Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

Profissão Perpétua no Carmelo no dia 22 de Agosto

Caros leitores, três postulantes pedem as vossas orações.

FSSPX: um caminho estreito

Brites Anes de Santarém

A partir do final da década de 60, quando Paulo VI promulgou a chamada Missa Nova (1969), que hoje vemos celebrada em todas as igrejas, a Tradição Católica manteve-se devido à posição assumida por Monsenhor Lefebvre, um bispo francês que se opôs frontalmente ao novo rito (designado Novus Ordo) bem como às alterações doutrinais presentes nos documentos emanados do Concílio Vaticano II.

Assumindo uma postura frontal em defesa da Missa Tridentina, celebrada em latim, de costas para o povo, segundo um ritual milenar, canonizado pelo Papa S. Pio V em 1570 na bula Quo Primum Tempore, Monsenhor Lefebvre envolveu-se em negociações com Roma, procurando, em última análise, preservar a Missa Tradicional e a Fé Católica, que estavam naqueles anos a ser completamente redefinidas, enquanto o povo gozava de uma prosperidade nunca antes vista e se admirava com as conquistas da Técnica e da Ciência, aplaudidas acriticamente pela nova Igreja saída do Concílio Vaticano II.

Segundo as palavras do Cardeal Suenens, o Concílio Vaticano II foi a Revolução Francesa na Igreja. Pouco depois Paulo VI promulgava uma nova missa como expressão de uma nova fé, muito diferente da Fé Católica em vários aspectos fundamentais. A transição foi, como sempre, bem preparada pelos inimigos da Igreja que, por esta altura, já se tinham infiltrado nela até ocuparem ilegitimamente o Trono de Pedro, logo a partir de João XXIII. Semearam, através do habitual domínio dos meios de comunicação social, a aversão ao tradicional e aos valores perenes. De modo que, quando estas alterações chegaram, não encontraram praticamente qualquer oposição, devido à mestria das técnicas de engenharia social dos nossos inimigos, a saber, a Maçonaria e outras sociedades secretas satélites daquela. Os clérigos que demonstravam alguma oposição eram rapidamente ostracizados pelos Bispos diocesanos, havendo notícia até de mortes prematuras devido ao desgosto causado pela derrocada da Igreja Católica.

Deus costuma castigar os pecados do povo dando-lhes maus pastores. É o que vemos com os falsos Papas, desde João XIII: “pastores” que têm como objectivo a perdição eterna das almas, usando como estratégia a destruição da Liturgia, da Fé e dos Sacramentos enquanto se empenham em preservar a aparência institucional da Igreja Católica.

Portanto, a acção do Monsenhor Lefevbre foi, na época dos acontecimentos, providencial para a preservação da Missa e da Doutrina Católicas. Porém, sejamos racionais e não nos deixemos levar pela admiração excessiva. Todos nós gostaríamos que Deus tivesse enviado à Sua Igreja um novo Santo Atanásio, mas talvez não o tenhamos merecido. 

Sob a pressão dos acontecimentos, D. Marcel Lefevbre equacionou a hipótese de que o Papa pudesse não o ser, relegando para o futuro o estudo dessa questão, o que terá sido compreensível e até sensato visto que, em História, se deve respeitar uma distância temporal de pelo menos 50 anos para se poder fazer uma leitura distanciada e imparcial da situação. 

É a partir desta indefinição que começam os problemas, agravados pelo facto de D. Marcel Lefevbre ter actuado em conjunto com um discreto bispo brasileiro, D. Castro Mayer, na famosa ordenação dos quatro bispos da FSSPX, sem a autorização papal, mas justamente pressionados pela necessidade de transmitir o poder apostólico através de ritos de ordenação válidos. É que o rito de ordenação dos bispos criado pela nova Igreja Conciliar é extremamente semelhante ao rito de ordenação dos bispos anglicanos, considerado inválido por S. Leão XIII. Naquela época, era necessário assegurar a validade dos sacramentos, nomeadamente através da sagração de bispos que pudessem ordenar validamente os sacerdotes formados no recém-criado seminário de Êcone, fundado por D. Lefevbre.

D. Lefevbre, portanto, punha em causa a validade dos ritos de ordenação, motivo pelo qual era necessário, até há algum tempo atrás, a re-ordenação sob-condição dos padres que entravam na FSSPX vindos da Igreja Conciliar. Recorde-se que quando surge dúvida na administração de um sacramento que não pode ser repetido, é possível e mesmo obrigatório reiterar o sacramento “sub conditione”, isto é, sob a condição de (ou “para o caso de”) ter sido inválido da primeira vez. O próprio D. Lefevbre o fez muitas vezes. 

Contudo esta realidade alterou-se, e os padres que ingressam na FSSPX vindos do Novus Ordo já não são re-ordenados, num reconhecimento implícito da validade deste sacramento. Esta é a tendência geral na FSSPX- a diluição progressiva na Igreja Conciliar, através do reconhecimento paulatino dos seus sacramentos, das suas autoridades, das suas doutrinas, como já acontece, e inevitavelmente, da sua missa.

D. Lefevbre questionou-se várias vezes sobre o comportamento de PauloVI, concluindo, por fim, que era apenas um liberal. Ora, como se coaduna a aceitação pacífica desta premissa, afirmada por D. Lefevbre, com a afirmação de que o modernismo (termo de um campo semântico muito próximo de liberalismo) é o “esgoto” de todas as heresias? Como pôde ele fundar a FSSPX para combater o modernismo se aceitava um Papa liberal? No fim de contas, se combatem o modernismo por inerência combatem o Papa, nos seus ensinamentos e na sua autoridade, remetendo para o protestantismo, que eles próprios dizem rechaçar.

Hoje em dia parece ser um segredo bem guardado o facto de D. Castro Mayer não estar de acordo com D. Lefevbre sobre a legitimidade do Papa, não reconhecendo a legitimidade dos Papas pós-conciliares. D. Castro Mayer teria mesmo querido exprimir a sua posição publicamente mas D. Lefevbre não o terá deixado discursar. D. Lefevbre era um Bispo influente, bem visto pelas autoridades vaticanas pré- conciliares. D. Castro Mayer era um bispo discreto e ter-se-à submetido. 

Aqui começa a bi-cefalia da FSSPX. Ainda para mais, o próprio D. Lefevbre não tinha uma posição definida, motivo pelo qual permitia aos seus seminaristas que não reconhecessem a legítimidade do Papa, desde que não o fizessem publicamente. Ora, mas será correcto que os pastores se conduzam numa direcção e empurrem as ovelhas em sentido oposto? Será este um bom pastor? 

No entanto, esta atitude endureceu rapidamente, devido à sua popularidade entre os seminaristas, passando a ser expulsos aqueles  que não reconheciam a legitimidade do Papa. Talvez se possa relacionar este câmbio com o diálogo que D. Lefevbre insistiu em manter com as autoridades romanas a despeito da sua própria máxima de que “não se dialoga com modernistas”. Através da linguagem ambígua, das falácias e das mentiras, o diálogo é tudo o que um modernista precisa para levar a outra parte a fazer cedências e compromissos. 

Nesta fase, D. Lefevbre falava frequentemente em Igreja Conciliar, referindo-se à Igreja nascida do Concílio Vaticano II, por oposição à Igreja Católica. Falava da Roma modernista e da Roma católica. Recordemos as palavras do arcebispo Lefebvre, em 29 de junho de 1976:

Nós não somos dessa religião. Nós não aceitamos essa nova religião. Nós somos da religião de sempre, da religião católica. Nós não somos dessa religião universal, como a chamam hoje. Essa não é mais a religião católica. Nós não somos dessa religião liberal e modernista que tem seu próprio culto, seus padres, sua fé, seus catecismos, sua Bíblia…

Não saberia este bispo que um verdadeiro Papa Católico não o pode ser de duas Igrejas diferentes?

Actualmente, os seminaristas da FSSPX comprometem-se formalmente a reconhecer sempre a legitimidade do Papa. Não há espaço para discussão. Presentemente, feita uma avaliação objectiva, percebe-se à evidência que o grande alvo da FSSPX é o sedevacantismo e não o modernismo. Os fiéis que se tornam sedevacantistas são “excomungados ipso facto” e nem padres nem fiéis lhes dirigem mais a palavra. Ou se o fazem, é por mera necessidade social. No canal do Youtube, os comentários dissonantes são liminarmente apagados e as contas bloqueadas, mesmo que os comentários se baseiem apenas em documentos da Igreja Católica.

 Vão continuar a refugiar-se na solução entretanto concebida por D. Lefevbre para aquele momento histórico: reconhecer as autoridades, mas resistir-lhes naquilo que, segundo o critério da FSSPX, se opõe à doutrina católica. Conscientemente ou não, D. Lefevbre abria aqui “o poço do abismo” ressuscitando a velha heresia – o galicanismo– oriunda precisamente de França e que o terá contaminado durante a sua formação (algo modernista, diga-se). Propunha-se, a partir de então, a resolução da crise da Igreja com base numa diminuição do valor do Papado, permitindo a desobediência naquilo que o “Magistério infalível da FSSPX”  interpretar como errado à luz da Doutrina Católica. É que não basta ter a Doutrina Católica como eles dizem; é preciso um Papa para a interpretar e aplicar nos novos contextos e à luz de novas problemáticas. 

Este é o grande erro da FSSPX: assenta numa posição herética. Recordemo-nos que as heresias costumam reincidir em várias épocas históricas porque, tratando-se de ideias concebidas por uma inteligência diabólica conseguem “aprisionar” as mentes humanas, muito inferiores por natureza. De cada vez que a heresia se levanta na História, milhares ou milhões de almas perecem eternamente, arrastadas por maus pastores. Para libertar uma mente humana de uma heresia é preciso a graça de Deus. Quem já tentou argumentar com fiéis da FSSPX percebe bem o que aqui afirmo. As mentes encontram-se fechadas, dominadas por um princípio herético que não admite discussão: esse princípio é a diminuição do valor do Papado e torna-se evidente pelo facto de eles nunca argumentarem com documentos do Magistério da Igreja.  

Passo a transcrever a condenação do galicanismo por Pio IX (Inter Multiplices Pleading for Unity of Spirit Pope Pius IX – 1853), dirigindo-se aos bispos franceses (destacado a negrito pela autora):

 Os inimigos mais mortais da religião católica sempre travaram uma guerra feroz, mas sem sucesso, contra esta Cátedra; eles não ignoram de forma alguma o facto de que a própria religião nunca pode vacilar e cair enquanto esta Cátedra permanecer intacta, a Cátedra que repousa sobre a rocha que os orgulhosos portões do inferno não podem derrubar e na qual está a inteira e perfeita solidez da religião cristã. Por isso, por causa da vossa especial fé na Igreja e especial piedade para com a mesma Cátedra de Pedro, exortamo-vos a dirigir os vossos esforços constantes para que o povo fiel da França evite as artimanhas e os erros destes conspiradores e desenvolva uma atitude de mais filial afecto e obediência a esta Sé Apostólica. Sede vigilantes em atos e palavras, para que os fiéis cresçam no amor por esta Santa Sé, a venerem e a aceitem com total obediência; eles devem executar o que a própria Sé ensina, determina e decreta. Aqui, no entanto, dificilmente nos podemos conter de vos contar a dor que experimentamos quando, entre outras coisas, um livro publicado recentemente nos chegou; foi escrito em francês com o título “Sur la Situation Présente de l’Eglise Gallicane relativement au droit coutumier”. O seu autor opõe-se  totalmente a tudo o que recomendamos com tanto fervor, e por isso enviamos o livro à Nossa Congregação do Índex para ser reprovado e condenado.

A enorme gravidade da situação só pode ser avaliada se tivermos em conta um ensinamento básico da doutrina católica: o pecado de heresia separa da Igreja Católica. Nem todos os pecados, embora graves, são de sua natureza tais que separem o homem do corpo da Igreja como fazem os cismas, a heresia e a apostasia ( Mystici Corporis Christi, 29 de Junho de 1943, Pio XII ). E “Extra ecclesia nula salus”, ou seja, “Fora da Igreja não há salvação” – é dogma de Fé. 

Portanto, e os fiéis que vão piedosamente à missa, confessam-se, contribuem financeiramente, fazem retiros na FSSPX? Há que rezar por eles, para que não se tornem hereges obstinados e para que não vão, por um caminho estreito, para onde os outros vão por um caminho largo.

SSPX: a narrow path

by Brites Anes de Santarém

From the end of the 60s, when Paul VI promulgated the so-called New Mass
(1969), which we see today celebrated in all churches, Catholic Tradition was
maintained due to the position taken by Monsignor Lefebvre, a French bishop who
opposed frontally to the new rite (called Novus Ordo) as well as to the doctrinal
changes present in the documents emanating from the Second Vatican Council.
Assuming a frontal posture in defense of the Tridentine Mass, celebrated in
Latin, with his back to the people, according to an ancient ritual, canonized by Pope
Saint Pius V in 1570 in the bull Quo Primum Tempore, Monsignor Lefebvre became
involved in negotiations with Rome, seeking, in the final analysis, to preserve the
Traditional Mass and the Catholic Faith, which were in those years being completely
redefined, while the people enjoyed a prosperity never seen before and admired the
achievements of Technique and Science, applauded uncritically by the new Church out
of the Second Vatican Council.
In the words of Cardinal Suenens, the Second Vatican Council was the French
Revolution in the Church. Shortly afterward, Paul VI promulgated a new Mass as an
expression of a new faith, very different from the Catholic Faith in several fundamental
aspects. The transition was, as always, well prepared by the enemies of the Church
who, by this time, had already infiltrated it until they illegitimately occupied the
Throne of Peter, after John XXIII. Through the usual dominance of the media, they
sowed aversion to traditional and perennial values. So when these amendments
arrived, they met virtually no opposition, owing to the mastery of the social
engineering techniques of our enemies, namely Freemasonry and other secret
societies satellites of that. Clerics who showed some opposition were quickly
ostracized by the diocesan bishops, and there were even reports of premature deaths
due to the grief caused by the collapse of the Catholic Church.
God usually punishes the sins of the people by giving them bad shepherds. This
is what we see with the false Popes, since John XIII: “pastors” who aim at the eternal
perdition of souls, using as a strategy the destruction of the Liturgy, Faith and
Sacraments while they strive to preserve the institutional appearance of the Catholic
Church.

Therefore, the action of Monsignor Lefevbre was, at the time of the events,
providential for the preservation of the Catholic Mass and Doctrine. But let’s be
rational and don’t get carried away by excessive admiration. We all wish that God had
sent a new Saint Athanasius to His Church, but perhaps we did not deserve it.
Under the pressure of events, Archbishop Marcel Lefevbre considered the
hypothesis that the Pope might not be Pope, relegating the study of this issue to the
future, which would have been understandable and even sensible since, in History, one
must respect a distance time period of at least 50 years to be able to make a distanced
and impartial reading of the situation.
It is from this lack of definition that the problems begin, aggravated by the fact
that D. Marcel Lefevbre acted together with a discreet Brazilian bishop, D. Castro
Mayer, in the famous ordination of the four bishops of the SSPX, without papal
authorization, but rightly pressured by the need to transmit apostolic power through
valid ordination rites. The rite of ordination of bishops created by the new Conciliar
Church is extremely similar to the rite of ordination of Anglican bishops, considered
invalid by St. Leo XIII. At that time, it was necessary to ensure the validity of the
sacraments, namely through the consecration of bishops who could validly ordain the
priests trained in the newly created seminary of Êcone, founded by Archbishop
Lefevbre.
Bishop Lefevbre, therefore, questioned the validity of the rites of ordination,
which is why it was necessary, until some time ago, to re-ordination under the
condition of priests who entered the SSPX from the Conciliar Church. It should be
remembered that when doubt arises in the administration of a sacrament that cannot
be repeated, it is possible and even obligatory to reiterate the sacrament “sub
conditione”, that is, under the condition that (or “in case”) it has been invalid. the first
time. D. Lefevbre himself did it many times.
However, this reality has changed, and priests who join the SSPX from the
Novus Ordo are no longer re-ordained, in an implicit recognition of the validity of this
sacrament. This is the general trend in the SSPX – the progressive dilution in the
Conciliar Church, through the gradual recognition of its sacraments, its authorities,
its doctrines, as already happens, and inevitably, of its Mass.

D. Lefevbre questioned himself several times about Paul VI’s behavior,
concluding, in the end, that he was just a liberal. Now, how is the peaceful acceptance
of this premise, affirmed by D. Lefevbre, consistent with the affirmation that
modernism (a term of a semantic field very close to liberalism) is the “sewer” of all
heresies? How could he found the SSPX to fight modernism if he accepted a liberal
Pope? At the end of the day, if they fight modernism inherently, they fight the Pope,
in his teachings and in his authority, referring to Protestantism, which they
themselves say they reject.
Nowadays, it seems to be a well-kept secret that D. Castro Mayer does not
agree with D. Lefevbre on the legitimacy of the Pope, not recognizing the legitimacy
of the post-conciliar Popes. D. Castro Mayer would have wanted to express his
position publicly, but D. Lefevbre would not have let him speak. Archbishop Lefevbre
was an influential Bishop, well regarded by pre-conciliar Vatican authorities. D. Castro
Mayer was a discreet bishop and would have submitted.
Here begins the bicephaly of the SSPX. Furthermore, Archbishop Lefevbre
himself did not have a defined position, which is why he allowed his seminarians not to
recognize the legitimacy of the Pope, as long as they did not do so publicly. Now, is it
right for the shepherds to lead in one direction and push the sheep in the opposite
direction? Is this a good shepherd?
However, this attitude quickly hardened, due to its popularity among
seminarians, and those who did not recognize the legitimacy of the Pope were
expelled. Perhaps this change can be related to the dialogue that D. Lefevbre insisted
on maintaining with the Roman authorities, despite his own maxim that “one does not
dialogue with modernists”. Through ambiguous language, fallacies and lies, dialogue is
all a modernist needs to get the other party to compromise and compromise.
At this stage, Archbishop Lefevbre often spoke of the Conciliar Church,
referring to the Church born of the Second Vatican Council, as opposed to the Catholic
Church. He spoke of modernist Rome and Catholic Rome. Let us recall the words of
Archbishop Lefebvre on June 29, 1976:
We are not of that religion. We do not accept this new religion. We are from the
usual religion, from the Catholic religion. We are not of that universal religion, as they

call it today. This is no longer the Catholic religion. We are not of that liberal and
modernist religion that has its own cult, its priests, its faith, its catechisms, its Bible…
Does this bishop not know that a true Catholic Pope cannot be one of two
different Churches?
Currently, the seminarians of the SSPX are formally committed to always
recognizing the legitimacy of the Pope. There is no room for discussion. Presently, after
an objective assessment has been made, it is evident that the main target of the SSPX
is sedevacantism and not modernism. The faithful who become sedevacantists are
“ipso facto excommunicated” and neither priests nor faithful speak to them anymore.
Or if they do, it’s out of sheer social necessity. On the Youtube channel, the dissonant
comments are outright deleted and the accounts blocked, even if the comments are
based only on documents of the Catholic Church.
They will continue to take refuge in the solution conceived in the meantime by
Archbishop Lefevbre for that historic moment: recognizing the authorities, but
resisting them in what, according to the criteria of the SSPX, is opposed to Catholic
doctrine. Consciously or not, Archbishop Lefevbre opened “the bottomless pit” here,
resurrecting the old heresy – Gallicanism – which came precisely from France and
which contaminated him during his training (something modernist, by the way). From
then on, it was proposed to resolve the Church’s crisis based on a decrease in the
value of the Papacy, allowing disobedience in what the “infallible Magisterium of the
SSPX” interprets as wrong in the light of Catholic Doctrine. It’s just that it’s not
enough to have Catholic Doctrine as they say; a Pope is needed to interpret and
apply it in new contexts and in the light of new problems.
This is the big mistake of the SSPX: it is based on a heretical position. Let us
remember that heresies tend to recur in different historical periods because, in the
case of ideas conceived by a diabolical intelligence, they manage to “imprison” human
minds, which are much inferior by nature. Every time heresy rises in history, thousands
or millions of souls perish eternally, dragged along by bad shepherds. To free a human
mind from heresy, it takes the grace of God. Anyone who has tried to argue with the
faithful of the SSPX understands well what I say here. Minds are closed, dominated by
a heretical principle that does not admit of discussion: this principle is the

diminishing of the value of the Papacy and it becomes evident by the fact that they
never argue with documents of the Magisterium of the Church.
I will transcribe the condemnation of Gallicanism by Pius IX (Inter Multiplices
Pleading for Unity of Spirit Pope Pius IX – 1853), addressing the French bishops
(highlighted in bold by the author):
The most deadly enemies of the Catholic religion have always waged a fierce
but unsuccessful war against this Chair; they are by no means ignorant of the fact that
religion itself can never waver and fall so long as this Chair remains intact, the Chair
which rests upon the rock which the proud gates of hell cannot overturn and in which
lies the entire and perfect solidity of Christian religion. Therefore, because of your
special faith in the Church and special piety towards the Chair of Peter itself, we urge
you to direct your constant efforts so that the faithful people of France avoid the
tricks and errors of these conspirators and develop an attitude of more filial affection
and obedience to this Apostolic See. Be vigilant in deeds and words, so that the
faithful may grow in love for this Holy See, venerate it and accept it with total
obedience; they must carry out what the See itself teaches, determines and decrees.
Here, however, we can hardly refrain from telling you the pain we experienced when,
among other things, a recently published book reached us; was written in French with
the title “Sur la Situation Présente de l’Eglise Gallicane relativement au droit
coutumier”. Its author is totally opposed to everything we recommend so fervently, and
for that reason we sent the book to Our Congregation of the Index to be disapproved
and condemned.
The enormous gravity of the situation can only be appreciated if we take into
account a basic teaching of Catholic doctrine: the sin of heresy separates the Catholic
Church. Not all sins, however serious, are of such nature as to separate man from the
body of the Church as schisms, heresy and apostasy do (Mystici Corporis Christi, June
29, 1943, Pius XII). And “Extra ecclesia nulla salus”, that is, “Outside the Church there
is no salvation” – is a dogma of Faith.
So, what about the faithful who go to Mass piously, go to confession,
contribute financially, do retreats in the SSPX? It is necessary to pray for them, that
they do not become obstinate heretics and that they do not go along a narrow path
where others go along a wide path.

Como a estupidez apocalíptica abre o caminho para o anticristo

Daniel 7:25 Et sermónes contra Excélsum loquétur, et sanctos Altíssimi cónteret : et putábit quod possit mutáre témpora, et leges. (E ele falará palavras contra o Altíssimo, e esmagará os santos do Altíssimo: e ele se julgará capaz de mudar os tempos e as leis.) Na minha interpretação, as leis que Daniel menciona significam leis civis e eclesiásticas, mais as leis da lógica e das ciências naturais (na medida do possível, ou pelo menos ofuscando-as), do gosto, do sentido comum.

2Thess. 2:8-12: Et tunc revelábitur ille iníquus, quem Dóminus Jesus interfíciet spíritu oris sui, et déstruet illustratióne advéntus sui eum : cujus est advéntus secúndum operatiónem Sátanæ in omni virtúte, et signis, et prodígiis mendácibus, et in omni seductióne iniquitátis iis qui péreunt : eo quod caritátem veritátis non recepérunt ut salvi fíerent. Ídeo mittet illis Deus operatiónem erróris ut credant mendácio, ut judicéntur omnes qui non credidérunt veritáti, sed consensérunt iniquitáti. (E então o ímpio será revelado, aquele a quem o Senhor Jesus matará com o espírito da sua boca; e destruirá com o resplendor da sua vinda, aquele cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira. E em toda a sedução da iniquidade para os que perecem; porque não recebem o amor da verdade, que eles possam ser salvos. Portanto, Deus lhes enviará a operação do erro, para acreditar na mentira: Para que sejam julgados todos os que não creram na verdade, mas consentiram na iniquidade.)

Este artigo explica como isso está a acontecer bem diante dos nossos olhos. Irei realçar o papel da estupidez. Uma piada: o que há de errado com as religiões que têm todas as respostas? Que elas não admitem perguntas. Felizmente não somos assim, e também não afirmamos ter todas as respostas.

Para implementar a nova ordem mundial, a única Fé verdadeira deve desaparecer. Portanto, na atual lavagem cerebral, a religião é relativa. A filosofia perene morreu há muito tempo. Desde Kant, você é o fruto da minha imaginação. Mas há uma falha: enquanto existir uma verdade científica objectiva, pode-se concluir que também existe uma verdade objectiva no domínio da religião.

Assim, as ciências naturais tiveram que se tornar verdades relativas. Já escrevi sobre isso, principalmente na física, onde as modas dominam ao invés das verdades. (Este artigo repete alguns dos argumentos que já expliquei noutro lugar.) Qualquer conceito de verdade objectiva tem que desaparecer. Até George Orwell previu isso no seu romance de ficção.

Em seu romance político Nineteen Eighty-Four (1984), sobre a filosofia de governo para a Oceânia, Orwell disse: No final, o Partido anunciaria que dois e dois são cinco, e você teria que acreditar. Ele não podia prever tudo porque a verdade é mais estranha que a ficção. O absurdo que acontece atualmente é mais estranho do que tudo que Franz Kafka e Edgar Allan Poe imaginaram. E eles eram os campeões do absurdo de seu tempo.

Assim, a verdadeira fé não é o único impedimento para a nova ordem das coisas. A lógica também os prejudica. As reivindicações do novo sistema são contraditórias, de modo que o princípio de não-contradição deve desaparecer. Eles vão contra o sentido comum, então o sentido comum tem que desaparecer. É por isso que os sistemas totalitários gradualmente emburrecer as massas com leis que contradizem o bom sentido. Um exemplo que me vem à mente é o das verificações de segurança nos aeroportos do país supostamente mais livre do planeta, os Estados Unidos. Eles afirmam que a segurança vem em primeiro lugar, mas as companhias aéreas israelitas são as mais seguras e não praticam a humilhação rotineira como o Tio Sam. A segurança vem em primeiro lugar? Não, acostumar as massas a serem humilhadas rotineiramente vem primeiro. É chamado de “procedimento padrão”. Outra lei idiota, promulgada antes de 11 de Setembro, foi a da doação de órgãos. Alguns estados consideram-nos doadores de órgãos até que digamos o contrário. O bom senso ditaria o oposto, até que se indicasse o contrário. Pode-se citar muitas leis semelhantes, mas bastam alguns exemplos.

Este artigo não é uma crítica a uma grande república socialista. Oh, como eles pensam que são grandes! Eles deviam ser chamados de Absurdistão. A sua pior arma de destruição massiva é a sua idiotice. Isso vai destruir o mundo, não as suas armas nucleares. Alguns países europeus são mais idiotas do que o Tio Sam, por exemplo (nesta ordem): França, Alemanha, Holanda e Suíça, mas não espalham tanto a sua estupidez além-fronteiras. Os países mais ricos são os mais malvados.

A melhor regra de algibeira é ter cuidado com os non-plus ultras. Eles não gostam de pessoas com princípios, preferem pessoas com interesses. Eles gostam dos amantes do dinheiro. (Nós damos-vos dinheiro se fizerem o que dizemos.) O tempo previsto em Fátima já passou: a Rússia já espalhou seus erros, e agora outros continua, a espalhar os “erros da Rússia”. A Rússia está agora na defesa contra a influência ocidental. Mas estamos divagando. Se Deus quiser, nunca vou ter que discutir isto.

O sistema do anticristo prosperará na loucura apocalíptica. Uma ferramenta útil para conseguir isso é a formação mássica.

A psicose em massa é uma teoria recentemente defendida por Robert Malone, MD, no que respeita ao comportamento em relação à saúde pública. Ela visa hipnotizar grupos de pessoas para seguirem mensagens contra a sua própria vontade. Pensem no nazismo, diz ele.

Como o Dr. Mattias Desmet explica no seu novo livro, A Psicologia do Totalitarismo, cerca de um terço das pessoas são amovíveis da sua psicose em massa. A crise fabricada do Covid-19 mostrou isto claramente. Apesar de todas as evidências de que as máscaras são inúteis, de que os bloqueios são inúteis e destrutivos, de que o “distanciamento social” é inútil e de que as “vacinas” não são “seguras e eficazes”, cerca de um terço das pessoas permanecerá totalmente obediente, covidiotas trémulos e neuróticos. A verdade ou a realidade não significa nada para eles.

Faz lembrar uma das intransigências bovinas dos “conservadores” Novus Ordoites, especialmente da multidão “tradicionalista” R&R, que realmente surpreende a mente. Será uma questão de pura estupidez bovina? Ou será apenas uma questão de se estar mal informado? Ou será uma espécie de Síndrome de Estocolmo (condição em que os reféns desenvolvem uma ligação psicológica com os captores)? Ou será uma espécie de psicose em massa? Ou será uma recusa efeminada de encarar a verdade incómoda? Muito provavelmente, é uma combinação de tudo isto.

O absurdo do Covid deveria ter-nos ensinado que a escravidão é um estado natural e confortável para a maioria das pessoas. É por isso que o NÃO tem sido tão bem sucedido – e por bem sucedido, não quero dizer em si mesmo, mas como o destruidor do sentido do catolicismo e (por extensão) de auto-responsabilidade das pessoas. A maioria das pessoas não quer essa responsabilidade.

Alguns convertidos são naturalmente inclinados a partir dos primeiros princípios, chegar a algumas conclusões e a conformar suas vidas por elas. Apenas uns poucos passam do primeiro estágio, e menos ainda atingem a meta. A educação de hoje, especialmente no domínio técnico, como ciências, matemática, etc., é igualmente ruim. Centra-se em ensinar atalhos e resultados já estabelecidos cujas provas muitas vezes omitem. Justifica-se isso com o argumento de que estã para além do âmbito de uma determinada aula ou simplesmente por ser muito complicado de tratar.

É irónico como uma noção errónea de fé se aplica apropriadamente de modo inverso. Em vez de se tentar demonstrar coisas aos alunos a partir dos primeiros princípios, eles lamentavelmente inibem uma boa discussão. Então, empenham-se em erradicar o pensamento dos primeiros princípios.

Entende-se, portanto, como e porque se livraram dos primeiros princípios.

O inimigo ataca primeiro as mulheres porque os homens as seguirão. As mulheres podem fazer ou quebrar um homem. Ana Bolena influenciou Henrique VIII, Eva influenciou Adão, Katarina Bora estava por trás de Lutero, etc. Há melhor maneira de viciar famílias verdadeiras do que começar por corromper as mulheres?

Infelizmente, as mulheres dentro da tradição foram afectadas por modas estúpidas, mais do que outras mulheres. Tenho visto isso, especialmente entre semitradicionalistas, mas não tanto entre sedevacantistas. Portanto, o inimigo teve que degenerar as mulheres, como previsto por São Nilo: “A aparência das pessoas mudará e será impossível distinguir homens de mulheres devido à sua falta de vergonha no vestir e no estilo de cabelo.”

Para integrar o desajeitado, eles preparam celebridades seriamente desviantes. Michael Jackson usava maquilhagem e Cristiano Ronaldo usa brincos. São muitos os exemplos, mas não vale a pena citar. Tolerância em vez de violência é a nova maneira de fazer a guerra. Parafraseando Orwell, paz é guerra, e guerra é paz. E a auto contradição é o novo normal, pode-se acrescentar.

As artes também viraram uma piada. Tudo o que é feio é considerado arte. Prédios, estátuas e pinturas, tudo feio. A música moderna é apenas barulho. Todo o sentido da beleza tem que ir antes que o extremamente feio venha.

A hipocrisia cresce desenfreadamente. Fumar é um sacrilégio, uma taça de vinho a mais é crime, mas a perversão é aceite. É uma inversão diabólica digna do Prémio Nobel do Sexo.

O sistema universitário cresceu em torno da Igreja na Alta Idade Média. A Igreja criou os graus como os conhecemos hoje, e tudo fazia sentido. Eles tiraram a Igreja, e nada mais faz sentido. Algumas instituições de renome são o College of William and Mary na Virgínia e o JLab (pronuncia-se jay lab). Eu chamo-os de Academia Lésbica e GayLab por perverter a física.

Deixem-me mostrar algumas aberrações científicas. De acordo com Hawking, o Universo criou-se a si mesmo. Que tolice é esta? Criar significa fazer algo do nada. Como poderia o Universo, antes de existir, criar? Ou melhor ainda, como algo inexistente poderia agir, produzir ou fazer alguma coisa? Você consegue levantar-se pelo cabelo? É mais complicado fazê-lo por inexistência. Onde vemos coisas criarem-se a si mesmas (além do Novus Ordo, é claro?). Veja como o maior génio contemporâneo gradualmente se tornou um tolo. Mas ele não era católico. O pobre coitado caiu em heresia e partiu a perna. Então o cerne da questão é este: ou você se torna um de nós ou um idiota completo.

O próximo melhor exemplo é a teoria da evolução. Pode-se testar em laboratório, afirmam. Então adicione água à sujidade e veja se daí surge vida alguma. Mas eles dizem que leva alguns bilhões de anos. OK, deixe-me propor uma experiência um pouco diferente. Adicione água a um pouco de poeira lunar num tubo de ensaio, mexa, adicione uma dúzia de bilhões de anos, mexa novamente, espere três a quatro minutos, e verá então que a vida aparece. Então, quem sou eu para contestar isto? Claro, é demonstrável em laboratório!

Depois, há a teoria das supercordas. Em meados do século XX, o número de partículas supostamente elementares tornou-se enorme. Sugeriu-se que os lagrangeanos, que se pensava serem exactos, seriam aproximativos, de modo que era necessária uma teoria mais fundamental. Uma candidata era a teoria das supercordas: partículas são quanta dos modos de vibração numa qualquer corda num espaço de dimensão superior. A desvantagem disso é que ele previu algumas partículas invisíveis. Alguns consideraram isso uma nova previsão, outros um artefacto do modelo. Mas então veio a QCD, cromodinâmica quântica, que explicava a maioria dessas partículas como feitas de algumas mais elementares, chamadas quarks.

Mas mesmo assim, o número de partículas supostamente elementares começou a crescer novamente, então era necessária outra teoria fundamental. Alguns tentaram reciclar as supercordas, pois investiram um esforço significativo nelas. Então eles previram muitas outras partículas que jamais alguém detectou. E veio novamente a alegação de que são novas partículas, não meros artefactos do modelo. E, como antes, surgiu um novo modelo explicando todas as partículas como um composto de dois blocos de construção mais elementares: o tohu e o vohu e as suas antipartículas. No entanto, alguns insistem que as supercordas são o caminho a seguir, e os artefactos desse modelo existem. A falha é que várias teorias de supercordas têm previsões diferentes. Então, qual é verdadeira? No caso ideal, apenas uma se qualifica, mas provavelmente ninguém o fará, já que o modelo rishon cuidou de todos eles. Assim, essas imagens de partículas tornaram-se um sistema de crenças, uma teologia substituta. (Lembrem-se, a Santa Inquisição não ficaria feliz com tal “teologia”.) No entanto, esses tipos acusam-nos de credulidade grosseria. Vejam bem!

How Apocalyptic Stupidity is Paving the Way for the antichrist

Daniel 7:25 Et sermónes contra Excélsum loquétur, et sanctos Altíssimi cónteret : et putábit quod possit
mutáre témpora, et leges. (And he shall speak words against the High One, and shall crush the saints of
the most High: and he shall think himself able to change times and laws.) In my interpretation, the laws Daniel mentions mean civil and ecclesiastical laws, plus the laws of logic and natural sciences (as far as possible, or at least obfuscate them), of taste, of common sense.

2Thess. 2:8-12: Et tunc revelábitur ille iníquus, quem Dóminus Jesus interfíciet spíritu oris sui, et déstruet illustratióne
advéntus sui eum : cujus est advéntus secúndum operatiónem Sátanæ in omni virtúte, et signis, et prodígiis
mendácibus, et in omni seductióne iniquitátis iis qui péreunt : eo quod caritátem veritátis non recepérunt
ut salvi fíerent. Ídeo mittet illis Deus operatiónem erróris ut credant mendácio, ut judicéntur
omnes qui non credidérunt veritáti, sed consensérunt iniquitáti. (And then that wicked one shall be revealed
whom the Lord Jesus shall kill with the spirit of his mouth; and shall destroy with the brightness of his
coming, him, Whose coming is according to the working of Satan, in all power, and signs, and lying wonders,
And in all seduction of iniquity to them that perish; because they receive not the love of the truth,
that they might be saved. Therefore God shall send them the operation of error, to believe lying: 
That all may be judged who have not believed the truth, but have consented to iniquity.)

This article explains how this is happening right before our eyes. I will emphasize the role of stupidity. A joke: what’s wrong with the religions that have all the answers? That they admit no questions. Luckily we are not like this, and neither do we claim to have all the answers.

To implement the new world order, the one true Faith must go. Therefore in today’s brainwashing, religion is relative. Perennial philosophy died a long time ago. Since Kant, you are the figment of my imagination. But there is a glitch: until there exists scientific truth that is objective, one can conclude that there is objective truth in the realm of religion too. So natural sciences had to become relative truths. I already wrote about this, especially in physics, where fashions dominate instead of truths. (This article repeats some of the arguments I’ve already explained elsewhere.) Any concept of objective truth has to go. Even George Orwell has foreseen it in his fictional novel.

In his political novel Nineteen Eighty-Four (1949), concerning the Party’s philosophy of government for Oceania, Orwell said: In the end, the Party would announce that two and two made five, and you would have to believe it. He couldn’t foresee everything because the truth is stranger than fiction. The absurdity happening now is more awkward than everything Franz Kafka and Edgar Allan Poe ever imagined. And they were the champions of the absurd of their time.

So true faith is not the only impediment to the new order of things. Logic hurts them too. The claims of the new system are contradictory, so the principle of no contradiction must go. They go against common sense, so common sense has to vanish. That is why totalitarian systems gradually dumb down the masses with laws contradicting common sense. One example that comes to mind is the airport security checks in the supposedly most free country on the planet, the United States. They claim that safety comes first, yet Israeli Airlines are the safest, and they don’t practice routine humiliation like Uncle Sam. Does safety come first? No, accustoming the masses to being routinely humiliated comes first. It is called “standard procedure.” Another awkward law, enacted before September eleventh, was about organ donations. Some states consider us organ donors until we say otherwise. Common sense would dictate the contrary until we indicate otherwise. One can cite many similar laws, but a few examples suffice. This article is not a criticism of some un-great socialist republic. Oh, how great they think they are! They should
be called Absurdistan. Their worst weapon of mass destruction is their idiocy. That will destroy the world, not their nukes. Some European countries are more doltish than Uncle Sam: for example (in this order): France, Germany, Holland, and Switzerland, but
they are not spreading their stupidity abroad that much. The most affluent countries are the evilest.
The best rule of thumb is to beware of the non-plus ultras. They don’t like people with principles but prefer people of interest. They like money lovers. (We give you money if you do what we say.) The time predicted at Fatima has long passed: Russia has already spread her errors, and now someone else continues spreading Russia’s errors. Russia is now on defense against Western influence. But we are digressing. God willing, I will never have to discuss this.

The system of the antichrist will thrive on apocalyptic lunacy. A useful tool to accomplish this is mass formation.

Mass formation psychosis is a theory recently espoused by Robert Malone, MD, regarding public health behavior. It attempts to hypnotize groups of people to follow some messages against their will. Think of Nazism, he has said.

As Dr. Mattias Desmet explains in his new book, The Psychology of Totalitarianism, about one-third of the people are immovable from their Mass Formation Psychosis. The manufactured crisis of Covid-19 has starkly illustrated this. Despite all evidence that masks are useless, that lockdowns are pointless and destructive, that “social distancing” is futile, and that the “vaccines” are not “safe and effective,” about one-third of the people will nevertheless remain fully obedient, quivering neurotic covidiots. Truth or reality means nothing to them.

It reminds one of the bovine intransigences of the “conservative” Novus Ordoites, especially the “traditionalist” R&R crowd, which truly boggles the mind. Is it a matter of just plain bovine stupidity? Or is it a matter of just being ill-informed? Or is it a kind of Stockholm Syndrome ( a condition in which hostages develop a psychological bond with their captors)? Or is it a kind of Mass Formation Psychosis? Or is it an effeminate refusal to face the uncomfortable truth? Most probably, it is a combination of these all.

The Covid nonsense should have taught us that slavery is a natural and comfortable state for most people. It’s why the NO has been so successful – and by successful, I don’t mean in and of itself, but as the destroyer of people’s sense of Catholicism and (by extension) self-responsibility. Most people don’t want that responsibility.

Some converts are naturally inclined to start from first principles, reach some conclusions, and conform their life to those. Barely a handful pass the first stage, and even fewer attain the goal. Today’s education, especially in the technical domain such as science, math, etc., is just as bad. It centers around teaching short-cuts and already-established results whose proofs they often omit. They justify this as being beyond the scope of a given class or simply too cumbersome to include.
It’s ironic how their faulty notion of faith aptly applies in reverse. Instead of trying to demonstrate anything to students from first principles, they lamentably inhibit good discussion. So they are hell-bent on eradicating thinking from the first principles.
One, therefore, understands how and why they got rid of the first principles.

The enemy first attacks women because men will follow them. Women can make or break a man. Like Ann Boleyn influenced Henry the Eighth, Eve influenced Adam, Katarina Bora was behind Luther, etc. And how can one vitiate real families better than corrupting women first? Unfortunately women within tradition have been affected by asinine fashions more than other women. I have seen this, especially among the semitraditionalist, but not so much among the sedevacantist. Therefore the enemy had to degenerate women, as foreseen by St. Nilus: “People’s appearances will change, and it will be impossible to distinguish men from women due to their shamelessness in dress and style of hair.”

To mainstream the awkward, they groom seriously deviant celebrities. Michael Jackson wore makeup and Cristiano Ronaldo earrings. There are so many examples, but they are not worth citing. Tolerance instead of violence is the new way to wage war. Paraphrasing Orwell, peace is war, and war is peace. And self-contradiction is the new normal, one might add.

Arts have become a joke too. Everything ugly is considered art. Buildings, statues, and paintings are ugly. Modern music is just noise. All sense of beauty has to go before the supremely ugly comes.

Hypocrisy is growing rampant. It’s a sacrilege to smoke, and an extra glass of wine is a crime, but perversion is accepted. It is a diabolical inversion worthy of the Nobel Prize for Sex.

The university system grew up around the Church in the High Middle Ages. The Church has created the degrees as we know them today, and everything made sense. They took the Church out, and nothing makes sense anymore. Some reputed institutions are the College of William and Mary in Virginia and JLab (pronounced jay lab). I call them the Lesbian Academy and Gay Lab for perverting physics.

Let me show you some scientific aberrations. According to Hawking, the Universe has created itself. How foolish is that? Creating means making something out of nothing. How could the Universe, before it existed, create? Or better yet, how could something inexistent act, produce, or do something? Can you lift yourself by your hair? It is more complicated to do so from inexistence. Where do we see things creating themselves (apart from the Novus Ordo, of course?). See how the greatest contemporary genius has gradually become a fool. But he wasn’t Catholic. The poor fellow fell into heresy and broke his leg. So the crux of the matter is this: you either become one of us or a complete moron.

The next to best example is the theory of evolution. One can test it in the lab, they claim. So add water to the dirt and see if any life results. But they say that it takes some billion years. OK, let me propose a slightly different experiment. Add water to some moon dust in a test tube, stir, add a dozen billion years, stir again, wait three to four minutes, and you’ll see that life appears. So, who am I to dispute this? Of course, it is testable in the lab!

Then there is the superstring theory. By the middle of the twentieth century, the number of supposedly elementary particles has become huge. It suggested that the Lagrangians, one thought to be exact, are approximative, so some more fundamental theory was necessary. One candidate was the superstring theory: particles are quanta of the vibration modes on some string in a higher-dimensional space. They also added supersymmetry to the picture. The downside of this has that it predicted some unseen particles. Some considered these a new prediction, others an artifact of the model. But then came QCD, quantum chromodynamics, which explained most of those particles as made of some more elementary ones, called quarks.


But even this way, the number of the supposedly elementary particles started growing again, so another fundamental theory was necessary. Some tried to recycle the superstrings since they invested significant effort in them. So they predicted many other particles that nobody ever detected. And the claim came again that they are new particles, not merely artifacts of the model. And as before, a new model has emerged explaining all particles as a composite of two most elementary building blocks: the tohu and vohu and their antiparticles. Yet some insist that superstrings are the way to go, and the artifacts of this model exist. The glitch is that several superstring theories have different predictions. So which one is real? In the ideal case, only one qualifies, but most likely none will since the rishon model took care of them all. So these particle pictures became a belief system, a substitute theology. (Mind you, the Holy Inquisition wouldn’t be happy with such a “theology.”) Yet these guys accuse us of crass credulity. Go figure!

Novus Ordo Watch

Fátima e a Paixão da Igreja