podemos, pois, ver a presença de fundamentos bíblicos no contexto da Imaculada Conceição. Mas isto não foi compartilhado por todos; parece que a Escritura não fala da Imaculada, que é da tradição. Já o cardeal Roberto Belarmino, declarava: “Sob a conceição da Virgem Imaculada, nada temos nas Escrituras, nem mesmo na Tradição”. Contudo, acrescenta, esta doutrina pode ser aceite por todos os fiéis como piedosa e santa na base da Escritura e dos Padres em geral.

João Paulo 2º, diante da alegada falta de fundamento bíblico do Dogma diz, na sua catequese de 29 de maio de 1996, que «para a Igreja do Oriente, a  expressão “cheia de graça” (Lc 1:28) foi interpretada, desde o século VI, no sentido de uma santidade singular que Maria e que para o magistério no chamado Proto-Evangelho de Lucas (Gn 3:15) é indicada uma fonte bíblica da verdade da Imaculada Conceição de Maria, citada também o capítulo 12 do Apocalipse, que fala da “mulher vestida de sol”. A exegese atual concorda em ver nesta mulher a comunidade do povo de Deus […]. Mas junto com a interpretação coletiva, o texto sugere uma afirmação individual […]. A mulher – a comunidade – descrita com a aparência da mulher, Mãe de Jesus.

João Paulo 2º também reitera que a verdade da Imaculada Conceição é classificada como “doutrina revelada por Deus”; em seguida, ao incorporar as palavras de Ineffabilis Deus “, ela deve ser crida firmemente e constantemente por todos os fiéis.” Tudo tradicional? Vejamos isto na sua fala no original italiano.

In cauda venenum

  • «Accanto al racconto lucano dell’Annunciazione, la Tradizione ed il Magistero hanno indicato nel cosiddetto Protovangelo ( Gen 3, 15 ) una fonte scritturale della verità dell’Immacolata Concezione di Maria. Questo testo ha ispirato, a partire dall’antica versione latina: “Ella ti schiaccerà la testa” [ipsa conteret], molte rappresentazioni dell’Immacolata che schiaccia il serpente sotto i suoi piedi.
  • «Abbiamo già avuto modo di ricordare in precedenza come questa versione non corrisponda al testo ebraico, nel quale non è la donna, bensì la sua stirpe, il suo discendente, a calpestare la testa del serpente. Tale testo attribuisce quindi, non a Maria, ma a suo Figlio la vittoria su Satana. Tuttavia, poiché la concezione biblica pone una profonda solidarietà tra il genitore e la sua discendenza, è coerente con il senso originale del passo la rappresentazione dell’Immacolata che schiaccia il serpente, non per virtù propria ma della grazia del Figlio…
  • «L’attuale esegesi converge nel vedere in tale donna la comunità del popolo di Dio, che partorisce nel dolore il Messia risorto. Ma, accanto alla interpretazione collettiva, il testo ne suggerisce una individuale nell’affermazione: “Essa partorirà un figlio maschio, destinato a governare tutte le nazioni con scettro di ferro” (12, 5). Si ammette così, con il riferimento al parto, una certa identificazione della donna vestita di sole con Maria, la donna che ha dato alla luce il Messia. La donna-comunità è descritta infatti con le sembianze della donna-Madre di Gesù.»

No livro da Gênesis, está escrito que vai ser a mulher e sua prole a pisar na cabeça da serpente, inimiga de Deus e dos homens; inimigo que, nos tempos atuais, suscitou uma hidra de muitas cabeças satânicas. A mais feroz impôs a ideologia nascida de erros filosóficos, que se espalhou pelo mundo. Mas a mais enganosa e mortal é aquela que penetrou até o topo da Igreja para abrir as suas portas ao mundo e destruir o rebanho de Cristo com uma pastoral de heresias.

Pio IX na Bula dogmática Ineffabilis Deus sobre a Imaculada Conceição (1854/12/08) interpreta o significado Mariológico Gênesis (3, 15) o Proto-evangelho: “A Santíssima Virgem, foi unida a Jesus Cristo e através de uma ligação extremamente estreita e indissolúvel, estava junto com ele por seus meios a eterna inimiga da serpente cobra venenosa, alcançando um triunfo absoluto sobre ela e, com o pé imaculado, esmagou-lhe a cabeça.” O Papa repete assim a Tradição, não só quanto ao recurso à Virgem Maria, não só para invocar as graças que descem sobre a Igreja através da Mãe de Deus, mas para iluminar o princípio da sabedoria: o da submissão à Vontade divina.

Na exegese ‘conciliar’ de João Paulo 2º de 29.5.96 sobre o texto da Gênese  “… versão que não corresponde ao texto hebraico, no qual não é a Mulher, mas a sua descendência, o seu descendente a pisar a testa da serpente”…

Nesta exegese encontramos pelo menos duas alterações convergentes a uma conclusão de sabor ecumenista. A primeira é a alusão ao texto hebraico cuja concepção bíblica “seria mais esclarecedora que a interpretação dos Papas, representando a Autoridade divina da Igreja, que sempre reconheceram o significado Mariológico deste texto. Em nossa era o Papa Pio XII fez em sua bula dogmática Munificentissimus Deus para a definição da Assunção de Maria Santíssima.

A segunda é que haveria uma interpretação cristológica da Gênesis, que em vez de completar esse sentido Mariológico, o exclui quanto à estirpe da Mulher. Ei-la: a semente da mulher, unida a Cristo por uma ligação muito estreita e indissolúvel, seria a humanidade redimida pelo seu Filho Salvador; união é fixada por toda a eternidade, de modo que os Santos Padres vejam em Maria “a nova Eva estreitamente unida ao novo Adão …” união em uma inimizade comum contra o diabo sedutor e uma vitória total sobre ele. ” (Pio XII, ibid.).

  • Diz João Paulo 2º : «Il parallelo, istituito da Paolo fra Adamo e Cristo, è completato da quello fra Eva e Maria: il ruolo della donna, rilevante nel dramma del peccato, lo è altresì nella redenzione dell’umanità. Sant’Ireneo presenta Maria come la nuova Eva che, con la sua fede e la sua obbedienza, ha controbilanciato l’incredulità e la disobbedienza di Eva. Un tale ruolo nell’economia della salvezza richiede l’assenza di peccato. Era conveniente che come Cristo, nuovo Adamo, anche Maria, nuova Eva, non conoscesse il peccato e fosse così più atta a cooperare alla redenzione. Il peccato, che quale torrente travolge l’umanità, s’arresta dinanzi al Redentore e alla sua fedele Collaboratrice. Con una sostanziale differenza: Cristo è tutto santo in virtù della grazia che nella sua umanità deriva dalla persona divina; Maria è tutta santa in virtù della grazia ricevuta per i meriti del Salvatore.»

A conclusão ecumenista. A este ponto, pode-se perguntar porque fazer pairar sombras sobre a interpretação tradicional da Igreja do texto base para a compreensão da missão de Maria na obra da Redenção? A resposta pode ser obtida considerando a palavra “linhagem”, estirpe (descendentes). Há duas, na verdade: a primeira de Eva, isto é, toda a humanidade; e a segunda de Maria, que é a dos que creem e vão renascer na fé do Redentor, ou seja, os cristãos de sempre. É claro que para uma “nova teologia”, cristãos anônimos, que nem sabem da Fé e de Maria, desfrutam da redenção universal, pois existe apenas uma linhagem, dos filhos da primeira Eva, para eles é garantida, que o saibam e queiram ou não, a vitória na fé sobre o «inimigo», não pela própria virtude, mas pela graça «para todos» de Cristo”. Para a redenção do Pecado original, até a segunda Eva teve que ser preservada, mas o seu benefício seria para todos, seria a «redenção universal» da «Redemptor hominis» e do Vaticano 2. Esta a nova «exegese» que assenta as suas raízes na “nova consciência conciliar”, boa para todas as crenças e até para a mais negra incredulidade.

Vista a tortuosa alteração operada por João Paulo 2º na compreensão da parte de Maria SS. no Mistério da Redenção, não pode admirar que ele tenha querido encampar também para si a posição central de «papa vítima» no Segredo de Fátima; um passo falso que o próprio texto da terceira parte desse Segredo desvenda: a verdadeira vítima foi o Papa católico com todo o seu séquito fiel, que não caem nas tramoias de novos evangelhos, com novas falsas redenções.

Assim, pode-se compreender como a Profecia de Fátima nos defende das mentiras a serviço dessa descristianização final para o qual colabora, um catolicismo invertido admitido por outro… postiço, que mesmo sem querer, o aceita como vindo de um papa herético mas legítimo! Basta ver a posição equívoca de tantos diante de Bergoglio!

Na verdade, continuamos a viver um problema cujo aspecto prático tem dimensão enorme, devido ao aumento da indiferença, da descrença, do oportunismo, de erros e heresias diante da Fé da Igreja. Em breve, devido à apostasia geral. Tudo isso faz com que a solução teológica e canônica – sempre possível em tempos cristãos – parece no nosso impossível, quando, até mesmo ao testemunho público da verdade, de toda a verdade sobre esta falsidade que se vive hoje, são padres a opor-se. No entanto, não pode haver dúvida sobre a necessidade de prestar este testemunho fiel para recorrer a Nosso Senhor. E desde que a Igreja é uma sociedade visível, está aí o testemunho público que deve aumentar em número e lucidez.

E que não se diga faltar para isto o aviso profético sobre o maior mal que é a vacância atual, porque é um fato, o Papado foi abatido e isto é o que está na visão do Segredo de Fátima!

IPOTESI TEOLOGALI SUL PAPA ERETICO D’OSTACOLO ALLA PROMESSA DI FATIMA

valinhos 2

Arai Daniele

Per l’attuale orribile situazione della Chiesa e del mondo Dio offre una soluzione attraverso Maria. Ma spetta agli uomini prima capirla e poi accoglierla. Essa dipende della presenza di un vero Papa, inviato dal Signore. Infatti, nei momenti più cruciali per la vita della Cristianità sulla terra, i Papi hanno giudicato essere giunto il tempo stabilito dalla Provvidenza per proclamare solennemente la posizione privilegiata della Vergine Maria nell’economia della salvezza.

Il Vescovo Antonio de Castro Mayer ricordava l’importanza dei dogmi mariani per affrontare anche le più gravi questioni civili ricorrendo alla mediazione umana più potente presso Dio, quello della Vergine Madre. Perciò riteneva urgente il dogma ancora da proclamare della Mediazione universale di Maria per un’immensa conversione nei nostri tempi. E ecco cosa il maligno sussurra per impedirla in questi tempi: ipotesi teologali!

In realtà, il mondo ha beneficiato negli ultimi duecento anni di apparizioni della Madonna, legate a questa luminosa e fattiva mediazione. Per molti cattolici sembra però che, di fronte ai guai più inenarrabili creati dalle deviazioni del Vaticano 2, la situazione rovinosa della Chiesa renda ormai scaduto il tempo per ricorrere alla luce di certezze dogmatiche ancora da definire.

Eppure, se la Chiesa non ha definito la natura teologica degli interventi offerti dalle apparizioni mariane dei secoli moderni è perché assillata proprio dalla scristianizzazioni i cui effetti esse servivano a ammortizzare con miracoli e nuovi devozioni. Si pensi alla Medaglia miracolosa portata a Rue du Bac a Parigi alla vigilia del governo massonico di Luigi Filippo d’Orleans nel 1830 e la miracolosa conversione del Ratisbonne nel 1842 a Roma. Il fatto è che negli ultimi due secoli gli errori rivoluzionari si sono moltiplicati minando la fede della Chiesa, mentre le sue difese sono state abbattute, specialmente attraverso la rivolu­zione conciliare romana, sotto dei «papi», piuttosto procaci anticristici.

Se l’obiettivo era togliere di mezzo il Papa, abbattendolo nell’animo, e infine nella persona; uccidere il Papato per estinguerne la missione di conversione, essa si dimostra compiuta. Questo piano è stato portato avanti dalla Rivoluzione francese in poi, in un crescendo. Perciò anche gli ausili straordinari dati attraverso la Madonna per impedirlo anticiparono le fasi del piano in un crescendo: a Rue du Bac, a la Salette, a Lourdes e finalmente a Fatima.

Abbiamo visto come le date di Fatima siano mo­menti cruciali di questa lotta: nel 1925, nel 1929 e alla vigilia della II Guerra mondiale (1938), che diede alla Russia sovietica mezzi formidabili per dif­fondere i suoi errori in tutto il mondo e anche nella Chiesa. Il male era troppo grande perché gli uomini lo potessero sconfiggere da soli. Ecco la richiesta della consacrazione presente nel Messaggio di Fatima. Eppure la ragione di tale richiesta non fu purtroppo compresa, e la consacrazione non fu compiuta sotto Pio XI. Quale ragione?

Si deve considerare questa ragione come fu spiegata a Lucia che chiese al Signore perché non convertiva la Russia senza che Sua Santità ne facesse la consacrazione: “Perché voglio che tutta la Mia Chiesa riconosca questa CONSACRAZIONE come un trion­fo del Cuore Immacolato di Maria e così estendere il suo culto e porre a fianco della devozione al Mio Cuore divino, la devozione di quel Cuore Immacolato”. – Ma, mio Dio, il Santo Padre non mi crederà, se Voi stesso non lo muo­verete con una ispirazione speciale. “Il Santo Padre! prega molto per il Santo Padre. Lui la farà, ma sarà tardi! Tuttavia, l’Immacolato Cuore di Maria salverà la Russia. Gli è affidata”. (DOC, p. 415)

Considerando l’ordine delle parole, il trionfo del Cuore Immacolato di Maria è preceduto dal riconoscimento, da parte di tutta la Chiesa, del potere di compiere la Consacrazione voluta da Dio, cioè dalla fede in quest’atto, all’insegna della Volontà divina di convertire la Russia. Si può capire come sia implicito il fatto che la conversione della stessa Chiesa alla fede nell’intervento divino debba precedere la conversione della Russia alla Chiesa cattolica. Se così non fosse il Signore avrebbe richiesto che la Chiesa ricono­scesse il trionfo non nella sua causa: la Fede della Chiesa, ma nel suo effetto: la conversione della Russia.

Nel Messaggio del 13 luglio 1917 la Madonna aveva detto: “Se non si smette di offendere Dio, nel pontificato di Pio Xl, ne comincerà un’altra [guerra] peggiore. Quan­do vedrete una notte illuminata da una luce sconosciuta sappiate che è il gran segno che Dio vi dà: che punirà il mon­do per i suoi delitti, per mezzo della guerra, della fame e delle persecuzioni alla Chiesa e al Santo Padre. Per impe­dirla, verrò a domandare la consacrazio­ne della Russia al mio Cuore Immacola­to e la comunione riparatrice nei primi sabati. Se ascolteranno le mie doman­de, la Russia si convertirà e ci sarà pa­ce; se no, spargerà i suoi errori nel mon­do, suscitando guerre e persecuzioni al­la Chiesa.”

Ebbene, nella notte tra il 25 e il 26 gennaio del 1938, una luce sconosciuta, che superava ogni precedente aurora boreale per le sue dimensioni, infiammò i cieli dell’Europa e anche del Nord Africa, nelle cui latitudini tale fenomeno è estremamente raro. I giornali riportarono l’evento, ma poiché il Messaggio era stato ignorato a Roma, così come la richiesta di consacrazione, non si riconobbe allora in quelle luci sconosciute l’avviso premonitore della Seconda Grande Guerra, che avrebbe devastato l’Europa dal 1939 al 1945.

 

Ora, torniamo alle parole della Madonna che cominciavano con: “se faranno quel che vi dirò … se accoglieranno le Mie richieste… “ esse erano rivolte a chi aveva il potere di adempiere a tali richieste: il Papa, e in particolar modo Pio XI. La menzione di questo nome, inesistente nel ‘17, accentua la precisione della profezia di Fatima quanto all’azione e alla persona che avrebbe potuto evitare la nuova guerra.

Ufficialmente la guerra non è scoppiata al tempo di Pio XI; perciò a qualcuno sembra che il Messaggio racchiuda un errore perché la II Guerra mondiale cominciò qualche mese dopo la sua morte. Si tenga però presente che nel Messaggio si diceva che al suo pontificato era affidata la richiesta risolutrice per evitare la guerra. Quindi si può dire che la ‘causa’ efficiente per evitare la guerra e mantenere la pace rimase inascoltata e allora gli ‘effetti’ della guerra si poterono avverare con quello che per Pio XI significava la guerra: l’occupazione nazista dell’Austria cattolica, con la successiva invasione della Polonia.

Forse Dio non si aspettava dal Papa e dalla Chiesa la fede nella consacrazione richiesta a Fatima? La conversione della Russia, non avverrebbe allora come conseguenza la fede del Papa nell’intervento divino, manifestata in questa sua pubblica e solenne testimonianza? Il principio della conversione non può essere che la fede; una fede che include l’intervento divino secondo il senso cristiano della Storia, che è Storia sacra nelle mani di Dio.

Poiché quest’integra testimonianza dipende dalla vera rappresentanza di Dio in terra ovvero della presenza del vero Vicario di Cristo, la più satanica guerra contro la Chiesa si scatenava per indebolire la volontà del Papa, in vista del suo completo svilimento nella Fede, ossia di una effettiva assenza apostolica. Mentre, al contrario, un suo radioso ristabilimento può avvenire solo nella PRESENZA di chi assume la carica pontificia per eseguire alla lettera il mandato del Signore a Pietro: «Te, una volta convertito, conferma i tuoi fratelli.» PRESENZA che appartiene alla Fede cattolica; È in sé stessa dogmatica, o non è!

Proprio nei momenti più cruciali, Dio manifesta il Suo aiuto attraverso il magistero del Papa, come è registrato dalla storia e ricordato nella Profezia di Fatima, centrata sul Papa. Ecco il trono visibile per manifestare una prova estrema di fede, speranza e carità, con azioni che trascendono ogni potere umano. Ecco perché qui si deve ricordare la richiesta profetica affinché avvenga il miracolo della conversione di gran parte della società umana, che come si legge dal libro della Genesi, avverrà attraverso il potere della Donna; della Sua stirpe.

Oggi la Cristianità vive un momento «terminale» a causa della mancata fede nel Dogma, ma ha ancora disponibile la promessa profetica di Maria Mediatrice a Fatima che annuncia il miracolo finale: “In Portogallo si preserverà sempre il dogma della fede.  Alla fine il Mio Immacolato Cuore trionferà. Il Santo Padre mi consacrerà la Russia, che si convertirà e sarà concesso al mondo un periodo di pace”; parole finali del Segreto di Fatima.

La speranza del Resto fedele è che torni la presenza di un Papa cattolico per eseguire i disegni divini di conversione di un potere civile per una vera pace e la salvezza di molti. Quindi, per i figli fedeli della Chiesa la grande «consegna» riguarda il ritorno del Papa cattolico. Ciò implica che in questi tempi tenebrosi i fedeli s’impegnino più che mai alla rimozione d’ogni ostacolo, che, come si sa, sono sempre prima di tutto sorti dai peccati; indifferenze, noncuranze, inventive e anche menzogne sulle questioni più sacre nello stesso Culto divino.

Sul caso della doverosa «consegna» più cruciale dell’ora presente, riguardante proprio il Pontefice, Vicario di Nostro Signore Gesù Cristo, assente dal 1958, l’articolo precedente parla dell’ostacolo sorto al riconoscimento dell’autentico Papato cattolico a causa della squinternata ipotesi di un «papa eretico» che manterrebbe la legittimità cattolica. Tale «potere» darebbe autorità ad inganni nel Nome del Signore, si fronte a quanti considerano l’eretico un autentico pontefice; «ipotesi» ritenuta ancora da discutere, questione aperta, che certi teologi pure applicano al presente, ai così detti «papi conciliari».

Eppure, quanto la dottrina del Magistero della Chiesa insegna sul delitto di eresia non è semplice “ipotesi teologica”; è Magistero infallibile, di natura divina, alla quale tutti cattolici sono parimenti soggetti, non escluso cui un successore di Pietro (D. S. 3114). Il Canone 188,4 sul delitto pubblico di eresia non è mera “opinione” di un privato, ma è una “noma essendi” dogmatica, che regola tutti i membri della Chiesa cattolica; viene dalla Tradizione, fin dai primi secoli della Chiesa, interpretando il Diritto divino. Da Celestino I a Pio XII il Magistero della Chiesa è lo stesso sulla natura di questo delitto reato e sui suoi effetti naturali “ipso facto” indipendenti da sanzioni canoniche successivamente imposte all’autore del reato: pena la scomunica, la dichiarazione d’infamia, la deposizione pubblica dall’ufficio.

Perciò, molte delle considerazioni sul «papa eretico» come «questione disputata» sono già contrarie al Magistero della Chiesa e purtroppo tale vezzo teologale non è nuovo. Il libro in questione sull’«ipotesi teologica di un papa eretico» segue tale lavorio teologale citando noti teologi anche su questioni già definite dal Magistero di Papa Paolo IV. Sembra che nel farlo sia lecita ogni «ipotesi» che vada oltre quella della possibilità che un papa cada in eresia pubblica.

Dai libri concepiti già lontani dal Magistero dogmatico e canonica della Chiesa si deve guardare il cattolico. Ora, questo lavoro in parte lo fa dal momento che ha per titolo “ipotesi teologica” per il trattamento di “opinioni” di teologi privati, senza riferimento al Magistero trascendente della Chiesa, che è al di sopra di tutte le opinioni private, anche di un papa e di un santo, che non possono rompere la perpetuità del significato della dottrina universale già una volta insegnata dalla Chiesa (Vaticano I – DS 3020). Nessuno può annunciare un altro senso diverso da quello definito (Vaticano I – DS 3043), sotto pena di anatema. Questo anatema è già fin dai tempi di San Martino e il Laterano Sinodo dei 649, XVIII Canon (D. S. 520)

Poiché il libro in questione esprime pure il pensiero dottrinale dei monsignori Castro Mayer e Lefebvre, ogni critica fatta a partire di un errore basilare della impostazione teologica del lavoro potrebbe sembrare fuori posto. In verità questi illustri vescovi, che furono pure teologi di peso, hanno incorso in errori che si trascinano nella vita della Chiesa. Questo è un fatto che si può facilmente vagliare nel dubbio e contraddizioni di entrambi nel modo di affrontare il sommo problema dell’Autorità nella Chiesa; questione ereditata e aggravata dai loro discepoli e successori.

Quale altro può essere questo errore se non ritenere il giudizio sul «papa eretico» che mantiene legittimamente la carica questione discutibile? Viviamo le conseguenze rovinose di simile idea, che contraddice le basi stesse dell’Autorità cattolica come istituita dal Signore. Non per altro chi approvasse un senso eretico su una definizione del Magistero pubblicamente, dopo ammonizioni (Cânon 2315), va considerato esso stesso eretico e, quindi, separato dalla Chiesa a causa della natura del delitto di eresia (Pio XII – Mystici Corporis, D.S. 3803).

Molti distrattamente oggigiorno, a causa di quell’errore antico di mettere sotto il moggio un documento del Magistero del peso della Bolla «Cum ex apostolatus» del Papa Paolo IV, incorrono nella confusione di non capire come in mancanza della sua definizione la questione della giurisdizione legittima nella Chiesa appaia come indecifrabile. Una giurisdizione nulla appaia come «valida»; un eretico pubblico e notorio appaia come inviato del Signore per reggere e insegnare i fedeli con la «dottrina» del Vaticano 2, in chiara opposizione al Diritto divino (1 Cor. 6, 1; Tit. 3, 10-11; Mt. 18, 17; Jo 3, 18; ecc.). La “fede universale, comune a clero e ai laici” (San Nicola I – D. S. 639), è quella stessa di Pio XII, che insegna su chi pecca contro la fede “si separa dalla Chiesa per la natura della suo delitto” (D. S. 3803). E il Diritto Canonico insegna che “lascia qualsiasi carica della Chiesa vacante, sine ulla declaratione, ipso facto, per rinuncia tacita alla carica” (Canon 188.4) .Donde insegna Leone XIII: “È assurdo che presieda nella Chiesa quelli che sono fuori della Chiesa” (Satis cognitum, 37).

Papas fantasmas materialiterIl precetto di Cristo su coloro che non ascoltano il Magistero della Chiesa (Mt 18:17, interpretato da Canon 2315 è applicabile qui a quanti liberamente scelgono ipotesi o tesi che lasciano da parte la norma universale della fede sul delitto di eresia in contrasto col Magistero universale definito solennemente dalla Chiesa.

Se un uomo per essere eletto papa deve essere, per Diritto divino cattolico, come può il deviato pubblico della Fede continuare a presiedere nella Chiesa ed essere riconosciuto suo supremo maestro? San Tommaso ricorda la differenza tra il potere di Ordini, che rimane negli eretici, e il potere di giurisdizione ordinaria che “non rimane negli eretici” (S. T. 2-2, 2, 39, 3). Quindi, il Dottore Angelico insegna, gli eretici: “non hanno questo potere.” Quindi, tutto quanto hanno fatto è nullo: “nihil actum est”. L’azione segue l’essere.

O FRANCISCANISMO BERGOGLIANO É UMA HEDIONDA HIPOCRISIA

franciscanismo bergogliao

 

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

Escutemos o Papa Leão XIII, em passagens da sua encíclica “Auspicato Concessum,”comemorando o sétimo aniversário do nascimento de São Francisco de Assis, promulgada a 17 de Setembro de 1882:

«Jesus Cristo, Redentor do Género Humano, constituia Fonte perene e perpétua de todos os Bens que nos derivam da Misericórdia Divina; Ele próprio, que uma vez salvou a Humanidade, continua a salvá-la em todos os séculos: “Pois não há, debaixo dos Céus, outro Nome dado aos homens pelo qual possamos ser salvos” (Act 4,12).  E se por causa da fraqueza natural e da culpa, o Género Humano vier novamente a cair tão baixo que precise de uma mão vigorosa que o levante, não poderá fazer outra coisa senão recorrer à ajuda de Nosso Senhor Jesus Cristo, na certeza absoluta de que não seria possível encontrar ajuda mais válida e confiável. Pois Seu Poder Divino é tão amplo e forte que é suficiente para afastar todo o perigo e sarar todo o mal. E o remédio virá seguramente desde que a família humana seja reconduzida a professar a Sabedoria Cristã e a observar os preceitos do Evangelho. NAS SITUAÇÕES DE MALES EXTREMOS, A PROVIDÊNCIA DIVINA, ORDINÀRIAMENTE, SUSCITA UM HOMEM, NÃO IGUAL AOS OUTROS, MAS SUMO E EXTRAORDINÁRIO, E LHE CONFIA A TAREFA DE RESTITUIR A SALVAÇÃO À SOCIEDADE. Ora foi isso o que aconteceu ao findar o século XII,  quando Francisco foi escolhido para a grande obra de restauração. (…)

Com efeito, como o Padre Domingos de Gusmão, naqueles mesmos tempos, defendia corajosamente a integridade da Doutrina Católica, e com a Luz da Revelação dissipava os falsos dogmas da heresia; Francisco, secundando o impulso da Graça que o levava a grandes empreendimentos, conseguiu despertar nos cristãos o amor da virtude e chamar de volta à imitação de Cristo homens transviados há muito tempo.

Juntamente com o amor à Cruz, entrou-lhe no coração a mais viva e ardente Caridade, que o levou a querer difundir o Reino de Jesus Cristo sobre a Terra; e a expor-se também, por esse motivo, ao perigo evidente de vida. Ele estendeu essa Caridade a todos os homens, mas os seus preferidos eram os mais miseráveis e esquálidos, de modo tal, que demonstrava deleitar-se sobretudo naqueles deserdados que o mundo soberbo olhava arrepiado. Ao agir assim, foi grandemente benemérito da fraternidade entre os homens, restabelecida e aperfeiçoada por Jesus Cristo, que reuniu o Género Humano numa só família, CONSTITUÍDA SOB O PODER DE UM SÓ DEUS, E PAI DE TODOS.»

 

O Magistério da Santa Madre Igreja sempre ensinou que qualquer verdadeira ascese é impossível sem a Fé, a Esperança e a Caridade Sobrenatural; pode haver actos de heroísmo sem as Virtudes Teologais e Morais Sobrenaturais, isto é, apenas com verdadeiras virtudes naturais; mas não uma vida diuturnamente pautada, formal e integralmente, pela virtude. O celibato sustentado por longo tempo, em particular, É IMPOSSÍVEL, PARA UM HOMEM NORMAL, FUNDAMENTADO APENAS EM VIRTUDES NATURAIS. E se a Santa Mãe Igreja cultivou sempre amorosamente o celibato não foi por considerar o matrimónio um mal menor (o que é heresia) mas sim para que os seus filhos sacerdotes se pudessem dedicar com mais ardor, com mais santidade, às coisas de Deus, bem como às almas que lhes estão confiadas. Aliás, os caminhos da santidade são também possíveis no matrimónio, se os esposos forem AMBOS muito perfeitos, MAS TAL NUNCA SERÁ O MAIS FREQUENTE.

Anàlogamente, quando Nosso Senhor declarou: “Que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino dos Céus” (Mc 10,23-25); não quis condenar os bens terrenos e a sua posse, mas basilarmente ensinar que, depois do pecado original, os homens possuem muito maior propensão para o mal do que para o bem, e em consequência desta miséria moral SÃO INCAPAZES DE GOVERNAR SOBRENATURALMENTE OS BENS CRIADOS. Efectivamente, a experiência demonstra que as riquezas corrompem a alma humana, operando com uma droga, criando adicção, anestesiando para as necessidades do próximo, e desmoralizando homens e mulheres. Como foi dito, O MAL NÃO RESIDE NAS RIQUEZAS EM SI MESMAS, O MAL É EXCLUSIVAMENTE MORAL. Assinale-se ainda que: É impossível, apenas na base das virtudes naturais, permanecer pobre, sem que a própria natureza se revolte, àsperamente, contra essa sua condição. E mais ainda: Se uma ocasião favorável surgir, essa mesma pessoa, baseada sòmente nas virtudes naturais, não resistirá à tentação de apoderar-se do alheio para tentar modificar a sua condição, a menos que um temor puramente servil do castigo a retenha. Exemplos, infelizmente, não faltam.

Neste quadro conceptual, o franciscanismo bergogliano é uma monstruosa fraude, uma farsa sem nome, um escárnio de bradar aos Céus.

Quando não existe temor Sobrenatural a Deus, TODAS AS CONCUPISCÊNCIAS SE INFLAMAM IMEDIATAMENTE EM BUSCA DA SOBERBA DE VIDA. NÃO HÁ, NEM PODE HAVER, FRANCISCANISMO NO ATEÍSMO, OU NO AGNOSTICISMO.

Mas então o comunismo não constitui um exemplo de franciscanismo ateu?

Não, e não porque o comunismo, na prática, nunca se realizou, nem pode realizar. Mesmo que a teoria marxista possa ter sido concebida com alguma seriedade estritamente humana e natural, o próprio Marx poderá ter sido o primeiro a duvidar da exequibilidade do sistema que projectara. Na realidade, o marxismo possui correspondência com a Fé Católica, MAS EM NEGATIVO INFERNAL. O marxismo procura integrar todos os dados da existência proporcionando-lhes uma solução eminentemente cultural e totalizante, A QUAL SUPERARIA O ATEÍSMO, NO DIA EM QUE OS HOMENS NÃO POSSUÍSSEM MAIS, NEM MESMO O CONCEITO DE DEUS, PELA RESOLUÇÃO “ESCATOLÓGICA”DAS CONTRADIÇÕES DA  EXISTÊNCIA HUMANA. O hegelianismo, e depois o marxismo, procuraram sarar a cisão e atomização progressivas do ser e da inteligência operada pelo Renascimento e pela Reforma; FALTAVA-LHES PORÉM A RAZÃO DIVINA, O CONHECIMENTO DO PECADO ORIGINAL, E DA AMARÍSSIMA CONDIÇÃO DESTA HUMANIDADE COMO OCEANO NEGRO DE PECADOS. Evidentemente que o comunismo, aqui considerado como sociedade rigorosamente igualitária, jamais poderia funcionar na prática; o que se verificou foi o surgimento de novas formas de escravização do homem pelo homem, e a erecção de um estado monstruoso, absorvendo os corpos e as almas das pessoas. E as desigualdades continuaram, como hão-de sempre continuar, porque constituem parte integrante da condição humana; mais ainda: Mesmo sem pecado original, uma determinada desigualdade teria de existir sempre, pois tal se insere na definição do homem como animal racional. Como disse Nosso Senhor:”Pobres sempre os tereis convosco, mas a Mim sem sempre Me tereis”(Mt 26,11).

É ÓBVIO QUE BERGOGLIO É COMUNISTA! SÓ QUEM QUER SER CEGO NÃO VÊ. O SEU FRANCISCANISMO É UTILIZADO PARA DISFARÇAR O SEU COMUNISMO. São Francisco nunca foi, nem podia ter sido comunista, pois com dissemos procurou que os homens governassem, rectamente, sobrenaturalmente, os bens criados, o que implica a existência de classes sociais, de ricos e pobres, e da Caridade Sobrenatural a todos unindo num vínculo moral indissolúvel. É certo que São Francisco caiu em certos erros próprios dos principiantes, confundindo voto do pobreza com voto de miséria. Foi o Cardeal Hugolino, mais tarde Papa Gregório IX, que rectificou em São Francisco essas erradas concepções. Mais tarde os Papas tiveram que lutar contra os denominados fratricelos, que já não eram apenas principiantes, mas hereges, pois proibiam inclusive o usufruto de casas e a acumulação de víveres. O Papa João XXII, pela bula “Sancta Romana”, de 30 de Dezembro de 1317, obrigou todos os franciscanos a assumirem a propriedade colectiva das suas próprias casas e outros cómodos. TODOS OS PRINCIPIANTES, INCLUINDO OS SANTOS, TÊM SEMPRE A TENDÊNCIA EM IDENTIFICAR O EXTREMO FORMAL DE UMA VIRTUDE COM O SEU EXTREMO MATERIAL; IGNORANDO QUE A VIDA MORAL SOBRENATURAL CONSTITUI UMA FORMA SUBSTANCIAL EM QUE EXISTE NECESSÁRIA PROPORÇÃO TRANSCENDENTAL ENTRE A MATÉRIA (a acção material) E A FORMA (a intenção formal).

Dizíamos que Bergoglio é comunista, e que portanto ele e seus amigos, toda a seita anti-Cristo, está totalmente sepultada na mais desenfreada concupiscência, a qual é alimentada pelo ouro das instituições que de Direito pertencem à face humana do Corpo Místico, E QUE SENDO POSITIVAMENTE ROUBADO PELA MAÇONARIA INTERNACIONAL, AJUDA A SUSTENTAR A SODOMIA E A VIDA LUXUOSA DOS FALSOS PADRES E FALSOS RELIGIOSOS DA FALSA IGREJA CONCILIAR. A MANUTENÇÃO DO SANTUÁRIO DE FÁTIMA PELA MAÇONARIA INTERNACIONAL, É UM TORPE, UM ASQUEROSO, EXEMPLO DO QUE ACABO DE EXPLANAR.

Não há, não pode haver, verdadeira ascese fora da Graça Santificante, fora das Virtudes Sobrenaturais, Teologais e Morais. Podem existir arremedos, hipocrisias, mentiras, como sempre houve, mesmo entre eclesiásticos, e a pior forma de hipocrisia é a eclesiástica.

Só Nosso Senhor Jesus Cristo constitui o Caminho, a Verdade e a Vida; sòmente n’Ele são destruídas todas as simulações humanas, todas as falsas virtudes, todo o fariseísmo. Não esquecer que Nosso Senhor colocou os fariseus abaixo das prostitutas.

Toda a seita conciliar está condenada ao mais profundo dos Infernos, até mais profundo do que o de Judas Iscariotes, porque este, ao trair o Senhor, não possuía, nem podia possuir, a perspetiva e o Património Teológico e Moral de quase vinte séculos de Doutrina e de Magistério.

Agradeçamos a Deus o vivermos numa época, em que mais do que qualquer outra nestes vinte séculos, somos chamados a dar o supremo testemunho de Nosso Senhor Jesus Cristo, e dos bens infinitamente preciosos da Sua Graça Redentora.

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 9 de Agosto de 2016

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

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