Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

SERÁ MARIA, A «ASSUNTA» PARA JUNTO DE DEUS PAI A NOS VALER NA HORA FINAL

Assunção de Maria Santíssima

Nossa Senhora em Lourdes disse a Bernadette no seu dialeto patois… “Que soy era Immaculada Councepciou” – “Eu sou a Imaculada Conceição”.
Personificou assim, assumindo como nome próprio a maravilha operada por Deus, o que nenhum outro ser humano mereceu.
Na língua italiana o Papa usou o nome «Assunta», que é privilégio exclusivo da Virgem Maria, lembrada na Festa da Assunção da Imaculada Mãe de Deus e nossa.
Por isto repetimos esse nome na nossa língua, embora ainda não consagrado pelo uso.
Com a mesma certeza pela qual sabemos que nem todas as ladainhas ideadas pelos fiéis podem conter toda a nobreza de nomes e títulos da santíssima Virgem Maria, sabemos que Ela é a Mulher forte e a Mãe que vai nos valer nessa hora terrível que vive a Igreja.

DOGMA DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA EM CORPO E ALMA AO CÉU Constituição Apostólica do Papa Pio XII, «Munificentissimus Deus»

1. Deus munificentíssimo, que tudo pode, e cujos planos de providência são cheios de sabedoria e de amor, nos seus imperscrutáveis desígnios, entremeia na vida os povos e dos indivíduos as dores com as alegrias, para que por diversos caminhos e de várias maneiras tudo coopere para o bem dos que o amam (cf. Rm 8, 28).
2. O nosso pontificado, assim como os tempos atuais, tem sido assediado por inúmeros cuidados, preocupações e angústias, devido às grandes calamidades e por muitos que andam afastados da verdade e da virtude. Mas é para nós de grande conforto ver como, à medida que a fé católica se manifesta publicamente cada vez mais ativa, aumenta também cada dia o amor e a devoção para com a Mãe de Deus, e quase por toda parte isso é estímulo e auspício de uma vida melhor e mais santa. E assim sucede que, por um lado, a santíssima Virgem desempenha amorosamente a sua missão de mãe para com os que foram remidos pelo sangue de Cristo, e por outro, as inteligências e os corações dos filhos são estimulados a uma mais profunda e diligente contemplação dos seus privilégios.
3. Deus, que desde toda a eternidade olhou para a virgem Maria com particular e pleníssima complacência, quando chegou a plenitude dos tempos (Gl 4, 4) atuou o plano da sua providência de forma que refulgissem com perfeitíssima harmonia os privilégios e prerrogativas que lhe concedera com sua liberalidade. A Igreja sempre reconheceu esta grande liberalidade e a perfeita harmonia de graças, e durante o decurso dos séculos sempre procurou estudá-la melhor. Nestes nossos tempos refulgiu com luz mais clara o privilégio da assunção corpórea da Mãe de Deus.
4. Esse privilégio brilhou com novo fulgor quando o nosso predecessor de imortal memória, Pio IX, definiu solenemente o dogma da Imaculada Conceição. De fato esses dois dogmas estão estreitamente conexos entre si. Cristo com a própria morte venceu a morte e o pecado, e todo aquele que pelo batismo de novo é gerado, sobrenaturalmente, pela graça, vence também o pecado e a morte. Porém Deus, por lei ordinária, só concederá aos justos o pleno efeito desta vitória sobre a morte, quando chegar o fim dos tempos. Por esse motivo, os corpos dos justos corrompem-se depois da morte, e só no último dia se juntarão com a própria alma gloriosa.
5. Mas Deus quis excetuar dessa lei geral a bem-aventurada virgem Maria. Por um privilégio inteiramente singular ela venceu o pecado com a sua concepção imaculada; e por esse motivo não foi sujeita à lei de permanecer na corrupção do sepulcro, nem teve de esperar a redenção do corpo até ao fim dos tempos.
6. Quando se definiu solenemente que a virgem Maria, Mãe de Deus, foi imune desde a sua concepção de toda a mancha, logo os corações dos fiéis conceberam uma mais viva esperança de que em breve o supremo magistério da Igreja definiria também o dogma da assunção corpórea da virgem Maria ao Céu. »

Pio XII continua lembrando as contínuas petições de católicos de todas posições e nações para esta definição dogmática. Tudo juntamente aos estudos e investigações que mostraram com maior realce os elementos desta solene verdade no depósito da fé cristã, confiado à Igreja. De argumento certo e seguro para demonstrar a assunção corpórea da bem-aventurada virgem Maria, mistério que respeita à glorificação celestial do corpo da augusta Mãe de Deus, não podia ser conhecido por nenhuma faculdade da inteligência humana só com as forças naturais, mas de verdade revelada por Deus.

«Por esta razão todos os filhos da Igreja têm obrigação de a crer firme e fielmente. Pois, como afirma o mesmo concílio Vaticano,

“temos obrigação de crer com fé divina e católica, todas as coisas que se contêm na palavra de Deus escrita ou transmitida oralmente, e que a Igreja, com solene definição ou com o seu magistério ordinário e universal, nos propõe para crer, como reveladas por Deus”. (Conc. Vat. I, Const. dogm. Dei Filius, Fide catholica, cp. 3).

Desde o início os fiéis grandes e pequenos da Igreja…
«não tiveram dificuldade em admitir que, à semelhança do unigênito Filho de Deus, também a excelsa Mãe de Deus morreu. Mas essa persuasão não os impediu de crer expressa e firmemente que o seu sagrado corpo não sofreu a corrupção do sepulcro, nem foi reduzido à podridão e cinzas aquele tabernáculo do Verbo divino. Pelo contrário, os fiéis iluminados pela graça e abrasados de amor para com aquela que é Mãe de Deus e nossa Mãe dulcíssima, compreenderam cada vez com maior clareza a maravilhosa harmonia existente entre os privilégios concedidos por Deus àquela que o mesmo Deus quis associar ao nosso Redentor. Esses privilégios elevaram-na a uma altura tão grande, que não foi atingida por nenhum ser criado, excetuada somente a natureza humana de Cristo »… «Entre os teólogos escolásticos, não faltaram alguns, que, pretendendo penetrar mais profundamente nas verdades reveladas, e mostrar o acordo entre a chamada razão teológica e a fé católica, notaram a estreita conexão existente entre este privilégio da assunção da santíssima Virgem e as demais verdades contidas na Sagrada Escritura… força de argumentos baseada na incomparável dignidade da sua maternidade divina e em todas as graças que dela derivam: a santidade altíssima que excede a santidade de todos os homens e anjos, a íntima união de Maria com o seu Filho, e sobretudo o amor que o Filho consagrava a sua Mãe digníssima… houve quem citasse a este propósito as palavras do Salmista: “Erguei-vos, Senhor, para o vosso repouso, vós e a Arca de vossa santificação” (Sl 131, 8); e na Arca da Aliança, feita de madeira incorruptível e colocada no templo de Deus, viam como que uma imagem do corpo puríssimo da virgem Maria, preservado da corrupção do sepulcro, e elevado a tamanha glória no céu. Do mesmo modo, ao tratar desta matéria, descrevem a entrada triunfal da Rainha na corte celeste, e como se vai sentar a direita do divino Redentor (Sl 44, 10. 14-16)… Os doutores escolásticos vislumbram igualmente a assunção da Mãe de Deus não só em várias figuras do Antigo Testamento, mas também naquela mulher, revestida de sol, que o apóstolo s. João contemplou na ilha de Patmos (Ap 12, ls.). Porém, entre os textos do Novo Testamento, consideraram e examinaram com particular cuidado aquelas palavras:

“Ave, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres” (Lc 1,28),

pois viram no mistério da assunção o complemento daquela plenitude de graça, concedida à santíssima Virgem, e uma singular bênção contraposta à maldição de Eva. »…

«Todos esses argumentos e razões dos santos Padres e teólogos apóiam-se, em último fundamento, na Sagrada Escritura. Esta nos apresenta a Mãe de Deus extremamente unida ao seu Filho, e sempre participante da sua sorte »… também na Paixão da Igreja…
«Os santos Padres apresentam a virgem Maria como nova Eva, sujeita sim, mas intimamente unida ao novo Adão na luta contra o inimigo infernal. E essa luta, como já se indicava no Protoevangelho, acabaria com a vitória completa sobre o pecado e sobre a morte, que sempre se encontram unidas nos escritos do apóstolo das gentes (cf. Rm 5;6;lCor 15,21-26; 54-57). Assim como a ressurreição gloriosa de Cristo constituiu parte essencial e último troféu desta vitória, assim também a vitória de Maria santíssima, comum com a do seu Filho, devia terminar pela glorificação do seu corpo virginal. Pois, como diz ainda o apóstolo, “quando… este corpo mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá o que está escrito: a morte foi absorvida na vitória” (1Cor 15,14).»

O Papa julga chegado o momento estabelecido pela providência de Deus para proclamar solenemente este outro privilégio insigne da Virgem Maria.

«Nós, que colocamos o nosso pontificado sob o especial patrocínio da santíssima Virgem, à qual recorremos em tantas circunstâncias tristes, nós, que consagramos publicamente todo o gênero humano ao seu imaculado Coração, e que experimentamos muitas vezes o seu poderoso patrocínio, confiamos firmemente que esta solene proclamação e definição será de grande proveito para a humanidade inteira, porque reverte em glória da Santíssima Trindade, a qual a virgem Mãe de Deus está ligada com laços muito especiais. É de esperar também que todos os fiéis cresçam em amor para com a Mãe celeste, e que os corações de todos os que se gloriam do nome de cristãos se movam a desejar a união com o corpo místico de Jesus Cristo, e que aumentem no amor para com aquela que tem amor de Mãe para com os membros do mesmo augusto corpo. E também é lícito esperar que, ao meditarem nos exemplos gloriosos de Maria, mais e mais se persuadam todos do valor da vida humana, se for consagrada ao cumprimento integral da vontade do Pai celeste e a procurar o bem do próximo. Enquanto o materialismo e a corrupção de costumes que dele se origina ameaçam subverter a luz da virtude, e destruir vidas humanas, suscitando guerras, é de esperar ainda que este luminoso e incomparável exemplo, posto diante dos olhos de todos, mostre com plena luz qual o fim a que se destinam a nossa alma e o nosso corpo. E, finalmente, esperamos que a fé na assunção corpórea de Maria ao céu torne mais firme e operativa a fé na nossa própria ressurreição… Pelo que, depois de termos dirigido a Deus repetidas súplicas, e de termos invocado a paz do Espírito de verdade, para glória de Deus onipotente que à virgem Maria concedeu a sua especial benevolência, para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e triunfador do pecado e da morte, para aumento da glória da sua augusta mãe, e para gozo e júbilo de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos São Pedro e São Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: a imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial.
«Razão porque, se alguém, que Deus não permita, ousar, voluntariamente, negar ou pôr em dúvida esta nossa definição, saiba que naufraga na fé divina e católica.

A horrenda situação atual no mundo e na Igreja tem uma solução certa
Nas horas mais cruciais para a sobrevivência do Cristianismo na Terra, julgaram os Papas ter chegado o momento estabelecido pela providência de Deus para proclamar solenemente um privilégio insigne da Virgem Maria.
Dom Mayer dizia que faltava e talvez fosse ainda mais urgente, proclamar o dogma da Mediação Universal de Maria. De fato, o mundo católico tem beneficiado nos últimos tempos das aparições de Nossa Senhora, ligados à Mediação, questões ainda indefinidas.
Para alguns parece que, na horrenda situação que seguiu o V2, isto já esteja «caducado»!
Mas se é justamente nas horas mais cruciais que se manifesta a ajuda divina!
Primeiro, como prova extrema da fé, esperança e caridade do Resto fiel.
Depois, porque Deus, que age através dos homens, manifestará assim que essa ação transcende todo poder humano. Será o milagre para a conversão da sociedade humana, que desde o livro da Genesis, acontecerá pelo poder da Mulher com a Sua estirpe.
Hoje a Cristandade vive uma hora «terminal», mas dispõe de Sua Promessa profética.

S Luis Grignon de Montfort

Resumo de razões que reforçam a certeza da Promessa profética

“Maria é a obra-prima por excelência do Altíssimo, cuja sabedoria e elevação reservou para Si” (Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem, São Luis Maria Grignion de Montfort).

Por isto, já vislumbrar a especial parte de Maria no esplendor da Criação de Deus é uma graça. Tanto mais acolher a sequência dos seus sinais, como foram dados em tempos tempestuosos: em Paris (na Capela de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, na Rue du Bac), na Montanha de La Salette e finalmente em Fátima.
São luminosos sinais de salvação para os nossos tempos.
Sobre a posição de Maria SS. nos eternos desígnios divinos, temos os trechos escriturais, do Antigo e Novo Testamento, lembrados pelos Papas em contínuas ocasiões.
Aqui há que referir-se a esta era presente de ataque revolucionário contra a Cristandade.
Sobre a sequência das Aparições de Maria SS, antecipando e seguindo com avisos e ajudas, qual pontual contraponto para reforçar a fé em tempos cruciais, temos escrito. Os títulos dos artigos já parecem contar a sequência histórica vivida neste tempo.

Em «Nasceu Maria, Sacrário Vivo do Coração de Jesus», se fala da urgente Milícia de Oração pedida; há íntima ligação de «Fátima e o Segredo do Sagrado Coração de Jesus». São os reforços vistos «No Segredo de Fátima o Termo da Grande Conjura Histórica».
De fato, «Quando o Papa recorreu, Maria Ss. o atendeu em Fátima», mas havia dúvidas.
«Segredo de Fátima: Maravilha ou Engano?»; «Fátima – Objeções – Profecia Política»!
«Fátima Profecia Pública» e Milagre do Sol sem precedentes. Todavia, a luta não era só terrena, transcendia toda política: «Fátima e as etapas do Anticristo: Jerusalém e Roma».
«Fátima ignorada: Papa abatido: apostasia e tribulação»; «Delito e Castigo na Profecia de Fátima»: «Segredo de Fátima – Profecia da Hecatombe Católica». O fato é que havia «Soldados no Segredo da Paixão de Nossa Senhora de Fátima», foi atentado organizado para abrir o Vaticano ao «suspeito»: O «Bom papa conciliar» da operação anti-Fátima
O engano torna-se universal: «Fátima e o Mistério do Cristianismo drogado».
Isto abrange todo campo religioso e até as aparições de Nossa Senhora e o Seu Segredo.
Com a Profecia removida surgem idéias do fim da Promessa: «Fátima, a Parusia e o Neo-Milenarismo». No entanto, «Fátima: o Milagre prometido da Consagração da Rússia», lembra que a promessa de 1917 se acorda com a situação política e religiosa presente, da «Rússia na Promessa de Maria em Fátima», é como se pela «Profecia de Fátima: a Rússia aguarde a Conversão de Roma».

Enfim, tudo indica que na mesma Igreja Católica faltou e falta a plena consciência do que significa a presença da Virgem Maria em toda a História da Criação divina.
Isto embora a Tradição dos Padres, confirmada pelos Papas, e cada vez mais até Pio XII, defina privilégios e títulos de Nossa Senhora, segundo os desígnios de Deus.
Por isto, é com fé e esperança que continuamos a divulgar o que a Igreja ensina sobre nossa Santíssima Senhora e Mãe, que vai além da Escritura.
A intervenção de Maria SS. em Fátima não é diretamente da Revelação, mas a confirma na Religião revelada da «Intervenção divina» no mundo, em qualquer tempo histórico; no nosso, através da Mãe de Deus. Salve Maria, Imaculada Virgem Assunta!

Uma resposta para “SERÁ MARIA, A «ASSUNTA» PARA JUNTO DE DEUS PAI A NOS VALER NA HORA FINAL

  1. Zoltan Batiz agosto 16, 2014 às 12:11 pm

    Será difícil resisitir o desejo de copiar o cántico (das matinas) deste dia (Latim e Inglês):

    Surge! Jam terris fera bruma cessit,
    Ridet in pratis decus omne florum,
    Alma quæ Vitæ Génitrix fuísti,
    Surge, María!

    Arise! the cold blasts from earth have receded,
    And in the field are lovely flowers smiling,
    For thee, O gracious Mother, bearer of Life,
    Arise, O Mary!

    Lílium fulgens velut in rubéto,
    Mortis auctórem teris una, carpens
    Sóntibus fructum pátribus negátum
    Arbore vitæ.

    Beautiful Lily blooming ‘mid the brambles,
    Death’s haughty author thou alone didst conquer,
    Plucking life-giving tree of fruits the fathers
    By sin did not taste.

    Arca non putri fabricáta ligno
    Manna tu servas, fluit unde virtus,
    Ipsa qua surgent animáta rursus
    Ossa sepúlcris.

    Ark of sweet wood not destined for ruin,
    Holding the manna, whence springeth forth the power
    Summoning forth the bones again arisen
    From depths of the tomb.

    Præsidis mentis dócilis minístra,
    Haud caro tabo pátitur resólvi;
    Spíritus imo sine fine consors
    Tendit ad astra.

    Thou handmaid, faithful to the Ruler of hearts,
    Thy flesh cruel decay could never touch,
    Thy soul of Spirit partaking without end,
    Hath winged to the stars.

    Surge! Dilécto pete nixa cælum,
    Sume consértum diadéma stellis,
    Teque natórum récinens beátam
    Excipe carmen.

    Leaning on thy beloved, arise, go heav’nward!
    Accept the crown with stars for thee bedecked,
    List to the hymn thy children sing on this day,
    Calling thee blessed.

    Laus sit excélsæ Tríadi perénnis,
    Quæ tibi, Virgo, tríbuit corónam,
    Atque regínam statuítque nostram
    Próvida matrem. Amen.

    Praise to the Triune Godhead everlasting,
    Who hath caused thee, O Virgin, to be crowned,
    And providently willed our Queen thou shouldst be
    Also our Mother. Amen.

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